Terça-feira, 27 de Julho de 2010
Taxa de juro do crédito à habitação em queda há 18 meses

Nos últimos 18 meses, a taxa de juro inerente aos créditos à habitação caiu 4,174%, de acordo com os últimos dados do INE - Instituto Nacional de Estatística. Em junho, a taxa de juro implícita no conjunto de contratos de crédito à habitação fixou-se nos 1,803%, o que representa uma queda de 0,006% em comparação com o mês anterior.

Pelo quarto mês consecutivo, os portugueses pagam uma média de € 250 no crédito à habitação.

Porém, quem fez um empréstimo para comprar casa mais recentemente está com menos dinheiro. Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro situou-se nos 2,057%, 0,015 pontos percentuais acima da do mês anterior, com a prestação média vencida a aumentar € 1 no mesmo período. O mesmo acontece a quem firmou contrato há seis meses e um ano.

Capital em dívida aumenta

 

Em junho, o valor médio do capital em dívida dos contratos de crédito à habitação situou-se nos € 56 497, mais € 88 do que em maio. 

No mesmo mês, o valor médio da prestação vencida do total dos contratos em vigor manteve-se em € 250, o mesmo valor que se verifica há quatro meses consecutivos. Quanto aos contratos que foram celebrados nos últimos três e seis meses registam aumentos mensais de € 1, com os valores médios da prestação vencida a situarem-se nos € 296 e € 293, respetivamente. Nos últimos doze meses, a prestação média fixou-se nos € 293.

fonte:http://aeiou.expresso.pt



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Segunda-feira, 26 de Julho de 2010
Para o crédito pessoal qual o melhor banco?

Procura um credito pessoal, saiba qual o melhor banco.

Quer fazer uma viagem idílica, comprar mobília nova para a sua casa, eletrodomésticos ou material informático, mas na sua conta bancária não há dinheiro suficiente que permita concretizar esses sonhos? A solução poderá estar no recurso a um crédito ao consumo.

O Dinheiro foi à procura do melhor banco para fazer um crédito pessoal. Para tal, pediram-se simulações a onze instituições bancárias para um empréstimo de € 5000, a pagar em dois anos, sem carência de capital ou valor residual, apenas com a condição de domiciliação de ordenado. Foi no Montepio que encontrámos a TAEG mais baixa, mas é no Santander Totta que a prestação é mais baixa. No lado oposto estão o Millennium bcp , o BES e o Crédito Agrícola .

Regra geral, quantos mais produtos bancários o cliente subscrever mais baixa fica a taxa de juro, porém acaba por ficar com gastos mensais mais elevados. O Millennium bcp é o único banco que não tem política de bonificação de taxas de juro mediante a subscrição de outros produtos bancários.

Cuidados a ter

 

Antes de pedir um crédito pessoal avalie bem a sua situação financeira. Tenha em consideração que os juros dos empréstimos desta natureza são elevados e pondere se valerá a pena estar a contrair uma dívida que poderá pôr em causa a estabilidade do orçamento familiar.

Faça simulações de créditos em vários bancos, com diferentes modalidades e prazos de pagamento. Não se esqueça que se pedir um empréstimo com um prazo mais alargado, a prestação fica mais reduzida, mas os encargos totais com o crédito encarecem. Ao comparar simulações de vários bancos, deverá ter em conta a TAEG - Taxa Anual Efetiva Global, que engloba todos os custos associados ao empréstimo, como por exemplo as despesas de aprovação de crédito e o imposto de selo. Por isso, é este o aspeto mais importante a ter em conta, na hora de escolher o crédito pessoal.

A maior parte dos bancos tentam convencer os clientes a subscrever outros produtos bancários, como cartões de crédito, no sentido de reduzir a taxa de juro. Mas não se deixe encantar e veja se os custos totais inerentes a esses produtos compensam a redução na taxa de juro.

Outro aspeto importante é saber quais as condições de amortização antecipada do crédito, se terá alguma penalização e se é possível fazê-lo a qualquer altura. A saber: os juros cobrados pela amortização antecipada nunca poderão exceder os 0,5%.

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Quinta-feira, 22 de Julho de 2010
Crédito malparado sobe e depósitos descem...

A crise bateu à porta dos portugueses e está para ficar, e os últimos dados sobre o crédito malparado são prova disso mesmo. Cada vez há mais portugueses que não conseguem pagar as suas dívidas aos bancos. Segundo os dados do Boletim Estatístico do Banco de Portugal , em maio, a cobrança duvidosa chegou aos € 3985 milhões, mais 30 milhões do que em abril.

 


Dos três tipos de empréstimos a particulares analisados pelo relatório da entidade - habitação, consumo e outros fins - o único que recuou foi o crédito para adquirir casa, que registou uma descida de € 4 milhões num só mês.

Apesar de o crédito malparado continuar a aumentar, os bancos não param de conceder empréstimos. No final de maio, os bancos haviam emprestado € 139882 milhões aos seus clientes, mais 448 milhões do que em abril.

 

Novos depósitos em queda

 

Outro dado que merece relevo está relacionado com os novos depósitos de particulares, que tocou os mínimos desde há cinco anos, reflexo da menor capacidade de poupança dos portugueses, assim como das baixas taxas de juro que esses produtos oferecem nos últimos meses, 1,26% no caso dos novos depósitos a prazo. 

Em maio, os bancos apenas conseguiram € 5940 milhões em novos depósitos, valor que representa a terceira queda consecutiva e bastante longe do pico alcançado em janeiro de 2009, quando as instituições bancárias conseguiram arrecadar € 12 mil milhões em novos depósitos.

fonte:http://aeiou.expresso.pt



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Terça-feira, 13 de Julho de 2010
Pode ficar mais difícil o acesso ao crédito

Os bancos têm aumentado a restritividade no acesso ao crédito. E o Banco de Portugal alerta para a possibilidade destas barreiras voltarem a aumentar.

 

No Boletim Económico do Verão, o Banco de Portugal revela que há a “possibilidade das condições de acesso ao crédito serem significativamente mais restritivas”.

Recorde-se que desde que a crise financeira rebentou, em Setembro de 2008 – com a falência do Lehman Brothers – os bancos começaram a dificultar as condições de acesso ao crédito.

Este cenário surge porque o risco dos clientes em deixarem de pagar o crédito aumentou (crise económica e taxa de desemprego a crescer) e porque os próprios bancos começaram a ter maiores dificuldades em acederem ao financiamento externo. Pelo que os montantes disponíveis para financiar diminuíram, logo os critérios de escolha tornaram-se mais restritos.

fonte:www.jornaldenegocios.pt/



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Segunda-feira, 12 de Julho de 2010
Quais os bancos com as comissões mais baixas?

A escolha do banco com os encargos mais baixos pode levá-lo a poupar 258 euros num ano. BPI, Barclays e Banif são as instituições com as comissões mais leves.


O crédito à habitação será provavelmente a relação mais duradoura que alguma vez estabelecerá com o seu banco. Mas, ao mesmo tempo, será também a maior dívida que irá contrair em toda a sua vida e que mais impacto terá nas suas finanças pessoais. Para além dos juros- seguramente o encargo com maior peso no orçamento- estão ainda associadas ao crédito à habitação o pagamento de comissões ao banco. Custos que podem surgir em qualquer fase da vida do crédito. Os mais difíceis de escapar surgem logo no início do empréstimo e podem assumir valores mais ou menos avultados.

 

Com base nos preçários dos dez maiores bancos a operar em Portugal, só no primeiro ano do empréstimo, um cliente paga em média cerca de 483 euros em comissões bancárias. Para este trabalho foram analisadas quatro comissões. A saber: comissão de dossier, avaliação, formalização e gestão. O banco que menos onera os clientes com este tipo de encargos é o BPI que cobra 389,42 euros, enquanto o BCP aplica as comissões mais elevadas: 647 euros. As instituições bancárias analisadas foram: CGD, BCP, BES, Santander, BPI, Montepio Geral, Barclays, Banif, Crédito Agrícola e Popular.

 

Com a crise financeira e a diminuição do crédito concedido, os bancos têm procurado fontes alternativas para arrecadar mais dinheiro. Uma das formas para o conseguir é através da subida dos ‘spreads'- uma tendência que aliás se tem vindo a intensificar nos últimos meses. Outra via é a subida das comissões e taxas associadas nomeadamente ao crédito à habitação. Segundo o último Relatório de Supervisão Comportamental do Banco de Portugal, 79% dos empréstimos concedidos pelas instituições de crédito a particulares destina-se precisamente à habitação.

Para além disso, nos últimos anos, foram publicados vários decretos-lei que vieram reforçar ainda mais a pressão sobre as receitas dos bancos. Nomeadamente, a limitação dos custos máximos das amortizações antecipadas, no crédito à habitação, a obrigatoriedade dos arredondamentos dos juros à milésima e o fim dos custos da renegociação dos créditos à habitação. Os resultados estão à vista. Segundo um estudo sobre a banca efectuado pela Deco publicado na Dinheiro & Direitos em Janeiro de 2009, entre 2006 e 2008, só as comissões de abertura e avaliação do dossier do crédito à habitação aumentaram 39%. Ao consultar os preçários dos bancos é possível comprovar esta tendência de subida. Quando comparados os preçários actuais dos bancos com os praticados no início de Maio, verificam-se várias subidas nos custos associados ao crédito à habitação.

 

Entre comissões de dossier, avaliação, formalização de contrato e de gestão, o BPI é actualmente a instituição que menos encargos cobra. No primeiro ano de vida do crédito o cliente do BPI terá que pagar 389,42 euros. Isto representa uma poupança de cerca de 258 euros face às comissões aplicadas pelo BCP: a instituição que mais onera o cliente com este tipo de despesas. Com os preçários mais baratos figuram ainda o do Banif e do Barclays, com encargos de 420 e 425 euros, respectivamente.

Qualquer das três instituições- BPI, Banif e Barclays- disponibiliza preços mais baixos pelo facto de não cobrarem pelo processamento mensal de prestações. A designada comissão de gestão, para as restantes instituições bancárias equivale a um encargo médio anual de 17,19 euros. Num empréstimo a 30 anos, o consumidor acaba por despender com essa comissão em média cerca de 516 euros. Da análise aos preçários, o banco Popular é a instituição financeira que cobra a comissão de processamento mais elevada: 19,8 euros anuais ou 594 euros na totalidade da vida do empréstimo.

 

Para quem recorre ao crédito à habitação a comissão de dossier é a que tem um peso maior. A também designada como comissão de estudo ou abertura tem um custo médio de 238,23 euros. Verifica-se ainda a cobrança por várias instituições de uma comissão de formalização do contrato, no momento em que é aprovada a concessão de crédito. É o que acontece com o BCP, o Santander, o Montepio e o Crédito Agrícola. Em termos médios, esta comissão fica em torno dos 112 euros.

Mas, estes não são os únicos encargos que o seu banco pode imputar-lhe, algumas instituições cobram ainda comissões de conversão de registos e conte com outros encargos pontuais associados a situações específicas como pelo atraso de pagamento de prestações ou associadas a pedidos de documentos, vistoria de obras ou construções.

Os cinco bancos com as comissões mais baixas:


BPI
É a instituição bancária que no primeiro ano de vigência do contrato de crédito à habitação menos cobra em comissões. O cliente tem que fazer face a um encargo total de 389,42 euros. Isto acontece em parte porque o BPI não cobra uma comissão pelo processamento de prestações nem de formalização do contrato.

No caso do crédito não ser aprovado, o cliente não tem de pagar comissão de dossier. Só o terá que fazer no caso de desistir do pedido de crédito.

 

Banif
O Banif é o segundo banco mais económico em termos de comissões. Cobra 420 euros no primeiro ano. Mais 30,58 euros do que o BPI. À semelhança do BPI não cobra comissões pelo processamento de prestações pela formalização do contrato. Se se tratar de um crédito para construção ou obras, aí já aplica uma comissão de contrato de 180 euros. A comissão de gestão de processo (dossier) é o encargo inicial mais elevado do banco: 225 euros.

 

Barclays
À semelhança do que se passa com o BPI e o Banif, o Barclays não imputa ao cliente nem comissões de formalização nem de gestão. O banco inglês, é o terceiro mais económico, cobrando 425 euros em comissões no primeiro ano do contrato.

A comissão de estudo é cobrada independentemente da formalização ou não do contrato de crédito à habitação. Este é, aliás, o encargo inicial mais elevado da instituição bancária: 240 euros.

 

CGD
No primeiro ano do empréstimo, o banco estatal cobra em comissões 427,83 euros, o que representa o quarto encargo mais baixo entre as dez instituições analisadas.

Contrariamente aos três bancos anteriores, a CGD cobra uma comissão pelo processamento mensal de prestações de 1,39 euros (16,68 euros por ano). No final de um empréstimo de 30 anos, isto equivale a um encargo total de 500,40 euros com esta comissão.

fonte:http://economico.sapo.pt



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Domingo, 11 de Julho de 2010
Cada vez mais alunos recorrem ao crédito para pagar estudos

Mais de 11 mil estudantes universitários recorreram a empréstimos para ajudar a financiar os estudos nos últimos três anos. Não são apenas as famílias mais necessitadas que optam por esteprograma, usado maioritariamente para pagar propinas.

“Os empréstimos não estão a ser captados apenas por estudantes oriundos de classes baixas, com menos recursos escolareseconómicos, mas, em termos gerais, por inquiridos com origens sociais diversificadas”, revela um estudo realizado no Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES), do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), sobre a “Linha de Crédito para Estudantes do Ensino Superior com Garantia Mútua”.

“Há alunos oriundos de famílias com inserções profissionais mais remuneradas e qualificadas, mas também estudantes com pais e mães com baixos recursos escolares e económicos”, refere o estudo.

Se este programa não existisse, “o financiamento dos percursos (de alguns) estudantes peloensino superior poderia ficar comprometido”, alertam os investigadores.

Para as famílias de classe média baixa, o empréstimo pode ser visto como “um instrumento de apoio financeiro a aspirações de mobilidade social ascendente”, para os de classe média alta será um meio de “potenciar a autonomia pessoal e opções de estilo de vida”.

Dois em cada três empréstimos são concedidos a alunos que frequentam o ensino superior público, refere por seu turno o relatório da comissão de acompanhamento da “linha de crédito para estudantes do ensino superior com garantia mútua”.

De acordo com um estudo do CIES, “os estudantes declaram destinar os empréstimos principalmente ao pagamento de propinas (86,3 por cento)”.

 

O dinheiro serve ainda para cobrir despesas básicas do quotidiano como transportes (48,4 por cento), alimentação (46,7 por cento) e alojamento (39,6 por cento).

 

No total, o crédito contratado nos últimos três anos ultrapassa os 28 milhões de euros, o que corresponde a um valor médio por aluno de cerca de 11 500 euros.

 

De acordo com o programa de empréstimos, os estudantes terão de começar a pagar o crédito quando terminarem os cursos e entrarem no mercado de trabalho. No entanto, 12,2 por cento dos alunos inquiridos defendem a necessidade de prolongar o período de pagamento, alegando eventuais dificuldades de inserção profissional.

 

De acordo com o relatório da comissão de acompanhamento da “linha de crédito”, a 31 de dezembro do ano passado 11 108 alunos tinham já recorrido a este programa nos últimos três anos, quando foi criado, e as estimativas apontam para que em agosto os empréstimos possam chegar aos 11 500 estudantes.

 

Mas nem todos os créditos solicitados foram autorizados: nestes três anos 572 pedidos foram recusados.

Entre as razões para negar o apoio surgem 113 casos de estudantes que já tinham dívidas bancárias e histórias de alunos que frequentavam cursos ou estabelecimentos de ensino não elegíveis ou não qualificados como de ensino superior.

Houve ainda 21 contratos de empréstimo que foram anulados depois de os alunos reprovarem duas vezes, situação que determina a cessação de contrato.

fonte:www.ionline.pt



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Sexta-feira, 9 de Julho de 2010
‘Spreads’ mínimos para o crédito a habitação sobem mais de 40%

Escolher o banco que oferece o ‘spread’ mais baixo permite poupar mais de 18 mil euros no empréstimo.


À semelhança do que se passa com as comissões cobradas no crédito à habitação, também os ‘spreads' praticados pelos bancos têm vindo a reflectir o efeito da crise financeira e a necessidade destes arrecadarem mais dinheiro. Em seis meses, os ‘spreads' mínimos publicitados nos preçários dos dez principais bancos a operar em Portugal aumentaram, em média, mais de 40%. No início do ano, a média dos ‘spreads' mínimos era de 0,86% (excluindo o Banco Popular). Hoje, a média desses ‘spreads' já é de 1,25%. No caso do Barclays, é onde se nota um crescimento mais acentuado do ‘spread' mais baixo. Este situa-se nos 1,15%, bastante acima do que acontecia em Janeiro, e que se justifica com o fim de uma campanha promocional que o Barclays levava a cabo desde o início de 2009. No entanto, qualquer das restantes instituições bancárias tem apostado em força no aumento dos seus ‘spreads', apresentando incrementos superiores a 17%.

 

Estas subidas podem acrescentar vários zeros no valor da factura final do cliente do crédito à habitação e "encostar à boxe" a importância dos valores que os bancos cobram em comissões.

 

O ideal será conjugar o melhor destes "dois mundos". Ou seja, conseguir o ‘spread' mais baixo no banco que menos encargos cobra ao cliente. Esta análise é possível de fazer através da comparação da TAE (Taxa Anual Efectiva) oferecida pelos bancos. Esta taxa inclui todos os encargos associados ao crédito. Nomeadamente, o ‘spread' e os encargos com comissões. Nas simulações convencionais de crédito à habitação dos bancos, a divulgação desta taxa é obrigatória.

 

De acordo com os preçários dos bancos, o Popular é a instituição que pratica o ‘spread' mais baixo (0,6%), enquanto o Crédito Agrícola disponibiliza o mais alto (1,6%). Ter um ‘spread' de 1,6%, por oposição a 0,6% pode significar um custo anual acrescido superior a 600 euros. Fazendo as contas verifica-se que, um empréstimo de 100 mil euros a 30 anos, indexado à Euribor a seis meses (média de Junho) com um ‘spread' de 0,6% teria uma prestação de 350,52 euros. Aumentando o ‘spread' para 1,6% o encargo mensal sobe para 400,97 euros. Uma diferença de 50,45 euros por mês ou de 605,4 euros por ano. Mas, na totalidade da vida do empréstimo é que se sente o peso dos zeros acrescidos à factura. A diferença entre os dois cenários é superior a 18 mil euros.

 

Contudo, é necessário ter em atenção que o ‘spread' mínimo só está ao alcance de uma minoria de clientes. Estes terão que apresentar um baixo perfil de risco, uma elevada fidelização com o banco- nomeadamente com a subscrição de produtos de ‘cross selling'-, ter uma baixa taxa de esforço (peso da prestação no rendimento mensal do cliente), bem como rácios de financiamento inferiores a 50%. A contratação de produtos dos bancos é, aliás, um dos argumentos que os bancos mais utilizam junto dos clientes para oferecer-lhes ‘spreads' mais baixos. Se a domiciliação de ordenados e de despesas periódicas não acarreta encargos acrescidos, o mesmo já não acontece se subscrever um seguro ou cartão de crédito. Para verificar se os custos não diluem os ganhos, o ideal é comparar a TAE com a TAER (Taxa Anual Efectiva Revista), que inclui o impacto de todos esses encargos acrescidos.

fonte:http://economico.sapo.pt/



publicado por adm às 23:58
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Quem têm mais dificuldades em pagar o crédito à habitação são os ricos

Cerca de 23% dos proprietários americanos com empréstimos superiores a um milhão de dólares não os conseguem pagar.

 

Há quem diga que a recente crise mundial afectou mais os ricos que os pobres. Que os mais pobres já estavam habituados a viver com pouco e que os mais abastados é que tiveram de abdicar de alguns bens. 

Isso mesmo parece ser provado com dados da CoreLogic compilados pelo “The New York Times”, onde é referido que a taxa de incumprimento de pagamento de créditos à habitação é superior nas classes sociais mais altas. 

Se para os créditos com mais de um milhão de dólares, cerca de 789 mil euros, a taxa de incumprimento é de 23%, a taxa de proprietários que não respeitou a dívida que pediu à banca para as habitações mais baratas é de, aproximadamente, 10%. 

Uma agente de habitações de luxo em Las Vegas, Ken Lowman, disse à publicação americana que quatro em 11 vendas que efectuou em Junho foram de proprietários em dificuldades financeiras. 

“Eles [os mais riscos] fazem os seus planos com base no melhor de todos os cenários possíveis: de que os salários estarão continuamente a crescer, de que o sector dos bens imóveis nunca irá cair”, defende a agente, acrescentando que “nem todos têm um plano B”. 

O “The New York Times” refere a comunidade luxuosa de classe alta de Los Altos, no Estado de Califórnia, onde cinco habitações estão sinalizadas para leilão e quatro delas tinham uma dívida no crédito à habitação superior a um milhão de dólares, sendo que algumas destas casas ainda estão ocupadas pelos proprietários. 

Segundo a mesma fonte, os prestadores de créditos estão receosos que parte dos 11 milhões de proprietários de mais de uma habitação possam deixá-las, especialmente se o mercado dos bens imóveis voltar a enfraquecer. 

Este incumprimento no crédito à habitação começou na classe trabalhadora e tinha-se já instalado na classe média dos subúrbios norte-americanos. Agora começa a revelar-se em zonas habitadas pela classe alta. No entanto, é de frisar que a grande maioria de proprietários nestas comunidades abastadas ainda paga o crédito.

fonte:www.jornaldenegocios.pt



publicado por adm às 23:56
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Agricultores vão ter linha de crédito de 750 mil euros

O secretário dos Recursos Naturais da Madeira anunciou hoje a criação de uma linha de crédito de 750 mil euros destinada a ajudar os agricultores cujas explorações foram afetadas pelo temporal.

 

Manuel António Correia falava na abertura da 55.ª Feira do Gado do Porto Moniz, um evento que classificou de “emblemático” e conta este ano com a presença de 110 expositores que demonstra que o sector agropecuário da Madeira evidencia uma “tendência de crescimento e tem cada vez mais um peso maior na economiaregional”.

 

Sobre a linha de crédito, o governante adiantou que o protocolo será celebrado numa parceira entre uma entidade bancária e a Associação de Agricultores da Madeira e “será assinado dentro de dias”.

 

Destina-se a ajudar os produtores cujas explorações foram “comprovadamente afetadas pelo temporal e não tenham meios financeiros para efetuar as obras” que são exigidas para poder receber os 95 por cento das ajudas comunitárias a fundo perdido para “repor o potencial produtivo criado”, explicou.

 

Manuel António Correia sublinhou que os juros serão “suportados pelo Governo Regional” e que esta medida permitirá que “todos os agricultores que sofreram prejuízos nas explorações possam aceder a esta ajuda”.

 

O temporal que assolou a Madeira a 20 de fevereiro provocou estragos em cerca de três mil explorações agrícolas.

Sobre sector agropecuário regional, Manuel António apontou que tem uma produção anual estimada nos 100 milhões de euros, sendo “responsável pela criação de cerca de 150 milhões de euros de riqueza para a região, sendo a tendência para crescer por via dos investimentos feitos anualmente”.

 

O programa desta feira inclui exposição de animais, um leilão, actividades didáticas, demonstrações da gastronomia regional, ações de sensibilização sobre “o consumo de produtos agroalimentares regionais na alimentação” e animação musical variada.

fonte:www.destak.pt



publicado por adm às 23:54
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Quinta-feira, 8 de Julho de 2010
O tempo do crédito fácil e suas consequências

A dívida é uma droga tão potente como o álcool e a nicotina. Em tempos de prosperidade os consumidores ocidentais usaram-na para melhorar os seus estilos de vida, as empresas pediram emprestado para expandir os seus negócios e os investidores recorreram à dívida para melhorar os seus rendimentos. Enquanto o crescimento durou, a famosa injunção do sr. Micawber (personagem do romance "David Copperfield" de Charles Dickens) parecia estar errada: quando a despesa anual era superior à receita, o resultado era a felicidade, não a desgraça.

 

Há muito tempo que a dívida do muito rico aumenta mais rapidamente do que as receitas. Não foram só os défices públicos que aumentaram. Nos Estados Unidos, só a dívida do sector privado aumentou de cerca de 50% do PIB em 1950 para os quase 300% do seu recente pico. As origens deste crescimento são ainda anteriores, refletindo enormes alterações na atitude social. No século XIX, quem não cumprisse as suas dívidas era preso. A geração que viveu durante a Grande Depressão aprendeu a economizar e a poupar. Mas a adopção mais alargada dos cartões de crédito na década de 60 criou uma sociedade do "compre já, pague depois". O não pagamento tornou-se uma mera opção de estilo de vida e a culpa era provavelmente atribuída ao mutuante descuidado e não ao mutuário imprudente.

 

Conforme os consumidores adquiriam margem de manobra, também as empresas o faziam. O rating médio para obrigações caiu do A em 1981 para o BBB- actual, apenas um furo acima do nível de ferro-velho. As empresas que apresentavam liquidez nos seus balanços eram criticadas pela sua timidez, e as leis da falência, como por exemplo o Capítulo 11 nos Estados Unidos da América, impediam os credores de encerrar empresas. Este regime indulgente encorajou os empresários (em Silicon Valley uma falência é como uma cicatriz de um duelo numa messe de oficiais da Prússia) mas também permitiu que demasiadas empresas mortas-vivas sobrevivessem (basta olhar para as linhas aéreas), não existindo indústria mais dependente da alavancagem do que a indústria financeira. Os bancos geriam balanços com níveis de capitais próprios cada vez mais baixos; as participações privadas e os fundos especulativos (hedge funds), que usam a dívida de forma agressiva, produziram bilionários em série. O caminho para a opulência era simples: comprar um ativo com dinheiro emprestado, depois cruzar os braços e observar o preço a subir.

 

Toda esta situação foi encorajada pelas autoridades. Sempre que uma crise derivada da dívida ameaçava a economia, os bancos centrais cortavam nas taxas de juro. A perspectiva desses salvamentos reduzia o risco de assumir mais dívida. Foram criadas bolhas, primeiro nos capitais próprios, depois na habitação. Era uma engrenagem monetária em que cada ciclo terminava com uma dívida muito superior e taxas de juro muito inferiores. A fase final foi atingida em 2007-2008 quando os investidores tomaram consciência de que grande parte desta dívida não seria reembolsada. Conforme a contração do crédito foi sendo apertada, os bancos tiveram de reduzir as taxas a curto prazo para 1% ou menos.

E agora o juízo final

 

Os países do mundo rico enfrentam agora dois conjuntos de problemas. O mais premente é como pagar as suas dívidas. Muitas das pessoas que reduziram as suas despesas com cartões de crédito e empresas que viram as suas linhas de crédito cortadas ficariam horrorizadas de ver o pouco que a dívida global do mundo rico caiu. Grande parte da dívida apenas se mudou do sector privado para o público, visto os governos terem interferido muito bem para apoiar os bancos e salvar a economia de cair numa depressão. E no futuro ainda mais dinheiro terá de ser angariado, devido às promessas generosas dos governos em termos de pensões e cuidados de saúde para a geração do período do baby-boom (nascidos em 1945-1952) que se irá reformar.

 

Toda esta dívida terá de ser regularmente refinanciada e reconduzida. As crises de confiança são prováveis, dado que a tendência da taxa de crescimento do mundo rico (e portanto a capacidade dos devedores em cumprir os seus empréstimos) parece determinada a abrandar. Pior ainda, muita da dívida privada é garantida contra ativos; enquanto o valor da dívida é fixo, o valor dos ativos pode descer, o que pode causar um círculo vicioso, com os devedores a serem forçados a vender ativos, obrigando os preços a descer.

 

A acumulação de mais dívida não parece ser uma opção. Há pouca vontade por parte dos devedores ou dos credores. Todos os governos enfrentam o equilíbrio difícil de aplacar os mercados sem danificar o crescimento: o novo Governo britânico fez uma tentativa esta semana. Mas viver com menos dívida representará um segundo conjunto de desafios a um prazo mais longo.

O caminho para o purgatório

 

Um mundo rico com menos dívida teria um aspecto muito diferente. Os bancos já enfrentam exigências de rácios de capital mais elevados (e portanto balanços mais seguros). Os consumidores ocidentais, perante taxas mais elevadas e benefícios mais baixos, deixarão de ter liberdade para gastar; de facto irão querer poupar mais, visto estarem perante reformas mais longas. Sarah Jessica Parker e os seus Manolo Blahniks ficarão fora de moda; a avó Walton e o seu confortável avental entrarão na moda. As casas serão mais uma vez um local onde viver e não meios para especulação. Alguns modelos de negócio, particularmente as participações privadas, terão maiores dificuldades em prosperar. A vida será mais difícil para os empresários: mais de metade de todas as empresas novas apoiam-se no financiamento por empréstimos.

 

Para os responsáveis pelas políticas, as prioridades são claras. Em primeiro lugar, devem concentrar-se na geração de crescimento. Para os Estados Unidos da América, com a sua população relativamente jovem e crescente, isso será comparativamente fácil. A Europa continental, em comparação, corre o risco de acabar como o Japão, que há duas décadas luta com grande esforço para crescer em face do peso da sua dívida e da população envelhecida. Os jovens europeus melhores e mais inteligentes podem emigrar para países sem essas cargas; e se a economia estagnar, os que ficam podem eventualmente decidir-se pelo incumprimento das suas dívidas, ou pelo corte dos benefícios aos idosos. Perante estas ameaças, a Europa tem de adoptar as reformas estruturais necessárias para que as suas economias cresçam tão flexível e rapidamente quanto possível.

 

Em segundo lugar, os responsáveis pelas políticas têm de começar a longa tarefa de reequilibrar a economia mundial. Faz sentido que tanto os países ocidentais como os trabalhadores nos 50 anos, poupem para a reforma em vez de acumularem as suas contas dos cartões de crédito. Mas se um grupo de pessoas poupa, o outro tem de pedir emprestado. Atualmente o mundo em desenvolvimento não está disposto a gerir défices de contas correntes; mesmo conseguir que a China poupe menos é uma tarefa formidável. De todos os modos, uma mudança é do interesse de todos a longo prazo - e as partes mais jovens do mundo deverão ser os mutuários.

 

Desmamar os países ricos da sua dependência de dívidas provocará a síndrome da abstinência. A austeridade não atrai os eleitores, que podem descarregar as suas frustrações nos políticos e (pior) nos estrangeiros. A frase do sr. Micawber pode ser virada ao contrário outra vez. Quando o rendimento anual for obrigado a exceder a despesa anual, o resultado poderá muito bem ser a desgraça.

Uma tabela interativa permite comparar como o peso da dívida varia em 14 países e analisar diferentes tipos de endividamento.

fonte:http://aeiou.expresso.pt/



publicado por adm às 23:07
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