Sexta-feira, 27 de Agosto de 2010
Juros do crédito à habitação sobem pela primeira vez em 19 meses

A subida das Euribor já fazia adivinhar a inversão na tendência de queda nas prestações do crédito à habitação dos portugueses.

 

 

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação atingiu 1,817% em Julho, o que representa o primeiro aumento após 18 meses consecutivos de reduções, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística.

De acordo com o relatório do INE, a subida verificada na taxa de juro implícita de Julho foi de 0,014 pontos percentuais. As taxas Euribor iniciaram o movimento ascendente em Abril, tendo acentuado as subidas nos meses de Junho e Julho.

Esta tendência, segundo o INE, começou assim a reflectir-se nas prestações do crédito à habitação dos portugueses no mês passado na totalidade dos contratos.

Olhando apenas para os novos contratos, a subida dos indexantes já se fazia sentir há mais tempo. Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, a taxa de juro implícita foi de 2,115%, 0,058 pontos percentuais superior à do mês precedente, com o valor médio da prestação vencida a registar um aumento mensal de 3 euros para 299 euros.

Nos contratos celebrados nos últimos seis meses a subida foi de 0,033 pontos percentuais e nos últimos 12 de 0,032 pontos percentuais.

As taxas de Julho não reflectem ainda na totalidade as subidas recentes das taxas Euribor, pelo que é de esperar que nos próximos meses se mantenha a subida das taxas de juro implícitas.

No mês de Julho, o valor médio do capital em dívida dos contratos de crédito à habitação em vigor era de 56.578 euros, o que representa um acréscimo de 81 euros face ao mês anterior.

fonte:Jornal de negocios



publicado por adm às 19:01
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Segunda-feira, 23 de Agosto de 2010
Financiamento automóvel qual a melhor opção?

Em regra, o leasing ou ALD são as melhores opções se não fizer questão de ser proprietário do automóvel desde o início. Já se desejar ser logo dono tem o crédito bancário. Quem necessita de montantes elevados, a reembolsar em prazos mais dilatados, e possui um imóvel como garantia também pode considerar o crédito hipotecário. Deixámos de fora o renting porque as rendas são definidas por variáveis pouco claras.

O Banco de Portugal anuncia periodicamente a TAEG máxima que as instituições podem co brar. Para o segundo trimestre, é de 7,7% no ALD e leasing e 11,1% no crédito (carros novos com reserva de propriedade). Se detectar TAEG superiores às legais, guarde um comprovativo e registe a queixa no livro de re clamações da instituição ou no Portal do cliente bancário.

 

Não quero ser dono

  • No ALD e leasing, a instituição compra o veículo e permite que o consumidor o utilize mediante uma renda mensal. As taxas de juro são mais baixas do que no crédito bancário e não paga imposto de selo pela abertura do crédito e juros. Já o imposto de circulação automóvel e a inspecção correm por conta do locatário. Estas modalidades não se destinam a automóveis em segunda mão.
  • Ao optar pelo ALD, obriga-se a comprar o carro por contrato-promessa, assinado ao mesmo tempo que o de locação financeira. No leasing, também pode comprar, mas não é obrigatório. Estas modalidades exigem o preenchimento de uma livrança em branco como garantia. Pode ainda ser pedido um aval ou fiança.
  • Uma parte do capital é deixada para o fim (valor residual). A maioria das instituições define mínimos simbólicos ou 2% do valor financiado. Para ficar com o carro, tem de transferir a propriedade. Por vezes, a operação é gratuita. Em certas instituições, atinge os 240 euros.
  • Se amortizar o capital antes do prazo, não pode ser penalizado no caso de taxas variáveis. Nas fixas, a comissão é, no máximo, de 0,5% (0,25% no último ano de contrato).

Quero o meu carro já

  • No crédito, a maioria das instituições pede a reserva de propriedade em seu nome. Quando não o fazem, as taxas de juro são mais elevadas. Algumas instituições cobram encargos com a reserva de propriedade. Para anulá-la no fim do prazo, podem exigir uma comissão. Se amortizar o crédito antes do previsto, fica sujeito às mesmas penalizações do ALD e leasing.
  • Poucas instituições atribuem períodos de carência: meses em que paga apenas juros e não amortiza capital. Também não é comum permitirem que parte da dívida seja paga no fim (diferimento de capital), solução a evitar. Durante o prazo, amortiza parte da dívida, mas paga juros pela totalidade.
  • Se as prestações não forem saldadas, as instituições podem terminar o contrato e executar as garantias. Mas o mais habitual é procurarem alternativas. Por exemplo, o prazo é alargado e as garantias alteradas. Ainda assim, podem ser cobrados juros de mora, a 4 por cento.

Truques para baixar os custos

  • Nem sempre o ALD e o leasing ficam mais baratos do que o crédi to. O seguro de danos próprios, que aconselhamos até aos 4 anos do carro, é obrigatório nas primeiras modalidades. Se não tiver interesse, o crédito pode ficar mais barato. Fizemos as contas para um homem de 30 anos com carta há mais de 10. As mulheres podem pagar um pouco menos. A poupança, de cerca de 350 euros, torna o crédito mais barato. Mas a opção só é válida para quem não quer o seguro.
  • As taxas máximas que as instituições anunciam podem baixar com negociação. Comece por esgrimir argumentos junto do seu banco. Anti guidade, historial de bom cliente e produtos ou serviços contratados: use-os a seu favor. Se necessário, peça simulações noutras insti tuições e apresente-as como trunfo.
  • Se não conseguir baixar a taxa, considere contratar um crédito pes soal. Por vezes, são praticadas taxas competitivas face às do financiamento automóvel.

fonte:Deco Proteste

 

Leia também :Para o crédito pessoal qual o melhor banco?



publicado por adm às 22:09
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Sábado, 14 de Agosto de 2010
«Spreads» este ano voltam a subir

Os bancos voltaram a subir os «spreads» para o crédito à habitação - quarta vez este ano - mas apesar disso os pedidos de empréstimo não deixam de aumentar.

O «Diário de Notícias» revela que os dois maiores bancos portugueses, Caixa Geral de Depósitos (CGD) e Millennium BCP, agravaram outra vez os spreads aplicados aos novos empréstimos à compra de casa.

A CGD aplica agora um «spread» mínimo de 1,35 pontos percentuais, contra os anteriores 1,25 pontos. A margem máxima passa de 3,70 para 3,80 pontos, mas aos clientes com risco o «spread» pode chegar aos 4,20%.

 

Novos empréstimos crescem 26% em Junho


Quanto ao Millennium BCP, a margem inferior do crédito à habitação passou de um ponto para 1,35 pontos percentuais, mantendo o «spread» máximo nos 3,30 pontos.

Apesar do aumento do custo de novos empréstimo, o mercado dá sinais de reanimação.

Dados do Banco de Portugal indicam que, em Junho, os novos empréstimos à habitação cresceram, em valor, cerca de 26%

fonte:tvi24

 

Leia também o artigo: Para o crédito pessoal qual o melhor banco?



publicado por adm às 00:50
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