Quinta-feira, 23 de Setembro de 2010
«leasing» cresce 2,3 mil milhões no 1º semestre

Subida é de 12,1% nos créditos tomados pelas empresas de «factoring», o que indicia que «recuperação económica se tem efectuado a conta-gotas»

 

Os créditos tomados pelas empresas de factoring na primeira metade do ano aumentaram 2,3 mil milhões de euros em relação ao mesmo período de 2009, revelou esta quinta-feira a Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting (ALF). Este montante reflecte um aumento de 12,1%.

Entre Janeiro e Junho, as factors nacionais acumularam um total de 12,9 mil milhões de euros em facturas cedidas no primeiro semestre deste ano, enquanto no mesmo período de 2009 o valor total de créditos tomados foi 10,61 mil milhões de euros.

«Ao contrário do que se antevia no final de 2009, a recuperação económica tem-se efectuado a conta-gotas, pelo que o sector do factoring, um produto que por norma convive bem com situações económicas adversas, tem continuado a assistir a um aumento da sua procura», afirmou Carlos Rocha, vice-presidente da ALF, num comunicado citado pela agência Lusa.

No final do primeiro semestre deste ano, o factoring doméstico atingiu os 8,7 mil milhões de euros, contra 7,2 mil milhões registados no período homólogo anterior. Já no que diz respeito ao factoring internacional (importação e exportação) foram tomados créditos no valor de 737 milhões de euros, acima dos 722 milhões de euros dos primeiros seis meses de 2009.

Na área do confirming, onde o cliente, na qualidade de devedor, contacta a empresa de factor para que esta passe a gerir os seus pagamentos a fornecedores, entre Janeiro e Junho o valor total de créditos foi de 3,2 mil milhões (comparativamente aos 2,6 mil milhões tomados no mesmo semestre de 2009).

Segundo a ALF, as empresas fornecedoras do sector público representavam 38,1% dos adiantamentos de facturas por parte das empresas de factoring, com 20% para colmatar dívidas das autarquias e regiões autónomas, 9,5% para dívidas na área da saúde e 8,6% para as facturas em dívida pela administração central, excluindo-se a área da saúde.

Os restantes 61,9% da verba do factoring nacional destinaram-se à cobertura de facturas de fornecimentos a entidades privadas e a entidades públicas empresariais.

fonte:agenciafinanceira



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Quarta-feira, 15 de Setembro de 2010
Juros no crédito ao consumo vão voltar a descer

Os juros associados aos contratos de crédito pessoal descem há quatro trimestres consecutivos.

O Banco de Portugal acaba de divulgar as taxas de juro máximas que as instituições financeiras devem respeitar nos novos contratos de crédito realizados com os consumidores durante o quarto trimestre do ano.

No crédito pessoal, os empréstimos para educação, saúde, energias renováveis e locação financeira de equipamentos vão custar no máximo 5,4%, a partir de Outubro. Esta taxa representa uma descida face aos 6% cobrados no terceiro trimestre do ano.

Por sua vez, os outros créditos pessoais vão ter um agravamento de 18,8% para 19,1%, invertendo a tendência de queda dos trimestres anteriores.

No que se refere ao crédito automóvel, a locação financeira ou ADL para automóveis novos desce de 7,4% para 7,3%, enquanto nos usados cai de 9,2% para 9%.

Os cartões de crédito, linhas de crédito, contas bancárias correntes e facilidades de descoberto continuam a apresentar as taxas mais elevadas, de 32,9%.

O regulador define estas taxas máximas como sendo as médias, acrescidas de um terço, das Taxas Anuais de Encargos Efectivas Globais (TAEG) praticadas pelas instituições de crédito no trimestre anterior, nos diferentes tipos de contratos.

fonte:economico



publicado por adm às 22:37
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Terça-feira, 14 de Setembro de 2010
Créditos e comissões bancárias ficam mais caros

É o resultado das exigências aprovadas pelo Comité de Basileia. Bancos vão fazer reflectir custos no cliente

 

Os créditos e as comissões bancárias vão ficar mais caros: os bancos vão ser obrigados a reforçar os capitais próprios e as famílias vão sentir no bolso o peso da crise do sistema financeiro.

Para fazer face às exigências de capital mais elevadas aprovadas pelo Comité de Basileia, as instituições financeiras vão fazer reflectir esse custo no cliente. 

A solução dos bancos passam assim por cobrar mais nos contratos a crédito, aumentar as taxas de juro e outros encargos e ainda ganhar mais com comissões de prestação de serviços e produtos bancários.

António Júlio Almeida, presidente da Sefin, explica as consequências: «Os bancos vão precisar de reservar mais capital nos seus balanços, e isso custa dinheiro. Por isso, vão ter de aumentar as suas margens para compensar essa imobilidade de capital».

Ao «Diário Económico, Filipe Garcia, economista da consultora financeira IMF, considera que «os bancos são unânimes em reconhecer a pertinência das alterações na generalidade, mas todos reconhecem que Basileia III reduzirá o montante disponível para emprestar aos clientes».

O reforço de capitais próprios dos bancos começa a ser introduzido em 2013. Dois anos depois passará a ser obrigatório: tudo para precaver futuras crises que deixem a nu as fragilidades do sistema financeiro.

fonte:agenciafinanceira



publicado por adm às 22:32
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Sábado, 11 de Setembro de 2010
Bancos podem subir ‘spreads’ sem acordo dos clientes

O Banco de Portugal diz que a lei não proíbe que os bancos possam aumentar ‘spreads’ de forma unilateral.

 

Três semanas depois da denúncia da Deco e duas após o questionário do Governo, o Banco de Portugal diz que os bancos podem agravar os ‘spreads' e outros encargos dos contratos de crédito, se as condições de mercado o justificarem e tal possibilidade constar do contrato assinado. Para o regulador, esta cláusula "não é proibida" por Lei e terão de ser os tribunais a decidir se é abusiva.

O regulador pronunciou-se ontem, em comunicado, sobre a introdução por parte de alguns bancos de uma cláusula que lhes concede o direito a alterar unilateralmente a taxa de juros ou o montante de quaisquer outros encargos, desde que correspondam a variações de mercado e sejam comunicadas de imediato ao clientes. A denúncia partiu da Associação de Defesa do Consumidor, que considera esta nova prática abusiva. Uma leitura que também suscitou dúvidas ao Governo. O secretário de Estado da Defesa do Consumidor afirmou estar à espera da decisão do BdP para se pronunciar sobre esta matéria. Fernando Serrasqueiro chegou mesmo a enviar uma carta a questionar o BdP sobre a existência de cláusulas abusivas.

Ontem, o BdP afirmou que esta cláusula "não é proibida pelo regime jurídico das cláusulas contratuais gerais". Além disso, a entidade liderada por Carlos Costa adverte que "compete aos tribunais, nos termos da lei, a apreciação da validade desta ou outras cláusulas e não ao Banco de Portugal".

O regulador adianta ainda que não tem conhecimento de alguma instituição ter accionado a cláusula de alteração unilateral nos contratos de crédito. Mas, ainda assim, adianta que "está a preparar um conjunto de orientações sobre as boas práticas que as instituições de crédito devem acolher e seguir sempre que decidam incluir, em contratos de crédito, aquele tipo de cláusulas".

fonte:economico




publicado por adm às 22:33
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Crédito de apoio à agricultura reforçada em 25 milhões

Montante global do crédito disponível passa a ser de 75 milhões de euros.

 

 

A linha de crédito de apoio à agricultura foi criada no início deste ano, a 4 de Janeiro, e vai ser agora reforçada com mais 25 milhões de euros. O anúncio foi feito esta sexta-feira pelo ministro da Agricultura.

Inicialmente com uma dotação de 50 milhões de euros, esta linha de crédito destina-se a empresas agrícolas e pecuárias, permitindo financiar operações de investimento, reforçar fundo de maneio e liquidar dívidas junto de instituições de crédito ou de fornecedores.

O número de candidaturas apresentadas e aprovadas e ainda a necessidade de assegurar que as expectativas dos promotores não serão defraudadas estão na base do reforço do financiamento à agricultura.

A linha de crédito a seis anos, com dois anos de carência, tem uma bonificação média de 85% e visa promover maisa competitividade, segundo um comunicado do Ministério, citado pela agência Lusa. 

A portaria conjunta dos Ministérios das Finanças e da Agricultura passa o montante global do crédito disponível para 75 milhões de euros.

fonte:Agenciafinanceira



publicado por adm às 00:09
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Terça-feira, 7 de Setembro de 2010
Incumprimento no crédito atinge o valor mais elevado de sempre

Os mais recentes números relativos ao crédito malparado em Portugal mostram que o nível de incumprimento no pagamento dos empréstimos à banca por parte das empresas e famílias portuguesas atingiu em Julho o valor mais elevado de sempre. De acordo com os dados do Banco de Portugal, ontem divulgados, os créditos de cobrança duvidosa atingiram, no final do mês passado, 4091 milhões de euros - no caso dos empréstimos a particulares - e 5494 milhões de euros no segmento das empresas.

Segundo os números avançados pela instituição liderada por Carlos Costa, foi registado em Julho - entre empresas e particulares - um volume total de 9585 milhões de euros em créditos incobráveis, com um peso de 3,71% no total de 258,3 mil milhões de euros de créditos concedidos pelos bancos portugueses.

 

Depois de ter estabilizado em Junho, face ao mês anterior, o malparado voltou a subir em Julho, tanto nas empresas como nas famílias. Neste segmento, o total de créditos incobráveis representava 2,91% do total de crédito concedido pela banca, o que representa um aumento de 102 milhões de euros no crédito malparado concedido a particulares, em Julho. Também em termos homólogos é notória a subida do malparado nas famílias, já que em Julho de 2009 representava 2,70% (3642 milhões de euros) do total de crédito concedido (134,6 mil milhões).

No que diz respeito às empresas, os créditos de cobrança duvidosa representavam 4,66% do total concedido pelos bancos, um valor que ascendia a 117,8 mil milhões de euros no final de Julho. As contas feitas pelo DN apontam para que o peso dos incobráveis no total de empréstimos contraídos pelas empresas mais que tenha duplicado nos últimos anos, tendo passado de 1,90% em Julho de 2005, para os actuais valores.

 

A par da subida do volume de créditos de cobrança duvidosa nas empresas (representava 4,37% do total em Junho), em Julho verificou-se um forte abrandamento no recurso ao financiamento bancário por parte das empresas. Os dados do Banco de Portugal apontam para uma queda de 517 milhões de euros no montante total de créditos concedidos às empresas, face aos números do mês anterior.

Já no segmento dos particulares, manteve-se a tendência de aumento do recurso ao crédito bancário, particularmente no que diz respeito ao crédito à habitação (ver caixa). Ao todo, durante o mês de Julho, houve um acréscimo de 130 milhões de euros no montante total de créditos concedidos às famílias, passando de um total de 140 365 milhões de euros para um volume global de 140 495 milhões de euros.

fonte:dn.sapo



publicado por adm às 23:27
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Sábado, 4 de Setembro de 2010
LeasePlan vende automóveis e oferece depósitos a prazo

Em seis meses, o banco online conquistou 50 mil clientes e mais de mil milhões de euros.


Já imaginou ir comprar um automóvel e sugerirem-lhe um depósito a prazo? Não é uma miragem. Pelo contrário, é um conceito inovador e com um testemunho de sucesso. Falamos da LeasePlan, uma empresa especializada na gestão de frotas automóvel, que decidiu oferecer produtos de poupança aos seus clientes.

A gestora de frotas lançou, em Fevereiro, um banco de poupanças online na Holanda e, no final de Agosto, suspendeu temporariamente a admissão de novos clientes, uma vez que em apenas seis meses atingiu o objectivo estipulado: uma carteira superior a 50 mil clientes e mais de mil milhões de euros em recursos.

fonte:destakes



publicado por adm às 23:45
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Sexta-feira, 3 de Setembro de 2010
Amortizar créditos

Diminuir a dívida do empréstimo permite aliviar o orçamento familiar. Mas, no crédito pessoal, nem sempre é vantajoso, pois as comissões por reembolso antecipado são muito elevadas.

 

Quem melhorou a sua situação financeira, tem três opções para reduzir ou eliminar as despesas de um empréstimo em curso. Amortizar o capital em dívida, para suavizar a prestação, ou suportar mensalidades mais altas, para diminuir o prazo em falta. Pode ainda conciliar ambas. Em qualquer caso, considere os custos da amortização antecipada. Salvo raras excepções, implica pagar uma penalização por reembolso antecipado.

Condições e custos

  • Se, no crédito da casa, as penalizações estão limitadas por lei, o mesmo não se passa no crédito pessoal. No primeiro, os bancos não podem cobrar mais de 0,5% sobre o montante amortizado, se o empréstimo tiver taxa variável, e mais de 2%, se for fixa. Em qualquer crédito à habitação, tem de avisar o banco da sua intenção até 7 dias úteis antes de pagar a prestação, se a amortização for parcial, e até 10 dias úteis antes de a concretizar, se for total.
  • Nos créditos pessoais, as penalizações e o prazo para pré-aviso variam consoante a instituição, ficando o consumidor sujeito às imposições do banco. Faça bem as contas, porque as penalizações podem ser superiores aos juros que deixa de pagar e a amortização não compensar. Para comparar o valor da penalização com o dos juros que consegue reduzir, peça ao banco o plano de pagamentos.

Prazo mais curto

  • Quando a situação financeira do agregado familiar permite suportar uma prestação mais alta, vale a pena reduzir o prazo do empréstimo. Mantendo-se inalterados o capital em dívida e a taxa de juro, a grande vantagem é a diminuição dos juros a pagar. Consulte o seu banco, peça uma simulação com prazos mais reduzidos e verifique o montante de juros poupados. Se o valor da comissão cobrada for inferior à poupança dos juros, então, a operação é compensadora.
  • Recorrer à amortização de capital e redução simultanea de prazo é, contudo, a opção que mais embaratece o custo final do crédito, por diminuir os juros a pagar.

fonte:deco.proteste



publicado por adm às 11:52
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Quarta-feira, 1 de Setembro de 2010
Crédito a 90 anos já são possíveis em Espanha

O aumento da esperança média de vida e a necessidade de baixar as prestações dos empréstimos levou a um aumento dos prazos de amortização das hipotecas. Cada vez são mais frequentes empréstimos com prazo superior a 50 anos, mas em Espanha já são possíveis créditos habitação nonagenários.

 

A opção parte da CreditServices e é semelhante às “hipotecas hereditárias” dos países anglo-saxónicos e do Japão. A fórmula dirige-se principalmente a jovens entre os 18 e os 30 anos – inclusive, torna-se restrito a clientes a partir dos 30-35 anos – já que lhes permite comprar casa desde muito cedo e baixa a quota mensal. Em troca, o crédito dura a vida toda, em caso de morte do titular, é cedido aos filhos como se fosse uma herança, e pede requisitos muito mais duros que outras modalidades de crédito. Por exemplo, é pedido ao titular que apresente um contrato de trabalho fixo e certos avais familiares.


Em Espanha, o prazo dos créditos varia entre os 20 e os 25 anos, mas o aumento da esperança média de vida no país para os 80,9 anos levou a que os prazos fossem alargados até aos 52 anos e, agora, aos 90, embora não sejam muitas as entidades bancárias que permitam a modalidade. Entre os bancos onde se pode optar por esta versão de crédito estão o BBK, Caja Duero, Caja de Canarias, Caja Vital e Caja Ávila.

fonte:Ionline



publicado por adm às 00:17
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