Domingo, 30 de Janeiro de 2011
Como ter acesso a crédito mais baixo

Ter acesso aos ‘spreads’ mais baixos praticados pelos bancos não é uma tarefa fácil. Conheça as condições que tem de apresentar.

1. Rácio financiamento/garantia inferior a 60% ou mesmo a 50%. Quanto maior for a entrada que der para a casa, maiores são as probabilidades de obter um ‘spread' mais atractivo. Para obter o ‘spread' mínimo na Caixa Galicia (0,5%), no Banco Popular (0,6%) e no Barclays (1,3%) tem de apresentar um rácio LTV ('loan to value') igual ou inferior a 60%. Quer isto dizer que os consumidores têm de pedir empréstimo num montante equivalente a apenas a 60% do valor casa. No caso do BBVA, por exemplo, o rácio de financiamento tem de ser ainda mais baixo (50%) para poder gozar de um ‘spread' de 0,4%. Isto significa que o consumidor tem de ter em carteira dinheiro disponível para pagar metade da casa que quer comprar.

2. Subscrição de produtos: Muitas vezes os bancos propõem a subscrição de produtos para baixar o ‘spread'. Quanto maior for o envolvimento do cliente com a instituição, mais fácil será o acesso a um ‘spread' baixo. No entanto, para ter o ‘spread' mínimo os bancos exigem que o cliente subscreva ou adira a um conjunto alargado de produtos e serviços da instituição. Na Caixa Galicia, por exemplo, é necessário aderir a um cabaz de sete serviços/produtos (domiciliação de ordenado, seguro de vida, seguro multirriscos habitação, serviço de homebanking, domiciliação de pelo menos dois pagamentos regulares (água, luz, telefone, ...), cartão de débito e pelo menos um dos seguintes produtos: PPR ou seguro de protecção ao crédito. O BBVA e o Popular também pedem a adesão a um pacote similar de serviços e produtos.

3. Montantes de financiamento elevados: Um outro entrave para muitas famílias terem acesso aos ‘spreads mais baixos prende-se com o facto das instituições financeiras só os concederem quando estão em causa montantes de financiamento elevados. O que associado ao baixo rácio de financiamento/garantia exigido pelas instituições, significa que os imóveis em causa terão de possuir valores muito elevados. O Banco Popular, por exemplo, concede o ‘spread' mínimo de 0,6% para financiamentos superiores a 200 mil euros, mas o rácio LTV terá de ser inferior a 60%. Isto significa o valor do imóvel deverá ser superior a 333 mil euros.

fonte:http://mobile.economico.pt



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Bancos restringem crédito e procura diminui

Os bancos não só restringiram o acesso ao crédito, como também a procura diminuiu por parte dos particulares, tanto para aquisição de habitação, como para consumo e outros fins, no último trimestre de 2010. Estas foram as principais conclusões do inquérito aos bancos sobre o mercado de crédito, realizado pelo Banco de Portugal.

Os bancos justificam a restritividade na concessão de crédito às famílias, com o aumento dos custos de financiamento externo, pela escassez de dinheiro (liquidez) e pela deterioração das expectativas de evolução da economia. As restrições dos empréstimos são sentidas através do aumento dos spreads, imposição de condições mais exigentes a nível das garantias, aplicação de comissões mais elevadas e outros encargos não relacionados com a taxa de juro. Por outro lado, a procura de crédito baixou por parte dos particulares, devido à quebra da confiança relativamente ao mercado de habitação e à retracção das despesas de consumo duradouro. Para o primeiro trimestre de 2011, os bancos inquiridos adiantam que irão apertar ainda mais os critérios exigidos na aprovação dos empréstimos de crédito ao consumo.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/



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Quinta-feira, 20 de Janeiro de 2011
Credito Malparado no consumo e na habitação atinge valor recorde

Banca aperta condições ao crédito, enquanto portugueses têm cada vez mais dificuldade em cumprir as suas obrigações

 

O crédito de cobrança duvidosa na habitação voltou a subir, em Novembro, para um novo valor recorde: 1.982 milhões de euros. Este valor representa 1,75% do total de crédito concedido pelos bancos aos portugueses para comprar casa (cerca de 113,5 mil milhões de euros).

Os dados são do Banco de Portugal e mostram como, cada vez mais, as famílias estão com dificuldade em cumprir os seus compromissos com a banca.

Uma dificuldade mais nítida quando olhamos para os dados docrédito ao consumo: o malparado neste tipo de empréstimos passou, pela primeira vez, a fasquia dos 1.300 milhões de euros. 

Contas feitas, do total de 15,45 mil milhões emprestados pelos bancos para o crédito ao consumo no final de Novembro, 8,51% são de cobrança duvidosa - um valor demasiado alto e nunca antes alcançado. 

Também nos créditos para outros fins, o malparado está a subir, tocando os 998 milhões de euros, ou seja 8,06% do total dos empréstimos deste grupo, mais 172 milhões do que em Novembro de 2009.

Mas não são apenas as famílias que sentem cada vez mais o aperto da crise. Também as empresas estão a sentir dificuldades em pagar as dívidas. Prova disso mesmo, é que acobrança duvidosa nos empréstimos à empresas passou os seis mil milhões de euros em Novembro (6.162 milhões de euros). 

Este valor representa 5,2% do total do crédito para as empresas, que atingiu os 118.834 milhões de euros. 

A tornar o cenário mais negro está o facto dos bancos estarem com o pé no travão quando se trata de emprestar dinheiro. No total, o crédito concedido a particulares aumentou 2,2% no ano terminado em Novembro de 2010, um valor idêntico, apenas, ao verificado em Junho de 2009. 

No total, os bancos emprestaram 141,25 mil milhões de euros em Novembro, um valor que representa um aumento face a Outubro (mais 131 milhões) mas que demonstra que o ritmo na concessão de crédito está a dmininuir: uma tendência que se tem vindo a verificar, de forma mais acentuada, desde Setembro quando a concessão de crédito aumentou em 314 milhões face ao mês anterior.

fonte_:agenciafinanceira



publicado por adm às 23:25
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Domingo, 16 de Janeiro de 2011
Microcrédito até 25 mil euros para ajudar Desempregados

O Governo fixou em 25 mil euros o apoio à criação do próprio emprego. Podem aceder desempregados sem direito ao financiamento tradicional.

 

Um ano após aprovar a concessão de microcrédito por agentes não financeiros, como câmaras municipais e fundações, o Governo limita o valor do apoio a 25 mil euros por projeto e clarifica as atividades que podem ser financiadas: pequenos negócios ou ações de formação que permitam aos candidatos desenvolver os projetos a financiar.

Este apoio destina-se a desempregados que tenham dificuldade em aceder ao mercado de crédito tradicional. Segundo o mesmo diploma, aprovado em dezembro, compete às sociedades financeiras analisar a viabilidade dos projetos e o montante a atribuir a cada candidato. Algumas já são conhecidas, mas continua por revelar a lista das novas entidades que se qualificaram para conceder microcrédito.

Se reúne as condições para beneficiar, elabore um projeto com as características do negócio, a localização e o valor a investir. Depois, contacte um dos bancos com financiamento nestes moldes ou as entidades com as quais têm protocolo. É o caso da Associação Nacional de Direito ao Crédito, do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) ou da Santa Casa da Misericórdia.

Em regra, o microcrédito permite beneficiar de carência de capital nos primeiros 3 a 24 meses (só paga juros) e de taxas mais reduzidas. Em março de 2010, as melhores rondavam os 2,3% a 3,2% para empréstimos de € 7000 a 3 anos.

fonte:deco.proteste



publicado por adm às 11:29
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Terça-feira, 11 de Janeiro de 2011
Bancos dão crédito de 3,9 mil milhões para a compra de acções

Apesar da queda trimestral, a CGD e o BCP voltaram a ser as instituições que mais crédito deram para a realização de operações.

A crise de dívida soberana e a consequente queda das bolsas mundiais não afastaram os investidores. Para continuar a "apostar" no mercado de capitais, recorrer ao crédito concedido pelas instituições financeiras foi uma das soluções encontradas. Feitas as contas, os bancos concederam 3,9 mil milhões de euros no terceiro trimestre de 2010 aos investidores para a compra de acções.

De acordo com os dados divulgados ontem pela CMVM, relativos ao terceiro trimestre do ano passado, o montante utilizado dos créditos concedidos para a realização de operações sobre valores mobiliários totalizou os 3,98 mil milhões de euros. Apesar de elevado, o montante representa uma quebra de 2,85% face aos 4,1 mil milhões de euros concedidos no segundo trimestre do ano passado. Já face aos primeiros três meses de 2010, período em que a CMVM começou a compilar estes dados, a queda é mais significativa, de 4,4%, face aos 4,2 mil milhões de euros concedidos.

fonte:economico.sapo



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Segunda-feira, 10 de Janeiro de 2011
Crédito malparado das famílias em máximo desde Maio de 1998

O peso do crédito malparado das famílias sobe o total de empréstimos concedidos ascendeu a 3,04% em Novembro, o valor mais elevado desde Maio de 1998, revelou o Banco de Portugal (BdP).

Os créditos de cobrança duvidosa dos particulares atingiu os 4.297 milhões de euros, para um total de empréstimo no valor de 141,2 mil milhões de euros.

O crédito à habitação é responsável por 1.982 M€ do crédito mal parado das famílias, correspondendo a 1,74% dos 113,4 mil milhões em empréstimos concedidos para este fim. No crédito ao consumo, os 1.316 M€ de cobrança duvidosa constituem 8,5% dos 15,4 mil milhões d euros emprestados pela banca, sendo a maior percentagem desde que o BdP começou a coligir dados.

No que toca às empresas, dos 118,8 mil milhões de euros em empréstimos, 6.162 milhões eram de cobrança duvidosa, ou seja 5,2%, o que constitui o valor mais alto desde Outubro de 1998.

 

fonte:http://diariodigital.sapo.pt/



publicado por adm às 23:13
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Juros no crédito ao consumo sem controlo

Cerca de um quarto dos produtos que a revista da DECO Dinheiro & Direitos analisou em 2010 anunciava taxas de juro acima das legais.

Empréstimo para comprar carro, electrodomésticos ou equipamento para energias solares, cartões, crédito pessoal sem finalidade específica, linhas de crédito fácil... A banca desdobra-se em modalidades de crédito ao consumo que satisfazem quase todas as necessidades de financiamento do consumidor, muitas vezes, a troco de juros altos.

Para combatê-los, o Banco de Portugal definiu uma TAEG máxima para cada tipo de crédito ao consumo, que as instituições são obrigados a respeitar. Na prática, nenhum empréstimo pode ser contratado acima daquele limite. Estas taxas mudam a cada três meses e são calculadas em função dos valores médios cobrados pelas instituições de crédito no trimestre anterior. A medida está em prática desde Janeiro de 2010, mas não impede os bancos de anunciar taxas acima do limite, como revela o levantamento dos 154 produtos de seis tipos de crédito que a Deco analisou durante o ano passado.

Cartões e pessoal com taxas altas
O Banco de Portugal definiu três categorias e oito subcategorias de créditos ao consumo, às quais correspondem limites diferentes. Talvez por serem pouco comuns e se destinarem a segmentos considerados prioritários, os créditos para educação, saúde e energias renováveis, e a locação financeira de equipamentos, como computadores e electrodomésticos, apresentam os limites mais baixos: TAEG máxima de 5,4% no último trimestre. Segue-se a locação financeira e o ALD de veículos novos e usados. Como o carro é propriedade da locadora até à última prestação, o que lhe dá algumas garantias, a taxa é mais baixa do que no crédito automóvel. O limite mais alto pertence aos créditos com mais procura e fáceis de usar: cartões, linhas de crédito e saldo descoberto das contas à ordem. Entre Outubro e Dezembro de 2010 podiam cobrar até 32,9%. Apesar de estas regras serem públicas e do conhecimento de todas as instituições, o levantamento da Dinheiro & Direitos a 154 produtos revela que um em cada quatro poderia resultar em taxas acima do limite. Ou seja, em teoria, poderiam ser contratados nessas condições. Os maiores desvios pertencem ao crédito pessoal sem finalidade específica, um dos mais contratados segundo o Banco de Portugal, e para energias renováveis. No primeiro caso, a TAEG máxima analisada (32,4%) quase duplica a permitida no período: 19,1 %. No segundo, a diferença é ainda superior: 13,6% contra 5,4%. A estrutura pesada das comissões, sobretudo para prazos curtos, o preço dos seguros e as taxas elevadas contribuem para este cenário.

10% dos contratos ilegais
As instituições defendem-se dizendo que não estão em infracção, pois as taxas são "teóricas" e nenhum crédito é aprovado naquelas condições. Mas ao apresentarem condições que resultam em taxas acima das legais, as instituições induzem o consumidor em erro. Todos os dados fornecidos devem ser reais. Caso contrário, não permitem a comparação de produtos.

Pior: o relatório de supervisão do Banco de Portugal, divulgado em Novembro último, prova que foram assinados vários contratos ilegais em 2010. Dos 676 analisados pelo supervisor, cerca de 10% ultrapassavam as taxas máximas permitidas, envolvendo 13 instituições. Segundo o documento, as entidades são obrigadas a corrigir as condições contratuais e têm de fazer prova desta correcção junto do supervisor. Mas não chega. O relatório nada diz, por exemplo, sobre a obrigação de devolverem aos titulares dos contratos ilegais os encargos cobrados em excesso.

Por isso, se contratou um crédito desta natureza no último ano, certifique-se de que a TAEG não ultrapassa a máxima para o trimestre. Se foi superior, queixe-se no portal do cliente bancário (http://clientebancario.bportugal.pt), exija a aplicação da taxa máxima para o período e a devolução do que pagou em excesso. Outro facto omitido é o nome das instituições em falta. Por uma questão de transparência, o Banco de Portugal deveria divulgar o nome dos infractores, como já fez no passado. Tal permite que outros consumidores fiquem alerta para eventuais abusos nas taxas e atuem, eles próprios, como polícias da aplicação da lei. O supervisor deveria ainda alargar a aplicação da lei às taxas anunciadas, seja na publicidade, seja nas simulações em papel ou pela net.

Simulações reais sem usura
A lei que limita as TAEG no crédito ao consumo estabeleceu um tecto para o preço dos financiamentos. Apesar disto, algumas modalidades abrangidas anunciam taxas, comissões e seguros obrigatórios que, para determinados cenários, resultam em taxas efectivas superiores ao limite. Pior do que isso, o relatório de supervisão do Banco de Portugal, divulgado em Novembro, revela 63 contratos efectivos com taxas acima das legais, envolvendo 13 instituições.

A Deco já enviou as conclusões deste estudo ao Banco de Portugal e à Secretaria de Estado para a Defesa do Consumidor, pedindo que a lei da usura seja aplicada também às taxas publicitadas nas simulações.


Crédito Automóvel

- 15.000 euros a 48 meses

- TAEG máxima permitida no período: 11,5%

- TAEG analisadas (1º trimestre de 2010): 4,5% a 16,8%

- Além do limite segundo cálculo da D&D: BBVA Automóvel, BBVA Quota Final, BPN Crédito, Banif Mais, Finibanco.

- Dos 17 produtos analisados, quatro excedem as taxas.


Saldo descoberto

- 1.500 euros a três meses

- TAEG máxima permitida no período: 32,6%

- TAEG analisadas (4.º trimestre 2010):10,3% a 36,2%

- Foram analisados 18 produtos, nenhum excedeu a taxa prevista.


Cartão de crédito

- 1.500 euros a 12 meses

- TAEG máxima permitida no período: 32,9

- TAEG analisadas (4º trimestre de 2010): 11,3% a 22,7%.

- Além do limite segundo o cálculo da D&D: UnibancoGold (Unicre)

- Foram analisados 70 produtos, apenas um excedeu a taxa máxima prevista.


Energias renováveis

- 5.000 euros a 24 meses

- TAEG máxima permitida no período: 5,4%

- TAEG analisadas (4.º trimestre 2010): 4,8% a 13,6%

- Além do limite segundo cálculo da D&D: Banco BPI, Banco Popular, Banif, Caixa Geral de Depósitos, Crédito Agrícola (taxa fixa e variável), Millennium bcp, Montepio, Santander Totta (crédito e ‘leasing').

- Foram analisados 11 produtos, 10 excedem as taxas máximas.


Crédito Pessoal S/ fim específico

- 5.000 euros a 24 meses

- TAEG máxima permitida no período: 19,1%

- TAEG analisadas (4.º trim. 2010): 7,7% a 32,4% 

- Além do limite segundo cálculo da D&D: BBVA, Banco BPI (taxa fixa e variável), Banco Espírito Santo, Banco Popular, Barclays Bank, Caixa Galicia, Caixa Geral de Depósitos (taxa fixa e variável), Crédito Agrícola (taxa fixa e variável), Deutsche Bank, Finibanco, Millennium bcp

- Foram analisados 23 produtos, 14 excederam as taxas máximas.


Locação financeira (carro novo)

- 15.000 euros a 48 meses.

- TAEG máxima permitida no período: 8%

- TAEG analisadas (4º trimestre de 2010): 4,5% a 9,4%

- Além do limite segundo cálculo da D&D: ActivoBank/Millennium bcp, Banco Best, Banco Espírito Santo, Banif Mais, BPN Crédito, Deutsche Bank, Santander Totta.

- Foram analisados 15 produtos, nove excedem as taxas.

fonte: economico.sapo



publicado por adm às 22:58
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Domingo, 9 de Janeiro de 2011
Recurso a crédito ao consumo diminuiu no ano passado

Ainda não há números, mas os dados preliminares das empresas de crédito especializado apontam para uma diminuição do recurso ao crédito para consumo em 2010.

«A informação que temos neste momento leva-nos a crer que o último trimestre do ano manteve a mesma tendência decrescente face ao período homólogo», adiantou ao SOL António Menezes Rodrigues, presidente da ASFAC - Associação de Sociedades Financeiras para Aquisições a Crédito.

No terceiro trimestre, o crédito total concedido pelos associados da ASFAC totalizou 1,3 mil milhões de euros, uma subida de 7,8%. Mas este valor está sobretudo influenciado pelos empréstimos a empresas, já que no segmento de crédito para consumo de particulares houve um recuo de 1,8%, para 461 milhões. Como a tendência não se inverteu no último trimestre, «em 2010 a concessão de crédito ao consumo desceu face ao verificado em 2009», diz Menezes Rodrigues. E, para 2011, há alguma incerteza, já que as medidas de austeridade devem retrair o consumo e o mercado de crédito especializado. «Mas, dado que já se vem verificando uma retracção do consumo ao longo dos últimos meses, é possível que não se sintam grandes flutuações face a 2010», antecipa o presidente da ASFAC.

Mal parado sobe

A associação não divulga informação sobre o crédito em incumprimento, mas, com base nos dados do Banco de Portugal, o presidente da associação reconhece que os montantes de cobrança duvidosa no crédito ao consumo têm vindo a subir. «Sempre que há uma diminuição dos rendimentos das famílias, a tendência é para suprir as necessidades básicas, ficando este tipo de encargos em atraso», realça.

Em 2011, o responsável entende ser «possível que o incumprimento no crédito ao consumo continue a aumentar», pelos mesmos motivos que levaram à subida no ano passado: aumento do desemprego e consequente diminuição do rendimento disponível.

Para enfrentar este aumento, a análise de risco de crédito será«cada vez mais rigorosa», de forma a «evitar que os consumidores entrem em situação de incumprimento». E, como a grande causa do incumprimento é o desemprego, as instituições financeiras estão a aconselhar os consumidores a subscreverem um seguro de protecção ao crédito, que os apoia em caso de imprevistos.

 

fonte:SOL



publicado por adm às 18:01
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