Quarta-feira, 29 de Junho de 2011
Como os cartões de crédito o protegem das fraudes

Além da legislação, os seguros e as novas tecnologias são aliados na protecção do dinheiro dos utilizadores dos cartões.

É oficial. O Verão já chegou e os portugueses preparam-se para ir a "banhos". Durante o período de férias, os portugueses recorrem mais ao cartão de crédito. O facto de ser uma forma de pagamento aceite em praticamente todo o mundo torna o "dinheiro de plástico" numa ferramenta útil em viagens ao estrangeiro, mas mesmo nas estadias em hotéis e ou idas a restaurante um pouco por todo o país a sua utilização se tornou mais habitual. Contudo, como tudo na vida, existe sempre o reverso da moeda. Para além do risco de endividamento associado e as taxas de juro elevadas cobradas, ao utilizar o cartão de crédito também está mais exposto às ameaças de fraude durante o Verão. E não são escassas as histórias sobre pessoas que após o regresso de férias viram desaparecer dinheiro das suas contas ou as notícias de burlas detectadas. Ainda há poucos dias foram detidos em Portugal três "burlões" que conseguiram clonar cartões de crédito por quase toda a Europa, arrecadando vários milhares de euros. Para além de vítimas em Itália, Bélgica, França e Alemanha, terão também lesado portugueses. Por isso a utilização dos cartões de crédito deve ser feita com alguns cuidados. Mas os cartões de crédito têm associadas características que visam minimizar o risco de perdas para os seus utilizadores.

Tendo em conta a acentuada propagação de cartões em Portugal - em 2010, havia 8,5 milhões de cartões de crédito e 10,4 milhões com a finalidade de débito - não é de estranhar que as tentativas de fraude se intensifiquem e assumam formas cada vez mais sofisticadas. Não existe um esquema único e por isso não é possível dar uma descrição exacta, mas o objectivo é claro, dispor do código do cartão da vítima ou de dados pessoais que facilitem o acesso ao dinheiro da conta. Na posse dessa informação, o criminoso vai tentar usar o cartão para comprar bens ou serviços que serão posteriormente debitados na conta da vitima. Com o advento da Internet esse acesso tornou-se mais fácil porque a maioria dos sites que vendem através da "rede" aceita o pagamento com cartão de crédito. Se alguns sites oferecem garantias de segurança, noutros isso não acontece. Já a clonagem de cartões é um dos casos mais temidos. Este método consiste em copiar os dados da banda magnética de um cartão e obter o seu código secreto. Com esses dados, o burlão cria um cartão clonado, que depois é usado para fazer levantamentos ilícitos. Como explica o jurista da Deco, Joaquim Rodrigues da Silva, "a legislação determina que as fraudes que ocorram após a comunicação do roubo ou extravio do cartão passam a ser imputadas ao banco emissor". Contudo, relativamente às operações fraudulentas feitas antes da notificação ao emitente do cartão, compete ao titular do cartão suportar as perdas relativas a essas operações dentro do limite do saldo disponível ou da linha de crédito associada à conta ou ao cartão, até ao máximo de 150 euros. No entanto, alguns cartões já incluem um seguro de utilização fraudulenta (roubo, extravio ou fraude) que cobre os movimentos normalmente até 24 ou 48 horas antes da comunicação do incidente ao banco, dependendo do banco emissor.

Uma das principais alterações que os emissores levaram a cabo para melhorar a segurança dos cartões não só de crédito como de débito foi a introdução de um ‘chip' que disponibiliza informação encriptada sobre o próprio cartão e a conta associada. Esta alteração começou a ser implementada há cerca de cinco anos pelos bancos portugueses. Para além de proteger dados importantes e confidencias, esse ‘chip' ainda obriga a que, quando é realizado o pagamento com o cartão, seja de crédito ou de débito, o vendedor tenha de deixar o cartão no terminal ATM, não podendo assim usá-lo fora da vigilância do utilizador, o que previne assim eventuais utilizações fraudulentas como a passagem por equipamentos duplicadores de cartões.

fonte:http://economico.sapo.pt/



publicado por adm às 13:41
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Sábado, 25 de Junho de 2011
A saber antes de pedir um empréstimo

Pedir um empréstimo para comprar casa é um dos maiores investimento na vida de uma pessoa, dado o montante da divida e o prazo. Por essa razão, esta deve ser uma decisão ponderada, uma vez que irá influenciar o seu orçamento familiar durante muitos anos. Convém seguir alguns conselhos que poderão ser muito úteis. O importante é que não se esqueça que, apesar de hoje ter capacidade para pagar a prestação da casa, a realidade pode ser bem diferente no futuro.

 

Taxa de esforço

Este indicador representa o peso dos empréstimos nos rendimentos do agregado. A maioria das instituições financeiras não concede empréstimos a clientes com uma taxa de esforço superior a 30 ou 40%. Vejamos o exemplo de uma família com o rendimento mensal líquido de 2.000 euros e prestação mensal do carro de 250 euros. Na simulação do crédito à habitação, uma prestação mensal de 500 euros traduz uma taxa de esforço de 37,5% [(250 + 500) / 2.000].

 

Taxa Anual Nominal (TAN)

A TAN permite calcular os juros do empréstimo através do prazo e do montante do empréstimo. Se a taxa for fixa, a TAN é indicada pelo banco. Se for variável, a TAN resulta da adição do indexante com o“spread”.


Taxa Anual Efectiva (TAE)

A TAE reflecte todos os encargos do empréstimo, excepto os prémios dos seguros exigidos pelo banco. É a taxa mais fiável para comparar as várias propostas de crédito: a que apresentar a TAE mais baixa corresponde ao empréstimo mais barato.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/



publicado por adm às 21:07
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Quarta-feira, 22 de Junho de 2011
Recorde de incumprimento. 657 mil famílias não pagam os créditos à banca

De acordo com o Banco de Portugal cerca de 20 mil famílias entraram em incumprimento no primeiro trimestre deste ano.

Os devedores particulares com crédito vencido aumentaram de 13,8% em Dezembro para 14,2% em Março, reflexo da actual conjuntura económica e da entrada em vigor de novas medidas de austeridade.

Os números constam do do Boletim Estatístico, divulgado hoje.

Do total de 4,6 milhões de famílias com crédito junto da banca, quase 657 mil estava numa de incumprimento, ou seja, mais 20 mil face às cerca de 636 mil famílias com crédito vencido em Dezembro do ano passado.

Nos particulares, a percentagem de devedores no consumo foi de 15,7% no final do trimestre e na habitação aumentou de 5,2% para 5,5%.
No segmento empresarial, mais de 22% das sociedades não financeiras com empréstimos contraídos junto da banca não conseguia honrar os seus compromissos. O incumprimento nas grandes empresas atingiu os 22%, muito superior aos 14,4% das pequenas e médias empresas.

fonte:http://www.ionline.pt/



publicado por adm às 22:55
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Terça-feira, 21 de Junho de 2011
Carência ou diferimento de capital?

Alguns bancos oferecem a facilidade de, no início do crédito, apenas pagar os juros – é o que se chama de período de carência de capital. Esta é uma possibilidade para muitas pessoas, sobretudo as que estão no inicio de vida e têm pouco dinheiro ou para quem está a mudar de casa e ainda não conseguiu vender a antiga. Mas, claro, nenhuma destas hipóteses é a ideal. 

Primeiro, porque se não tem estabilidade financeira não deverá meter-se num empréstimo de uma casa. Segundo, porque apenas deve comprar a nova casa depois de vendida a sua. Caso contrário, corre o risco de andar a pagar dois empréstimos durante algum tempo, se não conseguir vender a sua casa.

No caso do diferimento de capital, os bancos dão a possibilidade do cliente transferir uma parcela (até 30%) do crédito à habitação para a última prestação. Se, por um lado, permite-lhe reduzir o encargo mensal actual da casa, por outro, nada lhe garante que na última prestação terá o montante disponível para pagar e a solução, nessa altura, passará por pedir um crédito para pagar esse. E certamente não quererá deixar a divida para os seus filhos ou netos.

Vantagens: Reduz a prestação mensal, porque só começa a amortizar passado algum tempo o empréstimo (no caso da carência de capital). Ao transferir uma parcela do crédito (no caso de diferimento de capital) para a última prestação estará a aliviar o encargo mensal das restantes.

Desvantagensquanto mais cedo começar a amortizar o capital emprestado, mais cedo acabará de pagar o crédito. No diferimento de capital, nada lhe garante que terá condições para fazer face a essa ultima e enorme prestação de uma vez só. Poderá ser obrigado a recorrer a um crédito para fazer face á divida, o que significa uma nova divida e mais juros pagos ao banco.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/



publicado por adm às 21:04
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Domingo, 19 de Junho de 2011
Compensa alargar o prazo do empréstimo?

É fácil ir ao banco e pedir para alargar o prazo do seu empréstimo de 20 para 30 anos. As restantes condições mantêm-se e, aparentemente a única diferença é que passa a pagar menos de prestação mensal, ficando, em contrapartida, a pagar o empréstimo por mais 10 anos. Nada de especial para quem já tinha uma dívida de 20 anos, pensa você. Mas, na realidade, não é bem assim. 

É verdade que a prestação mensal desce, mas está a pagar juros durante mais 10 anos, o que agrava sobremaneira a conta final do dinheiro pago ao banco. Quanto irá pagar no total por um crédito à habitação de, por exemplo, 150 mil euros? 

O exemplo é de um empréstimo de 100 mil euros (Euribor a 1%, acrescida de um "spread" de 2%, e isto partindo do princípio que a taxa se mantinha inalterada). Apesar de a prestação mensal e o encargo anual diminuírem, no final do empréstimo, ao alargar o prazo para 30 anos, acabou por pagar mais de 18 mil euros do que se tivesse pago o crédito à habitação em 20 anos.

Vantagens: Permite-lhe um alívio na prestação mensal do crédito, dando-lhe mais alguma folga no orçamento familiar.

Desvantagens: No final acaba por pagar mais pelo empréstimo, uma vez que estará a pagar juros durante mais tempo.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/ 



publicado por adm às 21:01
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Crédito ao consumo: metade dos pedidos recusados

O crédito ao consumo tem vindo a registar uma forte quebra. As taxas de recusa superam os 50%, segundo os últimos indicadores disponibilizados, correspondentes ao mês de Abril. 

O crédito automóvel derrapou 13,5% e o destinado ao consumo de equipamentos e artigos para o lar 16%.

Ao «Jornal de Notícias», a Associação de Instituições de Crédito Especializado (ASFAC) admite que esta é uma quebra que já vinha de há três anos, mas que agora se acentuou, por causa do «ajustamento à conjuntura económica» e porque os portugueses perderam poder de compra. 

«Basta vermos que, a partir de 2008, com a crise financeira internacional, os indicadores de poupança voltaram a crescer consistentemente. Há uma alteração nos hábitos de consumo e de financiamento em função do ambiente comercial e financeiro que nos rodeia», explica a secretária-geral da ASFAC. 

Um crédito ao consumo é autorizado mediante uma análise de risco e à capacidade financeira do cliente. 

Num cenário de aperto do cinto e de maiores recusas na concessão de empréstimos, o comércio tem-se visto obrigado a recorrer a promoções para não perder clientes. Já são praticadas reduções que vão até aos 70%. 

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



publicado por adm às 17:53
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Quarta-feira, 8 de Junho de 2011
Banco central fixa taxas juro máximas para 3.º trimestre

O Banco de Portugal divulgou hoje as taxas máximas que os bancos podem cobrar aos seus clientes, ao abrigo dos vários tipos de contratos de crédito que serão celebrados no terceiro trimestre, que variam pouco face ao segundo trimestre.

As taxas máximas aplicáveis aos contratos de crédito ao consumo no terceiro trimestre podem ir até aos 19,7 por cento no crédito pessoal e 34,1 por cento nos cartões de crédito, linhas de crédito e contas correntes bancárias, que comparam com os 19,1 por cento e os 34,3 por cento em vigor no segundo trimestre.

Nos créditos pessoais com destino a educação, saúde, energias renováveis e locação financeira de equipamentos, os juros que podem ser cobrados nos contratos celebrados no terceiro trimestre têm como máximo 6,2 por cento (contra os 6,1 por cento entre abril e junho), anunciou hoje o Banco de Portugal (BdP).

fonte:http://aeiou.visao.pt/



publicado por adm às 22:22
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Segunda-feira, 6 de Junho de 2011
Crédito bonificado fica mais barato

Os portugueses que ainda possuem crédito à habitação bonificado vão ver a sua prestação descer a partir de Agosto.

É que a taxa de referência para o cálculo das bonificações (TRCB) vai subir significativamente no segundo semestre de 2011, em virtude do agravamento dos juros, reduzindo a parte dos juros que cabe aos mutuários pagar, avança hoje o DN.

O referencial a aplicar, de acordo com o valor fixado a 1 de Junho pela Direcção-Geral do Tesouro e Finanças (DGTF), será de 2,214%, contra os 1,491% que serviram de cálculo durante o primeiro semestre. Um aumento de 48% da TRCB.

Assim, o Estado passa a comparticipar, de acordo com cada escalão, com uma taxa maior, pelo que, por exemplo, se a bonificação incidir sobre 40% da nova taxa, a parte suportada pelos mutuários é menor.

A taxa do crédito bonificado, deixou de ser fixada administrativamente em 2000 e passou a ser usada a Euribor a 6 meses do primeiro dia útil do último mês do semestre (Dezembro e Junho), acrescida de um spread de 0,5 pontos percentuais.

Em 2002, o Governo extinguiu os créditos bonificados. No entanto, os contratos em vigor mantiveram-se, apesar do seu desaparecimento progressivo, à medida que vão sendo amortizados ou que os seus mutuários mudam de crédito.

fonte:http://economico.sapo.pt/



publicado por adm às 13:44
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