Segunda-feira, 31 de Outubro de 2011
Dicas para evitar o sobreendividamento

A austeridade, o desemprego e os salários em atraso estão a fazer disparar os casos de sobreendividamento das famílias.

Outra situação que é apontada como uma das causas do endividamento excessivo é o divórcio. Devido às despesas com a pensão de alimentos, se houver filhos, à partilha de bens, à redução do rendimento mensal e à duplicação de gastos, os casais que se divorciam tendem a enfrentar mais dificuldades em equilibrar os seus orçamentos.

O Diário Económico mostra-lhe como não cair numa situação de sobreendividamento. A regra de ouro é não gastar mais do que ganha e, para controlar as despesas, deve fazer mensalmente um orçamento familiar, uma tarefa que pode partilhar com os seus filhos, para que também eles tenham consciência da capacidade financeira do agregado. Não se esqueça de destinar sempre uma parcela do rendimento para engordar o seu ‘pé-de-meia' (que deverá ser equivalente a seis salários), de modo a enfrentar imprevistos. O ideal, segundo a Deco, é que o montante afectado à poupança não seja inferior a 10% do rendimento mensal do agregado familiar. Além disso, as despesas com créditos (como com a habitação e o automóvel) ou rendas não devem ultrapassar 40% do rendimento mensal disponível. E, sempre que for possível, deve amortizar as dívidas ao banco, usando, por exemplo, parte dos subsídios de férias e Natal.

É aconselhável ainda reduzir o número de cartões de crédito, usando-os apenas quando estritamente necessário e nunca nas despesas do dia-a-dia. Deve ainda liquidar na totalidade os pagamentos efectuados com o cartão de crédito dentro do período em que não são cobrados juros.

Outra regra importante é só comprar aquilo de que realmente precisa e tem possibilidade de pagar. Para isso, pense duas vezes antes de adquirir alguma coisa e nunca vá às compras com fome, pois tenderá a fazer gastos mais elevados.

Um último conselho: os especialistas recomendam que os consumidores aos primeiros sinais de excesso de endividamento peçam a ajuda de familiares. Além disso, poderão sempre recorrer ao gabinete de apoio ao sobreendividado da Deco.

fonte:http://economico.sapo.pt/



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Sexta-feira, 21 de Outubro de 2011
Descubra os cartões de crédito que o ajudam a poupar

O número de cartões com a função de ‘cash-back’ está a crescer.

Estes cartões devolvem ao cliente uma pequena percentagem do valor efectuado em compras com estes meios de pagamento.

A crise tem obrigado o sector financeiro a reinventar-se. A criatividade e adaptação que as instituições financeiras estão a demonstrar na actual conjuntura para tentar cativar mais clientes reflecte-se também nos cartões de crédito. São cada vez mais os cartões que, além de disponibilizarem uma linha de crédito, têm uma série de vantagens associadas. Vantagens essas que podem ser materializadas de várias formas: obtenção de pontos que podem ser utilizados em descontos em bilhetes de cinema e outras actividades de lazer, ou que podem ser trocados por milhas. Há ainda os que dão descontos no abastecimento do automóvel. Além destas vantagens têm também surgido no mercado vários cartões com a modalidade de ‘cash back'. Ou seja, cartões em que as instituições devolvem ao cliente uma percentagem do valor das compras efectuadas com o cartão. Por vezes, a modalidade de ‘cash back' não está apenas indexada ao montante realizado em compras com o cartão mas também a outras variáveis mais inusitadas, como o número de golos marcado por uma equipa de futebol. É o que acontece com o cartão de crédito do Benfica. Apesar de não ser um cartão com a finalidade ‘cash back' pura, a CGD devolve aos clientes até dois euros por cada golo marcado pela equipa da Luz na liga portuguesa de futebol.

A CGD, o Santander, o BES e o BiG são algumas das instituições financeiras que disponibilizam cartões com a modalidade de ‘cash back'. Já o Best, um dos bancos pioneiros na comercialização no mercado português deste tipo de cartões- com o lançamento do cartão ISavings Black- deixou de ter esta modalidade de poupança neste produto.

Se pretende adquirir um cartão com esta modalidade há, no entanto, alguns conselhos a ter em conta. O primeiro passará sempre pela análise e comparação da taxa de juro associada ao cartão e do custo da anuidade. Estas duas variáveis serão sempre indispensáveis para o consumidor poder avaliar os custos associados a um cartão de crédito. Porque, no limite, os ganhos que um consumidor poderá obter com a modalidade de ‘cash back' poderão não compensar face aos encargos associados ao cartão.

Outro ponto a que os consumidores devem estar alerta tem a ver com o facto de em muitos casos, a modalidade de ‘cash back' estar constrangida por algumas condicionantes. Por exemplo, o cartão 10.10 TSi do Santander devolve até 10% do valor dos pagamentos em combustível e em portagens Via Verde. No entanto, esta devolução está limitada até a um valor máximo de 10 euros por mês em combustível e 10 euros por mês em via verde. Além disso, para ter acesso a esta devolução terá de efectuar o mínimo de 200 euros por mês em compras com o cartão (excluindo os pagamentos com combustível e portagens). Condições semelhantes são praticadas em outros cartões com a modalidade ‘cash back'.

Mas apesar de algumas condicionantes, a verdade é que os montantes recebidos em ‘cash back' poderão ser, ao fim de um ano, bastante interessantes. Por exemplo, para quem fizer compras com o cartão de crédito Leve (CGD) no valor de 1.500 euros mensais, receberá de volta cerca de 11 euros por mês, que serão canalizados para um PPR. Ao fim do ano, só com a facilidade do ‘cash back' o seu PPR terá engordado 132 euros.

Um montante que em época de crise não é de desprezar. A própria Deco, no seu último estudo sobre cartões de crédito, recomenda a subscrição de cartões com a funcionalidade de ‘cash back'. Aliás, se dois cartões de crédito tiverem a mesma taxa de juro nominal e as mesmas anuidades, mas se um deles tiver a modalidade de ‘cash back', este último deverá apresentar uma TAEG mais baixa do que o primeiro.


Cartões que o ajudam a poupar

CGD
O banco liderado por José de Matos disponibiliza o cartão de crédito Leve que está associado a um PPR. Este produto prevê a possibilidade de ‘cash back' entre 0,6% e 1,5% das compras mensais efectuadas com o cartão. O montante será depositado no PPR. Mas para beneficiar do reembolso máximo terá de fazer pagamentos com o cartão no valor superior a 2.000 euros mensais. O banco prevê um ‘cash back' máximo mensal de 100 euros.

BES
O banco liderado por Ricardo Salgado tem neste momento uma campanha que vai até Abril do próximo ano e que beneficia a quase todos os portadores de cartões de crédito emitidos pelo BES. Apenas os cartões BES Platinum Private e Business, (com programa Top miles) não estão abrangidos pelo programa. A campanha em questão promete devolver 5% dos pagamentos com restauração e educação e 2% dos pagamentos em saúde, vestuário e calçado. Mas , para ter acesso a esta campanha não basta ter cartão de crédito do BES. Os pagamentos terão também de ser feitos através de um terminal de pagamento do BES. A devolução é feita trimestralmente em valores iguais ou superiores a 15 euros. Sendo que durante a duração da campanha o valor máximo para o total de devoluções é de 300 euros.

BIG
Também o banco ‘online' tem um cartão de crédito que prevê a possibilidade de o cliente optar pela funcionalidade de mealheiro. Assim, por cada um euros que gaste em compras, o banco faz-lhe automaticamente um débito extra no extracto mensal de 5 cêntimos, que são colocados no mealheiro. Através do extracto mensal consegue ver quanto é que poupou todos os meses. Sendo que ao fim de 12 meses, o BiG oferece 5% sobre o valor total que poupou.

Santander
O Santander Totta disponibiliza dois cartões que devolvem de alguma forma o valor efectuado em compras. Um deles é o Cartão Desconto que devolve 5% das compras efectuadas sem limite de valor. No entanto, para beneficiar deste desconto terá de deixar sempre, pelo menos, 50% do saldo mensal em dívida para o mês seguinte. O desconto a aplicar será deduzido ao valor do pagamento mensal em dívida. Além deste produto, o Santander disponibiliza também um outro cartão com a modalidade de ‘cash back', trata-se do cartão 10.10 TSi. Este produto tem a particularidade de devolver 10% dos pagamentos feitos com combustível e portagens pagas através do sistema Via Verde até a um limite de 10 euros por mês no caso dos combustíveis e 10 euros por mês no caso do pagamento da Via Verde.

 

Outras vantagens

1 - Milhas
Numa análise feita recentemente pelo Diário Económico foi possível encontrar 13 cartões de crédito que permitem a acumulação de milhas. São sete os bancos portugueses que os comercializam. A saber: CGD, Millennium bcp, BES, Santander Totta, Barclays, Banif e Best. Na generalidade dos casos, estes cartões são o resultado de parcerias estabelecidas entre os bancos e agências de viagens ou companhias aéreas.

2 - Descontos no cinema
São vários os bancos que concedem descontos no cinema aos seus clientes portadores de cartões de crédito. Aqui ficam dois exemplos. O Millennium BCP tem uma parceira com a ZON Lusomundo. E quem comprar um bilhete de cinema com um dos cartões de crédito do Millennium bcp (Prestige, Millennium bcp GO!, Millennium bcp Gold, Millennium bcp M, Millennium bcp M Ordenado, Millennium bcp Classic, Millennium bcp Classic Gémeos ou Millennium bcp Gold Gémeos), recebe outro gratuito para a mesma sessão. Também o BPI, com o cartão de crédito Universo permite aos seus clientes comprarem bilhetes nos cinemas Castello Lopes ao preço de segunda-feira nos restantes dias úteis da semana.

3 - Brindes e prémios
Os brindes e os prémios são uma das formas mais usadas pelos bancos para seduzir clientes. O Banif, por exemplo, tem o cartão de crédito da Hello Kitty. E quem o subscrever, além de ter direitos a descontos nas lojas Hello Kitty poderá receber uma ‘pendrive' da gata mais famosa do mundo- se a primeira compra realizada com o cartão for de valor igual ou superior a 100 euros. Também o Santander atribui brindes- que vão desde a pólos, passando por sacos desportivos e casacos alusivos à Ferrari- aos subscritores do cartão Ferrari.

4 - Combustíveis
Com a escalada dos preços dos combustíveis, as instituições financeiras aliaram-se às grandes gasolineiras de forma a conseguirem conceder descontos no abastecimento do carro, através dos seus cartões de crédito. Por exemplo, o Cartão CaixaDrive da CGD permite aos titulares beneficiarem de um reembolso de 3% do valor dos abastecimentos em postos da Repsol na conta-cartão. Já o Santander tem o cartão 10.10 TSi, que permite um ‘cash back' de 10% dos pagamentos efectuados com o abastecimento de combustível (independentemente da gasolineira). Também o cartão Universo do BPI permite obter 2,5% de desconto em combustíveis Galp.

fonte:http://economico.sapo.pt/



publicado por adm às 08:28
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Segunda-feira, 17 de Outubro de 2011
Crise provoca aumento de pedidos de crédito

Dificuldades no acesso ao crédito na banca tradicional leva empresas a recorrer à SOFID.

As dificuldades no acesso ao crédito, devido à crise financeira, estão a fazer com que mais empresas recorram à SOFID para financiar os seus projectos de investimento em países em desenvolvimento. "Temos de facto sentido um aumento da procura por parte das empresas, devido à crise", explicou ao Diário Económico Diogo Araújo, administrador da SOFID.

"Além disso, somos a única instituição que neste momento empresta a mais de sete anos e temos um seguro que cobre o risco político - para situações como a revolução na Líbia, por exemplo - em que o mutuário só assume 5% do risco", acrescentou, por sua vez, o presidente do conselho de administração do banco semi-público, António Rebelo de Sousa. Criada em 2007, a SOFID tem uma vantagem acrescida face à banca tradicional, pois ao contrário desta consegue ainda financiar-se no exterior, através da rede de bancos europeus de desenvolvimento (EDFI).

O objectivo da SOFID não é, porém, concorrer com os bancos comerciais - vários deles seus accionistas - nos mercados onde actua. "Só vamos aos projectos onde os outros não vão", explicou Rebelo de Sousa, lembrando que a instituição tem como objectivo financiar e apoiar empresas portuguesas e seus parceiros em projectos de investimento sustentáveis em países emergentes e em vias de desenvolvimento.

fonte:http://economico.sapo.pt/n



publicado por adm às 08:24
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Terça-feira, 11 de Outubro de 2011
Crédito malparado sobe e atinge novos máximos históricos
As famílias e as empresas continuam a denotar dificuldades em conseguir cumprir com as suas obrigações. O crédito malparado entre as famílias está em níveis nunca vistos e entre as empresas está no máximo desde Agosto de 1998, reflexo da crise económica e do elevado desemprego que assola o País.

Os bancos têm em carteira 10,99 mil milhões de euros de crédito malparado de empresas e famílias, de acordo com os dados preliminares de Agosto divulgados pelo Banco de Portugal.

No caso dos particulares, há dívidas de cobrança duvidosa de 4,5 mil milhões de euros, o que corresponde a 3,21% do total dos empréstimos concedidos. Este é o nível de malparado mais elevado desde que há histórico – Dezembro de 1997.

No segmento de crédito ao consumo, as cobranças duvidosas já superam mesmo os 9%, algo nunca visto. No financiamento para outros fins (que inclui educação e trabalhadores por conta própria) o crédito malparado fixou-se, em Agosto, nos 9%, o que também corresponde ao nível mais elevado desde Maio de 1998.

Só no crédito à habitação é que o nível do malparado é inferior (1,81%), o que ainda assim também representa o nível mais elevado desde que há histórico.

Entre as empresas o peso do malparado sobre o total dos empréstimos concedidos aumentou para 5,57%, o nível mais elevado desde Agosto de 1998.

A actual conjuntura económica está a levar a que muitas empresas tenham dificuldades em conseguir fazer frente às suas despesas. Ao mesmo tempo, o desemprego tem vindo a aumentar, deixando famílias sem alguns rendimentos que tinham. Tudo factores que têm provocado aumento do crédito malparado.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/


publicado por adm às 00:12
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Domingo, 9 de Outubro de 2011
Bancos aumentam 'spreads' e restrições na concessão de crédito

Os bancos portugueses aumentaram os 'spreads' e endureceram as condições associadas nos empréstimos concedidos às famílias e empresas no terceiro trimestre, e antecipam um agravamento das condições nos últimos três meses do ano

De acordo com o resultado de um inquérito realizado pelo Banco de Portugal aos cinco grupos bancários portugueses, o aumento do custo do dinheiro (que os bancos pagam para captar recursos destinados a empréstimos) e restrições no seu balanço, juntamente com uma maior aversão ao risco, estarão a provocar este agravamento nas condições dos empréstimos oferecidos pelos bancos.

Nesse sentido, o aumento da exigência "ter-se-á traduzido num aumento dos spreads aplicados e, embora em menor grau, na aplicação de outras condições contratuais mais restritivas" diz o Banco de Portugal, no caso das empresas.


fonte:Lusa



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Sexta-feira, 7 de Outubro de 2011
Bancos confirmam aumento das restrições na concessão de crédito - BdP

A concessão de crédito às empresas fora do setor financeiro tornou-se mais restritivo no terceiro trimestre, segundo as informações dadas pelos cinco maiores bancos ao Banco de Portugal, que hoje divulgou um inquérito sobre o Mercado de Crédito.

"De acordo com os resultados do inquérito realizado aos cinco grupos bancários portugueses incluídos na amostra, os critérios de concessão de empréstimos ao setor privado não financeiro tornaram-se mais restritivos no decurso do terceiro trimestre de 2011", afirma o Banco de Portugal no relatório.

De acordo com o documento, "os principais fatores apontados pelas instituições inquiridas como determinantes desta evolução foram o aumento do respetivo custo de capital e restrições de balanço, bem como uma perceção menos favorável dos riscos. O aumento da exigência dos critérios de concessão de empréstimos ter-se-á traduzido num aumento dos spreads aplicados e, embora em menor grau, na aplicação de outras condições contratuais mais restritivas", conclui a entidade liderada por Carlos Costa.

Fonte:Lusa



publicado por adm às 20:31
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Segunda-feira, 3 de Outubro de 2011
Crédito: Banco de Portugal detetou 209 contratos com irregularidades durante o 1ª semestre

 O Banco de Portugal (BdP) detetou no primeiro semestre deste ano 209 contratos de crédito a consumidores com desconformidades, em que se poderão incluir casos em que é ultrapassado o valor das taxas máximas aplicadas nestes empréstimos.

No 1º semestre de 2011, as instituições de crédito a operar em Portugal reportaram ao BdP informação sobre 683.737 novos contratos de crédito aos consumidores. Ou seja, fizeram-se em Portugal cerca de 114 mil novos contratos de crédito aos consumidores por mês.

A avaliação destes contratos, com destaque para o cumprimento das taxas máximas aplicadas aos novos contratos celebrados, permitiu ao supervisor bancário encontrar 209 contratos de sete bancos "cujos elementos de reporte indiciavam eventuais desconformidades com as normas aplicáveis em matéria de crédito aos consumidores", disse hoje o Banco de Portugal.

Fonte:Lusa



publicado por adm às 22:19
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