Terça-feira, 29 de Maio de 2012
Conheça os melhores créditos para estudar

As universidades mostram-se atentas às dificuldades financeiras dos alunos e há sempre a hipótese do financiamento bancário.

Estudar é um investimento para o futuro. Disso ninguém duvida. Mas também pode ser uma grande dor de cabeça para muitos pais, que querem ver os seus filhos tirar um curso superior, mas que se confrontam com o dilema de não terem posses suficientes para os pagar. Se numa universidade pública, o investimento maior é feito no início do ano, com o pagamento de uma propina, que ronda, em média, os mil euros, nas universidades privadas, as mensalidades podem ultrapassar os 300 euros.

De facto, os valores assustam. No entanto, as universidades mostram-se atentas às dificuldades financeiras dos alunos, apresentando soluções de pagamento mais flexíveis. Por outro lado, há sempre a possibilidade de se poder recorrer ao financiamento bancário para pagar as licenciaturas. A maioria dos bancos disponibiliza o crédito bancário com garantia mútua, um programa que consiste num crédito - com o Estado como fiador - e as suas próprias linhas de financiamento, que são vantajosas pelas condições que oferecem, como taxas de juro baixas, ‘spreads' que baixam de acordo com as médias finais obtidas pelos estudantes, entre outros. Além disso, o crédito pode ser concedido faseadamente, se isso for o que mais convier a quem o solicitar.

Há características comuns a todos os bancos, mas também algumas diferenças que podem ser dicisivas na altura de escolher. Passemos a apresentar caso a caso: No BES, o crédito com garantia mútua oferece um spread de 1%, 0,65% e 0,2%, consoante a média. O empréstimo, que vai dos mil aos 25 mil euros, é utilizado ao longo do curso e entregue em parcelas mensais. O prazo varia entre os 30 e os 204 meses, ou os 21 e os 48 meses para programas internacionais. Já a Linha BESUp Futuro financia até 30 mil euros, até 120 meses, com taxa de juro fixa. O aluno que vier de instituições com protocolo com o BES beneficiam de uma bonificação de 2%.

Já o Santander Totta, e no que se refere ao crédito ensino superior com garantia mútua, oferece um ‘spread' que varia entre 0,2% e 1%, consoante a média. As tranches são mensais de igual valor, num máximo de cinco mil euros por ano. O prazo de carência é de um ano e o de reembolso de dez.

Já o "crédito universitário plus" financia até 30 mil euros em Portugal e 75 mil euros no estrangeiro. O ‘spread' é de 3% e a taxa de juro variável indexada à Euribor a seis meses. O prazo máximo é de 60 meses, podendo ir até aos 24 meses.

Também a Caixa Geral de Depósitos (CGD) e o BPI disponibilizam soluções de financiamento com condições vantajosas. Na CGD, o crediformação financia licenciaturas em Portugal até 30 mil euros, ou no estrangeiro até 50 mil euros, num prazo máximo de 14 anos, com taxa de juro indexada à Euribor a três meses, e um ‘spread' que diminui quanto mais alta for a média. Para escolas com protocolos com a CGD, há desconto de 25%. Já quem optar pelo crédito com garantia mútua, o financiamento vai até aos cinco mil euros, por ano, num máximo de 25 mil euros, até 16 anos, com ‘spread' de 1%.

No caso do BPI, o crédito formação permite solicitar montantes de mil até 75 mil euros, a pagar de 24 a 120 meses. São possíveis amortizações totais ou parciais, sem penalizações. A taxa de juro é indexada à Euribor a três meses e o ‘spread' de 3,5%. A utilização do crédito pode ser faseada, se optar por carência, com mobilização de tranches mínimas de 1.250 euros. Pode optar por um período de carência de capital de 12 meses ou múltiplo de 12 meses, num máximo até 60 meses.

Pode ainda recorrer ao Millenniumbcp que, através do crédito universitário financia até 15 mil euros em Portugal e 30 mil euros no estrangeiro, com reembolso até 60 meses e utilização até 36 meses. A taxa de juro é indexada à Euribor a três meses e o ‘spread' de 4%. As tranches podem ser mensais, trimestrais, semestrais ou anuais. O crédito com garantia mútua financia até 25 mil euros, em tranches mensais, com o ‘spread' a variar entre 1% e 0,2%, em função da classificação. Na página ao lado, pode consultar simulações que permitem antever o que poderá ficar a pagar.

Procura crescente por financiamento
Apesar do clima económico que se vive não ser muito favorável a grandes investimentos, os bancos têm registado uma procura constante pelos vários produtos e serviços relacionados com o crédito a estudantes. No BPI, por exemplo, em 2011, "o crédito formação registou um crescimento de 45% face a 2010", diz fonte oficial do banco. Já no BES, "a procura tem sido constante", garante fonte do banco, que frisa que a oferta "vai-se ajustando à evolução do mercado e às necessidades dos clientes". Também no Santander Totta, apesar da crise, verifica-se, no presente ano lectivo, "um aumento da procura do crédito ao ensino superior, face ao período homólogo do ano anterior", informa fonte oficial, sublinhando a grande vantagem associada à possibilidade de se pagar apenas depois de terminado o curso: "o facto do pagamento da dívida se iniciar apenas um ano após o final do curso, o que dá aos alunos a possibilidade de entrarem no mercado de trabalho já formados". O Santander Totta acredita, por isso, que estes financiamentos são o "apoio necessário para se iniciar a vida activa".

Santander Totta
Um aluno que opte pelo Crédito Ensino Superior do Santander Totta ficará a pagar 57,54 euros mensais, após o período de carência de 12 meses, para financiar a sua licenciatura, e tendo em conta um pedido de financiamento de seis mil euros, num prazo total de 168 meses, com período de reembolso de 120 meses. O período de libertação da bolsa é de 36 meses, sendo que, por ano, o aluno recebe um total de dois mil euros.

A taxa anual é de 2,7% e o TAEG de 3,6%, sendo importante referir que o pedido de financiamento terá associado um imposto de selo, com um custo total de 36 euros, a que se somam encargos no mesmo valor, bem como comissão de gestão de 1,65 euros por mês.

Já quem optar por um financiamento de 15 mil euros, também por 168 meses e no mesmo período de carência e reembolso, ficará com uma prestação mensal de 153,85 euros, com taxa de juro de 2,7% e TAEG de 9,232. Por ano, o crédito será de cinco mil euros no total, tendo o pedido de crédito um encargo de 90 euros, o mesmo valor do Imposto de Selo pela sua utilização. O ‘spread' varia entre 0,2% e 1% consoante a média final.

Millenniumbcp 
Quem recorrer ao Crédito Universitário Millenniumbcp para um financiamento de seis mil euros, com entrega de três tranches anuais de dois mil euros, a pagar a 60 meses, durante os três anos de duração do curso, apenas paga juros, no valor de 11,37 euros por mês, no primeiro ano, 22,73 euros, no segundo, e 34,10 euros, no terceiro, começando a amortizar o empréstimo no ano seguinte, numa prestação de 118,30 euros, durante 96 meses. O ‘spread' é de 5,7%, o valor indexante de 0,858% e a taxa nominal de 6.558%, com TAEG de 7,3%. Com as mesmas características, mas num financiamento de 15 mil euros, com tranches anuais de cinco mil euros, a pagar em 60 meses, durante três anos, o cliente apenas paga juros, no valor de 28,42 euros, no primeiro ano, 56,84 euros, no segundo, e 85,22 euros no terceiro ano. No período de amortização a prestação é de 295,75 euros.

Se o crédito de seis mil euros for através de garantia mútua, com entrega de 36 tranches mensais de 166.67 euros, durante esse período, o cliente apenas paga 16,73 euros de juros. No período de amortização, que é de 72 meses, a prestação fica em 92,30 euros, pressupondo um ‘spread' de 1%, uma taxa de juro de 3,217 e um TAEG de 3,266%.

Optando pelo crédito Universitário com Garantia Mútua do Millenniumbcp, para um financiamento de 15 mil euros, o cliente receberá durante 36 meses, tranches mensais de 416.67 euros, a pagar em 72 meses. Durante esse período, é debitado apenas o valor dos juros, que é de 41,82 euros.

De seguida existe um período de carência de 12 meses. Chegado ao período de amortização, a prestação fica em 230,97 euros, tendo em conta a mesma taxa de juro, indexante e TAEG, bem como o ‘spread' de 1%.

 

fonte:http://economico.sapo.pt



publicado por adm às 23:32
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Banca deu menos 44 mil créditos à habitação em 2011

A actual conjuntura está espelhada no relatório de supervisão comportamental do Banco de Portugal.

A nova produção de crédito à habitação caiu a pique no ano passado, reflexo não só da maior selectividade na concessão, como da menor procura de financiamento. De acordo com o relatório de supervisão comportamental do Banco de Portugal, foram celebrados, entre 1 de Outubro de 2010 e 30 de Setembro de 2011, menos 42,1% do que no período homólogo do ano anterior. Dos cerca de 105,4 mil novos contratos celebrados, grosso modo, em 2010, houve uma descida para cerca de 61 mil novos empréstimos à habitação.

Estes dados agora divulgados pelo Banco de Portugal são um reflexo da actual conjuntura, em que os bancos têm dificuldades de liquidez, o mercado imobiliário vive um mau momento e, sobretudo, os particulares têm menores rendimentos ou, pelo menos, temem vir a ter, pensando muito mais antes de avançar para tamanho compromisso.

Os números do relatório revelam uma realidade que os balanços dos bancos não permitem descortinar, já que, em termos de ‘stock' total, as mudanças parecem discretas.

Ainda de acordo com os números de 2011 da supervisão comportamental, e em termos de saldo, o número de contratos de crédito à habitação variou apenas -0,2%. Como explica o Banco de Portugal no seu relatório, esta evolução resulta de vários factores conjugados, incluindo o efeito dos contratos de crédito à habitação que entretanto vão chegando ao seu termo. Da mesma forma, o valor em dívida estagnou, subindo apenas 0,1%, enquanto o montante inicial do crédito cresceu 1,8%.

Incumprimento motiva parte importante das renegociações
O Banco de Portugal traça igualmente o retrato dos problemas de crédito malparado no País. Do total de contratos renegociados entre Outubro de 2010 e Setembro de 2011, 17% "estavam numa situação de incumprimento e cerca de 4%, apesar de não estarem em incumprimento, os seus titulares apresentavam incumprimentos noutros créditos obtidos na mesma instituição".

Na maioria das renegociações, as mudanças passam pelo aumento do prazo do empréstimo e do ‘spread'. As duas alterações surgem normalmente em conjunto. Embora não seja taxativo, a instituição liderada por Carlos Costa diz que "as renegociações que envolvem a extensão do prazo podem estar associadas a tentativas de redução das prestações mensais em situações de dificuldades financeiras por parte das famílias".

Outro dado curioso, reflexo porventura do actual contexto, é a queda de 18% dos reembolsos antecipados totais dos créditos à habitação. "O reembolso antecipado total está muitas vezes associado à transferência do crédito à habitação para outra instituição ou à troca de habitação", diz o relatório. Ora, a realidade é que o volume de compra de casas caiu. Da mesma forma, nenhum banco faz hoje um novo contrato de habitação aos baixos ‘spreads' de antigamente. Raras serão, por isso, as famílias que neste momento quererão fazê-lo.


Outras conclusões do relatório

1 - Aumento do número de depósitos
Em 2011 os bancos portugueses registaram um aumento de 18% no número de novos depósitos. O aumento foi vivenciado em todos os prazos, excepto nos depósitos a cinco anos. Os depósitos a prazo simples apresentam sobretudo maturidades até um ano - sendo o prazo de 6 meses aquele que reúne maior número de produtos - mais de um quarto do total.

2 - Bancos cumpridores nas campanhas
O BdP exigiu a modificação de 128 campanhas e a suspensão de outras três, por incumprimento de normas legais ou regulamentares aplicáveis. No entanto, o rácio entre o número de campanhas alteradas e o número de campanhas analisadas fixou-se, em 2011, em cerca de 3%,
descendo face ao 6% de em 2010, a sinalizar que as instituições estão mais cumpridoras.

3 - Depósitos indexados e duais caem 62%
O número de depósitos indexados e duais comercializados caiu, no ano passado, 62%, sendo que o montante depositado neste tipo de produto financeiro recuou 54% em termos homólogos. No ano passado foram comercializados 35 depósitos deste género, num montante total de 351,4 milhões de euros.

4 - ‘Spread' dispara no crédito à habitação
Em apenas quatro anos os clientes bancários viram o ‘spread' dos crédito à habitação disparar de 59 p.b., em Novembro de 2007, para 249 p.b. nos contratos celebrados em Setembro do ano passado. O aumento mais pronunciado dos ‘spreads' aconteceu numa altura em que as Euribor assumiram valores baixos face ao histórico.



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Domingo, 27 de Maio de 2012
Bancos vão intensificar vendas de crédito este ano

Os bancos portugueses devem aumentar a venda de créditos face ao crescente interesse dos investidores, de acordo com a PwC.

A consultora que estima que as instituições europeias vão vender 50 mil milhões de euros, nestas carteiras só este ano.

Segundo o estudo, apesar de as transacções destes activos dos bancos já se ter vindo a intensificar, a venda dessas carteiras de crédito vai continuar por muitos anos.

A necessidade de os bancos europeus iniciarem o processo de desalavancagem (desendividamento) vai levar, segundo o estudo, a que os bancos vendam carteiras de crédito no valor de 50 mil milhões de euros este ano (acima dos 30 mil milhões de 2011) e 500 mil milhões entre cinco a 10 anos.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/



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Segunda-feira, 21 de Maio de 2012
Compras a crédito só a baixo custo

Pagamento da dívida a 100% dentro dos limites permitidos pelos cartões de crédito é a melhor forma de utilizar este recurso. A segunda é optar pela instituição que oferece a taxa de juro mais reduzida. 

Com o poder de compra diminuído pelos cortes salariais, o aumento dos impostos e a subida da taxa de desemprego, os índices de consumo têm evoluído em queda. Segundo a Associação Nacional para o Registo de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (ANREE), em 2011 os portugueses compraram menos 15% de produtos electrónicos face a 2010.

O desemprego e a diminuição dos salários reais farão com que Portugal tenha uma quebra recorde no consumo privado, segundo as últimas previsões da Comissão Europeia. Este ano, os gastos das famílias vão recuar 6,1% e em 2013 a tendência mantém-se. 

Desde que a crise começou, o recurso ao crédito "revolving", no qual se inclui a utilização de cartões, sofreu uma quebra significativa. Em 2009, desceu 38% e em 2010, 19%. No ano passado, o corte não se fez sentir tanto (menos 3%), fruto da descida gradual dos anos anteriores. Os dados vêm da ASFAC - Associação de Instituições de Crédito Especializado e segundo a sua secretária-geral, Susana Albuquerque, se um consumidor tiver de recorrer a crédito para fazer uma compra, o mais importante é encontrar uma taxa de juro reduzida. 

"Uma boa compra, independentemente de ser paga a pronto pagamento ou a crédito, é aquela em que o consumidor necessita do bem e o adquire a um preço interessante", diz. Por isso, adquirir bens ou serviços sem juros ou a preços baixos não é, de todo, uma boa opção em contexto de crise, de acordo com a especialista em finanças pessoais.

Um cartão por pessoa
O número de cartões que cada família deve ter depende do seu agregado. Contudo, para Susana Albuquerque, o ideal é que cada um dos cônjuges não tenha mais do que um cartão pessoal, para que consiga controlar os gastos e manter as finanças supervisionadas. "Se as contas forem juntas, pode haver um cartão para os dois titulares, o que implica que ambos partilhem informação sobre a utilização do cartão", acrescenta. 

Para evitar uma utilização desmedida deste tipo de empréstimo, a especialista indica que a melhor forma de controlar os gastos é através do seu extracto, como se de uma conta à ordem se tratasse. Desta forma, no final de cada dia de utilização, anota o que gastou e onde. "Assim, tem consciência de quanto terá de pagar no final do mês seguinte, caso opte pela modalidade de pagamento a 100%, que é a melhor forma de usar o cartão de crédito a nosso favor, pois nunca se pagam juros."

Dependendo do tipo de cartão, há vantagens associadas à sua utilização. Existem cartões que oferecem o seguro de viagem se a pessoa pagar a mesma através do cartão de crédito, entre outros exemplos. "Ultimamente, temos assistido ao lançamento de cartões que devolvem uma parte dos montantes pagos com o cartão, até um limite definido, para contas poupança. O importante é conhecer as várias opções disponíveis no mercado e escolher a que melhor se adequa ao perfil do utilizador, pagando sempre o montante total em dívida de forma a evitar o pagamento de juros."

Para utilizar o crédito sem gastar mais, baste que utilize o período de crédito grátis, em que o utilizador não paga juros e o dinheiro é debitado dentro do prazo acordado. Este, regra geral, que pode variar entre 20 e 50 dias. O único custo associado a este tipo de utilização é o da anuidade. 




Perdeu o controlo?
Se chegou a uma situação de descontrolo das dívidas contraídas com os seus cartões de crédito, junte todos os extractos, some e verifique qual é o valor em dívida. Segundo Susana Albuquerque, esta deve ser a primeira acção a tomar. Depois, há que definir um plano de pagamento para acabar com as prestações em atraso. Este pode passar pela transformação da dívida numa dívida fixa. Se tiver dificuldades contacte os organismos que podem ajuda-lo, como o Gabinete de Apoio ao Sobreendividado, da Deco (Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores), ou o Gabinete de Orientação ao Endividamento dos Consumidores, do ISEG. "Após tudo estar sob controlo, sugiro que, para evitar novos descontrolos, passe a usar apenas um cartão", conclui a secretária-geral. 









5 Dicas para uma utilização eficaz

1. Exclua os luxos
Num clima de austeridade como o que Portugal vive, é importante que cada consumidor compre apenas o que necessita para o seu dia-a-dia. Se tiver de comprar a crédito, encare esse facto como se de uma compra a pronto-pagamento se tratasse. Não se endivide por causa de bens que não sejam de primeira necessidade.

2. Pondere os custos
Antes de optar por comprar o bem de que precisa a crédito, compare a diferença entre este método e o do pagamento a pronto. Esta é uma questão essencial para saber se deve avançar com a aquisição do produto. Se os custos do crédito forem demasiado elevados, pode valer a pena esperar, poupar e comprar sem se endividar.

3. Recorra ao orçamento familiar
O orçamento familiar ou individual é uma das principais ferramentas de gestão das suas finanças especiais, sobretudo quando o contexto é de corte na despesa e procura de aumento nas receitas. Antes de comprar seja o que for a crédito, consulte a sua folha de gastos mensais e verifique se o seu saldo, que deve ser positivo, comporta aquela despesa. 

4. Use apenas um cartão
A oferta desenfreada de cartões de crédito que ofereciam brindes, vantagens, viagens, entre outras promoções, levou a que alguns portugueses recheassem as carteiras com cartões para todos os gostos e feitios. Mas os cartões trazem gastos, mesmo que esteja um ano sem os utilizar. Há sempre uma anuidade, uma comissão de gestão ou outro encargo que o banco retira da conta à ordem associada sem que dê por isso. De todos os cartões de que dispõe, escolha o que lhe oferece as vantagens mais competitivas e cancele os outros. É a forma mais fácil de evitar cair em tentação. 

5. Faça uma análise diária
Sempre que utiliza o seu cartão de crédito, inclua essa informação no seu orçamento. Registe o dia em que fez a compra, o que comprou, em que modalidade e, caso opte por várias prestações mensais, não se esqueça de adicionar essa informação à sua folha das despesas, para que, no mês seguinte, não seja apanhado de surpresa.

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/



publicado por adm às 22:01
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Terça-feira, 15 de Maio de 2012
Saiba como os bancos vão avaliar se é um cliente de risco

Bancos vão passar a controlar salários em atraso e processos judiciais, entre outros.

Os bancos terão de passar a detectar precocemente situações de clientes em dificuldades financeiras, numa óptica de gestão do risco interno da instituição mas também para efeitos de actuação preventiva de incumprimento por parte desses clientes. Subjacente a essa avaliação estará um conjunto de indicadores que os bancos passarão a incluir numa análise contínua. Assim, se tem um crédito bancário ou pretende contratar um, situações como a devolução e inibição do uso de cheques, dívidas ao fisco e segurança social, participação em processos judiciais e situações litigiosas ou a ausência de documentos contabilísticos há mais de 18 meses colocá-lo-ão numa lista bancária de clientes em dificuldades financeiras.

O leque de indícios que permitirão aos bancos aferir das condições financeiras dos clientes constam de uma nova instrução do Banco de Portugal, a ser publicada dia 15 de Maio, que obrigará os bancos a registarem nos sistemas de informação todo o crédito que tenha sido reestruturado por dificuldades financeiras do cliente. A reestruturação de créditos tem sido, principalmente no último ano, a solução encontrada por bancos e clientes para mitigar situações de incumprimento e, em muitos casos, a respectiva penhora de bens. Uma solução que inclui o alargamento do prazo da dívida, períodos de carência, diferimento de capital, entre outras.

Tanto o regulador nacional, como a própria ‘troika', têm dedicado recentemente especial atenção a este tema. Do ponto de vista das instituições de crédito, o alargamento dos indicadores da avaliação financeira dos clientes permitirá o reforço dos mecanismos de gestão de risco dos bancos, e permitirá ao Banco de Portugal exercer de forma mais eficiente a supervisão prudencial. Mas a medida terá igualmente impacto na relação com o cliente.

A lista de indicadores agora publicada oferece fortes indícios de como os bancos farão a detecção precoce de situações de risco de incumprimento, uma medida que se encontra também a ser preparada pelo Banco de Portugal. Um novo regime jurídico que obrigará os bancos a contactar os clientes identificados como oferecendo risco para a instituição e à rápida apresentação de soluções por parte do banco para prevenir o incumprimento. Ou seja, mesmo que não tenha falhado nenhuma prestação até à data, é possível que venha ser contactado se incorrer em alguns dos indicadores apresentados. A saber: incumprimentos registados na Central de Responsabilidades de Crédito, degradação acentuada da classificação interna de risco do banco, activação de garantias bancárias, falência, insolvência, salários em atraso, penhora de contas bancárias, alteração ao pacto social com impacto na capacidade de gestão, violação de contratos celebrados com a instituição, além das já referidas anteriormente. Além disso, num momento em que as instituições estão mais atentas do que nunca ao nível de risco dos clientes, é possível que esta nova forma de avaliação venha a pressionar ainda mais a capacidade dos clientes, principalmente empresas, acederem ao crédito.

Crédito reestruturado aumentará imparidades dos bancos
Os bancos terão de passar a registar nos respectivos sistemas de informação todo o crédito que tenha sido reestruturado por dificuldades financeiras do cliente. De acordo com o Banco de Portugal, cuja instrução será publicada a 15 de Maio, produzindo efeitos a partir desse dia, este nova forma de registo terá efeito, entre outros, na determinação de imparidades dos bancos. No entanto, de acordo com fonte do mercado, não é ainda líquido que este aumento de imparidades obrigue a um reforço de provisões por parte dos bancos que, em última análise, seria repercutido
nos resultados das instituições. Na linha da frente no que toca ao registo do crédito reestruturado por dificuldades financeiras do cliente estarão
os 50 maiores dos clientes (grupos) dos bancos, bem como as empresas de promoção imobiliária e de construção civil, cujo registo terá de estar concluído até 31 de Julho de 2012. Até final de Setembro as instituições deverão ter a identificação dos restantes créditos reestruturados concluída. O reforço do controlo dos mecanismos de gestão de risco, bem como da supervisão prudencial tem sido uma preocupação do regulador, principalmente desde a entrada da ‘troika' no país, que já no final de 2012 introduziu o indicador de crédito em risco, onde aliás já está incluído o crédito reestruturado.

fonte:http://economico.sapo.pt/n



publicado por adm às 08:20
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Terça-feira, 8 de Maio de 2012
Ritmo de novas famílias em incumprimento é "assustador"

Nos três primeiros meses do ano, mais 28 mil famílias deixaram de poder pagar os seus empréstimos à banca. DECO diz que "ritmo é assustador".

Os números são da Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal: entre Janeiro e Março deste ano, mais 28 mil famílias deixaram de poder pagar os seus empréstimos à banca. E foi no crédito à habitação onde se registaram mais casos de incumprimento. Para a DECO, associação de defesa dos consumidores, o ritmo de novas famílias em situação de incumprimento é "assustador" e o cenário não deverá melhorar até final do ano.

"A expectativa é que o número de famílias em dificuldades aumente mais até final do ano. O desemprego é a principal causa das dificuldades de família. O ritmo [de novas famílias em incumprimento] é assustador. É difícil perspectivar até onde podemos chegar", comentou Natália Nunes, da DECO, em declarações ao Etv.

Segundo a responsável, mais de 90% dos casos que chegam à DECO são de famílias em incumprimento de pelo menos um crédito. E a partir desse momento, "a única coisa que a DECO pode fazer é dizer o que vai acontecer a essa família", explicou a responsável.

Natália Nunes admitiu que parte da culpa está na falta de informação dos consumidores, mas também não poupa os bancos, assim como Banco de Portugal e o Governo por falta de regulação e supervisão.

E defendeu medidas para travar escalada do número de famílias em insolvência.

"Toda a gente já reconheceu a necessidade de ajudar as famílias, nomeadamente a que tem crédito à habitação", disse a responsável. "Os bancos já têm vindo a fazer ajustamentos, renegociando os contratos com os clientes, a contactá-los de forma antecipada para evitar problemas. O desemprego é algo temporário. É necessário, por exemplo, que haja um período de carência, até que o cliente encontre emprego. São medidas como estas que têm de ser aplicadas", reforçou.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/



publicado por adm às 22:30
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Bancos triplicam crédito às famílias em Março

Em Março, os bancos emprestaram aos particulares mais 973 milhões de euros do que em Fevereiro.

Os bancos voltaram abrir a "torneira do crédito". De acordo com os dados preliminares divulgados ontem pelo Banco de Portugal, em Março, a concessão de novos empréstimos à economia totalizou 5,8 mil milhões de euros. Este montante representa um acréscimo de 47% face aos quase quatro mil milhões de euros concedidos pelos bancos em Fevereiro. O aumento da concessão de crédito foi transversal aos particulares e às empresas. Contudo, o aumento mais acentuado no montante de novos empréstimos verificou-se no financiamento às famílias. Em Março, os bancos emprestaram cerca de 1,5 mil milhões de euros às famílias e 4,3 mil milhões de euros às empresas.

Estes valores saltam à vista e surgem após o Banco Central Europeu ter injectado- entre Dezembro de 2011 e Fevereiro deste ano- 1 bilião de euros em empréstimos a três anos no sistema financeiro europeu. Contudo, segundo um analista de banca consultado pelo Diário Económico, "apesar de os números do crédito serem encorajadores, ainda é cedo para concluir que sejam uma consequência dessa injecção de liquidez". Até porque muito desse dinheiro, ao invés de chegar à economia real, estará a ser utilizado na compra de dívida soberana, lembra o especialista.

fonte:http://economico.sapo.pt/



publicado por adm às 08:26
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Segunda-feira, 7 de Maio de 2012
700 mil portugueses têm créditos em atraso
É um novo recorde. Em cada 100 portugueses com crédito, 15,3 têm prestações por pagar ao banco.

Havia 699.129 portugueses com crédito malparado no final de Março – um número recorde – de acordo com os dados da Central de Responsabilidades do Banco de Portugal.

Em cada 100 portugueses com crédito, 15,3% tinha prestações em atraso. O que compara com 14,6% no final de Dezembro.

O malparado cresceu também nos empréstimos à habitação, subindo de 5,7% para 6,1% dos devedores. O que equivale a um total de 148,7 mil particulares.

O incumprimento é mais grave no crédito ao consumo. Do total de portugueses com este tipo de empréstimo, 17% tinha prestações em atraso em Março, contra 16,2% em Dezembro, afectando 635,8 mil devedores.

É nos empresários em nome individual que os números são mais preocupantes. Em cada 100, há 28,5 que estão em situação de incumprimento. É, também, um número inédito desde que estes dados começaram a ser divulgados, em Março de 2009.

Apesar destas percentagens de portugueses em incumprimento, o total do crédito malparado é bastante inferior, o que poderá indicar que há muitos portugueses que estão em incumprimento com dívidas relativamente baixas.

Assim, apesar de 15,3% dos portugueses ter prestações em atraso, o rácio total de incumprimento entre as famílias atingiu os 3,53% face ao total dos financiamentos, em Março. No segmento de consumo, o crédito malparado fixou-se nos 10,70%. Em ambos os casos estes dados também correspondem ao valor mais elevado desde que há histórico (Dezembro de 1997).
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/


publicado por adm às 23:01
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Crédito: arrendar às famílias que não podem pagar

Os bancos vão poder arrendar a casa às famílias que não conseguem pagar o empréstimo à habitação. A medida está a ser estudada pelo Governo em conjunto com um grupo de trabalho que começou a reunir esta segunda-feira.

A ideia é poder trocar o contrato de crédito por um contrato de arrendamento para evitar o despejo das famílias mais carenciadas, o Governo quer que os bancos arrendem a casa a quem não pode pagar o empréstimo por um valor mais baixo que a mensalidade.

Ao fim de um certo tempo, as famílias podem recuperar o imóvel e abater o valor das rendas já pagas. A medida deverá abranger apenas situações de desemprego e de finanças.

A banca está disposta a negociar, mas com condições. 

Transformar o devedor em inquilino não é nova: o Governo de José Sócrates criou, em 2009, o fundo de investimento imobiliário para arrendamento, mas os números de adesão a este fundo nunca foram conhecidos.

Governo, Banco de Portugal e a Associação Portuguesa de Bancos estão a preparar um novo pacote legislativo em matéria de crédito à habitação, o grupo de trabalho começou a reunir esta segunda-feira.

Em cima da mesa, estão ainda a ser estudadas outras medidas: impedir o aumento de spreads aos desempregados e entregar a casa ao banco como forma de abater a dívida.

Os bancos alertam ainda para os danos colaterais que estas medidas podem ter sobre o setor imobiliário e a construção.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e



publicado por adm às 22:08
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Sábado, 5 de Maio de 2012
Conheça bem o seu crédito à habitação

Os contratos de crédito à habitação podem ter a duração de uma vida, por isso é extremamente importante saber o significado de muitos dos termos mais complicados presentes no contrato, antes de assinar o empréstimo para a compra da sua habitação. Uma boa orientação e um bom esclarecimento em alguns conceitos chave poderão ser a porta de entrada para um contrato de empréstimo à habitação sem sobressaltos. O Saldo Positivo mostra-lhe alguns conceitos que podem fazer a diferença.

 

Euribor

É a taxa mais importante para o seu crédito à habitação, se escolheu um empréstimo com taxa variável. As taxas Euribor baseiam-se na média de taxas de juro que são praticadas nos empréstimos interbancários, na zona Euro, entre 57 bancos. No seu cálculo, são sempre excluídas 15% das taxas mais altas e das mais baixas. As taxas de juro são divulgadas publicamente às 11 horas (hora da Europa Central), normalmente o correspondente às 10 horas em Portugal. A taxa Euribor mais usada no crédito à habitação é a taxa com o prazo de 6 meses.

Hipoteca

A hipoteca, na sua essência, pressupõe que existam dois elementos: um contrato de empréstimo e uma garantia pelo empréstimo concedido. Esta garantia real dá a quem empresta o dinheiro a capacidade de garantir o reembolso do montante emprestado.

Prestação

A prestação é o valor que quem contrai o crédito paga à entidade credora no empréstimo à habitação. É dividida em juros e capital (amortização do valor do empréstimo). Existem ainda dois tipos de prestações que variam consoante o seu valor. Se o valor da prestação evoluir ao longo de um período de vida do contrato de empréstimo, então será uma prestação progressiva. Caso o valor da prestação seja constante ao longo do empréstimo, sofrendo apenas alterações ao nível da taxa de juro nas suas revisões, será uma prestação constante.

Amortização

A amortização é o valor que o cliente paga à instituição financeira, apenas respeitante ao valor total do empréstimo pedido. Ou seja, é parte do capital em dívida que entra no valor da prestação. O sistema mais usado em Portugal para calcular a amortização é o francês, que se rege pelo facto de se pagar menos capital e mais juros no início do empréstimo, acontecendo a situação contrária no final do contrato. Pode ainda amortizar uma parte do capital fora dos prazos acordados, sendo nesse caso uma amortização parcial.

Spread

spread é a percentagem que as instituições financeiras ou bancárias acrescentam à taxa de juro, normalmente à taxa Euribor. O valor do spread depende de diversos fatores, como é o caso do montante total do empréstimo, da avaliação do imóvel, da carteira e do perfil de risco do cliente ou até da subscrição de alguns produtos bancários na instituição financeira.

Taxa Anual Efetiva (TAE)

A Taxa Anual Efetiva (TAE) é a principal taxa para comparar as diversas propostas entre os bancos para o seu empréstimo à habitação, visto que é através da TAE que estão apresentados e ponderados todos os custos associados ao crédito que irá requerer, desde a taxa de juro nominal, seguros, despesas de avaliação entre outros. A TAE é a taxa de juro que mais aproxima o custo do crédito ao custo real para o cliente.

Taxa de Juro

Existem dois tipos de regimes de taxa de juro que pode usar no seu contrato de empréstimo à habitação. O mais usado é a taxa de juro variável, que normalmente segue a evolução das taxas Euribor. Se decidir pela taxa de juro fixa, essa mesma taxa é fixa durante todo o empréstimo, exceto se decidir negociar as condições do contrato com a instituição que lhe concedeu o crédito.

 

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/




publicado por adm às 15:53
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