Quinta-feira, 21 de Março de 2013
Bancos emprestaram mais dinheiro às empresas

O crédito malparado continua a subir, tendo atingido mais de cinco mil milhões no primeiro mês do ano.

O crédito concedido pela banca às empresas aumentou em Janeiro, pela primeira vez em quase ano e meio. Em comparação com o mês anterior, as empresas receberam mais 133 milhões de euros em empréstimos, segundo dados do Banco de Portugal. 

No lado oposto está o crédito a particulares, que caiu em Janeiro pelo 11º mês consecutivo, segundo o boletim estatístico do Banco de Portugal. 

O total de crédito concedido pelo sector bancário a particulares ascendeu a 133.365 milhões de euros em Janeiro, menos 654 milhões de euros face a Dezembro do ano passado. 

Já o malparado continua a subir todos os meses, tendo atingido os 5.138 milhões de euros no início deste ano, mais 35 milhões de euros face a Dezembro último.

fonte:http://rr.sapo.pt/i



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Quarta-feira, 13 de Março de 2013
Portugueses vão pagar menos pelo crédito ao consumo a partir de Julho

Governo considera que os consumidores e as famílias passam a ter na lei um "escudo" que as defende do risco do endividamento e de práticas arbitrárias ou abusivas de juro.

Os portugueses vão pagar menos em taxas de juro quando utilizarem cartão de crédito, contas ordenado ou entrarem no descoberto, num máximo de 27,5%, menos 9,9 pontos percentuais que no final de 2012, aprovou esta quarta-feira o Governo. 

A medida, aprovada em Conselho de Ministros, entra em vigor a 1 de Julho e aplica-se a todos os contratos, os actuais e os que vierem a ser celebrados. "Para os cartões de crédito e facilidades de descoberto de contas à ordem (a 30 dias), a taxa de juro máxima será de 27,5%, segundo as regras agora adoptadas", adiantou o secretário de Estado adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional, António Almeida Henriques. 

O governante lembrou que no final do ano passado, as taxas máximas aplicáveis à utilização dos cartões de crédito chegaram aos 37,4%, "com uma tendência para subir", e sublinhou que "se nada fosse feito" poderiam atingir os 40% no final deste ano. 

A nova alteração regula e disciplina a definição das taxas de juro aplicáveis aos cartões de crédito e a todos os créditos pessoais, estabelecendo assim que a Taxa Anual de Encargos Global (TAEG) "passa a ter uma nova fórmula de cálculo e também tectos máximos para os diferentes segmentos de crédito", revistos trimestralmente pelo Banco de Portugal. 

Também nesses segmentos, as taxas serão "mais favoráveis" do que a taxa máxima para os cartões de crédito, por exemplo, no caso dos créditos pessoais, para lar e sem finalidade específica, o máximo será de 19,5%. 

Se os bancos não cumprirem e ultrapassarem este limite máximo serão alvo de sanções, "sem prejuízo da responsabilidade criminal", esclareceu o secretário de Estado. 

"Os consumidores e as famílias passam a partir de hoje a ter na lei um escudo que as defende do risco do endividamento e de práticas arbitrárias ou abusivas de juro, pagamento de comissões bancárias associadas aos juros de mora e denúncia de contratos", frisou Almeida Henriques, destacando a importância de se "colocar um travão às taxas de juro excessivas e, mesmo, usurárias". 

Os mesmos tectos serão aplicados às "facilidades de descoberto", com obrigação de reembolso no prazo de um mês, ou seja, nas chamadas "contas ordenado", e às "ultrapassagens de crédito" nas contas à ordem, numa TAEG máxima de 27,5%. 

Extratos obrigatórios nos créditos ao consumo 
A alteração legislativa impõe ainda a obrigação de envio de um extrato periódico aos clientes com créditos de consumo, tal como acontece com o crédito de habitação. Os juros de mora também ficam sujeitos a um novo regime hoje aprovado pelo Governo que limita "fortemente a cobrança de comissões bancárias por incumprimento". 

Desta forma, poderá ser apenas cobrada uma única comissão bancária, por cada prestação vencida e não paga, em vez das actuais comissões sucessivas, que segundo o governante "muito pesavam sobre os incumpridores chegando a ultrapassar muitas vezes o valor da prestação mensal". 

As comissões bancárias passam a estar também limitadas a 4% do valor da prestação mensal, entre um valor mínimo de 12 euros e um máximo de 150 euros, assim como o limite máximo da taxa anual de juros moratórios passa a estar fixado nos 3%. 

Já em 2012, o Governo adoptou outros pacotes legislativos que entraram em vigor no início deste ano, entre elas o novo diploma, segundo o qual cada instituição de crédito tem de criar um plano de acção para o risco de incumprimento (PARI), fixando os procedimentos e medidas de acompanhamento da execução dos contratos de crédito. 

A estas iniciativas juntaram-se também a activação do Fundo do Consumidor para apoio a projectos e actividades de apoio, aconselhamento e formação de consumidores endividados, assim como a criação da rede extrajudicial de apoio gratuito ao consumidor endividado, resultante da nova legislação em vigor e de uma portaria de 2 de Janeiro deste ano.

fonte:http://rr.sapo.pt/i



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Terça-feira, 12 de Março de 2013
Crédito às famílias cai 654 milhões

Crédito concedido às famílias desce 5.576 milhões de euros em comparação com janeiro de 2012.

O crédito concedido às famílias voltou a cair em janeiro mais 654 milhões de euros face a dezembro do ano passado, reduzindo-se em 5.576 milhões de euros quando comparado com os valores de há um ano.

De acordo com os dados divulgados esta terça-feira pelo Banco de Portugal, o valor total do crédito concedido no final de janeiro aos particulares reduziu-se para os 133.365 milhões de euros, contra 134.019 milhões registados no final de dezembro de 2012, uma quebra de 654 milhões de euros.

Esta redução é muito mais expressiva quando se compara com os valores registados no final de janeiro de 2012, altura em que o crédito concedido às famílias atingia os 138.941 milhões de euros, ou seja, uma redução de 5.576 milhões de euros.

Por outro lado, o crédito malparado continua a aumentar entre as famílias e a bater novos máximos históricos. De dezembro para janeiro o crédito considerado de cobrança duvidosa aumento de 5.103 milhões de euros para 5.138 milhões de euros, mais 35 milhões de euros.

Em janeiro de 2012 o valor total do malparado entre as famílias atingia os 4.777 milhões de euros, tendo aumentado desde então 361 milhões de euros.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/




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Terça-feira, 5 de Março de 2013
Mais famílias a falhar créditos
A percentagem de famílias com crédito vencido voltou a subir em janeiro para 15,3%, acima dos 15,1% registados em dezembro de 2012, agravando-se também o número de empresas com dívidas, que subiu para 29% (28,6% em dezembro).
Segundo os dados disponibilizados esta segunda-feira pelo Banco de Portugal, a percentagem de devedores com dívidas no crédito à habitação manteve-se estável nos 6,1%, enquanto no que diz respeito ao crédito ao consumo subiu de 16,9% em dezembro para 17,1% em janeiro.
No caso das empresas, o crédito vencido aumentou entre as PME, passando de 28,7% para 29,1%, mas diminuiu nas grandes empresas (de 18,1% em dezembro para 17,8% em janeiro).
Os empréstimos concedidos às famílias atingiram em janeiro os 141.716 milhões de euros, correspondentes a uma taxa de variação homóloga de -4,9%. Em dezembro do ano passado, os empréstimos totais chegavam aos 142.462 milhões de euros.
A habitação representou a quase totalidade dos empréstimos em janeiro (114.635 milhões de euros), que mesmo assim desceram face ao mês anterior (115.033 milhões).
Os empréstimos ao consumo diminuíram face a dezembro (27.429 milhões de euros), totalizando 27.081 milhões de euros.
fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/


publicado por adm às 22:19
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