Terça-feira, 10 de Setembro de 2013
Cuidado com os cartões de crédito associado a marcas
Este tipo de cartões não é aconselhado aos clientes que pagam o crédito de forma faseada porque apresentam geralmente juros superiores

Há cada vez mais marcas a celebrarem contratos com instituições financeiras de crédito que gerem os movimentos e os pagamentos desse cartão. A ideia é simples: fidelizar clientes e aumentar as vendas. É o caso, por exemplo, de marcas de roupa, de combustíveis, de viagens e até clubes de futebol. Por outro lado, permite ao cliente aceder a um conjunto de vantagens da marca - em regra, descontos nos seus produtos e serviços - e, ao mesmo tempo, obter um cartão de crédito que pode usar em qualquer lado.

A Deco fez uma ronda pela oferta existente neste mercado e tendo em conta que "a avaliação é subjectiva, pois dependerá dos interesses e gostos pessoais de cada consumidor em relação a viagens, moda ou desporto, por exemplo, e da utilização dada ao cartão, como a frequência com que o usa ou se paga o extracto a 100% ou não. Por estes motivos, não é possível determinar o cartão mais vantajoso", acrescentando ainda que "como é óbvio, para um adepto do Benfica, um cartão do FC Porto não tem qualquer interesse e vice-versa".

A associação diz, no entanto, que "ao contrário dos cartões de crédito habituais, em que o principal critério de decisão é a anuidade, para quem paga o extracto a 100%, ou a taxa de juro, para quem faz pagamentos faseados ou faz uma utilização mista, a escolha de um cartão cliente é, antes de mais, influenciada por um critério subjectivo". Ou seja, para um consumidor que não seja fã de futebol nem de nenhum desporto em particular, um cartão de crédito com um programa de cash--back que reverta a favor de um clube dificilmente suscitará interesse. Já para um adepto desse mesmo clube pode compensar o valor que pagará pela anuidade do cartão.

O que é certo é que os clientes, independentemente da escolha, devem saber aproveitar as vantagens deste tipo de cartões. Só assim conseguem minimizar as suas menos-valias, como uma anuidade cara ou uma taxa de juro elevada. "Para quem paga sempre o extracto do cartão de crédito na totalidade, basta avaliar se os descontos obtidos superam o custo da anuidade. Se assim for, mesmo com uma taxa de juro elevada, o cartão acaba por ficar a custo zero.

A Deco diz, no entanto, que para quem paga o extracto de forma parcelada é desaconselhado a utilização destes cartões. "Isto porque apresentam taxas de juro superiores às dos melhores cartões de crédito tradicionais". Dos 16 cartões analisados, a associação concluiu que a TAEG aplicada é superior a 21%.

 

fonte:http://www.ionline.pt/a



publicado por adm às 22:40
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