Quarta-feira, 4 de Dezembro de 2013
Juros máximos nos cartões de crédito já estão abaixo dos 24%
As taxas de juro máximas aplicadas aos cartões de crédito chegaram a superar os 37%. No primeiro trimestre do próximo ano, as entidades financeiras não poderão cobrar mais de 23,1%.

O Banco de Portugal divulgou esta quarta-feira, 4 de Dezembro, as taxas de juro máximas que podem ser aplicadas nos diferentes segmentos de crédito ao consumo. A tendência foi de queda generalizada. Só nos contratos de crédito automóvel usados houve subidas.

 

A taxa mais elevada continua a ser a dos Cartões de Crédito, Linhas de Crédito, Contas Correntes Bancárias e Facilidades de Descoberto, que se vai fixar, no primeiro trimestre de 2014 nos 23,1%. Actualmente está nos 24,2%. E compara com os 32,8% passíveis de serem cobrados no primeiro trimestre de 2009 – primeira vez que o Banco de Portugal determinou as taxas máximas – e com o máximo de 37,3% praticado no quarto trimestre de 2012.

 

Mas a tendência é de queda na generalidade dos destinos de financiamento. No crédito pessoal vai verificar-se uma descida quer na “Finalidade Educação, Saúde e Energias Renováveis e Locação Financeira de Equipamentos” quer nos “outros créditos ao consumo”.

 

Já no segmento automóvel verifica-se uma descida nos juros dos contratos ALD novos e com reserva de propriedade novos. Já nos usados vai observar-se subidas nos usados quer ALD que nos com reserva de propriedade novos.

 

 

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/



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Terça-feira, 10 de Setembro de 2013
Cuidado com os cartões de crédito associado a marcas
Este tipo de cartões não é aconselhado aos clientes que pagam o crédito de forma faseada porque apresentam geralmente juros superiores

Há cada vez mais marcas a celebrarem contratos com instituições financeiras de crédito que gerem os movimentos e os pagamentos desse cartão. A ideia é simples: fidelizar clientes e aumentar as vendas. É o caso, por exemplo, de marcas de roupa, de combustíveis, de viagens e até clubes de futebol. Por outro lado, permite ao cliente aceder a um conjunto de vantagens da marca - em regra, descontos nos seus produtos e serviços - e, ao mesmo tempo, obter um cartão de crédito que pode usar em qualquer lado.

A Deco fez uma ronda pela oferta existente neste mercado e tendo em conta que "a avaliação é subjectiva, pois dependerá dos interesses e gostos pessoais de cada consumidor em relação a viagens, moda ou desporto, por exemplo, e da utilização dada ao cartão, como a frequência com que o usa ou se paga o extracto a 100% ou não. Por estes motivos, não é possível determinar o cartão mais vantajoso", acrescentando ainda que "como é óbvio, para um adepto do Benfica, um cartão do FC Porto não tem qualquer interesse e vice-versa".

A associação diz, no entanto, que "ao contrário dos cartões de crédito habituais, em que o principal critério de decisão é a anuidade, para quem paga o extracto a 100%, ou a taxa de juro, para quem faz pagamentos faseados ou faz uma utilização mista, a escolha de um cartão cliente é, antes de mais, influenciada por um critério subjectivo". Ou seja, para um consumidor que não seja fã de futebol nem de nenhum desporto em particular, um cartão de crédito com um programa de cash--back que reverta a favor de um clube dificilmente suscitará interesse. Já para um adepto desse mesmo clube pode compensar o valor que pagará pela anuidade do cartão.

O que é certo é que os clientes, independentemente da escolha, devem saber aproveitar as vantagens deste tipo de cartões. Só assim conseguem minimizar as suas menos-valias, como uma anuidade cara ou uma taxa de juro elevada. "Para quem paga sempre o extracto do cartão de crédito na totalidade, basta avaliar se os descontos obtidos superam o custo da anuidade. Se assim for, mesmo com uma taxa de juro elevada, o cartão acaba por ficar a custo zero.

A Deco diz, no entanto, que para quem paga o extracto de forma parcelada é desaconselhado a utilização destes cartões. "Isto porque apresentam taxas de juro superiores às dos melhores cartões de crédito tradicionais". Dos 16 cartões analisados, a associação concluiu que a TAEG aplicada é superior a 21%.

 

fonte:http://www.ionline.pt/a



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Domingo, 30 de Junho de 2013
Juros máximos dos cartões de crédito baixam amanhã

Apesar da alteração à lei, com efeito já a partir de 1 de Julho, as famílias portuguesas vão continuar a pagar os juros mais altos da zona euro.

A taxa de juro dos cartões de crédito passa a ter um novo limite a partir de amanhã. Os bancos não poderão cobrar juros superiores a 25,4%, ligeiramente abaixo da actual taxa permitida de 26,5%.

A revisão das taxas máximas no crédito ao consumo resulta de uma alteração à fórmula de cálculo, realizada precisamente para pôr cobro às taxas excessivas praticadas no mercado nacional. Apesar disso, os portugueses continuarão a pagar os cartões de crédito mais caros da zona euro, cuja taxa média se situa nos 17,08%.

Com a alteração à lei, as ultrapassagens de crédito - descobertos não autorizados - passam também a estar sujeitos ao regime de taxas máximas. Regra geral, estes descobertos têm os juros mais altos do mercado de crédito, com as taxas a passarem muitas vezes os 30%. O tecto fica agora fixado também em 25,4%.

Nota ainda para os créditos pessoais, cuja revisão é acentuada, de 26,5% para 19,5%. No entanto, o novo limite volta apenas ao seu nível histórico, já que havia sido alvo de uma manobra excepcional no início deste ano de forma a limitar os juros dos cartões de crédito.

fonte:http://economico.sapo.pt



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Sexta-feira, 14 de Junho de 2013
Juros máximos dos cartões de crédito limitados a 25,4%

Apesar da alteração à lei, com efeito já a partir de Julho, as famílias portuguesas vão continuar a pagar os juros mais altos da zona euro.

A taxa de usura dos cartões de crédito passa a ter um novo limite a partir de Julho. Os bancos não poderão cobrar juros superiores a 25,4%, ligeiramente abaixo da actual taxa permitida de 26,5%. A revisão das taxas máximas no crédito ao consumo resulta de uma alteração à fórmula de cálculo, realizada precisamente para pôr cobro às taxas excessivas praticadas no mercado nacional. Apesar disso, os portugueses continuarão a pagar os cartões de crédito mais caros da zona euro, cuja taxa média se situa nos 17,08%.


A entrada em vigor da nova fórmula de cálculo das taxas máximas permite baixar os limites de todos os segmentos de crédito ao consumo face ao trimestre anterior (ver tabela). No entanto, em termos históricos, segmentos como o crédito automóvel, o crédito para educação ou até os créditos pessoais estavam sujeitos a limites mais baixos em 2010, quando o regime de taxas máximas entrou em vigor. Desde então a evolução destes tectos deixou claro que a lei tinha uma eficácia limitada na contenção dos juros praticados no mercado, com as taxas máximas dos cartões de crédito, por exemplo, a atingirem os 37,3% no final de 2012. Com a nova lei a amplitude de actuação dos bancos fica mais restrita, uma vez que os juros máximos passam a ser fixados com base nas taxas médias praticadas em cada segmento acrescidas de um quarto, em vez de um terço, tal como acontecia até aqui. Além disso, este novo limite não poderá também ser superior à média do total do mercado de crédito ao consumo acrescida de 50%.

fonte:http://economico.sapo.pt/n



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Segunda-feira, 8 de Abril de 2013
Juros dos cartões de crédito atingem máximos históricos

Regulador limitou taxas máximas mas taxas efectivas continuam a subir. Portugal tem mesmo os juros mais caros do euro.

As taxas de juro dos cartões de crédito voltaram a subir em Fevereiro, para o valor mais alto de sempre. Segundo os dados publicados na sexta-feira pelo Banco Central Europeu, a taxa média dos novos cartões atingiu os 23,78%, de longe o valor mais elevado entre os países do euro e 40% acima da média dos preços praticados na união monetária. Apesar disso, os bancos têm ainda espaço para aumentarem estas taxas até aos 26,5% actualmente, um limite que será revisto para os 27,5% a partir de Julho.


O combate às taxas "excessivas, e mesmo usurárias", segundo foram classificadas por António Almeida Henriques, foi uma das prioridades assumidas pelo ainda secretário de Estado Adjunto da Economia. "Os créditos ao consumo e a utilização de cartões de crédito constituem uma das principais causas de endividamento das famílias portuguesas. Por isso é tão importante colocar um limite, um travão, às taxas de juro excessivas e mesmo usurárias". António Almeida Henriques justificava assim o último pacote legislativo, com entrada em vigor a 1 de Julho, e que, entre outras medidas, prevê limites máximos mais baixos para as taxas de juro no crédito ao consumo. Apesar disso, a nova fórmula de cálculo destes tectos tem um efeito limitado na descida de juros, garantindo apenas uma subida mais lenta e gradual das taxas máximas permitidas.

fonte:http://economico.sapo.pt



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Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2013
Regras para fixar taxas máximas dos cartões de crédito vão ser revistas

A regra de cálculo das taxas máximas dos cartões de crédito está a ser revista e deve estar concluída em Fevereiro, anunciou hoje o secretário de Estado adjunto da Economia, António Almeida Henriques.

O Governo reconhece a pertinência e a prioridade de alteração dos "níveis excessivos" destas taxas máximas, disse Almeida Henriques num encontro hoje em Lisboa sobre União Bancária, promovido pela DECO, para acrescentar que um novo projeto de diploma está já em elaboração.

A proposta de alteração está a ser elaborada pelo Banco de Portugal e pela Direção-geral do Consumidor e deve estar concluída em fevereiro, segundo o governante.

No final do ano passado, as taxas máximas do crédito ao consumo chegaram aos 37,4% e, a manter-se a tendência de subida, Almeida Henriques disse acreditar que poderiam chegar aos 40% no final deste ano.

"De forma transitória, o Banco de Portugal, no exercício do seu poder de regulação, atenuou já esta tendência de subida das taxas de crédito 'revolving' [crédito renovado], procurando limitar as taxas máximas aplicáveis", acrescentou o governante.

fonte:http://economico.sapo.pt/



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Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2012
Há mais cartões mas compra-se menos a crédito

Dados da Cetelem revelam que o número de portugueses com cartão de crédito subiu, mas a sua utilização no Natal diminuiu.

O número de portugueses que possui cartão de crédito aumentou este ano. Em 2011, apenas 18% dos consumidores portugueses referia que recorria a esta forma de pagamento e em 2012 a percentagem chega aos 24%. Esta conclusão faz parte de um estudo da Cetelem que refere ainda que a utilização do cartão de crédito é mais comum nos indivíduos entre os 25 e os 34 anos (56%). 

Seguem-se os inquiridos entre os 35 e os 44 anos com 47% e 41% dos inquiridos entre os 45 e os 54 anos. Os que menos referem a utilização do cartão de crédito são: dos 55 aos 65 anos - 21%; dos 18 aos 24 anos - 25%.

O mesmo estudo sobre as "Intenções de Compra dos Consumidores Portugueses para o Natal 2012", realizada em colaboração com a Nielsen, questionou os consumidores sobre qual o montante aproximado que estariam dispostos a gastar nas compras de Natal e verificou, no entanto, que este diminui 9 euros em relação a 2011: passou de 260 euros para 251 euros.

fonte:http://economico.sapo.pt/



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Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2012
Cartões de crédito: taxa máxima cai para valor mais baixo

Banco de Portugal divulga taxas que os bancos podem cobrar nos vários tipos de contratos de crédito a celebrar no primeiro trimestre do próximo ano


O Banco de Portugal divulgou esta quarta-feira as taxas máximas que os bancos podem cobrar nos vários tipos de contratos de crédito a celebrar no primeiro trimestre do próximo ano, com a queda da taxa dos cartões de crédito em destaque.

A taxa máxima aplicável nos cartões de crédito recua de 37,3% no último trimestre de 2012 para 27,5% nos primeiros três meses do próximo ano. É o valor mais baixo desde que o Banco de Portugal estabeleceu esta regra.

De resto, o teto máximo de 27,5% é também aplicado nas linhas de crédito, nas contas correntes bancárias e nas facilidades a descoberto. E também nos outros créditos pessoais (sem finalidade específica, lar, consolidado e outras finalidades), mas aqui representa um aumento, já que, entre outubro e dezembro de 2012, estas modalidades tinham a taxa máxima fixada nos 21,1%.

Já no crédito pessoal com finalidade de educação, saúde, energias renováveis e locação financeira de equipamentos, a taxa recuou de 7,2% para 6,5%.

No crédito automóvel com locação financeira (veículos novos) há uma leve subida de 9,1% para 9,2%, enquanto nos veículos usados a taxa avança de 10,5% para 10,8%.

No crédito automóvel com reserva de propriedade (novos) desceu de 13,2% para 12,6%, ao passo que nos usados baixou de 17,3% para 17,1%.

O Banco de Portugal passou a estabelecer no final de 2010 as taxas de juro máximas aplicáveis aos contratos de crédito ao consumo.

A nova norma para taxas de juro no crédito ao consumo, que pretende combater eventuais práticas de usura, considera «usurário o contrato de crédito cuja TAEG [encargo total para o cliente] exceda em um terço a TAEG média praticada no mercado pelas instituições de crédito ou sociedades financeiras no trimestre anterior».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



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Quinta-feira, 22 de Novembro de 2012
Portugueses têm menos cartões de crédito
A MasterCard divulgou hoje as conclusões do estudo "Comportamento Financeiro dos Particulares em Portugal", que todos os anos analisa os hábitos de utilização de cartões de débito e crédito entre os consumidores portugueses.

Este estudo foi realizado entre Março e Junho, a partir de cerca de quatro mil entrevistas por mês a consumidores com mais de 15 anos, residentes em Portugal Continental. 

Entre 2008 e 2012, a curva de penetração do cartão de crédito tem sido ascendente. No entanto, este ano, assistiu-se ao maior aumento da penetração do cartão de débito (2,3%). Esta tendência verificou-se em todos os segmentos, excepto nos residentes na região sul.

Noutro aspecto, foi revelado que a tendência de quebra ligeira na diversificação de cartões de débito que se verificou até 2011 foi invertida. Em 2012, 37,7% dos detentores de cartão de débito tem mais do que um cartão. 

Quanto aos cartões de crédito, a taxa de penetração tem vindo a diminuir. Se em 2008 a percentagem de utilizadores de cartão de crédito era de 33,6%, este ano, é de 30,2%. Face ao ano passado, assistiu-se a uma quebra de 0,4%, o que aponta para a ideia de que “entrámos numa estabilização da penetração do produto”, explicou Carmen Freitas, responsável pelo estudo.

Por outro lado, “há uma muito menor diversificação, ou maior concentração num único cartão de crédito”, sublinhou a mesma especialista. 75,8% dos possuidores defendem que têm apenas um cartão de crédito.

Apesar do menor número de cartões, “há mais possuidores de cartão de crédito a indicar que utilizam o cartão, contrariando uma tendência de menor utilização do cartão de crédito nos últimos anos”, adiantou Cármen Freitas.

Também a frequência de utilização do produto diminuiu, em 2012. 53,5% utilizam o cartão de crédito pelo menos uma vez por mês, contra os 57,5% relativos a 2011. 

Pagamentos com cartão sem PIN no próximo ano

Tendo em conta em conjuntura recessiva que se vive em Portugal, e que justificou um ajustamento no comportamento dos consumidores e também das instituições financeiras, Paulo Raposo, responsável para Portugal da MasterCard Europe, sublinha que é “preciso olhar para os meios de pagamento com outros objectivos”.

É aqui que se insere a tecnologia “contacless”, que se refere aos cartões “pay-pass”, ou pagamento com cartão sem PIN. Actualmente, são três os bancos que emitem estes cartões: Caixa Geral de Depósitos, Banco Comercial Português e Santader Totta.

“Em 2013, vamos ver terminais a surgirem no mercado”, explicou Paulo Raposo.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/h


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Quarta-feira, 3 de Outubro de 2012
Cartões de débito e crédito custam 37 milhões aos bancos

O presidente da Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED) disse esta quarta-feira que a banca tem com cartões de débito e crédito custos de 37 milhões de euros, mas que os benefícios para o setor são acima dos 400 milhões de euros.

Luís Reis falava na comissão de Economia e Obras Públicas, no âmbito de um conjunto de audições sobre valor das taxas aplicadas nas transações com cartões de débito e crédito, cujos comerciantes acusam de serem elevadas.

Durante a sua audição, Luís Reis citou um estudo do Banco de Portugal, que também já tinha sido citado pela Unicre na mesma comissão, no qual refere que os cartões custam 37 milhões de euros à banca.

Contudo, disse Luís Reis, se forem lidas as «notas de rodapé» do mesmo relatório, verifica-se que os «benefícios que a banca tem nos levantamentos em ATM (multibanco) é de 300 milhões de euros».

Questionado pela Lusa sobre a origem deste benefício, Luis Reis explicou que este valor refere-se à poupança que os bancos têm com o facto do levantamento ser efetuado pelo cliente numa caixa multibanco, ao invés de ser realizado nos balcões, o que comporta um custo com pessoal.

Além disso, «verifica-se que nos custos de cartões de crédito está incluídos os incumprimentos», que considerou estarem inflacionados.

Se forem tidos em conta os juros de mora que os bancos recebem em caso de incumprimento, o valor ascende a 127 milhões.

Ou seja, os bancos «ganham 427 milhões de euros em notas de rodapé», num valor que considerou ser por baixo.

«Os bancos não perdem dinheiro», afirmou, sublinhando que «não há dúvida que não perdem se baixarem» o valor das taxas aplicadas.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/fi



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