Segunda-feira, 5 de Novembro de 2012
Crédito concedido cai, malparado também

O valor total dos empréstimos concedidos pelos bancos às famílias e o malparado voltaram a cair em setembro em quase todos os agregados, com exceção do crédito ao consumo que aumenta pela segunda vez, segundo o Banco de Portugal.

O total do crédito considerado de cobrança duvidosa fixou-se nos 4.119 milhões de euros no final de setembro, contra 4.216 milhões de euros em agosto.

A queda é ainda mais pronunciada se este valor for comparado com os 4.561 milhões de euros registados em setembro do ano passado, escreve a Lusa.

Esta queda beneficia de reduções em todos as áreas de empréstimos, com maior expressão no malparado entre o crédito concedido para outros fins, que apesar de em termos totais ser o menos expressivo, foi o que mais caiu, 40 milhões, para 918 milhões de euros.

O malparado nos créditos à habitação caiu 21 milhões de euros para 1.943 milhões de euros e no consumo 36 milhões de euros, para 1.258 milhões de euros.

Por sua vez, o valor total do crédito concedido pela banca às famílias caiu 149 milhões de euros, para 140.955 milhões de euros, tendo-se verificado reduções no total do crédito concedido à habitação em 189 milhões de euros e para outros fins em 15 milhões de euros.

No entanto, o crédito concedido para consumo aumentou pelo segundo mês consecutivo em 56 milhões de euros face a agosto, quando todos os outros agregados estão em queda.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



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Segunda-feira, 6 de Agosto de 2012
Bancos cortam crédito a famílias e apostam nas empresas

Os bancos concederam 4,59 mil milhões de euros de crédito em junho deste ano, mais 13% que em maio e uma subida de 1,3% face ao homólogo. O aumento deve-se sobretudo aos empréstimos a empresas, já que as famílias nunca receberam tão pouco crédito. O destaque vai para empréstimos superiores a um milhão de euros, ou seja, às grandes empresas.


De acordo com dados divulgados esta segunda-feira pelo Banco de Portugal, a maior fatia, de 4,1 mil milhões de euros (89,5% do total concedido) foi emprestada a empresas. O crédito a instituições cresceu 17,34% face a maio e 13,74% face a junho do ano passado. 

No universo empresarial, foram as grandes empresas que receberam mais crédito: mais 41% em termos mensais, num total de 2,49 mil milhões de euros, já que os financiamentos inferiores a um milhão de euros caíram 7,1% para 1,62 mil milhões de euros.

Ao contrário das empresas, as famílias têm cada vez menos acesso a crédito. Em junho, o valor emprestado a particulares foi o mais baixo desde, pelo menos, janeiro de 2003.

O crédito concedido às famílias ficou-se pelos 481 milhões de euros, menos 12,86% que em maio e menos 47,6% que em junho de 2011. Deste total, que não há registo de nunca antes ter ficado abaixo dos 500 milhões de euros, 156 milhões destinam-se à compra de habitação, 161 milhões ao consumo e 164 milhões têm outros fins.

O Banco de Portugal revela ainda um novo aumento domalparado e uma descida dos depósitos das famílias.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f



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Quarta-feira, 25 de Julho de 2012
Bancos voltam a apertar acesso ao crédito

Os critérios da banca para a concessão de empréstimos tornaram-se «ligeiramente mais restritivos» no segundo trimestre deste ano, segundo o inquérito aos bancos sobre o mercado de crédito divulgado pelo Banco de Portugal (BdP).

Segundo o inquérito, feito a cinco grupos bancários portugueses, os motivos para restringir a concessão de crédito tanto a empresas como particulares são os mesmos do trimestre anterior: uma «perceção menos favorável do risco», o «aumento dos custos de financiamento» do setor bancário e «restrições de balanço» impostas pelo processo de desalavancagem em curso.

Desta forma, de abril a junho, os bancos aplicaram «condições contratuais mais exigentes», entre as quais spreads mais elevados, mas também outros parâmetros, como a redução da maturidade (prazo) dos empréstimos

Os bancos oferecem menos crédito, mas também detetam «uma diminuição da procura», sobretudo entre os particulares, tanto no segmento de habitação como no de consumo.

A escassez de crédito («credit crunch») tem sido uma preocupação do Governo e da troika. Nos relatórios das instituições internacionais à quarta revisão do memorando de entendimento com Portugal, a troika considerava que não há ainda problemas de escassez de crédito em Portugal - mas «alguns setores», e especialmente as pequenas e médias empresas, têm sentido dificuldades para se financiar, escreve a Lusa.

O inquérito aos bancos sobre o mercado de crédito é uma publicação trimestral do BdP com os resultados de um inquérito aos cinco principais grupos bancários portugueses.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e



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Quinta-feira, 21 de Junho de 2012
Torneira aperta: empréstimos caem em todas as frentes

A torneira aberta do período pré-crise está a fechar-se cada vez mais. Os bancos já não emprestam como antes. O crédito concedido a famílias e empresas caiu em todas as frentes

É o que revela o Boletim Estatístico do Banco de Portugal, que inclui ainda dados sobre o malparado que já tinham sido divulgados. O crédito de cobrança duvidosa está a disparar para níveis recorde.

Sobre os empréstimos às empresas, o Banco de Portugal revela que baixaram de 111.751 milhões de euros em março para 111.140 em abril. É uma diferença substancial de 611 milhões de euros.

Nas famílias, o aperto na concessão de crédito acontece em todos os casos: seja para habitação, consumo ou outros fins.

Os empréstimos para a compra de casa baixaram de um total de 112.817 milhões de euros em março para 112.506 milhões em abril, menos 311 milhões.

Nos empréstimos ao consumo a descida é menor. Verificou-se um recuo de 128 milhões de euros, para 143.373 milhões. 

Já o crédito concedido para outros fins baixou 27 milhões de um mês para o outro, para 11.406 milhões de euros. 

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f



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Sexta-feira, 15 de Junho de 2012
Caixa prevê reduzir crédito a particulares

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) prevê reduzir o crédito concedido aos particulares mas aumentar o crédito às empresas, disse esta sexta-feira o presidente do banco público, José de Matos.

«Prevemos uma redução do crédito a particulares, dado a situação de partida, particularmente no crédito à habitação», onde o mercado português já está próximo da saturação, disse Matos durante uma audiência na comissão parlamentar de Economia. «Há uma redução drástica, brutal, da procura de crédito pelos particulares, que já esperávamos».

Pelo contrário, o objetivo da Caixa é «o crescimento do crédito a empresas não financeiras», afirmou o presidente executivo da CGD, citado pela Lusa.

José de Matos notou ainda que a CGD «sustentou financeiramente empresas públicas portuguesas que viram bancos estrangeiros desaparecer de um momento para o outro» devido à crise da dívida soberana.

«A Caixa e outros bancos, não a CGD em regime especial ou exclusivo, contribuíram para suportar o setor empresarial do Estado», acrescentou José de Matos.

O presidente da CGD manifestou também o seu desejo de «reduzir a dependência do financiamento do banco central».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



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Segunda-feira, 11 de Junho de 2012
Bancos cortam crédito à economia: menos 12%

Os bancos estão a apertar cada vez mais a torneira do crédito à economia. Em abril, as instituições financeiras emprestaram apenas 4,3 mil milhões de euros, menos 604 milhões de euros, ou menos 12,3% que no mesmo mês do ano passado, revelam dados do Banco de Portugal, conhecidos esta segunda-feira.

Quando comparado com o mês anterior, o financiamento à economia encolheu 1,48 mil milhões, ou 25,6%.

As empresas absorveram mais de 86% do crédito concedido, o equivalente a 3,76 mil milhões de euros. Mesmo assim, só os grandes empréstimos às empresas (mais de um milhão de euros) aumentaram 5% face ao homólogo, para 2,24 mil milhões de euros.

Já os empréstimos às pequenas e médias empresas (PME)caíram 12,69% para 1,52 mil milhões de euros.

Também o crédito concedido às famílias caiu e representa agora apenas 13% do total. Uma das maiores quebras registadas no crédito a particulares foi na habitação: apenas 156 milhões, ou seja, menos 67% que no homólogo e menos 17% que em Março.

O crédito ao consumo também baixou 38% para 149 milhões de euros, tal como os empréstimos para outros fins: menos 23% para 258 milhões de euros.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f



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Terça-feira, 29 de Maio de 2012
Banca deu menos 44 mil créditos à habitação em 2011

A actual conjuntura está espelhada no relatório de supervisão comportamental do Banco de Portugal.

A nova produção de crédito à habitação caiu a pique no ano passado, reflexo não só da maior selectividade na concessão, como da menor procura de financiamento. De acordo com o relatório de supervisão comportamental do Banco de Portugal, foram celebrados, entre 1 de Outubro de 2010 e 30 de Setembro de 2011, menos 42,1% do que no período homólogo do ano anterior. Dos cerca de 105,4 mil novos contratos celebrados, grosso modo, em 2010, houve uma descida para cerca de 61 mil novos empréstimos à habitação.

Estes dados agora divulgados pelo Banco de Portugal são um reflexo da actual conjuntura, em que os bancos têm dificuldades de liquidez, o mercado imobiliário vive um mau momento e, sobretudo, os particulares têm menores rendimentos ou, pelo menos, temem vir a ter, pensando muito mais antes de avançar para tamanho compromisso.

Os números do relatório revelam uma realidade que os balanços dos bancos não permitem descortinar, já que, em termos de ‘stock' total, as mudanças parecem discretas.

Ainda de acordo com os números de 2011 da supervisão comportamental, e em termos de saldo, o número de contratos de crédito à habitação variou apenas -0,2%. Como explica o Banco de Portugal no seu relatório, esta evolução resulta de vários factores conjugados, incluindo o efeito dos contratos de crédito à habitação que entretanto vão chegando ao seu termo. Da mesma forma, o valor em dívida estagnou, subindo apenas 0,1%, enquanto o montante inicial do crédito cresceu 1,8%.

Incumprimento motiva parte importante das renegociações
O Banco de Portugal traça igualmente o retrato dos problemas de crédito malparado no País. Do total de contratos renegociados entre Outubro de 2010 e Setembro de 2011, 17% "estavam numa situação de incumprimento e cerca de 4%, apesar de não estarem em incumprimento, os seus titulares apresentavam incumprimentos noutros créditos obtidos na mesma instituição".

Na maioria das renegociações, as mudanças passam pelo aumento do prazo do empréstimo e do ‘spread'. As duas alterações surgem normalmente em conjunto. Embora não seja taxativo, a instituição liderada por Carlos Costa diz que "as renegociações que envolvem a extensão do prazo podem estar associadas a tentativas de redução das prestações mensais em situações de dificuldades financeiras por parte das famílias".

Outro dado curioso, reflexo porventura do actual contexto, é a queda de 18% dos reembolsos antecipados totais dos créditos à habitação. "O reembolso antecipado total está muitas vezes associado à transferência do crédito à habitação para outra instituição ou à troca de habitação", diz o relatório. Ora, a realidade é que o volume de compra de casas caiu. Da mesma forma, nenhum banco faz hoje um novo contrato de habitação aos baixos ‘spreads' de antigamente. Raras serão, por isso, as famílias que neste momento quererão fazê-lo.


Outras conclusões do relatório

1 - Aumento do número de depósitos
Em 2011 os bancos portugueses registaram um aumento de 18% no número de novos depósitos. O aumento foi vivenciado em todos os prazos, excepto nos depósitos a cinco anos. Os depósitos a prazo simples apresentam sobretudo maturidades até um ano - sendo o prazo de 6 meses aquele que reúne maior número de produtos - mais de um quarto do total.

2 - Bancos cumpridores nas campanhas
O BdP exigiu a modificação de 128 campanhas e a suspensão de outras três, por incumprimento de normas legais ou regulamentares aplicáveis. No entanto, o rácio entre o número de campanhas alteradas e o número de campanhas analisadas fixou-se, em 2011, em cerca de 3%,
descendo face ao 6% de em 2010, a sinalizar que as instituições estão mais cumpridoras.

3 - Depósitos indexados e duais caem 62%
O número de depósitos indexados e duais comercializados caiu, no ano passado, 62%, sendo que o montante depositado neste tipo de produto financeiro recuou 54% em termos homólogos. No ano passado foram comercializados 35 depósitos deste género, num montante total de 351,4 milhões de euros.

4 - ‘Spread' dispara no crédito à habitação
Em apenas quatro anos os clientes bancários viram o ‘spread' dos crédito à habitação disparar de 59 p.b., em Novembro de 2007, para 249 p.b. nos contratos celebrados em Setembro do ano passado. O aumento mais pronunciado dos ‘spreads' aconteceu numa altura em que as Euribor assumiram valores baixos face ao histórico.



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Segunda-feira, 21 de Maio de 2012
Compras a crédito só a baixo custo

Pagamento da dívida a 100% dentro dos limites permitidos pelos cartões de crédito é a melhor forma de utilizar este recurso. A segunda é optar pela instituição que oferece a taxa de juro mais reduzida. 

Com o poder de compra diminuído pelos cortes salariais, o aumento dos impostos e a subida da taxa de desemprego, os índices de consumo têm evoluído em queda. Segundo a Associação Nacional para o Registo de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (ANREE), em 2011 os portugueses compraram menos 15% de produtos electrónicos face a 2010.

O desemprego e a diminuição dos salários reais farão com que Portugal tenha uma quebra recorde no consumo privado, segundo as últimas previsões da Comissão Europeia. Este ano, os gastos das famílias vão recuar 6,1% e em 2013 a tendência mantém-se. 

Desde que a crise começou, o recurso ao crédito "revolving", no qual se inclui a utilização de cartões, sofreu uma quebra significativa. Em 2009, desceu 38% e em 2010, 19%. No ano passado, o corte não se fez sentir tanto (menos 3%), fruto da descida gradual dos anos anteriores. Os dados vêm da ASFAC - Associação de Instituições de Crédito Especializado e segundo a sua secretária-geral, Susana Albuquerque, se um consumidor tiver de recorrer a crédito para fazer uma compra, o mais importante é encontrar uma taxa de juro reduzida. 

"Uma boa compra, independentemente de ser paga a pronto pagamento ou a crédito, é aquela em que o consumidor necessita do bem e o adquire a um preço interessante", diz. Por isso, adquirir bens ou serviços sem juros ou a preços baixos não é, de todo, uma boa opção em contexto de crise, de acordo com a especialista em finanças pessoais.

Um cartão por pessoa
O número de cartões que cada família deve ter depende do seu agregado. Contudo, para Susana Albuquerque, o ideal é que cada um dos cônjuges não tenha mais do que um cartão pessoal, para que consiga controlar os gastos e manter as finanças supervisionadas. "Se as contas forem juntas, pode haver um cartão para os dois titulares, o que implica que ambos partilhem informação sobre a utilização do cartão", acrescenta. 

Para evitar uma utilização desmedida deste tipo de empréstimo, a especialista indica que a melhor forma de controlar os gastos é através do seu extracto, como se de uma conta à ordem se tratasse. Desta forma, no final de cada dia de utilização, anota o que gastou e onde. "Assim, tem consciência de quanto terá de pagar no final do mês seguinte, caso opte pela modalidade de pagamento a 100%, que é a melhor forma de usar o cartão de crédito a nosso favor, pois nunca se pagam juros."

Dependendo do tipo de cartão, há vantagens associadas à sua utilização. Existem cartões que oferecem o seguro de viagem se a pessoa pagar a mesma através do cartão de crédito, entre outros exemplos. "Ultimamente, temos assistido ao lançamento de cartões que devolvem uma parte dos montantes pagos com o cartão, até um limite definido, para contas poupança. O importante é conhecer as várias opções disponíveis no mercado e escolher a que melhor se adequa ao perfil do utilizador, pagando sempre o montante total em dívida de forma a evitar o pagamento de juros."

Para utilizar o crédito sem gastar mais, baste que utilize o período de crédito grátis, em que o utilizador não paga juros e o dinheiro é debitado dentro do prazo acordado. Este, regra geral, que pode variar entre 20 e 50 dias. O único custo associado a este tipo de utilização é o da anuidade. 




Perdeu o controlo?
Se chegou a uma situação de descontrolo das dívidas contraídas com os seus cartões de crédito, junte todos os extractos, some e verifique qual é o valor em dívida. Segundo Susana Albuquerque, esta deve ser a primeira acção a tomar. Depois, há que definir um plano de pagamento para acabar com as prestações em atraso. Este pode passar pela transformação da dívida numa dívida fixa. Se tiver dificuldades contacte os organismos que podem ajuda-lo, como o Gabinete de Apoio ao Sobreendividado, da Deco (Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores), ou o Gabinete de Orientação ao Endividamento dos Consumidores, do ISEG. "Após tudo estar sob controlo, sugiro que, para evitar novos descontrolos, passe a usar apenas um cartão", conclui a secretária-geral. 









5 Dicas para uma utilização eficaz

1. Exclua os luxos
Num clima de austeridade como o que Portugal vive, é importante que cada consumidor compre apenas o que necessita para o seu dia-a-dia. Se tiver de comprar a crédito, encare esse facto como se de uma compra a pronto-pagamento se tratasse. Não se endivide por causa de bens que não sejam de primeira necessidade.

2. Pondere os custos
Antes de optar por comprar o bem de que precisa a crédito, compare a diferença entre este método e o do pagamento a pronto. Esta é uma questão essencial para saber se deve avançar com a aquisição do produto. Se os custos do crédito forem demasiado elevados, pode valer a pena esperar, poupar e comprar sem se endividar.

3. Recorra ao orçamento familiar
O orçamento familiar ou individual é uma das principais ferramentas de gestão das suas finanças especiais, sobretudo quando o contexto é de corte na despesa e procura de aumento nas receitas. Antes de comprar seja o que for a crédito, consulte a sua folha de gastos mensais e verifique se o seu saldo, que deve ser positivo, comporta aquela despesa. 

4. Use apenas um cartão
A oferta desenfreada de cartões de crédito que ofereciam brindes, vantagens, viagens, entre outras promoções, levou a que alguns portugueses recheassem as carteiras com cartões para todos os gostos e feitios. Mas os cartões trazem gastos, mesmo que esteja um ano sem os utilizar. Há sempre uma anuidade, uma comissão de gestão ou outro encargo que o banco retira da conta à ordem associada sem que dê por isso. De todos os cartões de que dispõe, escolha o que lhe oferece as vantagens mais competitivas e cancele os outros. É a forma mais fácil de evitar cair em tentação. 

5. Faça uma análise diária
Sempre que utiliza o seu cartão de crédito, inclua essa informação no seu orçamento. Registe o dia em que fez a compra, o que comprou, em que modalidade e, caso opte por várias prestações mensais, não se esqueça de adicionar essa informação à sua folha das despesas, para que, no mês seguinte, não seja apanhado de surpresa.

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/



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Segunda-feira, 7 de Maio de 2012
Crédito: arrendar às famílias que não podem pagar

Os bancos vão poder arrendar a casa às famílias que não conseguem pagar o empréstimo à habitação. A medida está a ser estudada pelo Governo em conjunto com um grupo de trabalho que começou a reunir esta segunda-feira.

A ideia é poder trocar o contrato de crédito por um contrato de arrendamento para evitar o despejo das famílias mais carenciadas, o Governo quer que os bancos arrendem a casa a quem não pode pagar o empréstimo por um valor mais baixo que a mensalidade.

Ao fim de um certo tempo, as famílias podem recuperar o imóvel e abater o valor das rendas já pagas. A medida deverá abranger apenas situações de desemprego e de finanças.

A banca está disposta a negociar, mas com condições. 

Transformar o devedor em inquilino não é nova: o Governo de José Sócrates criou, em 2009, o fundo de investimento imobiliário para arrendamento, mas os números de adesão a este fundo nunca foram conhecidos.

Governo, Banco de Portugal e a Associação Portuguesa de Bancos estão a preparar um novo pacote legislativo em matéria de crédito à habitação, o grupo de trabalho começou a reunir esta segunda-feira.

Em cima da mesa, estão ainda a ser estudadas outras medidas: impedir o aumento de spreads aos desempregados e entregar a casa ao banco como forma de abater a dívida.

Os bancos alertam ainda para os danos colaterais que estas medidas podem ter sobre o setor imobiliário e a construção.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e



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Quinta-feira, 26 de Abril de 2012
Crédito: bancos apertam mais e não esperam melhoria

Os bancos portugueses voltaram a apertar «ligeiramente» os critérios de concessão de crédito no primeiro trimestre do ano, revela o inquérito realizado pelo Banco de Porqugal a cinco grandes grupos bancários.

Segundo o relatório do inquérito, publicado esta quinta-feira, as dificuldades acrescidas aplicaram-se tanto a empresas como a particulares.

Na origem da maior restritividade esteve «uma perceção menos favorável dos riscos, bem como o aumento dos seus custos de financiamento e restrições de balanço». 

Maiores exigências na hora de dar crédito «que se traduziram num aumento dos spreads aplicados (com especial ênfase nos empréstimos de maior risco), mas também na aplicação de outras condições contratuais ligeiramente mais restritivas».

No caso das empresas, o Banco de Portugal sublinha a redução das maturidades dos empréstimos, condições contratuais não pecuniárias (covenants) mais restritivas e o reforço das garantias exigidas. Por sua vez, no caso específico dos empréstimos a particulares para a aquisição de habitação, é digna de nota a maior exigência quanto ao rácio entre o valor do empréstimo e o valor da garantia.

Portugueses recorrem mais a poupanças

A procura de crédito por parte das empresas estabilizou e, no caso dos particulares, até diminuiu, sobretudo no crédito à habitação.

No plano empresarial, há «menores necessidades de financiamento para efeitos de investimento ou fusões/aquisições e reestruturação empresarial», mas ao mesmo tempo «as crescentes necessidades de financiamento de existências e de fundo de maneio, bem como de financiamento para a reestruturação da dívida, efeitos que se anularam entre si.

No caso dos particulares, «a diminuição da confiança dos consumidores, a deterioração
das perspetivas para o mercado da habitação, a retração nas despesas de consumo de bens duradouros e o crescente recurso a poupanças terão estado entre os fatores que mais contribuíram para a redução da procura de crédito».

Bancos queixam-se do efeito da crise da dívida

Para o segundo trimestre, a generalidade dos bancos não perspetiva critérios mais restritivos na concessão de empréstimos ou linhas de crédito a empresas. Também no que toca aos empréstimos a particulares, deverão manter-se os critérios na aprovação de crédito à habitação, mas pode haver um ligeiro agravamento da política de concessão de crédito ao consumo e outros fins.

Os bancos esperam um ligeiro aumento da procura de empréstimos por parte das pequenas e médias empresas (PME) e de empréstimos de curto prazo. No caso dos particulares, a maioria dos bancos perspetiva uma redução da procura de empréstimos para habitação, consumo e outros fins.

Os bancos reportaram ainda ao Banco de Portugal um «agravamento quer das suas condições de financiamento, quer dos critérios que aplicam na concessão de crédito» e salientaram, entre outros efeitos, «o impacto da redução do valor dos ativos de garantia de dívida soberana disponíveis para operações no mercado por grosso».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f



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