Terça-feira, 7 de Janeiro de 2014
Malparado na habitação volta a bater recorde em novembro

Os créditos de cobrança duvidosa nos empréstimos à habitação atingiram um novo máximo histórico em novembro, totalizando 2.417 milhões de euros, contrastando com a diminuição do volume global do malparado de particulares, segundo dados do Banco de Portugal, escreve a Lusa.

Em novembro, o crédito malparado dos particulares no global caiu para 5.192 milhões de euros (5.210 milhões em outubro).

No caso das empresas, o malparado voltou a agravar-se passando dos 12.076 milhões de euros registados em outubro para 12.271 milhões em novembro, um novo recorde desde que o Banco de Portugal publica estes dados (1997), com destaque para o malparado das empresas do setor da construção (4.265 milhões de euros) e das atividades imobiliárias (2.341 milhões de euros).

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/5



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Terça-feira, 9 de Julho de 2013
Malparado continua a subir e ultrapassa já os 17 mil milhões

São já mais de 17 mil milhões de euros os montantes que os bancos têm inscritos na rubrica dos créditos de cobrança duvidosa, que atingiram, em maio, no máximo histórico, e corresponderam a cerca de 7,2% do total dos empréstimos concedidos. Os dados são do Banco de Portugal e referem-se ao mês de maio, quando os créditos às empresas e famílias ultrapassavam os 285 mil milhões de euros.

São as empresas as maiores responsáveis pelo malparado: 11,825 mil milhões de euros, que correspondem a cerca de 11,3% do total dos financiamentos concedidos. Já no caso das famílias, onde as cobranças duvidosas ascendem a 5,179 mil milhões de euros, é o crédito à habitação que tem maior peso nos empréstimos em atraso: são 2,322 mil milhões de euros.

Quanto às empresas, o malparado é liderado pela construção, com 4,286 mil milhões de euros, seguido das atividades imobiliárias, com 2,287 milhões, e do comércio com 1,774 mil milhões. Agravamento substancial do malparado teve o sector do alojamento, restauração e similares que, em dezembro último totalizava 430 milhões e agora já vai nos 537 milhões.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E



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Terça-feira, 22 de Janeiro de 2013
Crédito malparado atinge quase 16 mil milhões de euros

O montante de créditos de cobrança duvidosa no balanço dos bancos voltou a atingir máximos históricos em Novembro.

Os bancos continuam a diminuir a carteira de crédito a famílias e empresas mas não conseguem estancar a subida do malparado nos seus balanços. O crédito de cobrança duvidosa voltou a bater máximos históricos em Novembro, segundo os dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal. Atingiu os 15,92 mil milhões de euros, dos quais 10,8 mil milhões pertencem a empresas. 

O aumento do incumprimento no crédito tem pressionado os resultados da banca, dada a necessidade de constituição de provisões para absorver as possíveis perdas. Uma pressão que tem reflexos na economia real, com os bancos a limitarem os novos empréstimos dados os riscos que representam para a sua actividade.

Nas famílias o rácio de crédito vencido atingiu em Novembro os 4,1%. O crédito à habitação continua a ser aquele onde se regista o menor número de incumprimentos, com o rácio de malparado a situar-se nos 2,3%, enquanto no crédito para consumo e outros fins o incumprimento atinge já 12% do total de crédito concedido.

Mas é no sector das empresas que a situação é mais preocupante, com o rácio de crédito vencido a atingir os 10,8% em Novembro. O maior nível de incumprimento está concentrado nas pequenas e médias empresas, com um rácio de 13,2%, enquanto nas grandes empresas o rácio situa-se nos 2,6%. Também as empresas exportadoras têm conhecido maiores dificuldades para honrar os seus compromissos nos últimos meses. O nível de incumprimento atingiu os 4,9%, quando apenas há dois meses se situava nos 3,2%.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n



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Terça-feira, 8 de Janeiro de 2013
Credito Malparado de novo acima dos 5 mil milhões

O crédito concedido pelos bancos residentes em Portugal aos particulares voltou a descer em novembro, pelo nono mês consecutivo, e o malparado a subir pelo quinto mês consecutivo.


De acordo com os dados divulgados esta terça-feira pelo Banco de Portugal, o saldo do crédito concedido pela banca aos particulares fixou-se nos 134.407 milhões de euros em novembro do ano passado, menos 517 milhões de euros que em outubro.

Este valor tem vindo a diminuir desde março de forma consecutiva.

O malparado por sua vez tem vindo a aumentar de mês para mês, ainda que em valores bem mais reduzidos, subindo 53 milhões de euros em novembro do ano que agora terminou, em comparação com outubro do mesmo ano.

Este é já o segundo mês consecutivo que o malparado está acima dos 5 mil milhões de euros (nos 5.084 milhões de euros), representando cerca de 3,8% do saldo total de empréstimos concedidos aos particulares.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/




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Terça-feira, 25 de Dezembro de 2012
Mais de 11% do crédito ao consumo é malparado

O crédito ao consumo concedido pela banca portuguesa aos particulares continuou a diminuir em outubro, e a proporção de créditos malparados voltou a bater um novo recorde, segundo dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal (BdP).

Os números do boletim estatístico do BdP mostram que 11,4% dos empréstimos com vista ao consumo são já considerados de cobrança duvidosa. Este número é um máximo histórico - ainda há um ano, o malparado entre o crédito ao consumo estava abaixo de 10%.

Os níveis habituais de incumprimento no crédito ao consumo em Portugal na última década rondavam os 5%.

A evolução recente do crédito ao consumo segue duas tendências. Por um lado, o crédito total concedido pela banca encolheu muito rapidamente. Em ano e maio, o 'stock' de crédito ao consumo reduziu-se 11,8%.

Por outro lado, o montante de crédito ao consumo de cobrança duvidosa tem vindo a subir rapidamente. Em maio do ano passado, havia 1.343 milhões de euros em créditos ao consumo malparados; em outubro, esse montante tinha subido para 1.539 milhões, um crescimento de 15% em apenas ano e meio.

fonte:http://sol.sapo.pt/in



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Segunda-feira, 8 de Outubro de 2012
Recorde: malparado já vai em 15,6 mil milhões

Crédito de cobrança duvidosa renova máximos tanto nos empréstimos às famílias como às empresas

A onda é cada vez mais gigante e mostra o sufoco em que se encontram famílias e empresas em clima de austeridade. O crédito malparado bateu os 15,6 mil milhões de euros, em agosto.

Os dados do Banco de Portugal que foram divulgados esta segunda-feira mostram que o crédito de cobrança duvidosa bateu novos máximos tanto nos empréstimos às famílias como às empresas.

Empresas: 10.546 milhões de euros 

O principal problema está mesmo nestas últimas, com o malparado a chegar aos 10.546 milhões de euros em agosto, o valor mais elevado desde que o BdP disponibiliza dados (1997), nota a Lusa.

Face ao total de crédito concedido às empresas em agosto (108.515 milhões de euros), o malparado representa 9,81% do total.

O valor do malparado nas empresas significa mais 55% do que os 6.879 milhões registados no final do ano e mais 64% do que no mesmo mês de 2011.

Famílias: 4.977 milhões de euros

Quanto aos particulares, a cobrança duvidosa fixou-se nos 4.977 milhões de euros, mais 6,48% do que o registado no início do ano e mais 10,18% face ao mesmo mês do ano passado.

O malparado nos particulares representa 3,66% dos 136.017 milhões de stock de crédito em agosto.

Por destinos de crédito, na habitação o malparado subiu para 2.186 milhões em agosto, no consumo para 1.567 milhões e nos empréstimos para outros fins 1.224 milhões.

Apesar de a cobrança duvidosa ser maior, em valores absolutos, nos empréstimos à habitação, este representa apenas 1,96% do total concedido para este fim.

Os empréstimos destinados ao consumo são os mais penalizados no malparado, com 11,40%, seguido de outros fins com 10,88%.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt



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Sábado, 22 de Setembro de 2012
Crédito malparado das empresas ultrapassa 10 mil milhões de euros

O crédito malparado das empresas ultrapassou os 10 mil milhões de euros em julho, representando o malparado do setor da construção mais de um terço do total, de acordo com os dados divulgados, esta quinta-feira, pelo Banco de Portugal.

Segundo o Boletim Estatístico, o crédito de cobrança duvidosa das empresas atingiu em julho 10.134 milhões de euros.

Este valor significa um aumento de 6,2% face a junho e representa já 9,3% do saldo total de crédito concedido às empresas em julho (109.364 milhões de euros, menos 0,66% do que em junho).

O valor do malparado das empresas registado em julho é mesmo o mais alto desde que o BdP disponibiliza estes dados (1997).

A maioria do crédito malparado das empresas está no setor da construção (3.906 milhões de euros), que tem vindo a aumentar, representando já mais de um terço do total.

Quanto ao malparado nos empréstimos às famílias, este atingiu 4.942 milhões de euros em julho, aumentando face a junho (2,23%), depois de dois meses consecutivos de queda (maio e junho).

Se juntarmos o malparado das famílias com o das empresas, o total do crédito de cobrança duvidosa em julho ultrapassou os 15 mil milhões de euros.

Nas famílias, a maior parte do malparado resulta do crédito à habitação (2.173 milhões de euros), tendo aumentado 2,3% entre junho e julho. No entanto, em termos do total concedido, é no crédito ao consumo que está o principal problema: 11% dos empréstimos são já considerados de cobrança duvidosa (1.548 milhões de euros).

fonte:http://www.jn.pt/



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Sexta-feira, 21 de Setembro de 2012
Menos crédito com malparado em valor recorde

Os bancos estão a conceder cada vez menos empréstimos tanto a famílias como empresas, mas mesmo assim o incumprimento é cada vez maior, batendo novos recordes, revela o boletim estatístico do Banco de Portugal.

Nas empresas a situação é cada vez mais crítica: se, por um lado, o crédito baixou 731 milhões de euros em julho, para 109.364 milhões, por outro o malparado subiu 595 milhões em relação a junho, para o valor nunca antes visto de 10.134 milhões de euros.

Às famílias também foram concedidos menos empréstimos (caíram 512 milhões de euros para 136.551 milhões de euros). Só no caso do crédito para outros fins é que houve um aumento em julho, face a junho, ainda que muito ligeiro, de 37 milhões de euros. 

Já os empréstimos para compra de casa recuaram 412 milhões de euros para 111.368 milhões e os bancos deram menos 137 milhões de euros de financiamento ao consumo, para 13.861 milhões.

malparado aumentou nos três casos: no crédito à habitação subiu 50 milhões de junho para julho, para um total de 2.173 milhões de crédito de cobrança duvidosa.

Contas feitas, no total, entre as famílias, o malparado também alcançou um novo recorde, de 4.942 milhões de euros, depois de ter estado alguns meses a recuar. 

Ao mesmo tempo que os bancos reduzem o crédito concedido, aumenta o valor dos empréstimos por pagar. Estas duas tendências significam que o peso do malparado é cada vez maior. 

Com o clima de austeridade agravada, particulares e empresas estão a deixar de conseguir fazer face aos seus compromissos com a banca. 

O Banco de Portugal divulgou também que o défice da balança corrente caiu 76% até julho.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



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Segunda-feira, 10 de Setembro de 2012
Famílias com menos crédito, mas deixam de pagar mais

A banca tem estado a apertar na concessão de crédito e o mês de julho não foi exceção. Os empréstimos concedidos às famílias voltaram a encolher, mas mesmo assim o crédito de cobrança duvidosa, mais conhecido por malparado, continuou a aumentar, superando os 15 mil milhões de euros, segundo dados do Banco de Portugal (BdP).

Os empréstimos para compra de casa recuaram 2,4% em julho relativamente ao mesmo mês do ano passado. O crédito ao consumo caiu ainda mais: 7,1%.

Desde agosto de 2011 que a variação homóloga (relativa ao mesmo mês do ano anterior) do crédito concedido aos particulares é negativa, nota a Lusa.

Os empréstimos tanto a particulares como a empresa encolheram em todos os distritos e regiões autónomas, com exceção de Lisboa, onde se registou um crescimento de 1,0% em relação ao ano passado e 3,4% em relação a julho de 2010. 

No resto do país, houve quebras muito substanciais quase por todo o lado. A redução no crédito mais significativa ocorreu na Madeira: -24,8% face a julho do ano passado.

Menos empréstimos, mas mais incumprimento

Apesar de o crédito total concedido pela banca estar a cair, o de cobrança duvidosa cada vez é maior. O peso do malparado sobre o total dos empréstimos concedidos pela banca ultrapassou, pela primeira vez, os 6%. 

O incumprimento está a aumentar sobretudo nas empresas, que têm já 10 mil milhões de créditos de cobrança duvidosa. 

No caso das famílias, o malparado voltou a aumentar, depois de alguns meses a recuar. Totaliza agora 4,9 mil milhões de euros.

No segmento de habitação (que representa mais de 80% do total do crédito a particulares), o malparado subiu 7,4%, sendo que entre todos os empréstimos para esta finalidade 2% são já de cobrança duvidosa. 

No crédito ao consumo, aumentou mais, 17,4%. E, aqui, 11% dos empréstimos são já considerados de cobrança duvidosa, um novo máximo.

Ao mesmo tempo que os bancos reduzem o crédito concedido, aumenta o valor dos empréstimos por pagar. Estas duas tendências significam que o peso do malparado é cada vez maior.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f



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Quarta-feira, 22 de Agosto de 2012
Malparado desce nas famílias, novo recorde nas empresas

Tal como tinha acontecido em maio, também em junho o malparado baixou entre as famílias portuguesas. Já nas empresas, voltou a subir e para um novo valor recorde, segundo os dados divulgados esta quarta-feira pelo Banco de Portugal. 

Entre os particulares, o crédito de cobrança duvidosa atingiu os 4.834 milhões, uma queda muito ligeira face aos 4.838 do mês anterior, mas um sinal muito importante: é que se, em maio, já tinha recuado pela primeira vez em cinco meses, junho conseguiu acompanhar essa tendência.

Desta vez, a descida deu-se graças ao crédito ao consumo e não ao crédito à habitação, como tinha acontecido em maio. No primeiro caso, o malparado baixou de 1.545 milhões de euros para 1.520 milhões, ao passo que nos empréstimos para a compra de casa, desta vez o crédito de cobrança duvidosa subiu de 2.108 milhões de euros para 2.123 milhões. 

crédito para outros fins também aumentou um pouco, de 1.185 milhões para 1.191 milhões de euros. 

Já empresas estão numa situação cada vez mais difícil em termos de incumprimento: o malparado já vai em 9.539 milhões de euros. Um novo recorde e um aumento considerável de 113 milhões de euros em relação a maio. 

Somando o malparado entre famílias e empresas, percebemos que o dinheiro em dívida que os bancos não conseguem recuperar já chega aos 14.373 milhões de euros em Portugal.

O BdP revelou também que os bancos voltaram a ceder menos empréstimos, tanto para famílias como para empresas. 

Endividamento das empresas passa os 180% do PIB

Só em junho, o endividamento entre empresas atingiu os 182,5% do PIB, novo máximo de sempre e a dívida acumulada das empresas privadas (à banca e a outros setores) chegou aos 309.367 milhões de euros, um valor 120 milhões de euros abaixo do que se registara em março.

Apesar desta redução no volume absoluto (ainda que de menos de 0,04 por cento), em proporção do PIB a dívida das empresas continua a subir uma vez que o PIB tem caído, acrescenta a Lusa.

No final de 2008, a dívida das empresas era equivalente a 172,5 por cento do PIB. Em março deste ano, chegou aos 178,7 por cento.

Já a dívida dos particulares (famílias, empresários em nome individual e instituições de solidariedade) tem vindo a diminuir. Em termos relativos, caiu em junho para 100.7% do PIB. Em valores absolutos, desceu para 170.777 milhões de euros.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt



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