Sexta-feira, 6 de Setembro de 2013
Empresas espiam redes sociais para conceder crédito

Há já instituições que começam a usar as redes sociais para avaliar o risco de crédito, acreditando que plataformas como o Facebook podem ser uma ferramenta útil na hora de decidir fazer um empréstimo. Em Portugal, que se saiba, este cenário ainda não se verifica.

E são cada vez mais as instituições financeiras que recorrem a consultas no Facebook e no Twitter, ao grupo de amigos dos candidatos a empréstimos para ver se descobrem, entre estes, maus pagadores, estendendo as pesquisas aos dados de contas no eBay ou na Amazon.

"Isto mostra que os seres humanos são realmente bons a conhecer quem é confiável na comunidade", afirmou Jeff Stewart, co-fundador e presidente-executivo da Lenddo, uma das start-ups que promovem o acesso fácil a serviços financeiros.

A Kabbag também já aderiu a esta ferramenta, facilitando a acesso ao crédito por parte de pequenas e médias empresas, com recurso a informações das contas do PayPal, eBay, Facebook ou Twitter. Segundo a empresa, é possível em apenas sete minutos avaliar o nível de risco na atribuição de crédito.

Na Alemanha, a Kreditech chega a cruzar até oito mil dados antes de decidir conceder ou não um empréstimo. Além de analisar as redes sociais, a empresa verifica se o cliente dispendeu tempo a ler a informação sobre as condições do empréstimo no site do grupo, se preencheu o formulário com letras minúsculas ou só maiúsculas ou até se estava a pedir crédito a partir de um computador do trabalho ou de casa.   

Em Portugal, publicamente não existem

 

Por cá, tanto a a Associação de Defesa do Consumidor DECO como a Associação de Sociedades Financeiras para Aquisições a Crédito (ASFAC) dizem não ter informação de que alguma instituição recorra a estas ferramentas. 

"Não temos conhecimento de qualquer banco ou instituição que utilize esses dados para a concessão de crédito. Até agora não recebemos qualquer reclamação nesse sentido", disse ao Expresso Ana Sofia Ferreira, do gabinete de apoio ao consumidor da DECO.

Segundo a ASFAC, o tratamento de dados pessoais tem que cumprir a legislação que visa defender os particulares da utilização indevida dos seus dados, mas a lei 67/98 de 26 de outubro permite tratar dados pessoais sem o consentimento do próprio, se essa informação for necessária para a concretização do contrato de concessão de crédito.

"No entanto, não temos conhecimento que isso seja feito pelas instituições de crédito", disse ao Expresso Susana Albuquerque, secretária-geral da ASFAC.

Em Portugal são utilizados critérios de análise de risco de crédito bastante rigorosos, afirma Albuquerque, acrescentando: "Sempre que fazem uma análise da risco de crédito, além dos seus critérios rigorosos, estas instituições recorrem a bases de dados públicas e privadas, concebidas especialmente para o efeito".



fonte: http://expresso.sapo.pt



publicado por adm às 10:06
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Segunda-feira, 4 de Julho de 2011
Proteja o seu cartão de crédito

Chegou o tempo de férias, provavelmente uma das épocas do ano nas quais os portugueses mais utilizam o cartão de crédito. Quer seja para comprar viagens através da internet, pagar alojamento ou servir de meio de pagamento no estrangeiro, é frequente ver-se muita gente com este pedaço de plástico na mão, muitas vezes sem consciência do alvo fácil que são.

No entanto, apesar de bastante práticos, existe algum risco associado. Além do esforço que deve fazer por conhecer bem os custos e as vantagens do pequeno pedaço de papel de plástico, o portador de um cartão de crédito fica mais susceptível a fraudes. Por excelência, o Verão é a época dos burlões que não poupam imaginação nem meios para ter acesso aos seus dados bancários e causar prejuízos financeiros irreparáveis.

Existem várias formas de fraudes com cartões de crédito, desde o roubo, às impressões falsas, clonagem de cartões e mesmo o roubo de informações através de vírus. Por isso, deve ter alguns cuidados simples para evitar ser alvo de uma fraude. Na maioria dos casos são meros hábitos do dia-a-dia, como manter o cartão em local seguro ou confirmar sempre se o cartão que tem na mão é o seu. Conheça-as.

10 dicas para evitar fraudes

1- Não perca o rasto às suas compras - Confira sempre o extracto do cartão de crédito e verifique se tudo o que vem discriminado no documento são efectivamente compras efectuadas por si. Se tiver vários cartões, o controlo tem de ser mais rigoroso.

2- Prefira sites seguros – Sempre que fizer compras pela internet, dê preferência aos sites com sistemas de segurança reconhecidos. Qualquer operação está sujeita à invasão dos piratas informáticos. No entanto, há umas que tomam mais precauções do que outras. O website deverá ter um certificado de SSL (certificado de autenticidade). Veja os conselhos da Comissão Europeia para os compradores pela internet.

3 – Não assine facturas em branco – Nem assine mais do que uma vez a mesma compra, sem inutilizar a anterior.

4 – Confira se o cartão devolvido após a compra é o seu. Há burlões especializados em trocar cartões dentro dos estabelecimentos comerciais, com a conivência de funcionários.

5 – Atenção aos cartões que não pediu - Se o seu banco lhe enviar para casa um cartão de crédito que não pediu, equacione o seu uso e se dicidir não ficar com ele equacione devolvê-lo já que fica mais susceptível a ser burlado.

6 – Atenção ao prazo - Se mandou vir um cartão de crédito, tenha em atenção ao prazo que o seu banco definiu para chegar a casa. Caso não o receba dentro desses dias, deverá contactar o banco pois pode ter sido extraviado. Destrua também o cartão de crédito assim que termine o prazo de validade.

7 – Nunca forneça dados do cartão – Por telefone ou mesmo presencialmente, ainda que tenham bom aspecto ou até que lhe digam que estão a ligar do seu banco.

8 – Escolha um cartão com seguro - Alguns cartões incluem seguro de utilização fraudulenta, que cobre os movimentos efectuados até 24 ou 48 horas antes da comunicação ao banco. Desta forma consegue minimizar danos.

9 – Não empreste o cartão – É intransmissível e apenas o portador o pode assinar.

10 – Memorize o pin (código) – Se prefere anotá-lo, faça-o no telemóvel, escondido na lista de contactos e adicione outros números para ficar melhor dissimulado.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/



publicado por adm às 22:58
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Domingo, 3 de Julho de 2011
Pense duas vezes antes de contratar um empréstimo rápido

A pressa é inimiga de uma boa escolha de crédito, alertou hoje a DECO depois de analisar nove produtos de quatro entidades financeiras (IFIC) e concluir que cobram taxas entre os 20% e os 30% para emprestar 2000 euros.

O alerta é publicado na última edição da publicação Dinheiro & Direitos daquela associação de defesa dos consumidores (DECO), depois de ter analisado em abril as condições oferecidas por 13 sociedades financeiras de aquisição a crédito (SFAC), através da informação disponibilizada nos sites, uma vez que só obteve três respostas: do BPN Crédito, a informar que não comercializava, da Cetelem (BNP Paribas) e da Oney.

"Pense duas vezes antes de contratar um empréstimo rápido", refere a associação, alertando que mesmo as taxas mais baixas, que variam entre os 15% e os 22% para créditos pessoais de cinco mil euros a pagar em 24 meses, continuam a ser mais caros do que alguns dos concedidos pelos bancos, exemplificando que no ActivoBank um cliente consegue uma taxa de 13,8%.

"Os créditos rápidos anunciam como principais vantagens a celeridade, a comodidade e a menor burocracia. Mas a rapidez não deve ser o único critério de escolha, sobretudo quando implica taxas de juro que podem complicar a situação financeira da família", acrescenta a DECO naquela publicação.

Para capitais e prazos mais curtos, a associação diz que existem alternativas mais baratas, como o cartão de crédito ou o descoberto da conta-ordenado: "No BPI, nossa escolha acertada, o cliente suporta uma taxa de juro de 11,8% ao pagar despesas de 1500 euros a três meses com o saldo-descoberto", acrescenta.

A DECO alerta ainda para o facto de as Instituições Financeiras de Crédito especializado (IFIC) "ignorarem" algumas regras de transparência: "Quando simulámos na Net, nenhum dos portais forneceu a ficha de informação normalizada com as condições detalhadas dos produtos analisados, o que desrespeita a nossa interpretação da lei do crédito ao consumo".

A associação lembra que o preçário deve ser disponibilizado tanto ao balcão como na Internet e que nem sempre está acessível.

O estudo da associação conclui que, apesar de os sites das instituições terem essa informação, o mesmo não acontece nos sites que a Cofidis e a Credibom criaram para os seus produtos Capital Mais e Flexibom, respectivamente.

"Já informámos o Banco de Portugal destas irregularidades e esperamos que as instituições sejam obrigadas a respeitar os direitos do consumidor", afirma a associação de defesa do consumidor.  

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/



publicado por adm às 11:17
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