Sexta-feira, 13 de Dezembro de 2013
Crise faz disparar procura de microcrédito

Aumento do desemprego reflectiu-se na procura por esta solução, mas agora é também mais difícil abrir um novo negócio.

A crise fez disparar a procura por microcrédito, aumentou as qualificações e baixou a média de idades, afirma o presidente da Associação Nacional de Direito ao Crédito (ANDC).

Luís Meneses explica, em entrevista à Renascença, que o aumento do desemprego reflectiu-se na procura por esta solução, mas agora é também mais difícil abrir um novo negócio.

“Sim, é verdade que aumentou a procura. Em relação ano passado o número de contactos diários aumentou quase 20% do valor acumulado desde o início deste ano, o que mostra que há mais pessoas que estão em dificuldade e pensam que o microcrédito pode ser uma solução para a sua vida. O facto de ter aumentado a procura não quer dizer que haja mais micronegócios apoiados. De facto, isso não aconteceu até agora porque, por um lado, há mais procura mas é mais difícil concretizar um negócio, não só porque numa situação de recessão há menos procura e alguns negócios têm menos possibilidades de ser viáveis, mas também porque há mais pessoas problemas financeiros, que têm incidentes bancários, o que as exclui deste instrumento.”

Numa altura em que se assinalam 15 anos de microcrédito em Portugal, o presidente da Associação ANDC garante o sucesso da iniciativa, com taxas acima das registadas pelas pequenas e médias empresas (PME).

“É bom ter em atenção que nenhum negócio tem sucesso garantido. O empreendedorismo e a criação de um novo negócio envolvem sempre uma componente de risco, mas nós procuramos que esse risco seja reduzido ao mínimo, preparando bem o projecto, analisado se é ou não viável, se a pessoa tem condições para o levar por diante e depois apoiando também na fase inicial, até ao reembolso total do empréstimo.”

Luís Meneses avança que só ANDC é responsável por quase dois mil microempresários no país, o que faz com que o balanço da iniciativa seja claramente positivo.

No sábado será apresentado o programa do primeiro Dia Nacional do Microempresário.

fonte:http://rr.sapo.pt/i




publicado por adm às 22:51
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Sexta-feira, 22 de Novembro de 2013
Novo programa de microcrédito quer criar dois mil empregos em dois anos

A Associação Comercial e Industrial de Barcelos (ACIB) lança esta sexta-feira um novo programa de apoio ao microcrédito que pretende ser uma resposta no combate ao desemprego num dos distritos mais afectados pela falta de postos de trabalho. 

O problema do desemprego “neste distrito é acrescido”, afirma o presidente da ACIB, João Albuquerque. O distrito é “um dos mais elevados do país e atinge essencialmente os jovens”, acrescenta. 

Nos próximos dois anos, podem ser criados dois mil postos de trabalho, uma vez que a “expectativa é fazer nascer 500 novas empresas”. 

Importante é também que “estas empresas se mantenham durante muito tempo a laborar, porque Barcelos e Braga têm uma taxa altíssima de criação de empresas, mas temos também uma taxa altíssima de morte de empresas. E esta morte de empresas tem a ver com o facto de não terem sido bem assessoradas, bem acompanhadas”, defende João Albuquerque. 

A ACIB não quer que o programa seja visto apenas como uma resposta social, mas sim como um projecto multissectorial, que “seja levado aos jovens licenciados com carácter empreendedor”. 

A partir de hoje, cada empresa constituída pode ter direito a um valor máximo de 20 mil euros para arrancar com o projecto.

fonte:http://rr.sapo.pt/in



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Sábado, 25 de Maio de 2013
Aumentam os pedidos de microcrédito para o sector agrícola

É menor o número de pedidos de microcrédito aceite, mas há sectores por explorar. A Renascença foi ainda conhecer o caso de uma empresa que conseguiu vingar com a ajuda do microcrédito.

O comércio lidera a tabela, mas os pedidos de microcréditos na área da agricultura estão a dar o salto. 

“Agricultura biológica ou projectos na área de apicultura”, refere à Renascença o gestor operacional da Associação de Microcrédito, Edgar Sousa. 

Dos que se conseguem materializar, 60% mantêm-se depois de quatro anos no terreno, “o que é um valor bom, quando, ao nível geral, mais de 50% das empresas fecham ao fim de três anos”, indica o responsável. 

Em média, são criados 1,5 postos de trabalho no sector agrícola, que ainda tem muito para crescer em Portugal. 

“Podíamos ter mais investimento nesta área, se houvesse conhecimento de que esta alternativa está disponível”, considera Edgar Sousa. 


Menos pedidos aceites 
2013 está a ser difícil também para o microcrédito. O volume de processos aceites está a diminuir, apesar de se manter estável o número de pedidos. As dificuldades económicas afectam quem pede e quem financia. 

“O nível de pedidos continua a manter-se, mas as pessoas chegam-nos com mais dificuldades, porque os fiadores também estão com dificuldades”, indica o presidente da Associação de Microcrédito. 

Todos os meses, dos 200 candidatos ao microcrédito, cerca de 20 têm aceitação por parte dos bancos. Acontece assim desde Maio de 2012. 

É no Norte do país que está a maior parte dos projectos e são as mulheres, na casa dos 20/30 anos, que mais pedem apoio. 

Apesar da tendência, Edgar Sousa acredita que 2014 pode ser um ano de viragem. 


“As pessoas precisam começar a preocupar-se com o auto-emprego” 
Com um ano de existência, a Accountlife actua na gestão e análise de mercados e recorreu ao microcrédito. Agora com dois trabalhadores, esta empresa do Porto está a conseguir fazer face ao mercado. 

À Renascença, Admar Lima, formado em Gestão e proprietário do negócio, refere que o essencial é saber em que área se quer actuar. E deixa um conselho: “As pessoas precisam começar a preocupar-se com o auto-emprego”. 

“Há grandes empresas a despedir e o número de contratados é cada vez menor, pelo que é uma aposta que tem de se fazer. E hoje, com falta de dinheiro, tem de se aproveitar estas oportunidades de crédito", sustenta. 

Com possibilidade de recorrer a um empréstimo que pode variar entre os mil e os 15 mil euros, o empresário reconhece que não é difícil cumprir com o contrato do microcrédito. 

“As condições não são das piores. Ao nível do mercado, as prestações não estão más”, afirma.

fonte:http://rr.sapo.pt/in



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Quarta-feira, 28 de Novembro de 2012
Microcrédito: vem aí novas regras

Apoios alargados a projetos de microempresas, cooperativas ou instituições sociais que empreguem até nove trabalhadores

O Governo vai alterar as regras de acesso aos programas de microcrédito, alargando os apoios a projetos de microempresas, cooperativas ou instituições sociais que empreguem até nove trabalhadores, anunciou o ministro Pedro Mota Soares, citado pela Lusa. 

O ministro da Solidariedade e Segurança Social visitou esta quarta-feira um projeto em Lisboa apoiado pelo programa Microinvest, e aproveitou a ocasião para sublinhar a importância que o Governo atribui aos programas de microcrédito (através das linhas de apoio Microinvest e Invest+) que tem por objetivo a «ajuda a muitas pessoas que hoje estão fora do mercado de trabalho». 

«Sabemos que hoje o desemprego é o maior problema que o país tem e, nesse sentido, combater o desemprego é a maior preocupação do Governo. É muito importante, numa altura de enormes dificuldades, mostrarmos também casos de sucesso», disse Mota Soares, justificando desta forma a presença no evento do provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Pedro Santana Lopes, e de António Tomás Correia, presidente do Banco Montepio Geral, uma das várias entidades bancárias envolvidas nas linhas de apoio Microinvest e Invest+. 

O Governo estima que as linhas de apoio Invest+ e Microinvest permitiram criar até agora 2600 postos de trabalho, resultantes de «mais de mil projetos apoiados».

«É importante visitar estes projetos, acreditar nestes empreendedores, e fazer tudo para que de uma ideia venham a surgir postos de trabalho. São cerca de 2600 postos de trabalho que foram já criados em todo o país. Temos que continuar a agilizar para ser cada vez mais fácil poder aceder a projetos de microcrédito e tornarmos boas ideias em empresas de sucesso», afirmou o ministro. 

«Neste momento, há já cerca de trinta milhões de euros em microcréditos concedidos», acrescentou o governante, sendo que as duas linhas de apoio contam com mais 15 milhões de euros para projetos em 2013. 

«Isto funciona quando temos a capacidade de estabelecer parcerias e de agregar muitos agentes para ajudarem nos projetos, afirmou também Mota Soares, antes de fazer ¿um elogio muito merecido às instituições envolvidas, como são o caso da Santa Casa da Misericórdia, com um conjunto de gestores de proximidade» ou o Montepio, entre outras entidades bancárias. 

As linhas de crédito Microinvest e Invest+ funcionam no âmbito dos programas de apoio ao empreendedorismo e à criação do próprio emprego e foram objeto de protocolos assinados entre várias entidades bancárias, o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), as Sociedades de Garantia Mútua (SGM) e Sociedade de Investimento (SPGM). 

As duas linhas de crédito têm como objetivo a promoção da criação de empresas, mediante o acesso ao crédito bancário em condições favoráveis por parte de desempregados e, a partir de agora, por microempresas, cooperativas ou instituições sociais até um limite de nove trabalhadores. 

Os microcréditos beneficiam de prazos alargados de pagamento, em algumas instituições, até 84 meses, com 24 de carência, e de uma taxa de juro bonificada, Euribor 30 dias + 0,25%, com mínimo de 1,5% e máximo de 3,5%. 

A linha Microinvest destina-se a financiamentos até 20 mil euros, com garantia SGM de 100%; e a linha Invest+ é destinada a apoiar projetos entre 20 mil e 100 mil euros, com garantia SGM de 75% e limite de financiamento a 95% do investimento global, que não pode ultrapassar os 200 mil euros.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



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Domingo, 10 de Junho de 2012
Pedidos de microcrédito para abrir negócios têm vindo a aumentar

A Associação Nacional de Direito ao Crédito (ANDC) está a receber, em média, 200 pedidos mensais para abrir negócios através de microcréditos. Até junho, os projetos aprovados aumentaram 50%, em relação a igual período de 2011.

Nos gabinetes da ANDC, os pedidos de crédito têm vindo a aumentar: "Mais de mil pessoas já nos contactaram este ano e já apresentámos 120 projetos aos bancos", contou à Lusa Edgar Costa, gestor operacional de microcrédito.

Até agora quem recorria ao microcrédito eram "as pessoas mais carenciadas e com formação básica", mas a crise veio alterar esse perfil: Atualmente são mais jovens licenciados ou com o secundário, uma situação que provocou uma alteração das tradicionais áreas de negócio, adiantou.

"Tínhamos projetos em áreas pouco sofisticadas tecnologicamente, como lavandarias, cabeleireiros ou cafés e estamos agora a ter muitos projetos na área do audiovisual e industrial", contou Edgar Costa. 

Esta situação reflete "uma maior formação de quem recorre ao microcrédito", o que permite que "as pessoas segurem melhor o negócio porque estão mais bem preparadas". 

O número de projetos aprovados pela ANDC tem vindo a crescer, passando de 153 em 2010 para 164 no ano passado. Este ano, já foram viabilizados mais de 100 negócios. 

Mas nem todos os negócios são viáveis porque há quem tenha problemas bancários ou não tenha o negócio "minimamente amadurecido". "Há uma seleção que vai sendo feita à medida que o projeto avança". 

Há ainda outro projetos que falham nos primeiros meses, mas os investidores acabam por pagar o empréstimo, vincou. 

"A crise é a nossa maior ameaça e a nossa maior oportunidade. É ameaça porque para lançar um negócio num momento destes é muito difícil, mas é oportunidade no sentido em que as pessoas têm de arregaçar as mangas porque senão ficam com a vida muito complicada", comentou.  

A taxa de sucesso dos negócios ronda os 70%, "o que é muito bom porque a taxa de insucesso é de 70% a nível de novas empresas em Portugal", disse, frisando: "Estamos a trabalhar em contra ciclo". 

As mulheres são quem mais recorre ao microcrédito (52,5%) e o maior número de negócios encontra-se na região de Lisboa (38,6%), seguindo-se o Norte (24%), Centro (21%), Alentejo (10,4%) e Algarve (5,9%). 

Há também cada vez mais imigrantes a solicitarem um microcrédito, representando 13% dos projetos. A maioria (7,1%) é africana, seguindo-se os brasileiros (2,7%), oriundos de países da União Europeia (2%), de fora da UE (0,8%) e asiáticos (0,4%).  

Os jovens entre os 25 e os 35 anos são os que mais arriscam num negócio (35,3%), seguindo-se o grupo dos 35 aos 45 anos (28,1%).  

Para Edgar Costa, o microcrédito é um instrumento fundamental para permitir o acesso a um empréstimo para um negócio que os bancos não podem fazer atualmente por restrições da crise económica. 

"Nós não temos tido restrições nenhumas da parte dos bancos, nem em montantes, nem em números de projetos", sublinhou, convicto de que este ano serão ultrapassados os 200 projetos. 

O valor médio dos projetos aprovados este ano ronda os 7.500 euros. Desde o início da atividade em 1999, já foram aprovados 1.676 negócios, no valor de 9,5 milhões de euros, responsáveis pela criação de 2.122 postos de trabalho. 

O único requisito para o empreendedor se candidatar é não ter acesso ao crédito. Para o fazer, basta contactar a ANDC através do e-mail microcreditomicrocredito.com.pt ou do telefone 808 202 922. 

fonte:http://expresso.sapo.pt/



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Quarta-feira, 28 de Dezembro de 2011
Como obter Microcrédito?

O microcrédito é um mecanismo de resposta às dificuldades que muitas pessoas sentem na obtenção de créditos bancários para a concretização de um qualquer negócio próprio. Este empréstimo serve em particular todos os que se encontrem em situações financeiras desfavoráveis ou com trabalhos precários.

 

Desde 1999, a Associação Nacional de Direito ao Crédito (ANDC) é a entidade nacional de direito privado que, através das suas iniciativas, possibilita aos cidadãos interessados iniciarem um novo ciclo na sua vida, concretizando projectos sustentáveis de emprego próprio.


Não tendo as pessoas nestas condições acesso ao mercado bancário, a ANDC assume-se como instituição de “intermediação” entre o cidadão e as instituições financeiras com as quais celebrou protocolos de cooperação.


Ainda que seja uma realidade com sucesso comprovado em Portugal, poucos são os que usufruem deste apoio. Neste sentido, o Portal da Empresa procura elucidar os seus utilizadores sobre a forma simples de aceder ao microcrédito através da ANDC.

Porém, para além do microcrédito, existem ainda outros programas de incentivo à criação de microempresas que também visam prevenir o desemprego de longa duração, criando a oportunidade dos cidadãos constituírem o seu próprio emprego, como é o caso do Programa de Apoio ao Empreendedorismo e à Criação do Próprio Emprego.

 

 

 

Inscrição

 

O arranque de todo este mecanismo consiste em fazer uma inscrição na ANDC.

 

A inscrição pode ser efectuada por e-mail (microcredito@microcredito.com.pt), por telefone (21 315 62 00 / 808 202 922) ou por correspondência (Praça José Fontana n.º 4, 4.º andar, 1050-129 Lisboa). Em qualquer caso, deve indicar os dados necessários ao preenchimento de uma ficha de contacto.

 

A pessoa que o atender deve prestar-lhe todos os esclarecimentos necessários nesta fase e informá-lo sobre a forma como o processo se desenrola. A partir deste momento, fica a saber se o seu projecto se enquadra dentro das modalidades de acesso ao microcrédito.

 

 

Quais as condições para poder pedir um microcrédito?

    Não ter acesso ao crédito bancário normal;Não possuir incidentes bancários activos;Estar desempregado, em riscos de o poder vir a estar ou sem ocupação estável;Ter uma boa ideia que justifica o desenvolvimento de um negócio com perspectivas de sucesso;Pretender criar o seu próprio emprego, para o que possui formação e competências adequadas;
  • Revelar uma forte vontade e capacidade de iniciativa para se envolver no negócio.

 

 

 

 

Declaração

 

Para aceder ao microcrédito, precisa de confirmar que não tem incidentes bancários por resolver.

Neste sentido, precisa de preencher e assinar uma declaração em que autoriza o banco da sua preferência - de entre aqueles que têm acordo com a ANDC - a fornecer à ANDC informações bancárias, colhidas na Central de Risco do Banco de Portugal, que comprovem a sua situação.

Atenção: No caso de ser casado, também o cônjuge deve assinar uma declaração idêntica.

 

 

 

 

Consulta ao Banco

 

Depois da declaração ter sido entregue, juntamente com as cópias autenticadas dos documentos (Bilhete dentidade ou Cartão de Cidadão / Carta de Identificação / Passaporte / Autorização de Residência, e Cartão de Contribuinte), é feita uma primeira consulta ao banco.

Após a resposta do banco, a ANDC entra em contacto consigo.

 

 

Entrevistas

 

Após consulta ao banco, e no caso de não existir qualquer obstáculo ao financiamento, o seu processo inicia uma nova etapa, que consiste em entrevistas com vista à preparação do projecto.

 

Um técnico da ANDC entra em contacto consigo e desloca-se ao local do negócio para o ajudar a construir o seu projecto e tentar perceber os seguintes aspectos:

  • Qual o negócio;
  • Que tipo de local;
  • Condições da pessoa para o desenvolver;
  • O investimento necessário;
  • Sustentabilidade do negócio.

 

 

 

Decisão sobre o Projecto

 

Entendendo-se o negócio como viável e que a pessoa está em condições de o desenvolver, o projecto é proposto para aprovação em Comissão de Crédito. Caso o seu seja aprovado, é enviado para o respectivo banco, para financiamento.

No caso de a proposta ser aceite (o que acontece em mais de 98% dos casos), o crédito é concedido. A partir deste momento pode tornar-se empresário.

Os empréstimos têm um montante  mínimo de € 1.000 e máximo de € 7.000, sendo que mediante análise pode ser disponibilizada uma segunda tranche com o valor máximo de € 3.000.

O empréstimo pode ser concedido por um prazo 48 ou 36 meses consoante a entidade bancária, à taxa de juro próxima de 5% (Euribor a três meses mais 2% ou 3%, conforme o banco escolhido), reembolsável em prestações mensais.

Uma vez aprovada a concessão do empréstimo, o agente de microcrédito continua a acompanhar o microempresário até ao momento final do reembolso ou até o projecto se encontrar consolidado, apoiando-o em tudo o que se revelar indispensável para que o negócio crie condições de sucesso.

 

Fonte: Portal da Empresa com Associação Nacional de Direito ao Crédito



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Quinta-feira, 3 de Março de 2011
Apoios para o microcrédito

Está a pensar criar a sua própria empresa mas não sabe como se financiar? O Saldo Positivo responde-lhe a algumas questões relacionadas com os apoios existentes no âmbito do microcrédito.

 

O microcrédito pode ser a solução para ter o seu negócio

A melhor opção é entrar em contacto com a Associação Nacional de Direito ao Crédito (ANDC), já que é a entidade nacional que possibilita aos empreendedores começarem o seu negócio através de microcrédito. A ANDC ajuda na concretização das ideias e dos projectos dos candidatos a empresários.

Para as pessoas com acesso a crédito bancário limitado, a ANDC serve de intermediário entre o empreendedor e a instituição financeira com quem tem ligações ao nível da cooperação.

Existem alguns programas de apoio a empreendedorismo e à criação do próprio emprego. No entanto, em relação ao microcrédito existe apenas um específico, denominado Plano Nacional de Microcrédito.

Microinvest

 

Este plano visa apoiar os projectos de investimento que sejam viáveis e que criem e consolidem postos de trabalho de modo sustentável, através de uma linha de crédito chamada Microinvest. Esta linha de crédito está disponível em mais de dez instituições financeiras a operar em território nacional.

Este Plano Nacional de Microcrédito destina-se a pessoas com dificuldade no acesso ao crédito e ao mercado de trabalho e em risco de exclusão social, com o objectivo de apoiar negócios que permitam criar e consolidar postos de trabalho de modo sustentável.

Os projectos têm de obedecer a alguns critérios:

  • O valor do investimento tem de ser inferior a 20 mil euros;
  • O número de postos de trabalho criado tem de ser inferior a dez;
  • Os projectos precisam de ter uma validação prévia da Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CIRL)
  • Metade dos promotores tem de ser destinatário do Programa Nacional de Microcrédito;
  • Metade tem de criar o seu próprio posto de trabalho
  • Os promotores têm de possuir mais de 50% do capital social da empresa e dos direitos de voto.

Para ter estes apoios, o montante de investimento e de financiamento não pode ser superior a dez mil euros e deverá ser pago num prazo de sete anos, com dois anos de carência de capital e um ano de bonificação integral de juros, ou seja, o reembolso ocorre durante cinco anos com prestações constantes e mensais de capital. A taxa de juro resulta do cálculo da taxa Euribor a 30 dias mais um spread de 0,25 por cento. No entanto, esta taxa terá que estar necessariamente situada entre 1,5 e 3,5 por cento. Para o enquadramento legal, terá que consultar a Portaria nº 985/2009 .

Invest +

 

Existe ainda a linha de crédito Invest +, para investimentos um pouco acima do microcrédito. Este plano de crédito é um pouco mais generoso que o anterior, já que vai de investimentos entre os 20 mil e os 200 mil euros. O financiamento vai até cem mil euros, que pode crescer se houver um maior número de postos de trabalho a tempo inteiro, podendo atingir os 50 mil euros. A taxa de juro a cargo do beneficiário é igual ao anterior, tal como o reembolso e as prestações. O desembolso é feito em 30 por cento no momento da assinatura do contrato, sendo o restante pago em duas vezes, mediante a apresentação de documentos de despesa.

Para se candidatar a estes programas, deverá dirigir-se ao Centro de Emprego mais perto de si e solicitar a certificação da qualidade de destinatário, a efectuar mediante a declaração. Posto isto, o projecto mais as declarações devem ser apresentadas directamente pelo empresário às instituições bancárias que aderiram aos programas.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/

 



publicado por adm às 22:37
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Domingo, 20 de Fevereiro de 2011
Microcrédito: uma forma de arriscar novo negócio

Basta ter uma «ideia viável» para criar a sua própria microempresa

 

É uma forma de arriscar um novo negócio para quem pensa que todas as portas estão fechadas. Os beneficiários do microcrédito ligados à Associação Nacional de Direito ao Crédito viram aprovados 1.433 projectos em um pouco mais de onze anos, representando cerca de 7,7 milhões de euros. 

Com isso, foram criados 1.812 postos de trabalho, dos quais 172 ao longo de 2010. O presidente da ANDC, Moahmed Ahmed, referiu à Lusa que mais de metade dos empreendedores que recorrem ao microcrédito são mulheres (52,7%). Estamos a falar de excluídas «social e financeiramente», mas cuja capacidade para criar o seu emprego surge devido a diversas circunstâncias impostas pela vida, entre outras, pertence a minorias étnicas, é imigrante ou perdeu o seu emprego.

«O espírito de luta, sacrifício e capacidade de adaptação» são algumas das características destes empreendedores que recorrem ao microcrédito.

No total dos processos, desde 1999, ano em que a ANDC foi criada, até Janeiro de 2011, Lisboa lidera com 38,7% das aprovações, seguida do Norte (24%), Centro (21%), Alentejo (10,4%) e do Algarve (6%).

As pessoas que recorrem ao microcrédito têm de ter uma «ideia viável» para constituírem o seu negócio ou a sua microempresa, mas normalmente «não possuem o capital para concretizarem o seu desejo», nem a banca universal, ou de retalho, em Portugal, lhes concede crédito por não apresentarem «os requisitos mínimos exigidos», explicou à Lusa fonte do sector.

Os beneficiários apostam sobretudo em actividades como o comércio por grosso e a retalho (37,3%), seguida dos de negócios na área do alojamento, restauração e similares (13,3%) e das indústrias transformadoras (10,8%), além de outras como as actividades ligadas construção (5%), informação e comunicação (2,5%) e à agricultura e produção animal (3,4%).

O medo de arriscar

No dia em que passa um ano sobre a publicação do decreto-lei que permitiu a constituição de sociedades financeiras de microcrédito, Helena Mena, que, no BCP, é responsável pela rede autónoma de microcrédito disse à agência Lusa que os projectos financiados, desde então, envolveram um empréstimo global de 16,5 milhões de euros.

«Nesta área fomos os pioneiros em Portugal há onze anos. Em 2005, o banco decidiu criar uma rede autónoma de microcrédito que está a funcionar desde Novembro desse ano». 

Segundo Helena Mena, a crise, que deveria «trazer mais pedidos» para a criação de projectos de microcrédito, ao contrário do que era expectável, não gerou uma grande procura por parte das pessoas: «Retraíram-se um pouco e não querem arriscar».

No entanto, já se começa a verificar «uma inversão desta tendência», um bom sinal, dado que a criação de emprego auto-sustentado e o investimento na formação das pessoas dá «os seus frutos».

O microcrédito permite a quem não tem emprego, por exemplo, e não possui condições de obter crédito bancário pela via tradicional, poder lançar as suas ideias em projectos financiados segundo as condições do microcrédito, mas dispondo de um «fato à medida, em que a flexibilidade é uma das preocupações». 

«O crédito tem maturidade de quatro anos, e não ultrapassa por pessoa 17.500 euros, nem tem comissões e beneficia despreads baixos». 

As áreas com maior destaque nos projectos de microcrédito têm a ver com os restaurantes e snack-bars (16%), cafés (12%), cabeleireiro, estética e tatuagens (também com 12%) e as mercearias e mini-mercados (8%).

As sociedades financeiras de microcrédito em Portugal foram lançadas há um ano pelo Governo, mas não foi criada nenhuma até agora, segundo fonte do Banco de Portugal. É que só a partir de 31 de Janeiro, com a promulgação da última portaria, é que foi possível avançar para a sua constituição, apesar do decreto-lei ser de 19 de Fevereiro de 2010.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



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Microcrédito: Beneficiários viram aprovados projetos no valor de 7,7 milhões de euros em onze anos

Os beneficiários do microcrédito ligados à Associação Nacional de Direito ao Crédito viram aprovados 1.433 projetos em um pouco mais de onze anos, representando cerca de 7,7 milhões de euros, indicou a instituição.

A ANDC indica que, desde o início da sua atividade, "há onze anos e um mês", foram constituidos 1.812 postos de trabalho, dos quais 172 ao longo de 2010. O presidente da ANDC, Moahmed Ahmed, referiu à Lusa que mais de metade dos empreendedores que recorrem ao microcrédito são mulheres (52,7 por cento) e que o empreendedor tipo é o beneficiário "excluído social e financeiramente", mas cuja capacidade para criar o seu emprego surge devido a diversas circunstâncias impostas pela vida, entre outras, pertence a minorias étnicas, é imigrante ou perdeu o seu emprego.

"O espírito de luta, sacrifício e capacidade de adaptação" são algumas das características destes empreendedores que recorrem ao microcrédito, destacou.

fonte:visao



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Domingo, 16 de Janeiro de 2011
Microcrédito até 25 mil euros para ajudar Desempregados

O Governo fixou em 25 mil euros o apoio à criação do próprio emprego. Podem aceder desempregados sem direito ao financiamento tradicional.

 

Um ano após aprovar a concessão de microcrédito por agentes não financeiros, como câmaras municipais e fundações, o Governo limita o valor do apoio a 25 mil euros por projeto e clarifica as atividades que podem ser financiadas: pequenos negócios ou ações de formação que permitam aos candidatos desenvolver os projetos a financiar.

Este apoio destina-se a desempregados que tenham dificuldade em aceder ao mercado de crédito tradicional. Segundo o mesmo diploma, aprovado em dezembro, compete às sociedades financeiras analisar a viabilidade dos projetos e o montante a atribuir a cada candidato. Algumas já são conhecidas, mas continua por revelar a lista das novas entidades que se qualificaram para conceder microcrédito.

Se reúne as condições para beneficiar, elabore um projeto com as características do negócio, a localização e o valor a investir. Depois, contacte um dos bancos com financiamento nestes moldes ou as entidades com as quais têm protocolo. É o caso da Associação Nacional de Direito ao Crédito, do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) ou da Santa Casa da Misericórdia.

Em regra, o microcrédito permite beneficiar de carência de capital nos primeiros 3 a 24 meses (só paga juros) e de taxas mais reduzidas. Em março de 2010, as melhores rondavam os 2,3% a 3,2% para empréstimos de € 7000 a 3 anos.

fonte:deco.proteste



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