Sábado, 9 de Fevereiro de 2013
Bancos acionam os pais fiadores

O número de fiadores que estão a ser confrontados, muitas vezes de surpresa, com o pagamento de prestações de crédito à habitação está a subir, sublinhou ontem ao CM Natália Nunes, do Gabinete de Apoio ao Sobreendividado. Já são três em cada 100 casos que aquele gabinete da Deco atende e a tendência é de "subida", antecipa a especialista.


Estas situações são "crescentes", a par do aumento de processos de endividamento, sublinha Natália Nunes, descrevendo o perfil dos fiadores chamados a assumir as obrigações de terceiros: são pessoas com idade superior a 60 anos, reformadas, muitas vezes com os seus próprios créditos, que foram fiadoras dos empréstimos para habitação dos filhos.

Em muitos casos, a Deco já nada pode fazer porque estão em curso processos judiciais ou mesmo penhoras. Nos casos em que ainda é possível agir, a Deco aconselha a renegociação da dívida com a instituição bancária.

"Estas pessoas são confrontadas, de surpresa, com a obrigatoriedade de pagar dívidas quando elas próprias já tiveram as suas reformas reduzidas e têm de acolher o agregado devedor", alerta Natália Nunes. Para evitar surpresas, os fiadores podem através da página da internet do Banco de Portugal consultar o processo da dívida e a sua situação através da Central de Responsabilidade de Crédito. 

 

Crédito pessoal lidera

Os créditos pessoal e do cartão de crédito são os primeiros a deixar de ser pagos, em caso de sobreendividamento. São também estes que os consumidores pedem ajuda para renegociar. Já o crédito à habitação é o último a registar incumprimento, de acordo com os dados do Gabinete de Apoio ao Sobreendividado, da Deco, que registou o ano passado o recorde de processos: 5407. A média do número de créditos por processo de sobreendividamento é de cinco, mais uma vez com predomínio dos créditos pessoais. O valor médio em dívida do crédito pessoal dos sobreendividados apoiados pela Deco foi, em 2012, de 16 291,67 euros. Já do cartão de crédito a dívida média era de 7247,69 euros.

 

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/n




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Sexta-feira, 9 de Novembro de 2012
Famílias com créditos em incumprimento podem começar a renegociar com bancos

As famílias com crédito à habitação em incumprimento podem começar a renegociar o empréstimo com o banco a partir de segunda-feira, depois de hoje ter sido publicado em Diário da República o regime extraordinário que prevê condições mais favoráveis.


Este diploma, que foi promulgado na semana passada pelo Presidente da República, Cavaco Silva, foi hoje publicado em Diário da Republica, entrando em vigor no "dia seguinte ao da sua publicação", ou seja, no sábado. No entanto, como os bancos estão fechados ao fim de semana, as famílias em situação de incumprimento podem a partir de segunda-feira renegociar o empréstimo ao abrigo deste regime extraordinário que vigora até finais de 2015.

No entanto, os agregados familiares têm de cumprir vários requisitos para aceder a este regime. Segundo disse a Deco à Lusa em Setembro, tendo apenas em conta os critérios dos rendimentos do agregado familiar, "mais de 60% dos pedidos de ajuda [na Deco] ficariam excluídos", afirmou Natália Nunes, responsável do Gabinete de Apoio ao Sobreendividamento da Associação para a Defesa do Consumidor.

Também hoje foram publicadas em Diário da República outras alterações à legislação, que foram discutidas este ano no grupo de trabalho parlamentar criado propositadamente para debater os contratos de crédito à habitação.

Amanhã entra em vigor a alteração à lei que passa de 70 para 85% o valor base da primeira licitação quando uma casa vai a hasta pública por penhora.

Já em Dezembro passa a ser proibido aumentar o 'spread' [margem de lucro do banco] do empréstimo à habitação em caso de arrendamento da casa devido a mudança de local de trabalho de pelo menos 50 quilómetros; desemprego e renegociação contratual em caso de divórcio, separação ou morte de um dos cônjuges. Neste caso, o banco apenas não pode aumentar os encargos se a pessoa que ficar como titular do empréstimo comprovar que a prestação representa uma taxa de esforço inferior a 55% dos seus rendimentos ou 60% num agregado com dois ou mais dependentes.

Os bancos só podem ainda cessar o contrato de concessão de crédito à habitação se houver pelo menos três prestações não pagas. Também a aprovação de crédito, seja para habitação ou outros, "deve atender ao perfil de risco da operação de crédito".

Por fim, em Janeiro, entra em vigor a alteração à lei que permite o resgate dos Planos de Poupança Reforma (PPR) e PPR Educação (PPRE) para pagamento das prestações de crédito à habitação, sem penalizações e perda de benefícios fiscais.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/




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Terça-feira, 6 de Novembro de 2012
Deco denuncia queixas contra empresas de recuperação de crédito

A Deco denunciou hoje um aumento de queixas de assédio e pressões psicológicas feitas por empresas de recuperação de crédito que chegam a levar a despedimentos e defendeu a necessidade urgente de adotar regulamentação para o setor.

 

«As pessoas queixam-se que lhes telefonam para o local de trabalho, para os superiores hierárquicos, para familiares, vizinhos. É uma pressão constante. As pessoas sabem que estão em incumprimento o que as deixa debilitadas, vulneráveis», afirmou à Lusa Natália Nunes, do gabinete de apoio ao sobre-endividado daquela associação de defesa do consumidor.

Muitas das queixas contra empresas de recuperação de crédito ultrapassam tudo o que é «admissível do ponto de vista legal e ético», sublinhou a responsável da Deco, adiantando que em média recebe oito reclamações por dia, mas que o número já chegou às 30.

Segundo dados da associação, entre janeiro e outubro deste ano foram recebidas 83 reclamações escritas relativas a cobranças agressivas, sendo que um em cada cinco sobre- endividados foram abordados no local de trabalho.

Os números do gabinete de apoio ao sobre-endividado da Deco indicam também que 10,8% dos contactos para efetuar cobrança foram feitos a terceiros (como familiares ou vizinhos), enquanto 68,7% foram contactados diretamente.

A quase totalidade (98%) dos créditos em dívida que levam a estas situações foram feitos junto de entidades de crédito, sendo apenas 2% respeitantes a contratos realizados com instituições bancárias.

No que diz respeito ao tipo de crédito contratado e que deu origem à cobrança, quase dois terços (61,4%) diz respeito a crédito pessoal, um terço (34,9%) a cartão de crédito, 2,4% a contrato automóvel e 1,2% a crédito à habitação.

O problema é potenciado pelas dificuldades económicas que impedem as pessoas de pagar as suas dívidas, mas é, segundo Natália Nunes, uma situação antiga.

«O problema é que não há uma legislação sobre esta área. Temos a Associação Portuguesa de Empresas de Recuperação de Crédito (APERC) que é a única no setor, mas em bom rigor não há um regime jurídico aplicável a este setor», salientou.

De acordo com Natália Nunes, a APERC defende, à semelhança da Deco, uma regulamentação urgente para as empresas de recuperação de crédito porque com o agravamento da crise e o aumento do crédito malparado há cada vez mais empresas do género a surgir no mercado.

Uma necessidade que a Deco diz ter mesmo chamado a atenção da troika no verão passado, mas que ficou sem resposta até agora.

Natália Nunes garantiu que a Deco tem dado a conhecer estas situações ao Banco de Portugal, mas aconselha as pessoas a apresentar uma queixa-crime às autoridades em situações extremas.

 

fonte:Diário Digital com Lusa



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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2012
Crédito concedido cai, malparado também

O valor total dos empréstimos concedidos pelos bancos às famílias e o malparado voltaram a cair em setembro em quase todos os agregados, com exceção do crédito ao consumo que aumenta pela segunda vez, segundo o Banco de Portugal.

O total do crédito considerado de cobrança duvidosa fixou-se nos 4.119 milhões de euros no final de setembro, contra 4.216 milhões de euros em agosto.

A queda é ainda mais pronunciada se este valor for comparado com os 4.561 milhões de euros registados em setembro do ano passado, escreve a Lusa.

Esta queda beneficia de reduções em todos as áreas de empréstimos, com maior expressão no malparado entre o crédito concedido para outros fins, que apesar de em termos totais ser o menos expressivo, foi o que mais caiu, 40 milhões, para 918 milhões de euros.

O malparado nos créditos à habitação caiu 21 milhões de euros para 1.943 milhões de euros e no consumo 36 milhões de euros, para 1.258 milhões de euros.

Por sua vez, o valor total do crédito concedido pela banca às famílias caiu 149 milhões de euros, para 140.955 milhões de euros, tendo-se verificado reduções no total do crédito concedido à habitação em 189 milhões de euros e para outros fins em 15 milhões de euros.

No entanto, o crédito concedido para consumo aumentou pelo segundo mês consecutivo em 56 milhões de euros face a agosto, quando todos os outros agregados estão em queda.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



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Quinta-feira, 1 de Novembro de 2012
Novas regras para renegociar créditos

As famílias portuguesas têm cada vez mais dificuldades em pagar as dívidas à banca e o crédito malparado regista valores recorde. Segundo o Boletim estatístico do Banco de Portugal de Outubro de 2012, o crédito de cobrança duvidosa chegou aos 4.977 milhões de euros em Agosto, mais 6,48% do que o registado no início do ano.

Atento a esta situação, o Governo aprovou e publicou em Diário da República um Decreto-Lei com um conjunto de medidas que visam ajudar a resolver as dificuldades que muitas famílias enfrentam no pagamento do crédito. A partir do próximo ano, todos os bancos serão obrigados a ter um sistema que detecte os clientes que estejam prestes a entrar em incumprimento e a implementar um plano de renegociação das dívidas sem ter de passar pelo tribunal. Ao mesmo tempo, vai passar a existir uma rede de apoio aos clientes que estejam com dificuldades económicas. Em todo este processo, o banco não pode cobrar qualquer tipo de comissão. Saiba o que vai mudar a partir do próximo ano.

Alerta de risco de incumprimento

A partir do próximo ano, as instituições de bancárias estão obrigadas a implementar sistemas informáticos que detectem a degradação financeira do cliente, emitindo um alerta ao banco, que depois tomará as medidas necessárias para evitar que chegue a entrar em incumprimento bancário, ou seja, deixar de pagar as dívidas.

O diploma define ainda quais os procedimentos que os funcionários da instituição bancária devem ter quando tomem conhecimento de que determinado cliente está em risco de incumprimento. Alguns dos indícios da degradação da situação económica dos clientes são a devolução e inibição da utilização de cheques, a existência de dívidas fiscais e à Segurança Social, a existência de processos judiciais e situações litigiosas, a penhora de contas bancárias, bem como a verificação de incumprimento noutros contratos com a instituição de crédito.

Após ter detectado a situação de limiar financeiro, a instituição bancária deve avaliar o caso, para verificar se o cliente pode chegar ao incumprimento. Para este efeito, poderá requisitar informações e os documentos necessários, que o cliente terá de fornecer no prazo máximo de 10 dias.

Depois da avaliação, se o banco chegar à conclusão que o cliente tem capacidades para cumprir o pagamento do crédito, através da renegociação ou consolidação, deverá apresentar-lhe uma ou mais propostas adequadas à sua situação.

Renegociar sem passar pelo tribunal

A partir do próximo ano, os bancos terão de implementar o Procedimento Extrajudicial de Regularização de Situações de Incumprimento (PERSI). O objetivo é conseguir negociar o pagamento das dívidas com os clientes, evitando a barra do tribunal. Assim, no prazo máximo de 15 dias após o atraso no pagamento da mensalidade, o banco deverá entrar em contacto com o cliente.

Se mesmo assim o incumprimento se mantiver, o cliente será imediatamente inserido no PERSI e a sua situação económica será alvo de uma avaliação. No prazo máximo de 30 dias após a integração do cliente no PERSI, o banco deverá comunicar os resultados da avaliação e apresentar uma ou mais propostas de regularização, como a renegociação das condições do contrato ou a sua consolidação com outros crédito que o cliente tenha.

A terceira fase é a da negociação. Caso o cliente recuse as propostas apresentadas, o banco deverá apresentar outras propostas; se for o próprio a apresentar uma alternativa, a instituição bancária deverá analisar e comunicar a sua resposta no prazo máximo de 15 dias. Depois, o cliente também tem uma quinzena para se pronunciar.

Durante o período em que o cliente está inserido no programa PERSI, a instituição bancária está proibida de recorrer aos tribunais para resolver a situação. Os bancos estão ainda impedidos de cobrar comissões pela renegociação das condições do contrato de crédito, designadamente no que diz respeito à análise e à formalização da operação. No entanto, poderão cobrar despesas como pagamentos de conservatórias, cartórios notariais ou encargos de natureza fiscal.

Fiador mais seguro

O diploma também protege um dos elos mais fracos do contrato de crédito: o fiador. Nos casos em que o contrato esteja garantido por fiança, a instituição bancária deve informar o fiador, no prazo máximo de 15 dias após o atraso no pagamento das dívidas, do atraso no cumprimento e dos montantes em dívida.

A instituição de crédito que interpele o fiador está obrigada a iniciar o PERSI com o fiador, caso este o solicite no prazo máximo de 10 dias após o comunicado.

Rede extrajudicial de apoio

Será criada uma rede extrajudicial de apoio ao consumidor. Esta será constituída por entidades reconhecidas pela Direcção Geral do Consumidor, após parecer do Banco de Portugal. É função destas entidades informar, aconselhar e acompanhar os clientes que estejam em risco de entrar em situação de incumprimento ou estejam já em negociação com o banco.

Assim, esta rede extrajudicial de apoio deverá informar o cliente dos seus direitos, prestar apoio e analisar as propostas do banco, acompanhar o cliente na negociação e prestar-lhe informações sobre sobreendividamento. O acesso a rede extrajudicial é gratuito e estende-se aos fiadores.

 

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/



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Quarta-feira, 31 de Outubro de 2012
Bancos mantêm concessão de crédito apertada, procura em queda

Os bancos portugueses mantiveram praticamente inalterados os critérios de concessão de crédito ao longo do terceiro trimestre deste ano. A restritividade não dá sinais de abrandar, por todas as razões e mais algumas, mas a tendência mais visível é na procura de crédito por parte dos particulares, que está em queda, e assim deve continuar.

De acordo com os resultados do inquérito aos bancos sobre o mercado de crédito, realizado pelo Banco de Portugal aos cinco grupos bancários portugueses incluídos na amostra, apesar de terem mantido os critérios aplicados na aprovação de empréstimos globalmente inalterados, os bancos inquiridos identificaram alguns fatores que terão exercido alguma influência negativa sobre esses critérios. 

Em particular, os bancos apontaram «a deterioração das expectativas quanto à atividade económica em geral e, em menor grau, o aumento dos custos de financiamento e restrições de balanço» como razões para manterem a restritividade na concessão de financiamento.

Adicionalmente, observou-se um ligeiro agravamento das condições aplicadas pelos bancos na aprovação de empréstimos, «consubstanciado num aumento dos spreadsaplicados (em particular nos empréstimos de maior risco), mas também na aplicação de outras condições contratuais ligeiramente mais restritivas. Entre estas refira-se, no caso das empresas, a redução da maturidade dos empréstimos, condições contratuais não pecuniárias (covenants) mais restritivas e o reforço das garantias exigidas».

O Banco de Portugal identifica ainda, com base nas respostas dos cinco grupos bancários, uma «diminuição da procura de empréstimos ao longo do terceiro trimestre que, no caso dos particulares, afeta sobretudo o segmento da habitação».

Para justificar a menor procura de empréstimos, o banco central aponta «a diminuição da confiança dos consumidores, a deterioração das perspetivas para o mercado da habitação, a evolução das despesas de consumo não relacionadas com a aquisição de habitação e a retração nas despesas de consumo de bens duradouros».

No caso da procura de empréstimos ou linhas de crédito por parte das empresas, a procura manteve-se praticamente estável. Por um lado, a diminuição das necessidades de financiamento para efeitos de investimento contribuiu para travar a procura de crédito mas, em sentido contrário, a procura das empresas terá sido sustentada por um aumento das necessidades de financiamento de existências e de fundo de maneio, bem como de financiamento para a reestruturação da dívida.

Para o quarto trimestre de 2012, a generalidade dos bancos inquiridos não espera alterações significativas na aplicação de critérios para aprovação de empréstimos ou linhas de crédito a empresas e para aprovação de empréstimos a particulares. Para
o mesmo período, os bancos anteveem que a procura de empréstimos por parte das empresas, em termos globais, permanecerá estável.

No caso dos particulares, a maioria dos bancos espera uma redução da procura de empréstimos para habitação, assim como uma diminuição menos acentuada da procura de empréstimos para consumo e outros fins.

fotne:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f



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Domingo, 28 de Outubro de 2012
Santander Totta lança linha de crédito para empresas de 1,5 mil milhões de euros

O Banco Santander Totta anunciou ontem o lançamento de uma linha de crédito destinada às empresas de 1.500 milhões de euros.

O Banco Santander Totta anunciou ontem o lançamento de uma linha de crédito destinada às empresas de 1.500 milhões de euros, realçando que a mesma visa apoiar o financiamento à economia, numa conjuntura difícil.

"O banco pretende optimizar a sua situação no mercado para melhor servir a economia portuguesa. Confirmado este nosso propósito, estamos a estudar e definir os nossos princípios de intervenção no mercado, aproveitando as oportunidades que vão surgindo", comentou à agência Lusa António Vieira Monteiro, presidente do Santander Totta.

De acordo com o banco, o objectivo é aproveitar a capacidade financeira e solidez para "apoiar o país num momento tão importante" como o que se vive actualmente.

O banco realçou que está integrado no Grupo Santander, que conta com mais de 100 milhões de clientes e 14.000 balcões em todo o mundo, o que lhe dá possibilidade de "apoiar a expansão dos negócios e o estabelecimento de parcerias de dimensão e valor internacional".

A nova linha de crédito quer ainda "incentivar o financiamento de novas empresas e projectos".

A aposta do Santander Totta no segmento empresarial levou a que o banco tenha, este ano, 22% de quota nas linhas PME Investe, sendo o primeiro banco em montante de financiamento da Linha de Crédito PME Crescimento, dizem.

"Isto mostra bem a dinâmica que estamos a imprimir a este segmento de actividade. Por outro lado, temos procurado manter o crédito aos nossos clientes e conceder novo crédito a clientes com projectos sólidos e bem estruturados", sublinhou o banco.

fonte:http://economico.sapo.pt/



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Terça-feira, 23 de Outubro de 2012
Cartões de débito são o meio de pagamento mais usado

Os cartões de débito continuam a ganhar quota de mercado em relação aos cartões de crédito e a utilização de pagamentos eletrónicos e móveis revelam um crescimento exponencial, revela o estudo World Payments Report 2012 (WPR), da Capgemini, RBS e Efma. 

Outra das principais conclusões do relatório é que a inovação da indústria, principalmente bancária, irá concentrar-se na investigação e desenvolvimento de métodos alternativos de pagamento dentro destas categorias. 

Em 2011, de acordo com a investigação, realizaram-se cerca de 283 mil milhões de transações de pagamentos eletrónicos e móveis em todo o mundo, sendo que, em 2010, mais de um terço dos pagamentos sem dinheiro foram efetuados usando um cartão de débito.

Em 2010, as transações sem o recurso a dinheiro aumentaram 7,1% e, no início de 2011, os indicadores apontavam para um crescimento adicional de 8,2%. 

O estudo conclui ainda que apenas 2,1% de todos os utilizadores de telemóveis fazem m-payments, «o que se traduz num enorme potencial de crescimento nesta área, já que os pagamentos móveis, previstos até 2013, ultrapassam os 17 mil milhões e mais de 31,4 mil milhões no caso de e-payments».

O WPR revela, também que, «em parte devido à crise da Zona Euro, os bancos europeus estão a cumprir mais rapidamente que o esperado os objetivos do Basileia III, mas, como consequência, têm menor capacidade de se focar em inovação».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/fi



publicado por adm às 19:25
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Segunda-feira, 22 de Outubro de 2012
Crédito encolhe, malparado renova máximos

Os portugueses fogem cada vez mais ao pagamento dos empréstimos contraídos aos bancos, mas às estatísticas não podemos fugir: o malparado renovou máximos em agosto e, ao mesmo tempo, a concessão de crédito, tanto a famílias, como a empresas, está a baixar cada vez mais.

Em todas as frentes, o malparado sobe e o financiamento desce. No caso das empresas, o crédito de cobrança duvidosa subiu 516 milhões de euros em relação a julho, para 10.645 melhor, um novo recorde. Já os empréstimos caíram 844 milhões, para 108.515 milhões de euros, segundo os dados divulgados esta segunda-feira pelo Banco de Portugal, no seu Boletim Estatístico.

Às famílias, os bancos também estão a dificultar o financiamento há já seis meses consecutivos. Os empréstimos baixaram, no total, 536 milhões de euros em agosto, para 136.017 milhões.

E o malparado, ao contrário, subiu para níveis também nunca antes vistos: vai em 4.977 milhões de euros entre os particulares, acusando um aumento de 34 milhões de euros num mês - menor do que o verificado entre as empresas.

Se olharmos apenas para a habitação, que abrange o grosso do crédito concedido em Portugal, os empréstimos baixaram de 111.369 milhões de euros para 111.041 milhões, com o malparado a aumentar 13 milhões de euros para 2.186 milhões.

Também no crédito ao consumo houve menos empréstimos e mais malparado: no primeiro caso, a descida foi de 123 milhões de euros; já o incumprimento alcançou os 1.567 milhões de euros.

Nos empréstimos destinados a outros fins, o mesmo cenário, uma vez que o crédito caiu de 11.316 para 11.232 milhões de euros e o malparado aumentou de 1.216 para 1.224 milhões de euros.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/ec



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Sábado, 13 de Outubro de 2012
Vem aí cartão para pagamentos de baixo valor

Novo cartão não terá custos para os consumidores, mas resultará num impacto positivo para os comerciantes

Os pagamentos de compras de baixo valor poderá passar a ser feito através de um novo cartão que está em fase de testes e traz menos custos para os comerciantes, disse esta quarta-feira o representante da APB, Norberto Rosa.

De acordo com o responsável da Associação Portuguesa de Bancos (APB) e também administrador da Caixa Geral de Depósitos (CGD), atualmente as transações com cartões de crédito e débito têm um elevado grau de exigência para garantir um sistema seguro.

«Para as operações mais baixas podemos flexibilizar esse processo, usar cartões «contactless» [sem contacto] sem PIN e que não é preciso colocar na máquina», disse Norberto Rosa, à margem da comissão de Economia e Obras Públicas, onde hoje foi ouvido sobre as taxas cobradas nas transações com cartões de débito e crédito, escreve a Lusa.

Estas serão «operações mais rápidas e o custo da operação fica mais baixa para o comerciante», disse.

Norberto Rosa adiantou que este novo cartão não terá custos para os consumidores, mas resultará num impacto positivo para os comerciantes, já que os custos baixam.

Questionado sobre quando será o lançamento deste novo cartão, que até poderá estar associado ao de débito, Norberto Rosa sublinhou que este é um processo que está a decorrer com a SIBS e que a partir deste mês começam os primeiros testes piloto.

A comissão de Economia e Obras Públicas está a promover um conjunto de audições com vários intervenientes do setor sobre as taxas aplicadas nas transações com cartões, que os comerciantes dizem serem das mais elevadas da Europa.

«Há pouca racionalidade na decisão do Pingo Doce»

O responsável considerou ainda que há «pouca racionalidade» na decisão do Pingo Doce em só aceitar pagamentos com cartões a partir dos 20 euros.

Isto «porque as taxas que são pagas pelo comerciante são uma percentagem sobre a operação. Quando esse valor é inferior a 20 euros [o comerciante] também paga menos taxa de serviço», explicou Norberto Rosa aos jornalistas.

«Parece-nos pouco racional o comportamento porque o custo associado ao tratamento do numerário ou de cheques e depois do tranporte desses valores», associado ao facto de não ter as verbas imediatamente disponíveis nas contas, «é superior àqueles que resultariam da taxa de serviço ao cliente», acrescentou.

Norberto Rosa, que também é administrador da Caixa Geral de Depósitos (CGD), foi hoje ouvido em sede de comissão no âmbito de um requerimento do PSD sobre as taxas aplicadas às transações com cartões de débito e de crédito, que os comerciantes acusam de ser das mais elevadas da Europa.

Este é um assunto que é abordado há vários anos e que voltou a estar na ordem do dia depois da Jerónimo Martins ter anunciado que desde setembro último que a cadeia de supermercados Pingo Doce só aceita pagamentos com cartões em compras superiores a 20 euros.

Sobre a cobrança de taxas nos pagamentos com cartão, que levaram muitas lojas a proibir o uso de cartões para pagar contas de baixo valor, a Autoridade da Concorrência diz que não encontrou sinais de violação da lei.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f



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