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Créditos

Blog destinado a partilhar tudo o que se passa no mundo dos créditos. Os melhores créditos, a melhores taxas de juro, noticias e novidades sobre os créditos.

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14
Out10

Conheça os bancos com o crédito pessoal mais barato

adm

Ao fazer um crédito pessoal habilita-se a pagar juros entre 10,739% e 17,8%. As soluções mais baratas permitem poupar até mil euros.

Recorrer ao crédito pessoal tornou-se um hábito para muitos portugueses. Uma evolução que em grande medida se justifica pelo crescente apelo consumista ou de satisfação de sonhos como a compra de carro, computador ou a realização de uma viagem. Mas face às dificuldades financeiras que muitas famílias enfrentam, nomeadamente situações de desemprego, o recurso ao crédito pessoal passou a ser um mal necessário para satisfazer por vezes simples despesas do dia-a-dia. A principal consequência desta opção em muitos casos é a entrada em situações de espiral de incumprimento.

Os últimos dados do Banco de Portugal comprovam essa tendência. O peso do malparado no segmento do crédito ao consumo atingiu em Abril 7,29%, o que corresponde ao valor mais alto desde que há registo histórico (Dezembro de 1997). Por isso mesmo, o recurso a este tipo de crédito deve ser sempre uma opção bem ponderada. Não sendo possível evitá-la, no entanto há sempre a possibilidade de procurar a solução mais económica.

Foi neste sentido que o Diário Económico fez uma corrida aos bancos em busca dos créditos pessoais que oferecessem as melhores taxas. O resultado foi que as soluções mais baratas permitem poupanças entre 425 euros e 1.117 euros face às mais dispendiosas. Em relação às taxas de juro apresentadas, estas vão desde uma TAEG (Taxa Anual Efectiva Global) mínima de 10,739% ao máximo de 17,8%.

Para este trabalho, o Diário Económico consultou os sites e as linhas de apoio ao cliente de oito instituições bancárias. A saber: CGD, BES, BPI, Montepio Geral, Banif, Crédito Agrícola, Barclays e Banco Popular. O cenário considerado foi o pedido de um empréstimo de 5.000 euros, assumindo dois prazos diferentes para a sua liquidação: 24 meses e 60 meses. A consideração destas duas situações teve como objectivo mostrar o impacto, sobre os encargos totais, de estender o empréstimo por um prazo mais alargado. Em qualquer dos casos, foi no Crédito Agrícola que se encontraram as taxas de juro e as prestações mais baixas. Recorrer a um empréstimo de 5.000 euros por um prazo de 24 meses nesta instituição, implicaria pagar uma prestação mensal de 227,85 euros, a que corresponde uma TAEG de 11,69%. No caso do prazo ser alargado para 60 meses, a solução do Crédito Agrícola é também a menos dispendiosa. A prestação mensal passa a ser de 103,19 euros.

Um alívio mensal mas que acaba por resultar numa solução final mais dispendiosa. Ao estender o prazo para 60 meses, o cliente acaba por pagar mais 723 euros em encargos totais com o empréstimo. A Deco desaconselha, aliás, que a contratação de um crédito pessoal seja feita por prazos superiores a 36 meses e que não sejam excedidos os 25 mil euros. Para valores superiores, a associação de defesa recomenda privilegiar outras opções de financiamento.

Um dado curioso que resultou da ronda pelos bancos foi o facto de, quer no Millennium BCP quer no Santander, que também foram analisados neste trabalho, face ao cenário apresentado não conseguiram apresentar uma proposta de crédito. O mesmo se passou no Barclays na simulação para um prazo de 24 meses. Isto porque as taxas de juro que seriam aplicadas ultrapassariam o limite máximo imposto pelo Banco de Portugal para este tipo de crédito ao consumo.

Desde Janeiro, que o banco central português passou a impor trimestralmente um tecto máximo para as taxas de juro a cobrar pelas instituições de crédito no crédito ao consumo. Na última revisão efectuada pelo BdP, e que vigorará durante o terceiro trimestre, quem for a um banco em busca de um crédito pessoal entre Julho e Setembro, não poderá pagar uma TAEG (Taxa Anual Efectiva Global), superior a 18,8%. Ou seja, 0,01 pontos percentuais abaixo do limite máximo em vigor nos contratos celebrados no actual trimestre. Valores que poderão indiciar que no próximo trimestre, os bancos possam aligeirar um pouco as condições para a concessão de crédito pessoal.

fonte:economico

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