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Créditos

Blog destinado a partilhar tudo o que se passa no mundo dos créditos. Os melhores créditos, a melhores taxas de juro, noticias e novidades sobre os créditos.

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Créditos

08
Jul10

Na Europa o Crédito ao consumo e automóvel cai 0,4 por cento

adm

De acordo com a Eurofinas – Federação Europeia das Instituições de Crédito Especializado, durante o primeiro trimestre de 2010 na Europa foram concedidos 46 mil milhões de euros de crédito para consumo pessoal e financiamento automóvel, o que representa uma descida de 0,4 por cento face ao período homólogo.


Em todos os mercados analisados houve uma descida ou manutenção dos montantes concedidos, com excepção daNoruegaSuécia, que apresentaram crescimentos de 14 e 15 por cento, respectivamente.


No crédito para consumo pessoal verificou-se uma descida de 6,9 pontos percentuais. A Suécia foi o único país que apresentou um crescimento de 5,8 por cento, com quedas que se cifraram entre os dois e os 21 por cento nos restantes mercados analisados.
Os montantes concedidos para a compra de automóveis, novos e usados, subiram 14,4 por cento face aos primeiros três meses de 2009, representando 13,5 mil milhões de euros. Com excepção dos mercados checo e finlandês, os restantes países apresentaram uma descida ou manutenção dos montantes financiados.

fonte:www.ionline.pt

08
Jul10

Bancos voltam a subir spreads para o Crédito habitação

adm

Na última quinzena de Junho, grande parte das instituições bancárias voltou a proceder a alterações nos preçários, para reflectir as actuais dificuldades de financiamento do sector, destaca o Diário Económico esta terça-feira.


Num cenário em que as taxas Euribor (indexante do mercado interbancário europeu) segue a subir, os portugueses enfrentam cada vez mais obstáculos até conseguirem a aprovação de um crédito à habitação.

 

De acordo com o jornal, a excepção à subida dos spreads recai na Caixa Geral de Depósitos (CGD) que, por enquanto, mantém inalterada a tabela de preços, embora o presidente Faria de Oliveira já tenha garantido que a subida está para breve.

 

O banco estatal exige 1,25% aos "bons" clientes e 4,15% para quem tem um perfil de risco mais desfavorável.

Por outro lado, os spreads mais baixos são praticados pelo BBVA e o Deutsche Bank.

fonte:http://diariodigital.sapo.pt/

08
Jul10

Empresas absorvem 95% do crédito concedido no mês de Maio

adm

A banca aumenta empréstimos em mil milhões de euros, ao mesmo tempo que o crédito malparado continua a crescer.

 

A banca emprestou mais dinheiro, em Maio. Ainda assim, os montantes em causa estão longe dos valores de 2007, ano que antecedeu a crise, sendo que as empresas absorveram a quase totalidade dos novos créditos concedidos. O malparado também voltou a aumentar.

 

Apesar das dificuldades em obter financiamento, a banca aumentou, em Maio, os empréstimos à economia. E foram as empresas que mais beneficiaram desta evolução. No total, os bancos emprestaram 1,09 mil milhões de euros, dos quais 929 milhões de euros foram canalizados para financiamentos acima de um milhão de euros. Já os créditos a empresas abaixo deste valor corresponderam a 108 milhões.

fonte:www.jornaldenegocios.pt

04
Jul10

Credito para passar férias sem juros

adm

Contrair um crédito para viajar nunca é boa opção. Se, ainda assim, não pode pagar a pronto e precisa de uma escapadinha, as as nossas dicas permitem planear umas férias mais baratas.

 

Viajar com taxa zero

Sobretudo na altura do Verão, as agências de viagens multiplicam-se em ofertas de pacotes de férias. Se encontrou o que procurava e a agência não cobra juros pelo pagamento em prestações, esta pode ser uma boa opção. Já agora, fique atento ao preço das viagens: taxa de juro zero nem sempre é sinónimo de pacote mais barato. Antes de contratar, pergunte o preço em várias agências e faça contas. Alguns bancos e sociedades financeiras para aquisição a crédito (SFAC) também concedem créditos para viagens, mas quase nunca compensam. Regra geral, os prazos e montantes até são mais elevados do que nas agências, mas as taxas de juro também. Outra forma de fazer férias sem juros é usar o cartão de crédito e liquidar a dívida nos 20 a 50 dias seguintes. Contudo, esta modalidade fica limitada ao valor do crédito disponibilizado pelo banco (plafond). Caso o seu cartão tenha programa de cash-back, recebe uma percentagem da despesa. A maioria associa também pacotes de seguros que cobrem alguns imprevistos. As coberturas mais importantes são assistência em viagem, despesas de tratamento e acidentes pessoais.

 

Créditos em conta

Caso pretenda um destino mais caro que nem a agência nem o cartão permitem pagar sem custos acrescidos e pondera a hipótese de recorrer ao financiamento, considere as modalidades de pagamento com juros. Se precisa de um valor reduzido (até 1500 euros, por exemplo), e prevê pagar a dívida no prazo de 3 a 6 meses, o cartão de crédito é uma boa opção. Em média, paga 25,2% por um empréstimo de 1500 euros a 12 meses. A conta-ordenado é uma alternativa ao cartão, mas o crédito disponível tem um valor idêntico ao do vencimento e o cliente começa a pagar juros logo que usa o saldo descoberto. Em média, os bancos cobram uma taxa anual de encargos global de 15,9% para um empréstimo de 1500 euros a 3 meses. Se prevê não poder pagar a dívida nos 3 a 6 meses seguintes, restam-lhe opções que implicam mais burocracia e mais tempo para formalizar (cerca de duas semanas). O crédito com penhor de uma aplicação financeira, como uma conta-poupança ou um fundo de investimento, é mais barato do que o crédito pessoal tradicional, já que o cliente apresenta uma garantia real. Contudo, a aplicação deve ter um valor igual ou superior ao montante do empréstimo e não pode ser movimentada enquanto o crédito estiver activo. Se não tem uma garantia, o crédito pessoal também é uma solução. Além de uma livrança, a maioria dos bancos exige seguro de vida e alguns o de protecção de crédito.

Consultório DN/DECO http://dn.sapo.pt/bolsa/

04
Jul10

Os "spreads" dos créditos "têm de subir" diz o presidente da CGD

adm

O resultado imediato das dificuldades de financiamento dos bancos, através dos mercados de dívida, é a redução da concessão de crédito, e também o aumento do custo deste tanto para as famílias como para as empresas. Faria de Oliveira, presidente da CGD, admite que os “spreads” cobrados pelo banco do Estado “têm de subir”.

“Em relação à média da banca, os ‘spreads’ da CGD mantiveram-se sempre muito moderados. Neste momento continuam a ser moderados”, sublinha Faria de Oliveira, em entrevista ao “Expresso”. Mas “obviamente têm de subir. Já estamos a fazer revisões em relação aos ‘spreads’”.


“Apesar das enormes dificuldades de liquidez que se vive, a CGD tem procurado manter um grande apoio à economia e às empresas portuguesas.

Nos primeiros cinco meses deste ano o crédito concedido a particulares aumentou 3,3% e o crédito às empresas aumentou 4,3%”, adianta o presidente da CGD.

Mas para Faria de Oliveira “obviamente aquilo que neste momento se nos exige é muito maior selectividade na concessão de crédito, e rigor”.

fonte:www.jornaldenegocios.pt

04
Jul10

Crédito malparado foi superior a 3.955 M€ em Abril

adm

O total do crédito de cobrança duvidosa a particulares ascendia a 3.955 milhões de euros no final de Abril, indica o Boletim Estatístico de Junho do Banco de Portugal, divulgado esta quarta-feira.


Este valor traduz uma subida de 1,67% face ao registado no final de Março e um incremento de 18% em relação a Abril do ano passado.

Dos 3.955 M€ de cobrança duvidosa, 1.930 M€ respeitam ao crédito à habitação, 1.129 milhões são relativos ao crédito ao consumo e 896 M€ destinavam-se a outros fins.

 

No crédito à habitação, o crédito malparado aumentou 0,89% face a Março e 12,7% em termos homólogos. No crédito ao consumo, os créditos de cobrança duvidosa cresceram 2,8% em termos mensais e 24% face a Abril do ano passado. No crédito para outros fins, os valores de cobrança duvidosa aumentaram 2% face a Março e 23% em relação a Abril de 2009.

fonte:http://diariodigital.sapo.pt/

04
Jul10

Ministro da Economia diz que o "Governo está empenhado em favorecer acesso ao crédito"

adm

O ministro da Economia, Vieira da Silva, disse esta quarta-feira que “o Governo está muito empenhado em favorecer o acesso aos créditos” a pequenas e médias empresas para solucionar problemas específicos.

 

"Um dos instrumentos fundamentais que temos utilizado é a constituição  de linhas de crédito que têm um papel poderoso, já chegaram a mais de 50  mil empresas, correspondente a 600 mil trabalhadores", disse o ministro, citado pela agência Lusa, depois da cerimónia de atribuição formal da certificação ambiental  'LEED Gold' Sonae Maia Business Center.

 

Para ajudar as empresas a “desenvolver os investimentos já aprovados no âmbito do QREN”, foi criada uma linha de crédito de 600 milhões de euros, de modo que estas não sofram atrasos nas suas actividades económicas.

fonte:www.cmjornal.xl.pt

04
Jul10

Já começaram a subir as prestações do crédito à habitação

adm

O valor da subida ainda é reduzido - apenas alguns euros - mas representa o início de um aumento do custo do dinheiro que está a acontecer a um ritmo acelerado.

As Euribor a seis e três meses estão a subir há 23 sessões consecutivas e a conjuntura actual, de elevada escassez de dinheiro no mercado interbancário, gerada em boa parte pela desconfiança dos bancos em emprestarem dinheiro entre si, não revela perspectivas de recuperação no curto prazo.

A média da Euribor a três meses ficou em Junho nos 0,727 por cento, mais 39 pontos-base face ao mês anterior. A Euribor a seis meses quebrou a barreira de um por cento, o que não acontecia desde Outubro de 2009, e atingiu 1,012 por cento, mais 30 pontos-base que no mês anterior.

A média da Euribor a 12 meses, pouco utilizada em Portugal, subiu 32 pontos-base para 1,281 por cento, máximo desde Setembro de 2009.

Neste quadro, um empréstimo de 150 mil euros, a 30 anos, com um spread (margem do banco) de 0,7 por cento, indexado à Euribor a três meses, vai passar a pagar 512,44 euros. A prestação que pagava desde a última revisão, em Março, era de 506,60 euros. Num mesmo contrato, mas indexado à Euribor a seis meses, a revisão vai implicar uma prestação de 533,08 euros, uma diferença de pouco mais de um euro face ao valor a que estava a pagar desde Janeiro, que era de 531,91 euros.

O impacto da subida das taxas Euribor vai ser sentido à medida que os contratos vão sendo revistos, ao trimestre ou ao semestre, conforme a taxa escolhida, e é mais gravosa nos contratos de empréstimo mais recentes, já que têm por base spreads do banco muito elevados, face aos contratos mais antigos.

Os valores mais baixos de spread rondam actualmente um por cento, quando no passado chegaram a quebrar a barreira dos 0,25 por cento. Os spreads máximos já andam perto de quatro por cento.

A revelar a tendência de subida, a última sessão da Euribor a três meses já está a 0,767 por cento, a Euribor a seis meses a 1,041 por cento e a Euribor a 12 meses a 1,306. Apesar das subidas, as taxas do mercado interbancário ainda estão longe do patamar dos mais de cinco por cento que atingiram no final do Verão de 2008.

A Euribor a seis meses esteve oito meses abaixo da principal taxa de financiamento do BCE, que é de um por cento, nível a que se mantém apenas na Euribor a três meses.

fonte:http://economia.publico.pt/

04
Jul10

Crédito Habitação aumentou cerca de 10% desde o início do ano

adm

O crédito para comprar casa está mais caro. Não só por via da subida das Euribor, mas especialmente pela escalada nos "spreads" que as instituições financeiras estão a praticar e que, nalguns casos, superam já os 4%. Face ao início de 2010, regista-se um aumento entre 5% e 10% no valor da prestação mensal, para quem for ao banco contratar um novo empréstimo.

A conclusão resulta de cálculos realizados pelo Negócios, tendo em conta os "spreads" médios mínimos e máximos entre Janeiro e o final do mês passado - os últimos conhecidos - que são praticados pelas principais instituições financeiras a operar em Portugal.

fonte:www.jornaldenegocios.pt

04
Jul10

Terminou o crédito fácil e barato em Portugal

adm

O líder da Associação Portuguesa de Bancos (APB), António de Sousa, veio ontem repetir o que a maior parte dos banqueiros portugueses já deixou claro: "As empresas vão ter de se habituar... Acabou o crédito fácil e barato".

 

Habitualmente parco em palavras, António de Sousa afirmou, em entrevista à Lusa, que 'não fazem sentido spreads de 0,25% ou 0,35%', um cenário que nos últimos anos só foi possível porque o mercado estava 'distorcido'. O líder dos banqueiros não tem dúvidas de que 'essa situação de crédito fácil e barato vai desaparecer', sublinhando que 'as empresas vão ter de voltar àquilo que sempre existiu', ou seja, ao panorama que existia antes de o mercado se ter tornado 'irracional'.

 

No entender do presidente da APB, perante o cenário de dificuldades que se avizinha, as empresas portuguesas deverão aumentar os capitais próprios, porque têm 'os níveis de capitalização mais baixos em todo o panorama europeu'.

Sobre a solidez da Banca portuguesa, António de Sousa fez questão de sublinhar que o sector 'está de boa saúde' e desvalorizou a necessidade de financiamento das instituições financeiras do País junto do Banco Central Europeu.

 

'Fala-se muito de Portugal, mas isso não é, neste momento, uma situação específica de Portugal. O montante que Portugal está a ir buscar ao BCE, em percentagem do PIB, é inferior aos de vários outros países. É uma situação que não é desejável, mas não é muito extraordinária', garantiu.

Fonte:www.cmjornal.xl.pt

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