Quinta-feira, 25 de Novembro de 2010
Euribor sobe após 15 dias de queda

Esta quinta-feira, as taxas interbancárias europeias avançaram em todos os prazos. Havia 15 sessões que as taxas estavam em quedam queda.

 

A taxa Euribor a seis meses - a mais utilizada no cálculo dos juros do crédito à habitação em Portugal - subiu para 1,262%, enquanto a taxa a 12 meses atingiu os 1,533%. Este indexante já não subia há 12 sessões.

Por sua vez, a taxa a três meses, a referência no cálculo dos juros dos Certificados de Aforro e também nos mais recentes empréstimos de compra de habitação avançou para 1,031%, após dez sessões negativas.

fonte:cmjornal



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Segunda-feira, 22 de Novembro de 2010
Credito Malparado ao consumo supera 8%

O peso do crédito malparado ao consumo concedido às famílias e às empresas em nome individual, atingiu 8,5 por cento no mês de Agosto. Os dados do Boletim Estatístico publicado pelo Banco de Portugal, mostram que entre Junho e Setembro houve um aumento 0,6 por cento.

Já os níveis de incumprimento nos empréstimos habitação, permanecem inalterados em 1,9 por cento. Ao todo as instituições financeiras contabilizam cerca de 5,06 mil milhões de euros em crédito malparado, enquanto que no trimestre anterior esse valor rondava os 4,89 mil milhões de euros. Apesar dos níveis de incumprimento continuarem a aumentar no crédito ao consumo e para outros fins, no terceiro trimestre deste ano houve uma redução em cerca de 93 milhões de euros dos montantes concedidos. Porém, o crédito à habitação aumentou aproximadamente 537 milhões de euros.

fonte:saldopositivo



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Domingo, 21 de Novembro de 2010
Subida de 'spread' na CGD

Nuno Sena tem um crédito à habitação na Caixa Geral de Depósitos (CGD), na agência de Colos, no Alentejo, tendo recebido uma carta da direcção de financiamento imobiliário a informar que o spread iria passar de 0,3% para 3%, na sequência da anulação do seguro multirriscos associado.

Acontece que o seguro não foi efectivamente anulado e o seu débito anual foi realizado, tratando-se de um erro da CGD. Nuno Sena já contactou várias vezes com o banco, pessoal e telefonicamente, não evitando, apesar da urgência que a CGD diz atribuir ao assunto, que já tivesse pago três prestações com spread de 3%. Segundo o cliente "será uma estratégia para aumentar o spread dos créditos menos vantajosos? Quando regularizar a situação, a CGD terá a rectidão de pagar juros sobre o capital que me pediu emprestado?"

Posição da Sefin

A Sefin entende que, de acordo com a legislação existente, seria de criticar a subida de spread pela razão exposta. Trata-se de uma razão inexistente, visto que o seguro multirriscos associado ao empréstimo foi pago. Por isso, é lamentável e denota total falta de qualidade de serviço e de atenção ao cliente, levar mais de três meses a corrigir a situação, obrigando o cliente a suportar um agravamento indevido do montante de juros na prestação. Se as posições se invertessem, certamente a CGD cobraria juros. A Sefin entende que o cliente tem total razão, exigindo não só a devolução do dinheiro cobrado sem razão, mas também os juros remuneratórios do dinheiro retido sem fundamento. Aconselha ainda o cliente a descrever o caso no livro de reclamações presente na agência e a remeter o caso para o Banco de Portugal.

Posição do banco

Contactado pelo DN, recebemos a seguinte resposta do banco: "O Decreto-Lei n.º 192/2009, que entrou em vigor em 1 de Outubro de 2009, veio estabelecer o prazo máximo para os bancos exigirem o cumprimento das condições de contratação acordadas que estiveram na origem da redução do spread de que o cliente beneficia na sua operação de crédito à habitação. Na situação em causa, que se encontra abrangida pelo sigilo bancário e embora não tenhamos autorização do cliente para prestar informações, aconteceu que não era correcta a informação que residia sobre o seguro multirriscos do cliente. A carta que o cliente recebeu solicitava que o mesmo se dirigisse à sua agência de contacto /gestor dedicado para que possa subscrever os produtos acima mencionados, antes da cobrança da próxima prestação. O cliente reclamou no site público a 4 de Outubro e no Banco de Portugal a 7 do mesmo mês. A situação foi regularizada pela Caixa, no dia 5 de Outubro, com data-valor, pelo que o cliente não ficou prejudicado, tendo-lhe sido comunicado por escrito em 6 de Outubro e 13 de Outubro, na sequência das respostas às referidas reclamações do site público e Banco de Portugal, respectivamente."

fonte:dn.sapo



publicado por adm às 21:41
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Quinta-feira, 4 de Novembro de 2010
Crédito às famílias e malparado continuam a subir - Banco de Portugal

O valor do crédito concedido às famílias aumentou 163 milhões de euros de Julho para Agosto, com o malparado a subir também para os 4,115 mil milhões de euros, segundo dados divulgados pelo Banco de Portugal. 
De acordo com o Boletim Estatístico publicado, o valor dos empréstimos concedidos aos particulares subiu em Agosto para os 140.658 milhões de euros, face aos 140.495 milhões de euros em Julho. 
O único segmento cujo valor de crédito concedido subiu foi o da habitação, que atingiu os 112.839 milhões de euros em Agosto, mais 204 milhões de euros que em Julho. Nos créditos para consumo, o valor diminuiu em 24 milhões de euros, enquanto que, para outros fins, o crédito diminuiu 16 milhões de euros. No que diz respeito ao crédito de cobrança duvidosa, o valor variou de forma distinta consoante os sectores. 
Nos empréstimos para habitação, o crédito malparado desceu em 1 milhão de euros entre Julho e Agosto, para os 1.957 milhões de euros, enquanto que, no crédito ao consumo, a cobrança duvidosa subiu 10 milhões de euros (para 1.232 milhões de euros).

fonte:mundoportugues



publicado por adm às 23:06
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Terça-feira, 2 de Novembro de 2010
Taxas Euribor voltam a subir em todos os prazos

As taxas Euribor voltaram a subir esta terça-feira e continuam a renovar máximos de 16 meses. 

A Euribor a 6 meses, a maturidade mais usada nos contratos de crédito à habitação, avançou hoje para 1,27%.

A taxa a três meses, que serve sobretudo de referência nos empréstimos às empresas, subiu para 1,047%. 

Já o prazo a 12 meses avançou para 1,542%, o que representa um máximo de 16 meses.

fonte:agenciafinanceira



publicado por adm às 22:56
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Consolidar os créditos é o último recurso

Por norma, quem recorre a esta solução já está em incumprimento há vários meses e com valores de dívidas que vão até 150 mil euros.

Acrise tem agravado a situação de sobreendividamento, sendo muitos os agregados familiares que não conseguem cumprir com todos os compromissos financeiros. Quando as famílias se apercebem que já não suportam mais os encargos que têm pensam na consolidação de créditos.

"A procura de crédito consolidado continua a crescer devido ao sobreendividamento das famílias e à diminuição do rendimento disponível", confirma João Martins, director-geral da MaxFinance.

Apesar de não existirem números sobre a evolução da procura, João Martins antecipa que esta "deverá ser superior à procura de crédito pessoal que tem crescido a mais de 3% ao ano". Também Hélder Beça, director-geral da Exchange, instituição financeira que faz consolidação de crédito, admite que a procura por esta opção "tem aumentado" e a tendência até podia ser de crescimento, uma vez que "seria necessário agora talvez mais do que no passado". Porém, nem todos conseguem a aprovação de uma consolidação dos seus créditos. "A disponibilidade das instituições financeiras é muito menor do que há dois anos", o que leva as famílias "a situações de incumprimentos e muitas vezes a optar por soluções de âmbito jurídico", explica Hélder Beça.

Na Exchange, em 98% das famílias, a procura de ajuda acontece já em casos extremos, com o "processo descontrolado e depois de terem arrastado o problema entre dois a seis meses", diz o director-geral da empresa, cujos clientes "têm em média dívidas entre os 100 e os 150 mil euros, tendo o número de credores em média dois créditos em cada instituição", acrescenta.

Já na MaxFinance, os clientes "têm, em média, mais de cinco créditos além do crédito habitação, rondando o valor médio de cada operação de crédito consolidado os 18.750 euros", revela João Martins. Tal como na Exchange, também na MaxFinance, "a maioria das pessoas procura aconselhamento financeiro quando os créditos já estão em mora", sublinha o director-geral da instituição. Nesse âmbito, defende "uma consultoria preventiva para evitar estas situações, que têm sempre custos agravados e são mais difíceis de resolver".

O incumprimento sucessivo durante meses, torna mais complicada a resolução do problema, pelo que João Martins, director-geral da MaxFinance deixa um conselho aos clientes em dificuldades: "Que todos os créditos sejam objecto de renegociação antes de entrar em incumprimento". Quando os clientes apresentam os processos depois desta fase, as instituições financeiras especializadas podem ter um papel preponderante na ajuda à renegociação das operações junto da banca.

Não há dúvida que, actualmente, na base do problema está o crédito mal parado, ao contrário do que acontecia em 2007/2008, em que o consolidado "era feito de forma geral para reduzir as prestações", salienta Hélder Beça, director-geral da Exchange.

Consolidar créditos não traz apenas vantagens

Consolidar créditos pode aliviar as dificuldades financeiras, mas não deve ser uma decisão feita de ânimo leve. João Martins lembra que "o recurso ao crédito consolidado deverá ser sempre uma excepção, pois significa que algo já correu mal. Falhou a consultoria preventiva", diz. O director-geral da MaxFinance garante que nestes casos "o que importa é resolver a situação sem estrangular financeiramente as famílias".

E porque se deve evitar o crédito consolidado? É que a condição mínima exigida "é a disponibilização de um imóvel como garantia ao valor global dos créditos dos clientes, sendo ideal que o imóvel tenha um valor comercial igual ou superior ao dobro do total de créditos", explica Hélder Beça, director-geral da Exchange. Esta imposição leva Vinay Pranjivan, técnico da Deco Proteste a afirmar que a consolidação de crédito deve ser considerada como uma solução de recurso "apenas em casos de necessidade urgente em diminuir as prestações, pelo incumprimento das prestações a pagar". O responsável assume que "dificilmente as pessoas conseguirão uma consolidação se não tiverem uma habitação para dar como garantia" e alerta para o facto de, apesar da consolidação permitir alargar o prazo temporal de pagamento e oferecer taxas de juros mais baixas, aliviando no imediato o valor das prestações, "acaba por ficar mais caro, a longo prazo".

Em resumo, "o principal objectivo da consolidação de crédito é obter uma redução, no imediato, dos encargos das empresas e das famílias, adequada às suas reais capacidades de pagamento", explica João Martins.

Entre as principais vantagens desta solução está a "possibilidade de ter uma única prestação, inferior à soma das prestações existentes, pagar menos juros e prazo até aos 75 ou 80 anos de idade, o que permite utilizar o prazo para adequar o valor da prestação à disponibilidade financeira do agregado familiar", explica Hélder Beça. O mesmo responsável enumera ainda algumas desvantagens na consolidação de créditos. "Quando o cliente possui um crédito habitação com ‘spread' muito baixo e em que o ‘spread' no âmbito da consolidação seja mais elevado", por exemplo. Nestas situações, "o cliente terá que ponderar se a necessidade de redução de encargos mensais é mais importante que o benefício do ‘spread' mais baixo". Por esta razão, o mesmo responsável reforça que "nem todas as consolidações são vantajosas, devendo ser efectuadas por especialistas para que o cliente não saia prejudicado."

fonte:economico



publicado por adm às 17:56
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Segunda-feira, 1 de Novembro de 2010
Veja quanto pode poupar se juntar os seus créditos

As poupanças de juntar os créditos num único empréstimo podem chegar aos 60%.

Cenário 1
Pedimos à Exchange, empresa especialista na concessão de crédito consolidado para nos fazer três simulações tendo em conta três cenários diferentes, de modo a tentar perceber qual o grau de poupança atingido no final do mês. Num cenário com crédito habitação de 150 mil euros, a pagar a 360 meses, crédito automóvel de 20 mil euros, a pagar a 48 meses e cartão de crédito, com dívida de 250 euros, a prestação era de 805 euros.

Com crédito consolidado a prestação diminui 38%, passando a ser de 498 euros, com uma consolidação de 170.250 euros, a pagar em 38 anos.

Cenário 2
O ponto de partida das simulações foi um agregado familiar composto por um casal de 33 e 37 anos, com um filho e um rendimento mensal de dois mil euros. No segundo cenário apresentado o casal tinha um crédito habitação de 150 mil euros, um crédito automóvel de 20 mil euros, a que se juntava um crédito pessoal de dez mil euros e uma dívida de 250 euros de cartão de crédito. A prestação final era de 1.094 euros.

Recorrendo ao crédito consolidado, o casal passaria a pagar 527 euros, uma consolidação de 180.250 euros, a pagar em 38 anos.

Cenário 3
As simulações consideram sempre a consolidação com hipoteca do imóvel. Importante referir que sem consolidação, o crédito habitação tem um TAE de 1,983%, o crédito automóvel um TAEG de 5,027%. Já o cartão de crédito tinha um TAEG de 24,10% e o credito pessoal 18,529%. Na última simulação incluiu-se um crédito para férias no valor de três mil euros com TAEG de 19,428%, que elevou a prestação para os 1.344 euros.

Neste último caso a redução chega aos 60%, passando o casal a pagar 536 euros, durante 38 anos. A consolidação é de 183.250 euros.

fonte:economico



publicado por adm às 17:51
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