Sexta-feira, 29 de Abril de 2011
Crédito: bancos só podem associar produtos sem risco

Na hora de negociar o spread do contrato de crédito à habitação, as instituições não podem impingir qualquer coisa

 

O Banco de Portugal (BdP) decidiu impor limites aos produtos que os bancos podem vender aos clientes, associados aos contratos de crédito, nomeadamente crédito à habitação, quando negoceiam spreads mais baixos.

«As instituições de crédito têm vindo a recorrer de forma crescente à comercialização conjunta de produtos e serviços financeiros, associando um determinado produto base, como o crédito à habitação ou o crédito aos consumidores, a outros produtos financeiros, nomeadamente outros créditos, depósitos, seguros ou produtos de investimento», admite o BdP num comunicado.

O regulador explica ainda que ambas as partes têm algo a ganhar com este negócio das vendas conjuntas: as instituições de crédito obtêm economias de escala na comercialização de vários produtos e promovem a fidelização dos clientes. Estes, por seu lado, também podem retirar vantagens do «cabaz», obtendo, em geral, como contrapartida, uma redução de custos reflectida no produto base. A venda associada de produtos é muitas vezes proporcionada pela complementaridade entre produtos, como é o caso, por exemplo, da venda de um crédito em simultâneo com um seguro, sempre que este é exigido como garantia pela instituição de crédito.

Neste contexto, a legislação nacional permite a venda associada de produtos e serviços financeiros, «desde que por opção voluntária do cliente bancário» e apenas se estes forem também comercializados autonomamente pela instituição de crédito.

O Banco de Portugal tem fiscalizado esta prática, ponderando eventuais riscos incorridos pelo cliente na aquisição conjunta de produtos, e considera que algumas práticas podem envolver maiores riscos para os clientes.

Uma delas, diz, «é a venda de produtos bancários de retalho associados a aplicações financeiras sem garantia de capital a todo o tempo». 

O Banco de Portugal concluiu que «os deveres de informação e transparência não são, nalguns casos, suficientes para garantir uma adequação entre os riscos de determinados produtos vendidos conjuntamente e o perfil dos clientes que os adquirem», e que «o cliente tende a centrar se nas vantagens obtidas no produto base e a não avaliar devidamente os riscos dos produtos associados».

Para evitar que os clientes subscrevam produtos de risco sem se aperceberem inteiramente do que estão a fazer, o Banco de Portugal considera que, no âmbito das vendas associadas facultativas, as instituições de crédito não devem comercializar créditos ou depósitos com aplicações sem garantia de capital.

O regulador enviou já uma carta-circular às instituições de crédito, transmitindo que «apenas considera como boa prática a comercialização conjunta de créditos ou depósitos com outros produtos ou serviços financeiros que se enquadrem num dos seguintes tipos: depósitos bancários; produtos de poupança com capital garantido a todo o tempo; contratos de seguro com capital garantido a todo o tempo; crédito à habitação ou aos consumidores; serviços de domiciliação de pagamentos periódicos (por exemplo, débitos directos, transferências); ou cartões de crédito, cartões de débito e outros instrumentos de pagamento».

O Banco de Portugal entendeu ainda reforçar os deveres de informação, estabelecendo que, sempre que ocorram vendas associadas facultativas, as instituições de crédito devem informar os clientes sobre os benefícios dessa contratação conjunta e o impacto de eventuais alterações à composição do cabaz ao longo da vida do contrato.

Esta informação deve ser incluída não só na Ficha de Informação Normalizada (FIN) a entregar ao cliente antes da contratação, mas também nos termos do próprio contrato, e reflectir devidamente estes efeitos, designadamente quanto à redução de custo do empréstimo e ao seu eventual aumento se, mais tarde, o cliente vier a desistir desse(s) produto(s) ou serviço(s) financeiro(s).

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f



publicado por adm às 22:53
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Quarta-feira, 27 de Abril de 2011
Queixas junto do mediador do crédito disparam 40% em 2010

Houve um aumento no número de processos enviados ao mediador do crédito. João Amaral Tomaz recebeu, no ano passado, um total de 178 pedidos de mediação, na sua maioria com vista à reestruturação e a consolidação de créditos de particulares. “Os 178 novos processos recepcionados em 2010 deram origem a 782 ofícios”, mais 42,4% que em 2009. Em termos acumulados, até ao final de 2010 foram concluídos 71 processos de mediação tendo sido concluídos 55 no ano passado, dos quais 29 recebidos em 2009 e 26 em 2010”.

No ano passado, e de acordo com o relatório de actividade do mediador do crédito, “69,2% dos processos objecto de mediação estavam relacionados com a reestruturação e a consolidação de créditos de particulares”. Em 2009, os processos de mediação que “recaiam sobre estes assuntos não ultrapassavam os 38,3%”. 

“Verificou-se uma redução do número de mediações aceites relacionadas com ocrédito habitação, uma mudança que “resultou da maior dificuldade que, em 2010, se verificou na obtenção de crédito e no pagamento das prestações dos empréstimos já concedidos – o que levou cada vez mais devedores a tentar reestruturar os seus créditos. 

“Esta mudança também causou impacto no número de mediações. Este número cresceu em relação ao número de processos de mediação porque, por norma, a reestruturação de créditos implica a negociação – e, portanto, a aceitação da mediação – com várias instituições de crédito ou sociedades financeiras”, conclui o documento.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt


publicado por adm às 22:57
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Sábado, 23 de Abril de 2011
Bancos cortam empréstimos

Entre janeiro e fevereiro, os empréstimos concedidos pelos bancos às famílias portuguesas caíram 78 milhões de euros, segundo informou ontem o Banco de Portugal através do seu Boletim Estatístico. E mesmo com a banca a cortar nos créditos, o malparado continua a subir: entre o 1.º mês do ano e fevereiro houve um aumento de 75 milhões de euros.

Segundo a instituição liderada por Carlos Costa, os juros dos novos empréstimos à habitação concedidos às famílias voltaram a aumentar em fevereiro – taxa atingiu os 3,05 por cento, o valor mais alto desde abril de 2009. Recorde-se que o crédito à habitação continua a representar a maior fatia do malparado.

De salientar ainda que a diminuição dos empréstimos resulta sobretudo do crédito ao consumo: corte de 35 milhões para 15.381 milhões de euros, o que equivale ao montante mais baixo que os bancos concederam desde dezembro de 2008.

Quanto ao crédito concedido às empresas, a queda é de 392 milhões de euros para mínimos de dois anos.

Dívida portuguesa. Numa altura em que continuam os rumores de que a Grécia será forçada a reestruturar parte da sua dívida, os juros da dívida grega e portuguesa a dois anos avançaram ontem quase um ponto percentual, o que significa que a dívida portuguesa a dois anos já está quase 10 pontos percentuais mais cara do que a alemã.

fonte:http://www.record.xl.pt/f



publicado por adm às 00:24
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Juros da casa acima de 4% e nas empresas nos 6,3%

Os particulares e empresas que conseguem obter financiamento bancário estão a pagar caro por esses empréstimos. Os juros do novo crédito concedido voltaram a aumentar em Fevereiro e estão agora em máximos de dois anos.

De acordo com o Banco de Portugal, a taxa anual efectiva global (TAEG) paga por quem fez um novo crédito à habitação naquele mês foi de 4,14%, o valor mais alto desde Março de 2009. Atendendo a que a Euribor a seis meses, o indexante para o cálculo dos juros mais utilizado em Portugal, estava em 1,3%, os portugueses que contrataram um novo empréstimo à compra de casa em Fevereiro fizeram-no pagando um spread médio em torno dos 2,8 pontos percentuais.

Também as taxas aplicadas aos novos créditos ao consumo voltam a subir, desta vez para máximos de Novembro de 2009. Os novos contratos assinados em Fevereiro apresentaram uma taxa de juro média de 11,06%, sendo este o segundo valor mais alto da Zona Euro.

As empresas também estão a financiar-se com os juros mais elevados dos últimos dois anos. As operações de financiamento até um milhão de euros obtiveram um juro médio de 6,3%, enquanto os montantes acima daquele patamar registaram um juro médio de 4,66%. O crédito continua mais caro para as pequenas e médias empresas (que recorrem aos financiamentos até um milhão de euros) face, obviamente, ao seu perfil de risco.

Nos saldos dos créditos existentes em Fevereiro, as empresas pagavam, em média, 4,97% nos empréstimos até um ano e 3,38% nos créditos acima de cinco anos.

fonte:http://www.dn.pt/



publicado por adm às 00:19
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Terça-feira, 12 de Abril de 2011
Crédito: dívidas aumentam, penhoras também

Desemprego, austeridade, subida dos juros. São estes os principais elementos da equação crise e endividamento. Só este ano, mais de mil pessoas já pediram insolvência, mas antes deste passo, a maioria pede aconselhamento jurídico à DECO.

Natália Nunes, da associação de defesa do consumidor, recebe pedidos de ajuda todos os dias, por e-mail, por correio ou pessoalmente. Em média, são cerca de 20 por dia.

Os orçamentos familiares são cada vez mais reduzidos. Sobem os juros, sobem as taxas Euribor, sobem os números do desemprego. São muitas gotas de água, num copo prestes a transbordar. E, quando o copo transborda, a solução pode ser a insolvência. Um processo judicial complicado de executar e que exige esforços. 

Entre 1 de Janeiro e 18 de Março, 1.116 pessoas já o fizeram. É quase o triplo do que em igual período do ano passado.

Quando as prestações em atraso se acumulam, as penhoras são certas. Estão a aumentar e, no topo das execuções, estão os automóveis. Os solicitadores chegam a executar uma centena de automóveis por dia. Mais 15% do que em período igual no ano passado.

Mas a crise vai continuar a apertar as famílias com dívidas: 10% é a estimativa do aumento das penhoras ainda em 2011, e as penhoras podem chegar aos bens essenciais.

O diagnóstico já é um lugar comum: facilitismo ao consumo, e a ingenuidade financeira de muitas famílias.

Casas, salários e até contas bancárias: quando todos estes bens puderem ser penhorados por via electrónica, como já são os automóveis, os números das execuções vão disparar.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt



publicado por adm às 23:50
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Segunda-feira, 11 de Abril de 2011
Crédito malparado volta a aumentar em Fevereiro

O crédito malparado voltou a aumentar, em Fevereiro, tanto entre as empresas como entre as famílias. No total, a banca tem mais de 9,5 mil milhões de euros em incobráveis.

 

Os dados preliminares do Banco de Portugalrevelam que o crédito malparado entre as famílias aumentou para 2,96% dos empréstimos totais concedidos. Uma evolução que foi partilhada por todos os destinos de financiamento: crédito à habitação, ao consumo e outros fins (onde estão incluídos os empréstimos para a educação e para trabalhadores por conta própria).

No total, o montante de malparado correspondente às famílias ascendeu a 4,19 mil milhões de euros, em Fevereiro.

Já nas empresas o malparado aumentou para 5,31 mil milhões de euros, o que corresponde a 4,66% do total dos financiamentos concedidos pela banca.

O malparado continua assim a aumentar, num ambiente económico adverso, onde a taxa de desemprego permanece acima dos 11%. 

As previsões não são animadoras, com as perspectivas a apontarem para nova recessão económica em Portugal, o que terá impacto nas empresas e nas famílias.

E isto numa altura em que as taxas de juro estão a começar a subir. O Banco Central Europeu (BCE) aumentou o preço do dinheiro para a Zona Euro na semana passada para os 1,25%, e os economistas prevêem que os juros subam, pelo menos, mais duas vezes. O que significa que o BCE deverá colocar os juros em 1,75% no final deste ano.

E esta evolução será reflectida pelas taxas Euribor, que são os indexantes mais usados nos contratos de crédito à habitação em Portugal.

Á margem desta evolução, a banca tem aumentado os “spreads” que pratica nos financiamentos das famílias e das empresas, devido ao momento económico e ao aumento do risco de incumprimento, o que no actual contexto torna ainda mais difícil a situação.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/



publicado por adm às 23:23
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Quinta-feira, 7 de Abril de 2011
«Os tempos do crédito fácil não vão regressar»

Empresas só terão melhorias no acesso ao crédito quando houver normalização do sistema financeiro

 

O presidente do Instituto de Apoio às PME (IAPMEI) disse esta quinta-feira que «os tempos do crédito fácil não vão regressar» e adiantou que as empresas só terão melhorias no acesso ao crédito quando houver uma normalização do sistema financeiro.

«É fundamental haver uma normalização das condições de refinanciamento da República Portuguesa para haver condições de normalização de refinanciamento da banca e para as empresas poderem ter acesso ao crédito em condições mais vantajosas», declarou Luís Filipe Costa, questionado sobre se a ajuda externa iria melhorar as condições das empresas, cita a Lusa.

Para Luís Filipe Costa, que falava à margem do 4º Congresso da Indústria da Madeira, Mobiliário e Afins, este «efeito de cascata» depende das taxas de juro e das notações de rating.

«Os downgradings [revisões em baixa dos ratings] têm de parar, seja para a República, para a banca ou para as empresas portuguesas e as taxas de juro têm de começar a baixar» para que haja condições de normalizar o sistema, considerou.

O responsável do IAPMEI - Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas alertou para o problema da baixa autonomia financeira das empresas e a excessiva dependência do crédito sublinhando que «os tempos do crédito fácil não vão regressar» e destacou que é necessário capitalizar as empresas, nomeadamente promovendo os aumentos de capital através dos incentivos fiscais, uma solução que não tem sido facilitada pelo ministério das Finanças.

«O ministério das Finanças tem de se preocupar mais em receber alguma coisa do que em ter taxas elevadas para não receber nada», comentou.

Luís Filipe Costa sublinhou que «o estigma do sector da madeira junto da banca pode e deve ser ultrapassado se as empresas fizerem o trabalho de casa» e salientou o trabalho que tem sido desenvolvido pelo IAPMEI a nível do acesso ao financiamento.

Desde Junho de 2008, foram criadas sete linhas de crédito PME Investe (em que o Estado partilha o risco comercial com a banca) ao abrigo das quais foram concedidos oito mil milhões de euros de que beneficiaram 54 mil empresas com 700 mil postos de trabalho.

No sector da madeira, foram financiadas 1.830 operações de crédito no valor de 234 mil euros que beneficiaram 1.203 empresas com 24 mil trabalhadores.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



publicado por adm às 23:59
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Domingo, 3 de Abril de 2011
Mediadores de crédito sem supervisão do Banco de Portugal

O Banco de Portugal recebeu reclamações de cidadãos que se sentem enganados por consultores ou mediadores financeiros. Se usar estes serviços, peça um contrato e não pague antecipadamente.

 

Em troca da suposta prestação de serviços, como ajuda para contratar um crédito à habitação ou pessoal, o cliente tem de efetuar um pagamento, a título de despesas de expediente, honorários ou comissões. O cliente é depois informado de que a proposta de crédito não foi aprovada, sem ter direito à devolução do montante pago. Como não há contrato, muitos consumidores não sabem como reagir e reportam-nos o seu caso.

Evite pagamentos antecipados
As atividades de mediação e consultoria financeira não estão, por lei, sujeitas à supervisão do Banco de Portugal. Assim, esta instituição lançou um alerta aos potenciais clientes para redobrarem precauções.

Para reduzir riscos, os consumidores devem pedir um contrato de serviços. Caso o mediador exija o pagamento de honorários pela sua prestação, o consumidor não deve suportar esse custo antes de o negócio ser concretizado; exceto se houver garantia de re-embolso em caso de não aprovação.

Polícia é a única saída
Fora da alçada do Banco de Portugal, estes consultores e mediadores exercem atividade sem controlo. Resultado: se ocorrer um problema, resta ao consumidor queixar-se à polícia.

A DECO já se pronunciou sobre um projeto-lei para regular a atividade dos mediadores de crédito. Enquanto essa legislação não for publicada, o consumidor continua desprotegido.

fonte:http://www.deco.proteste.pt/d



publicado por adm às 11:12
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