Sexta-feira, 8 de Julho de 2011
Juros do crédito para pagar férias atingem os 19%

Recorrer aos bancos para fazer um empréstimo para pagar as férias poderá não ser a melhor solução. Há outras alternativas mais atractivas para pagar as suas férias.

Antes de começar a ler este artigo há uma ressalva a fazer: quem não tem dinheiro para pagar a pronto as suas férias de sonho, deve optar por fazer férias adequadas ao tamanho da sua carteira. A situação económica do País e as medidas de austeridade impõem ao Estado, às empresas e às famílias uma moderação no recurso ao endividamento. E a ordem é clara: poupar sempre que possível e não contrair novos créditos. Quem mesmo assim - e apesar de todas as advertências - quiser apostar numa viagem de sonho e esquecer a crise, o Diário Económico dá-lhe várias sugestões de financiamento a ter em conta para encontrar a melhor solução sem colocar em causa a saúde do seu orçamento.

Sempre que possível, recorra ao crédito com 0% de juros que algumas agências de viagem oferecem. O problema é que são poucas as agências que têm esta possibilidade e as que oferecem impõem algumas limitações. Por exemplo, na agência Abreu os consumidores podem obter uma linha de crédito a pagar em cinco ou 12 mensalidades, sem juros. No entanto, esta facilidade não pode ser aplicada em destinos que se encontram em desconto ou promoção, destinando-se apenas à compra de "viagens organizadas". Além disso, quem optar pela modalidade a 12 meses terá de dar uma entrada inicial de 25% do valor da compra. Também na Geostar é possível fazer um crédito para pagar as férias com 0% de juros (com mensalidades a cinco a 12 meses) mas, mais uma vez, esta facilidade não se aplica a compras de viagens em promoção.

Caso não opte pelo financiamento a 0% prestado pelas agências de viagem existem outras soluções alternativas ao crédito bancário para pagar as suas férias. Uma delas poderá passar pelo recurso ao saldo da conta-ordenado ou mesmo pelo recurso ao cartão de crédito. Através das simulações feitas pelo Diário Económico - nas linhas telefónicas de apoio ao cliente e directamente nas agências dos bancos - é possível verificar que as próprias instituições financeiras estão a encaminhar os clientes para outras soluções financeiras alternativas ao crédito pessoal.

Na CGD, por exemplo, através da linha telefónica de apoio ao cliente, a funcionária sugeriu ao cliente-mistério a comparação entre as taxas praticadas na contratação de um crédito pessoal e os juros associados à utilização do cartão de crédito. "É possível que consiga juros mais baixos se optar pelo parcelamento da dívida com o cartão de crédito do que se fizer um crédito pessoal", explicou a funcionária. Também no BCP foi desaconselhado o recurso ao crédito pessoal. "Se não tem um envolvimento considerável com o banco, dificilmente lhe concederemos um crédito pessoal", referiu o funcionário de uma agência do BCP em Lisboa.

E não é difícil perceber a cautela que algumas instituições mostram na concessão de financiamento às famílias portuguesas. Pressionados pelas novas metas impostas pela ‘troika', os bancos têm de diminuir os rácios de alavancagem. Um objectivo que só poderá ser atingido de duas formas: menor concessão de crédito e maior captação de depósitos.

A prudência da banca, principalmente, no que se refere à concessão de crédito pessoal, é sentida em diversos níveis. Alguns bancos, como a CGD, por exemplo, exigem um fiador para a obtenção de crédito para financiar férias no valor de 3.000 euros. Outros exigem a contratação de dois tipos de seguro: um seguro de vida e uma apólice de protecção de crédito.

Além disso, os consumidores devem olhar de forma cuidadosa para todas as condições de um crédito pessoal e analisar a TAEG (taxa anual efectiva de encargos global) para comparar os encargos totais do crédito. As simulações feitas em quatro dos maiores bancos mostram que esta TAEG pode atingir os 19% (ver tabela). É que além dos juros e dos seguros, os consumidores têm ainda de suportar comissões que podem ser elevadas.

Nas quatro simulações feitas pelo Diário Económico, as comissões de contratação de um crédito variavam entre os 50 euros na CGD e os 120 euros cobrados no Montepio. Contas feitas, pagar as férias usando o crédito pessoal no valor de 3.000 euros a pagar em 24 meses comportaria um pagamento de uma prestação mensal que variava entre os 140 e os 154 mensais. Isto significa que no final deste empréstimo, o cliente teria pago entre juros, comissões e seguros um valor que variaria entre 360 e 697 euros, consoante a instituição. Os números das simulações, apesar de serem indicativos (como todos os funcionários dos bancos o referiram), mostram que recorrer a um crédito pessoal para pagar uma férias de sonho poderá não ser a solução mais indicada.

fonte:http://economico.sapo.pt/



publicado por adm às 23:17
link do post | comentar | favorito

Segunda-feira, 4 de Julho de 2011
Proteja o seu cartão de crédito

Chegou o tempo de férias, provavelmente uma das épocas do ano nas quais os portugueses mais utilizam o cartão de crédito. Quer seja para comprar viagens através da internet, pagar alojamento ou servir de meio de pagamento no estrangeiro, é frequente ver-se muita gente com este pedaço de plástico na mão, muitas vezes sem consciência do alvo fácil que são.

No entanto, apesar de bastante práticos, existe algum risco associado. Além do esforço que deve fazer por conhecer bem os custos e as vantagens do pequeno pedaço de papel de plástico, o portador de um cartão de crédito fica mais susceptível a fraudes. Por excelência, o Verão é a época dos burlões que não poupam imaginação nem meios para ter acesso aos seus dados bancários e causar prejuízos financeiros irreparáveis.

Existem várias formas de fraudes com cartões de crédito, desde o roubo, às impressões falsas, clonagem de cartões e mesmo o roubo de informações através de vírus. Por isso, deve ter alguns cuidados simples para evitar ser alvo de uma fraude. Na maioria dos casos são meros hábitos do dia-a-dia, como manter o cartão em local seguro ou confirmar sempre se o cartão que tem na mão é o seu. Conheça-as.

10 dicas para evitar fraudes

1- Não perca o rasto às suas compras - Confira sempre o extracto do cartão de crédito e verifique se tudo o que vem discriminado no documento são efectivamente compras efectuadas por si. Se tiver vários cartões, o controlo tem de ser mais rigoroso.

2- Prefira sites seguros – Sempre que fizer compras pela internet, dê preferência aos sites com sistemas de segurança reconhecidos. Qualquer operação está sujeita à invasão dos piratas informáticos. No entanto, há umas que tomam mais precauções do que outras. O website deverá ter um certificado de SSL (certificado de autenticidade). Veja os conselhos da Comissão Europeia para os compradores pela internet.

3 – Não assine facturas em branco – Nem assine mais do que uma vez a mesma compra, sem inutilizar a anterior.

4 – Confira se o cartão devolvido após a compra é o seu. Há burlões especializados em trocar cartões dentro dos estabelecimentos comerciais, com a conivência de funcionários.

5 – Atenção aos cartões que não pediu - Se o seu banco lhe enviar para casa um cartão de crédito que não pediu, equacione o seu uso e se dicidir não ficar com ele equacione devolvê-lo já que fica mais susceptível a ser burlado.

6 – Atenção ao prazo - Se mandou vir um cartão de crédito, tenha em atenção ao prazo que o seu banco definiu para chegar a casa. Caso não o receba dentro desses dias, deverá contactar o banco pois pode ter sido extraviado. Destrua também o cartão de crédito assim que termine o prazo de validade.

7 – Nunca forneça dados do cartão – Por telefone ou mesmo presencialmente, ainda que tenham bom aspecto ou até que lhe digam que estão a ligar do seu banco.

8 – Escolha um cartão com seguro - Alguns cartões incluem seguro de utilização fraudulenta, que cobre os movimentos efectuados até 24 ou 48 horas antes da comunicação ao banco. Desta forma consegue minimizar danos.

9 – Não empreste o cartão – É intransmissível e apenas o portador o pode assinar.

10 – Memorize o pin (código) – Se prefere anotá-lo, faça-o no telemóvel, escondido na lista de contactos e adicione outros números para ficar melhor dissimulado.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/



publicado por adm às 22:58
link do post | comentar | favorito

CGD aumentou crédito às empresas em 2,3% até Maio

A CGD aumentou o crédito às empresas em 2,3 por cento nos primeiros cinco meses do ano face ao mesmo período de 2010, com Faria de Oliveira a defender que sejam favorecidas as PME e as empresas exportadoras.

 

 

O presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD), Faria de Oliveira, esteve hoje presente como orador conferência «E depois da 'troika'?», organizada pelo Instituto de direito Económico, Financeiro e Fiscal da Universidade de Lisboa e pela Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas, em que defendeu a transferência do crédito a particulares para empresa.

 

«Na política de crédito, as instituições procurarão tanto quanto possível definir as suas proximidades de acordo com a necessidade do país, das empresas e dos seus clientes. Isto significa apoiar fortemente as pequenas e médias empresas (PME) e as exportadoras».

fonte:Diário Digital / Lusa 



publicado por adm às 22:55
link do post | comentar | favorito

Domingo, 3 de Julho de 2011
Pense duas vezes antes de contratar um empréstimo rápido

A pressa é inimiga de uma boa escolha de crédito, alertou hoje a DECO depois de analisar nove produtos de quatro entidades financeiras (IFIC) e concluir que cobram taxas entre os 20% e os 30% para emprestar 2000 euros.

O alerta é publicado na última edição da publicação Dinheiro & Direitos daquela associação de defesa dos consumidores (DECO), depois de ter analisado em abril as condições oferecidas por 13 sociedades financeiras de aquisição a crédito (SFAC), através da informação disponibilizada nos sites, uma vez que só obteve três respostas: do BPN Crédito, a informar que não comercializava, da Cetelem (BNP Paribas) e da Oney.

"Pense duas vezes antes de contratar um empréstimo rápido", refere a associação, alertando que mesmo as taxas mais baixas, que variam entre os 15% e os 22% para créditos pessoais de cinco mil euros a pagar em 24 meses, continuam a ser mais caros do que alguns dos concedidos pelos bancos, exemplificando que no ActivoBank um cliente consegue uma taxa de 13,8%.

"Os créditos rápidos anunciam como principais vantagens a celeridade, a comodidade e a menor burocracia. Mas a rapidez não deve ser o único critério de escolha, sobretudo quando implica taxas de juro que podem complicar a situação financeira da família", acrescenta a DECO naquela publicação.

Para capitais e prazos mais curtos, a associação diz que existem alternativas mais baratas, como o cartão de crédito ou o descoberto da conta-ordenado: "No BPI, nossa escolha acertada, o cliente suporta uma taxa de juro de 11,8% ao pagar despesas de 1500 euros a três meses com o saldo-descoberto", acrescenta.

A DECO alerta ainda para o facto de as Instituições Financeiras de Crédito especializado (IFIC) "ignorarem" algumas regras de transparência: "Quando simulámos na Net, nenhum dos portais forneceu a ficha de informação normalizada com as condições detalhadas dos produtos analisados, o que desrespeita a nossa interpretação da lei do crédito ao consumo".

A associação lembra que o preçário deve ser disponibilizado tanto ao balcão como na Internet e que nem sempre está acessível.

O estudo da associação conclui que, apesar de os sites das instituições terem essa informação, o mesmo não acontece nos sites que a Cofidis e a Credibom criaram para os seus produtos Capital Mais e Flexibom, respectivamente.

"Já informámos o Banco de Portugal destas irregularidades e esperamos que as instituições sejam obrigadas a respeitar os direitos do consumidor", afirma a associação de defesa do consumidor.  

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/



publicado por adm às 11:17
link do post | comentar | favorito

.pesquisar
 
.posts recentes

. Crédito com incidentes ba...

. Bancos encolhem "spreads"...

. Banco de Portugal define ...

. Crédito ao consumo cresce...

. Malparado das famílias e ...

. Cofidis expande negócio d...

. Crédito ao consumo atinge...

. Saiba qual o crédito cert...

. Cinco conselhos para enco...

. Concessão de crédito ao c...

.arquivos

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Janeiro 2016

. Outubro 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Abril 2010

.links
.subscrever feeds
.tags

. 10 dicas

. 7 regras de ouro do crédito

. acesso a crédito mais baixo

. açores

. actualidade

. agricultores

. agricultura

. alunos

. amortizar créditos

. amortizar empréstimos

. atualidade

. bancos

. bcp

. caixa geral de depósitos

. carência

. cartão de crédito

. cartões

. cartões de crédito

. cgd

. cheques

. cofidis

. comissão

. comissões

. como obter microcrédito?

. credito

. crédito

. crédito a 90 anos

. crédito ao consumo

. crédito automóvel

. crédito bonificado

. crédito com incidentes bancários

. crédito especializado

. crédito habitação

. credito habitação

. credito mal parado

. crédito malparado

. crédito para comprar material escolar

. crédito para empresas

. crédito pessoal

. créditos para estudar

. créditos pessoais

. crise

. ctt

. curiosidades

. deco

. dicas

. diferimento de capital

. dinheiro

. empréstimo

. empréstimos

. espanha

. europa

. férias

. ferias

. fiadores

. financiamento automovel

. juntar os seus créditos

. juros

. leaseplan

. leasing

. linhas de financiamento ao dispor das em

. mediação do crédito

. mediador do crédito

. microcrédito

. noticias

. novas regras para renegociar créditos

. portugal

. prestação

. prestações do crédito à habitação

. renegociação dos créditos

. seguros

. sobreendividamento

. spreads

. taegs

. taxa de juros

. taxas euribor

. vida

. visa

. todas as tags