Terça-feira, 27 de Setembro de 2011
Maioria das pessoas não liga às taxas quando pede empréstimos

A esmagadora maioria dos portugueses não liga às taxas de juro ou aos custos totais do crédito quando pedem um empréstimo às instituições financeiras, referem os primeiros dados de um inquérito do Banco de Portugal sobre literacia financeira.

O estudo, avançado hoje em Lisboa na conferência Nacional de Educação Financeira, refere que os inquiridos valorizam, no momento do empréstimo, o montante da prestação a pagar e o seu banco usual sem ligarem à taxas de juro implícitas.

Na conferência, organizada pela Associação de Instituições de Crédito Especializado (ASFAC), Susana Narciso, responsável pelo departamento de supervisão comportamental do Banco de Portugal, explicou que, quando questionados os inquiridos se comparam taxas de juro nos depósitos e nos empréstimos, a resposta foi "grave".

Segundo o inquérito, 56% dos portugueses não comparam as melhores taxas de juro no mercado quando pretendem fazer um depósito, sendo que quando contraem empréstimos, a situação "ainda é mais grave" porque cerca de metade dos portugueses não liga às taxas de juro.

O estudo, que será integralmente apresentado pelo Banco de Portugal no início de Novembro, refere também que a relação dos portugueses com o cartão de crédito não é a melhor. Susana Narciso adiantou que, dos portugueses que não pagam a totalidade do cartão de crédito no fim do mês, "cerca de 27% não sabe os encargos".

Referiu igualmente que, de todos os inquiridos com cartão de crédito, "52% afirmam pagar a totalidade do saldo do cartão de crédito no fim do mês".

Este estudo sobre literacia financeira, disse Susana Narciso, "será um instrumento de apoio à definição do Plano Nacional de Formação Financeira feita pelos três supervisores", ou seja, o Banco de Portugal, a Comissão de Mercado de Valores Mobiliários e o Instituto de Seguros de Portugal.

A Conferência Nacional de Educação Financeira reúne os especialistas e agentes na matéria e pretende ser um contributo para melhorar "a relação dos portugueses com o dinheiro", conforme referiu António Menezes Rodrigues, presidente da ASFAC.

A abertura do encontro ficou a cargo do vice-governador do Banco de Portugal, Pedro Duarte Neves, que alertou para a necessidade de uma maior literacia financeira, principalmente em alturas de crise.

O mesmo afirmou José Lopes, da Associação Portuguesa de Bancos, referindo que "do mesmo modo que não foi a crise que criou a iliteracia financeira, não será a conclusão da crise que resolverá este problema".

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/



publicado por adm às 22:09
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Empresas confirmam crédito menos acessível e mais caro
Quase dois terços das PME pediram empréstimos bancários. Na maioria dos casos para a gestão corrente
Os últimos 12 meses foram dedicados a reduzir a exposição ao crédito bancário. A maioria das pequenas e médias empresas (PME) do sector do comércio e serviços que participaram no Barómetro da CCP afirma que não chegou a bater à porta da banca a pedir dinheiro emprestado (65,1%), tendo mesmo uma parte delas chegado a Setembro a dever menos dinheiro do que há um ano atrás (51,5% dos inquiridos). As razões para este afastamento são várias, mas a maioria, tal como a Pedro&Mantovani, não chegou a precisar de dinheiro, tendo financiado a sua actividade, de investimento e corrente, com capitais próprios (ver gráficos). 

Contudo, para quem precisou de pedir dinheiro emprestado, as condições foram bem mais difíceis, dadas as fortes restrições que o sector bancário tem vindo a impor. 

De acordo com o Barómetro PME, da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal, das 34,9% das sociedades que bateu à porta do sector financeiro, a maioria fê-lo por razões de tesouraria, isto é, para gerir a sua actividade corrente. E em nenhum dos casos as condições oferecidas foram melhores do que no passado. Para 13,5% elas mantiveram-se e para a grande maioria (86,5%) pioraram em relação aos valores que eram negociados há cerca de um ano. 

Quem precisou de dinheiro deparou-se com um agravamento das garantias reais exigidas por parte da banca e com uma redução dos valores emprestados. 

Segundo dados recentes do Banco de Portugal, os empréstimos concedidos pelo sector financeiro às PME vêm descendo desde pelo menos 2010. As grandes empresas estão já a virar-se para os bancos estrangeiros. 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/


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Segunda-feira, 26 de Setembro de 2011
Cartões de crédito com novas funcionalidades

A UNICRE vai lançar novos serviços e funcionalidades nos cartões de crédito.

A empresa decidiu dinamizar duas áreas de negócio menos conhecidas, nomeadamente o crédito ao consumo numa óptica consciente e a prestação de serviços a entidades financeiras, segmentos em que já tinha uma pequena presença, mas que passaram a ser apostas estratégicas para o futuro. 

Assim, o renovado portefólio de cartões de crédito UNIBANCO para particulares e empresas passa a permitir operações que, até aqui, estavam vedadas aos cartões de crédito, e que eram exclusivas dos cartões de débito. Por exemplo, passa a ser possível realizar o pagamento em caixas ATM (Multibanco) de quaisquer serviços, incluindo ao Estado, fazer o carregamento de títulos de transporte e de telemóveis e associar o dispositivo Via Verde ao cartão, com a vantagem, relativamente aos cartões usualmente utilizados, de conceder em média 35 dias de crédito gratuito nestas operações, explica a empresa em comunicado.

Esta evolução apoia-se «num forte investimento a nível tecnológico, estando a empresa a substituir a sua plataforma aplicacional por um novo sistema», num investimento que ronda os 15 milhões de euros.

Na vertente de aceitação de pagamentos com cartão nos comerciantes, a UNICRE prepara-se para lançar vários serviços, dos quais se destacam o Quickpay, destinado a reduzir o tempo das operações de pagamento. 

A possibilidade de pagamentos com cartões de fora da zona euro serem feitos na moeda em que foram emitidos, a plataforma de pagamentos online REDUNICRE E-Commerce, e o serviço Tax Free, que permite emitir um talão de devolução do IVA aos turistas extracomunitários, sobre as vendas efectuadas em Portugal, constituem também alguns dos serviços mais recentes e inovadores, desenvolvidos pela REDUNICRE.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt



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Crédito pessoal. Custo total com um empréstimo de 5000 euros pode chegar aos 6700 euros

Pedir um crédito para consumo é cada vez mais difícil e caro. Além do juro, há comissões, seguros e impostos

"Todos os projectos começam por um desejo. O desejo cresce, ganha vontade. Procura-se a melhor solução de financiamento. Por isso, criámos um leque de produtos flexíveis e rapidamente o seu desejo realiza-se". Este slogan de uma instituição especializada no crédito ao consumo ilustra a vasta gama de soluções disponíveis no mercado, ajustável a todo o tipo de necessidades mas, regra geral, demasiado caras para a maioria das carteiras.

Por um crédito de 5000 euros, a amortizar em três anos, o cliente terá de pagar entre, pelo menos, mais 700 euros e 1700 euros de custos totais que, além dos juros e da duração do empréstimo, englobam os prémios de seguro, os impostos e as comissões bancárias como despesas de aprovação do empréstimo.

O i realizou simulações nos cinco maiores bancos a operar no mercado nacional (CGD, BCP, BPI, BES e Santander Totta) e em quatro instituições de crédito especializado (Cetelem, Cofidis, Flexibom e Unibanco) para um crédito sem finalidade específica, os mais caros do mercado, depois dos cartões e linhas de crédito. As prestações oscilam entre quase 174 euros e 184 euros, enquanto a taxa que reflecte o custo total do empréstimo, a TAEG (taxa anual de encargos efectiva global), varia entre 11,5% e 18,5% para o financiamento simulado. A TAEG, de indicação obrigatória, é o indicador mais fiável para comprar as várias propostas. A taxa mais baixa é oferecida pela Cofidis, no âmbito de uma campanha promocional que decorre até 16 de Outubro. Enquanto, o custo mais elevado (15,83%) é exigido pela Unibanco (ver tabela). Quanto menor for a TAEG, mais barato é o empréstimo (ver tabela). No caso da CGD só foi possível calcular a custo do crédito em 24 meses, o que aumenta o valor da prestação para 235 euros.

As simulações realizadas permitem verificar que as taxas praticadas estão abaixo do juro máximo imposto pelo supervisor bancário. No início de 2010, o Banco de Portugal definiu três categorias e oito subcategorias de crédito ao consumo, às quais correspondem taxas máximas fixadas trimestralmente. Para os créditos pessoais, sem finalidade específica, a TAEG máxima é de 19,7% até ao final de Setembro. Os juros desta categoria vão subir para 20,2% no último trimestre do ano. Os contratos de crédito com a finalidade de educação, saúde, energias renováveis, a locação financeiras de equipamentos e o crédito automóvel apresentam as taxas mais baixas por serem considerados segmentos prioritários. Por sua vez, é nos cartões e linhas de crédito, contas correntes bancárias e facilidades de descoberto que os bancos e as instituições cobram juros mais elevados. A taxa está acima de 34% desde o segundo trimestre deste ano.

Apesar de os limites das taxas vigorarem desde Janeiro de 2010, a verdade é que existem ainda muitas instituições a praticar juros acima do permitido. No relatório de avaliação deste novo regime de crédito aos consumidores, o supervisor revela que, durante o ano de 2010, foram identificados 1144 contratos de 39 instituições com indícios de irregularidades quanto ao cumprimento da TAEG máxima em vigor. Após a análise jurídica e financeira, apurou que em 75 contratos, realizados por 23 instituições, tinham efectivamente ultrapassado as taxas máximas.

Se contratou ou vai contratar um crédito ao consumo é essencial que verifique que a taxa exigida está em linha com o juro legalmente permitido. Se a taxa for superior, a DECO aconselha a enviar uma queixa ao Banco de Portugal, exigir a aplicação do juro máximo e a devolução do montante pago em excesso.

Crédito mais caro e difícil Longe vão os tempos em que contratar um crédito ao consumo era fácil e barato. Os últimos dados do BdP indicam que, em Julho, foram concedidos 229 milhões de euros, menos 30% que no mesmo mês do ano anterior e o valor mais baixo desde Janeiro de 2010. O corte de crédito reflecte as maiores restrições de liquidez e exigências na avaliação dos processos por parte das instituições, numa altura em que a desalavancagem é a palavra de ordem. Por outro lado, denuncia a menor procura por parte dos particulares, que em tempos de crise tentam soluções alternativas. Com o desemprego, os cortes salariais e o aumento dos impostos, o incumprimento das famílias atingiu o valor mais alto desde 1998. O crédito ao consumo é precisamente o segmento que apresenta o nível de malparado mais elevado, uma vez que é o primeiro empréstimo que os particulares deixam de pagar quando confrontados com dificuldades financeiras. Em Julho, o incumprimento no consumo atingiu 1 348 milhões de euros, 8,9% do total de empréstimos.

A Deco sugere para capitais e prazos mais curtos, por exemplo até 2000 euros, alternativas mais baratas ao crédito pessoal. "O descoberto autorizado da conta-ordenado pode revelar-se vantajoso, além de ser automático".

fonte:http://www.ionline.pt/



publicado por adm às 22:33
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Quinta-feira, 22 de Setembro de 2011
Comprar carro a crédito vai ter juros mais altos

As famílias portuguesas vão pagar mais caro pelo crédito automóvel já a partir do próximo mês de Outubro, o que, a somar à perda do rendimento disponível, por via dos aumentos dos impostos e da inflacção, torna cada vez mais difícil a aquisição de viatura, que seja nova ou usada.

O valor máximo das taxas de juro agora divulgado pelo Banco de Portugal coloca as taxas de juros de empréstimos para compra de carro nos valores mais elevados dos últimos dois anos.

As taxas máximas que a instituições financeiras podem cobrar vão subir, no crédito para a compra de automóveis novos, 0,5 pontos percentuais para 12,3%, e para a compra de usados, 0,4 pontos percentuais para um máximo de 16,1%. Recorde-se que, no início do ano, as taxas de juro para a compra de viatura situavam-se em 11,4% para as novas e 15% para as usadas.

Também as operações de locação financeira ou ALD não escapam ao aumento do custo do dinheiro. Nos automóveis novos, os juros dos empréstimos destas modalidades (em que se incluem o leasing e o renting) sobem 0,5%, para 8,5%, e nos usados 0,4%, para 9,8%. No início do ano, as taxas máximas neste tipo de crédito situavam-se nos 7,7% e 9,1%, respectivamente. 

Quem optar por comprar carro fora dos empréstimos dedicados ao automóvel também vai contar com taxas de juro mais caras. O crédito pessoal, que é sistema mais utilizado no crédito ao consumo, sobe 0,5% para 20,2%, ou seja mais 1% que em Janeiro deste ano. 

Esta e outras notícias na edição n.º 600 de AUTO FOCO hoje nas bancas

fonte:http://www.abola.pt



publicado por adm às 23:12
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Quarta-feira, 21 de Setembro de 2011
rédito às famílias volta a cair e malparado a atingir máximos históricos - BdP

O crédito concedido pelos bancos às famílias diminuiu pelo terceiro mês consecutivo em julho, 326 milhões de euros face a julho, enquanto o considerado de cobrança duvidosa, o malparado, subiu pelo quarto mês consecutivo e bate novo máximo histórico.

De acordo com os dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal, o crédito concedido pelos bancos a particulares caiu de 141.575 milhões de euros em junho para 141.249 milhões de euros, com a maior diminuição a surgir do crédito à habitação, que apresenta uma redução de 144 milhões de euros.

O crédito concedido para consumo também apresentou uma diminuição em julho de 131 milhões de euros, tendência igualmente verificada no crédito para outros fins, que apresenta uma queda de 51 milhões de euros.

fonte:Lusa


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publicado por adm às 13:35
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Crédito às empresas cai em 470 milhões em julho, malparado sobe para segundo maior nível de sempre - BdP

O crédito concedido pelos bancos às empresas caiu 470 milhões de euros de junho para julho e o crédito de cobrança duvidosa aumentou 227 milhões de euros, ultrapassando pela segunda vez os 6 mil milhões de euros.

De acordo com os dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal, o crédito concedido a empresas desceu de 116.989 para 116.519 milhões de euros de junho para julho, menos 470 milhões de euros, e a segunda queda consecutiva em termos mensais no fluxo de crédito para as empresas.

Apesar da diminuição o crédito concedido às empresas está ainda longe dos níveis registados entre dezembro de 2010 e março deste ano, quando o fluxo de crédito era inferior a 15 mil milhões de euros, o mais baixo nível desde novembro de 2008.

fonte:Lusa



publicado por adm às 13:34
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Quinta-feira, 15 de Setembro de 2011
BdP mantém juros máximos para cartões de crédito e sobe os do crédito pessoal e automóvel

Nos últimos três meses do ano, as instituições financeiras vão continuar a poder cobrar taxas de juro até 34,1% nos cartões de crédito.

O Banco de Portugal (BdP) divulgou hoje as taxas máximas (TAEG) aplicáveis aos contratos de crédito aos consumidores no último trimestre deste ano.

Todos os limites máximos foram aumentados, com excepção dos juros pagos nos cartões de crédito que, segundo o BdP, não podem ultrapassar os 34,1%, em linha com o trimestre anterior.

Nos créditos pessoais com destino a educação, saúde, energias renováveis e locação financeira de equipamentos, os juros que podem ser cobrados nos contratos celebrados no quarto trimestre têm como máximo 6,8% (contra os 6,2% entre Julho e Setembro).

No crédito automóvel, as TAEG fixadas pelo BdP para o último trimestre subiram, quer nos contratos de locação financeira ou ALD de carros novos (8% para 8,5%), quer de carros usados (9,4% para 9,8%).

Nos créditos automóveis com reserva de propriedade, as taxas máximas cobradas pelos bancos passam de 11,8% para 12,3% no caso dos carros novos, e de 15,7% para 16,1% no caso dos veículos usados.

Para os cartões de crédito, linhas de crédito, contas correntes bancárias e facilidades de descoberto, o BdP fixa uma TAEG de 34,1%, o mesmo valor do trimestre anterior.

As TAEG divulgadas pelo Banco de Portugal são calculadas com base no cálculo da média de juros que é praticada no mercado, acrescida de um terço, e correspondem aos valores mais elevados que podem ser praticados pelos bancos e instituições financeiras.

O BdP passou a estabelecer estes tectos máximos para os contratos de crédito ao consumo no final do ano passado e, qualquer valor que ultrapasse esses limites constitui uma prática de usura por parte da instituição responsável.

fonte:http://economia.publico.pt/



publicado por adm às 23:25
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Segunda-feira, 5 de Setembro de 2011
Banca sobe comissões a clientes que falham prestações

A análise aos preçários dos bancos, desde o pedido de ajuda externa, mostra que as comissões nestes dois segmentos estão a subir.

O aumento de comissões por parte da banca não é recente. Mas nos últimos meses, os cinco maiores bancos agravaram os aumentos e concentraram atenções em dois segmentos específicos: as comissões relacionadas com o crédito à habitação, nomeadamente as comissões iniciais cobradas independentemente da concessão do crédito; e as comissões que advêm do incumprimento bancário, como o atraso no pagamento de prestações, incluindo cartões de crédito.

"Estão a aumentar nesses segmentos porque são os segmentos onde o podem fazer. Porque são os clientes que não têm outra alternativa senão pagar. Estão numa posição de sujeição. Um cliente incumpridor o que é que pode fazer senão pagar a multa?", diz Filipe Garcia, presidente da IMF. E acrescenta: "Os bancos querem preservar os clientes que sejam verdadeiramente interessantes. O crédito à habitação não lhes interessa muito e os clientes que estão em incumprimento não contribuem para o financiamento dos bancos. São clientes que não interessam. A selecção dos negócios também se faz dessa forma".

Desde Abril, mês do pedido de resgate internacional, todos os cinco maiores bancos aumentaram comissões relativas ao incumprimento dos clientes. As comissões que recaem sobre atrasos no pagamento de prestações de crédito subiram cerca de cinco euros. Por exemplo, no caso do BCP esta comissão aumentou de 25 para 30 euros e no BES de 20 para 25 euros. No Santander o não pagamento até à data limite dos cartões de crédito passou de isenta para 9,62 euros e na CGD passou de 9,62 euros para 12 euros; o BPI aumentou a comissão por encargos de cobrança de dez para 15 euros. Também as comissões preventivas de incumprimento sofreram agravamentos: as garantias e avales reconhecidas notorialmente subiram de 31,37 para 75 euros no Santander; enquanto no BES a comissão garantia e aval bancário passou de um mínimo de 180 euros para 200 euros. 

fonte:http://economico.sapo.pt/


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publicado por adm às 23:10
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Bancos nunca emprestaram tão pouco às famílias
A banca portuguesa está a cortar a fundo no financiamento às empresas e às famílias. Em Julho, foram concedidos menos 1,7 mil milhões de euros em novos empréstimos do que há um ano.
De acordo com os dados provisórios do Banco de Portugal, hoje divulgados, os novos empréstimos dos bancos portugueses a residentes do euro (na grande maioria portugueses) atingiu em Julho os 864 milhões de euros, o valor mais baixo desde que há registo dos dados (ou seja, desde 2003). 

Esta quebra reflecte não só as maiores restrições à concessão de crédito por parte dos bancos, mas também uma menor procura por parte dos portugueses.

Os novos empréstimos a particulares estão 48,4 por cento abaixo do nível de há um ano, ou seja, são menos 810 milhões de euros que estão a ser colocados à disposição das famílias.

A quebra é particularmente forte no caso do crédito à habitação, onde o volume de novos empréstimos diminuiu em Julho em 62 por cento face ao mesmo mês de 2010. No caso do crédito ao consumo, a diferença é negativa em 30 por cento.

Nas empresas, o cenário é semelhante, com o financiamento dos bancos a diminuir em 907 milhões de euros em termos homólogos, o que equivale a uma quebra de 18,5 por cento. 

Aqui, a diminuição é maior nas operações acima de um milhão de euros (-23,8 por cento), enquanto nas operações abaixo desse valor regista-se uma descida dos novos empréstimos de 11,7 por cento.
fonte:http://economia.publico.pt


publicado por adm às 23:05
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