Quarta-feira, 30 de Novembro de 2011
Portugueses ajustam-se à crise e trocam cartões de crédito por débito

Estudo da MasterCard mostra que há menos cartões de crédito e que são menos utilizados.

A conjuntura económica difícil que Portugal atravessa, com aumento da carga fiscal e redução do rendimento disponível, está a ter reflexo directo na utilização dos meios de pagamento electrónicos.

O estudo divulgado ontem pela MasterCard, sobre Comportamento Financeiro dos Particulares em Portugal, mostra que, de 2010 para 2011, há um decréscimo tanto posse como utilização de cartões de crédito, por oposição a um crescimento, ainda que ligeiro, nos débito.

"Os consumidores portugueses estão a demonstrar uma atitude muito responsável, ajustando os seus hábitos e mudando do crédito para o débito", afirmou Paulo Raposo, ‘country manager' para Portugal da MasterCard Europe. Um comportamento que, sublinha, "parece reflectir a situação financeira actual, com uma ligeira contracção do consumo".

O estudo revela que 30,6% dos entrevistados (total de cerca de 4.000) tem um cartão de crédito, uma descida de 1,8 pontos percentuais face a 2010; uma queda que é de três pontos percentuais comparando com os dados de 2008, ano em que foi realizado o primeiro estudo.

fonte:http://economico.sapo.pt/


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Terça-feira, 29 de Novembro de 2011
Portugueses usam menos cartão de crédito

Utilização dos cartões de crédito em Portugal recuou para mínimos de três anos, mostra um estudo da MasterCard divulgado hoje.

Os portugueses continuam a ser adeptos dos cartões de débito, enquanto o número e o recurso aos cartões de crédito diminuiu este ano, caindo para os valores mais
baixos desde 2008.

O estudo, intitulado "Comportamento Financeiro dos Particulares em Portugal", indica que "86,8% dos portugueses com mais de 15 anos tem um cartão de débito" e que, do total de entrevistados, 95,6% afirma usá-lo regularmente.

Face a 2010, o número de cartões de débito aumentou 0,4%, sendo que 95,6% dos detentores de cartão de débito admite usá-lo regularmente.

No entanto, os portugueses estão a evitar usar mais do que um cartão de débito: este ano o número médio de cartões utilizados pelos entrevistados foi de 1,42, contra 1,46 em 2010.

Os consumidores portugueses usam os cartões de débito sobretudo para as suas compras diárias de bens de consumo (82,9%, face a 79,3% em 2008).

Já a compra de roupa e calçado, que registou um crescimento contínuo entre 2008 e 2010, caiu 4% este ano.

No entanto, a percentagem de uso dos cartões de débito decresceu em todas as categorias, sugerindo portanto uma ligeira contracção no consumo.

No que respeita aos cartões de crédito, o estudo indica que 30,6% de todos os entrevistados tem um cartão de crédito, uma queda de 1,8 pontos percentuais face a 2010 (32,4%).

No entanto, o uso de cartões de crédito também registou um decréscimo este ano.

"Em 2011, tanto o número de cartões de crédito como o seu uso pelos consumidores portugueses, registaram os níveis mais baixos desde 2008. O decréscimo acumulado no uso de cartões de crédito de 2008 até agora é de -15,1%", segundo o estudo.

Este ano aumentou o uso de cartões de crédito para pagamentos de combustível (subida de 6,1% em relação a 2010) e "férias e viagens" (2,8%), enquanto o uso do crédito para comprar roupas, calçado e jóias caiu 3,7%.

O estudo indica ainda que 88,5% dos inquiridos com mais de 15 anos têm, pelo menos, uma conta bancária.

Quanto à taxa de bancarização, esta é mais elevada na faixa etária dos 25-34 anos (98,3%) e nas áreas do grande Porto (90,1%) e da grande Lisboa (92%).

Mais de metade dos particulares em Portugal afirma concentrar as suas contas bancárias numa única instituição (56,5%).

A amostra do estudo são 3.956 entrevistas realizadas a residentes em Portugal com 15 anos ou mais, entre Março e Junho de 2011.

fonte:http://economico.sapo.pt/no



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Domingo, 27 de Novembro de 2011
Banca obrigada a moderar empréstimos

Bancos têm de cumprir metas exigentes que afectam capacidade de dar crédito.

A ordem é para desalavancar. O mesmo é dizer que as autoridades querem que os bancos reduzam o crédito concedido em função dos depósitos captados. Simultaneamente, os bancos têm de obter recursos para conseguirem aumentar o capital de forma a cumprirem as metas da ‘troika' e das autoridades europeias no que diz respeito a rácios de solvabilidade.

1 - Reduzir o rácio de transformação para 120%
Os bancos portugueses concedem mais crédito que os depósitos que captam. Com os mercados financeiros fechados, a ‘troika' quer que essa proporção diminua para baixar o risco da banca nacional. Pretendem que os bancos tenham um rácio de crédito sobre depósitos de 120% até 2014. Na prática, isto significa que por cada euro de depósitos os bancos possam emprestar apenas 1,20 euros. No final do terceiro trimestre, os rácios de transformação dos maiores bancos portugueses situava-se entre 126,5%, caso da Caixa Geral de Depósitos, e 157,5%, caso do Santander Totta. Quer isto dizer que os bancos terão de conseguir reduzir os montantes de crédito que têm nos seus balanços, ao mesmo tempo que tentam captar mais depósitos.

2 - Aumentar rácios de solvabilidade para 10% até final de 2012
Outra exigência das autoridades é que os bancos reforcem os seus fundos próprios ponderados sobre o risco dos activos para convencerem os mercados de que são sólidos. Se antes da ‘troika' o objectivo era ter um rácio Core Tier 1 de 8%, agora a ‘troika' estipulou como meta um CT1 de 9% até final deste ano e de 10% até final de 2012. No final do terceiro trimestre, o CT1 dos maiores bancos nacionais oscilava entre os 8,1% do BES e os 9,6% do Santander Totta. No entanto, o regulador europeu exigiu que todos os bancos cumprissem um CT1 de 9% com critérios mais apertados nos instrumentos que podem ser considerados como capital. Além disso, obriga os bancos a avaliarem o valor dos títulos de dívida pública ao valor de mercado o que, com a descida dos preços fruto da crise de dívida, tem um impacto no balanço dos bancos. Nas contas do regulador, os bancos nacionais necessitam de 7,8 mil milhões de euros de capital para cumprir aquele objectivo.

3 - Empréstimos a empresas públicas
Os banqueiros têm alertado que o valor do crédito concedido a empresas públicas, cerca de 40 mil milhões de euros, dificulta a tarefa de financiar a economia, num cenário em que a liquidez é limitada e o sector tem de atingir as metas de desalavancagem.

4 - O que estão os bancos a fazer para cumprirem os objectivos?
Além das maiores restrições em conceder crédito e de exigirem um prémio de risco maior, os bancos estão a tentar captar depósitos com taxas de juro mais atractivas. Além disso, estão a tentar vender carteiras de crédito para diminuir o rácio de alavancagem e reforçar capital e a tentar alienar áreas de negócio que não sejam estratégicas. Algumas entidades, como o BCP e o BES reforçaram capital através de ofertas públicas de troca de dívida. Para conseguirem atingir os objectivos, dispõem ainda da linha de recapitalização criada pela ‘troika', no valor de 12 mil milhões de euros.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 



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Quinta-feira, 24 de Novembro de 2011
Empresas de crédito também cortam no financiamento

O crédito concedido por estas empresas no terceiro trimestre está no mínimo de oito anos.

As instituições de crédito especializado concederam 1,03 mil milhões de euros no terceiro trimestre, o valor mais baixo em oito anos. O corte foi principalmente sentido no financiamento ao consumo e a fornecedores para a aquisição de ‘stocks'.

De acordo com António Menezes Rodrigues, presidente da Associação de Instituições de Crédito Especializado (ASFAC), a quebra na concessão de crédito deve-se essencialmente a três factores. Por um lado, a recessão económica e a consequente diminuição do rendimento disponível das famílias leva as empresas a serem mais cautelosas na concessão de crédito; por outro, a falta de liquidez no mercado interbancário obriga igualmente a uma maior selecção na altura de conceder financiamento. Além disso, e tal como tem sido também reportado pelos bancos, num momento de insegurança e receio em relação ao futuro, existe menor procura por crédito. "Tudo isto conjugado tem levado a uma diminuição dos montantes concedidos", remata o responsável.

Face ao período homólogo, o financiamento total caiu 22%, com o crédito ao consumo e aos fornecedores a serem os mais penalizados, menos 18,6% e 31,8%, respectivamente. "A nossa principal área de actuação é o crédito automóvel, tanto a clientes particulares como às concessionárias, através do crédito a fornecedores", explica Menezes Rodrigues. E justifica: "A venda de viaturas baixou de forma drástica, daí esta quebra nesses dois sectores".

fonte:http://economico.sapo.pt



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Quarta-feira, 9 de Novembro de 2011
Bancos cortam crédito a famílias

Nunca os bancos deram tão pouco financiamento às famílias portuguesas. A torneira do "crédito fácil", como alguns banqueiros lhe chamaram, fechou e os novos emprésti-mos aos particulares tocam agora valores que não se viam desde 2003.

 

Os números ontem divulgados pelo Banco de Portugal (BdP) mostram que, em Setembro, as instituições financeiras concederam apenas 764 milhões de euros em crédito novo. Quando comparado com os 1420 milhões dados no mesmo mês de 2010, os empréstimos a particulares caíram para quase metade (-46,2%).

A habitação foi o segmento mais castigado, já que o corte nos novos empréstimos representa quase um terço do total concedido. Segundo os números do Banco de Portugal, os bancos emprestaram apenas 281 milhões de euros em Setembro contra os 813 concedidos no ano anterior. No consumo, os novos empréstimos ascenderam a 223 milhões e no financiamento para outros fins cifrou-se em 260 milhões. São menos 93 e 31 milhões, respectivamente, em cada um destes segmentos em comparação com 2010.

Para Luís Lima, presidente da APEMIP, a associação que representa os mediadores imobiliários, os números não surpreendem dada a actual conjuntura económica. E alguns responsáveis do sector financeiro admitem mesmo que a tendência será chegar a um ‘patamar zero’ de crédito novo até ao fim de 2011.

Nas empresas, o comportamento dos bancos foi distinto em função dos montantes financiados. Se nos créditos inferiores a um milhão de euros houve uma desaceleração de 108 milhões face aos empréstimos de Setembro de 2010, nos créditos acima desta fasquia houve um aumento de 382 milhões. No primeiro caso os novos financiamentos atingiram os 1764 milhões e no segundo ascenderam a 1963 milhões.

MENOS DEPÓSITOS A ENTRAR NOS COFRES DA BANCA

A dificuldade das famílias em poupar alguns euros já se começa a sentir, fruto da diminuição do rendimento disponível. Os números do Banco de Portugal mostram que a crise está a levar a um abrandamento dos novos depósitos, ainda que os juros pagos tenham atingido os 4%.

Em Setembro, as famílias depositaram 9893 milhões de euros nas instituições financeiras, o que representa um recuo de 1228 milhões relativamente aos novos depósitos realizados durante o mês de Agosto.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/



publicado por adm às 23:23
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Terça-feira, 8 de Novembro de 2011
Há 668.874 famílias que deixaram de pagar os créditos

Seis em cada 100 famílias já não conseguem pagar o empréstimo da casa. Os dados do BdP  mostram que em   três meses (de Junho a Setembro) o número de particulares com crédito vencido na habitação subiu 4557. Ao todo são já 140.447 os que estão nesta situação. 

O número de famílias com empréstimo à habitação desceu ligeiramente entre Junho e Setembro (são menos 6753), mas o caso dos  que deixaram de pagar o empréstimo seguiu a tendência inversa. Segundo os dados da Central de Responsabilidades de Crédito do BdP, há já 140.447 famílias em incumprimento, contra as 135.891 registadas no trimestre anterior e as 132.320 reportadas exactamente um ano antes.

Estes dados reflectem sobretudo a subida do desemprego e a perda de rendimentos, já que o crédito à habitação é aquele que as famílias, por norma, só deixam de pagar em última instância. Actualmente há 2,46 milhões de particulares com empréstimo de casa, que no seu conjunto devem  aos bancos 113,76 mil milhões de euros. Deste total, 2,09 mil milhões estão classificados como sendo de cobrança duvidosa, o que reflecte  um agravamento de 7,57% face a Setembro de 2010.

O panorama geral do crédito mostra, contudo, uma situação ainda mais grave e um forte agravamento do incumprimento no  que se destina a financiar bens de consumo e a outros fins.  Em Setembro, 16,2% das famílias tinha prestações dos empréstimos ao consumo e outros fins em atraso. Ou seja, dos 3,79 milhões com este tipo de empréstimos (e muitos acumulam com outro à habitação), 615.188 deixou de o pagar. Um número que revela um aumento de 10.680 casos face ao trimestre anterior e uma subida homóloga de 36.796 situações.

Tal como sucedeu na habitação, também no consumo e outros fins se registou uma subida do valor do malparado que num ano passou de 2216 milhões de euros para  2471 milhões. Na prática isto significa que apesar deste tipo de empréstimos representarem menos de 20% do total do crédito às famílias, o volume do incumprimento consegue, ainda assim, superar o da habitação, mostrando também por esta via que as famílias só em último caso deixam de pagar a prestação da casa.

Os números totais dos empréstimos e do crédito vencido observados em Setembro colocam no primeiro caso 4,61 milhões de pessoas e no segundo 668.874.  Três meses antes, contavam-se 4,62 milhões e 660.758 casos, respectivamente.

 Apesar deste panorama e deste comportamento, o ritmo de empréstimos para compra de casa registou em Setembro uma forte travagem. Naquele mês os bancos emprestaram 281 milhões de euros para este fim, o que representa  o valor mais baixo dos últimos anos - e menos de metade do que o valor concedido em Janeiro. Em contrapartida, no mesmo mês, os particulares pediram e os bancos disponibilizaram 223 milhões de euros em crédito para consumo.

No caso das empresas, os dados do Banco de Portugal revelam que o valor do incumprimento aumentou  257 milhões de euros em apenas um mês,  fazendo com que o malparado represente já 5,78% do crédito ao sector empresarial. No total, as empresas devem aos bancos 116,45 mil milhões de euros (sendo este o valor mais baixo desde Abril), dos quais 6,73 mil  milhões de euros estão classificados como sendo de cobrança duvidosa.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt



publicado por adm às 00:32
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Segunda-feira, 7 de Novembro de 2011
Banca trava a fundo no crédito com corte de oito mil milhões

Principais bancos reduziram crédito em oito mil milhões de euros, no espaço de um ano. No terceiro trimestre, deu-se um corte de quatro mil milhões.

Os bancos portugueses estão a cortar, de forma drástica, o financiamento às empresas e às famílias. Os números dos bancos no fecho do terceiro trimestre - que viu algumas instituições registarem prejuízos - não deixam margem para dúvidas: nos primeiros nove meses do ano, o crédito nos balanços dos cinco principais bancos registou uma diminuição de 2,8%, ou 8 mil milhões de euros.

Mais significativo ainda é o facto de metade deste montante corresponder ao período compreendido entre 1 de Julho e 30 de Setembro, quando os bancos começaram a pôr em prática as respectivas estratégias de desalavancagem, previstas no memorando assinado em Maio entre Portugal e a ‘troika' internacional. Neste trimestre, o montante dos créditos nos balanços da CGD, BCP, BES, BPI e Totta reduziu-se em quatro mil milhões de euros para um total de 268 mil milhões.

No que toca aos nove meses do ano, o Totta liderou na redução do crédito no balanço, com uma descida de 4,4 mil milhões de euros para 31 mil milhões. Seguiu-se o BCP, o maior banco privado português em activos, com uma descida de 3,2 mil milhões para 73 mil milhões de euros e o BPI, com menos 1,2 mil milhões de euros. Por sua vez, o BES viu o montante de crédito a clientes baixar em 724 milhões de euros.

Dos cinco grandes bancos, apenas a CGD aumentou o volume de crédito entre Setembro do ano passado e o final do terceiro trimestre, com uma subida de 2,2% para 83,5 mil milhões de euros.

fonte:http://economico.sapo.pt/



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Quarta-feira, 2 de Novembro de 2011
Novos créditos "Spreads" em níveis elevados
Se está a ponderar pedir um crédito à habitação, as condições actuais não são as mais favoráveis.
Os bancos portugueses continuam a aplicar "spreads" elevados, uma tendência que teve início com a crise financeira e que deverá manter-se, tendo em conta a necessidade dos bancos portugueses que continuam a enfrentar sérias dificuldades no acesso a liquidez. Estes problemas têm obrigado as instituições financeiras nacionais a serem mais restritivas na concessão de crédito, quer às famílias, quer às empresas. A estas questões acrescem os novos rácios de capital exigidos no âmbito do acordo com a troika, que obriga os bancos a aumentarem a desalavancagem, diminuindo o rácio de créditos sobre depósitos. Os dados revelados, na semana passada, pelo INE revelam que, desde Junho do ano passado, que a taxa de juro implícita nos contratos de crédito à habitação tem vindo a aumentar. No passado mês de Setembro, fixou-se nos 2,614%. 

Contudo, nos novos contratos, ou seja, nos contratos celebrados nos últimos três meses, já supera os 4%, situando-se nos 4,134%, o que reflecte o forte agravamento dos "spreads". Esta taxa mais do que duplicou face a Março de 2010. Nos contratos celebrados nos últimos seis meses, a taxa situa-se nos 3,82%, enquanto nos últimos 12 meses atingiu os 3,533%. Os elevados "spreads" associados ao crédito à habitação têm contribuídio para atravagem na procura de empréstimos por parte dos portugueses. Dados recentes do Banco de Portugaldemonstram que o volume mensal de empréstimos para a aquisição de habitação está abaixo de metade do registado no ano passado. Uma das alternativas pode passar pela pesquisa dos imóveis que constam dos balanços dos bancos, como consequência do incumprimento de alguns clientes. Habitualmente, nestas circunstâncias, os "spreads" aplicados pelas instituições têm sido inferiores, devido à urgência em retirar os referidos imóveis dos seus balanços. 


















O QUE É O "SPREAD"? 
O "spread" representa a parte dos juros cobrados pelas instituições financeiras num empréstimo. Esta taxa cobrada pelos bancos reflecte o perfil de risco do cliente, pelo que, quanto maior for o risco do cliente não pagar, mais elevado será o "spread". Esta taxa é, depois, somada ao indexante dos contratos que, regra geral, é uma Euribor. 

O QUE É A TAEG? 
A taxa anual efectiva global (TAEG) incorpora todos os custos associados a um empréstimo. Sempre que se é solicitado um crédito, as instituições financeiras são obrigadas a revelar esta taxa, que permite fazer a comparação entre as várias propostas apresentadas pelos bancos. Na TAEG são incluídos todos os custos que um cliente tem com o empréstimo, isto é, juros, impostos, comissões bancárias, despesas de avaliação, abertura de processo e seguros. 

O QUE É A EURIBOR? 
A taxa Euribor é uma taxa criada através da negociação de vários bancos europeus. É com base nos valores que as instituições financeiras cobram entre si, que é definida a Euribor. Para além de ser uma taxa interbancária, é também o indexante mais utilizado no crédito à habitação em Portugal. É a média mensal da Euribor que é usada para o cálculo da taxa de juro cobrada pelos bancos nos empréstimos. A esta média são, depois, somados o "spread" e os restantes encargos, como é o caso das comissões.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/h


publicado por adm às 23:55
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