Quarta-feira, 29 de Fevereiro de 2012
Comparar créditos para ter maiores proveitos
No recurso ao crédito habitação, o consumidor médio ainda não faz a comparação de propostas de crédito de diferentes bancos.

No recurso ao crédito habitação, o consumidor médio ainda não faz a comparação de propostas de crédito de diferentes bancos. Só através das várias simulações poderá optar por uma solução mais adequada e mais barata para a sua situação. A Deco aconselha todos os consumidores a solicitar simulações em diversos instituições financeiras, e a fazer uma ponderada comparação entre as propostas. Esta associação de consumidores alerta ainda para o que deve o comprador ter em conta: o valor do ‘spread’, taxa de juro fixa ou variável, o número de anos 
de amortização, os valores dos prémios de seguros e os custos de processamento. "O consumidor médio em Portugal não está devidamente informado no que toca a literacia financeira. Como tal, existe bastante dificuldade na interpretação dos principais elementos do crédito à habitação, como a diferença entre taxas de juro fixas e variáveis e a importância do valor do ‘spread’", salienta a jurista da Deco, Carolina Gouveia.

A urgência do cliente num investimento em habitação nem sempre está "calçada" com a necessária capacidade financeira. Esta é um dos desafios que as imobiliárias enfrentam, que começam contudo a encontrar soluções para poderem dar dimensão aos seus negócios. A Remax tem o "Soluções Anti-Crise". Desta campanha fazem parte a bolsa de permutas, a bolsa de arrendamentos e imóveis com 100% de financiamento e "spreads" abaixo do mercado. Na Era também há soluções de financiamento "a 100%" para imóveis provenientes da banca com "spreads" mais baixos. 
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/h


publicado por adm às 23:07
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Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2012
Contratos de leasing caem 42% em 2011

O financiamento especializado às empresas registou uma queda generalizada em 2011, com destaque para o leasing, cujo valor caiu 42 por cento em relação ao ano anterior, de acordo com a associação do setor. 

«A produção total alcançada [pelo leasing] em 2011 foi de 2.391 milhões de euros, uma queda na ordem dos 42 por cento face aos 4.129 milhões de euros atingidos em 2010», revela a Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting, citada pela Lusa. 

Segundo esta associação empresarial, a queda acentuada dos contratos de leasing deve-se «ao desempenho negativo do leasing mobiliário (que engloba o leasing automóvel) de menos 39 por cento e do leasing imobiliário, que caiu 48 por cento». 

O setor do renting também não ficou imune à situação financeira em que as empresas portuguesas se encontram, com uma queda de cinco por cento, mas ainda assim registou um aumento do rácio de penetração já que teve uma quebra inferior à do setor automóvel em geral.

De acordo com a associação, 17 por cento das viaturas ligeiras novas vendidas em Portugal no ano passado foram compradas, através de contrato de renting. 

No mesmo período, o factoring registou uma quebra de dois por cento no ano passado, tomando créditos no valor total de 28 mil milhões de euros. 

O presidente da Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting, Beja Amaro, considerou que «apesar das quebras de produção e outros problemas surgidos, o financiamento especializado às empresas continua a ser dos poucos instrumentos disponíveis para apoiar as empresas nacionais».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



publicado por adm às 20:03
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Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2012
Amortizar empréstimos ou investir?

É aconselhável comparar a taxa de juro cobrada no empréstimo com a taxa que se consegue obter ao investir as poupanças e só depois decidir: veja como

 

Todas as semanas, às terças-feiras, a TVI apresenta, no Diário da Manhã, a rubrica «Escola Financeira», com Ricardo Ferreira e João Barbosa, especialistas em formação em finanças pessoais, investimentos e preparação da reforma.

Esta semana, Ricardo Ferreira explica-lhe a importância de comparar a taxa de juro cobrada no empréstimo com a taxa de juro que se consegue obter ao investir as poupanças (no caso dos investimentos em ações a precisão do retorno é difícil).

Se a taxa de juro esperada ao investir é superior à taxa de juro do empréstimo, então investir é a melhor opção. 

No entanto, se o valor do juro dos empréstimos é superior ao retorno que obtém ao aplicar as suas poupanças, então a amortização é uma boa opção.

Um exemplo para facilitar a compreensão: se tiver um depósito a prazo que paga 3% de taxa de juro, mas paralelamente tem uma dívida com juros de 7%, então está claramente a perder dinheiro. Fará sentido amortizar as suas dívidas antes.

De notar que a redução de dívidas é um investimento sem risco, com elevado retorno e sem tributação. Ao passo que os investimentos convencionais têm risco e pagam impostos de 25%).

Se tiver liquidez extra, que possibilidades existem?

Pode proceder à amortização de créditos: neste caso éfundamental distinguir entre créditos ao consumo (pessoais ou cartões de crédito) do empréstimo a habitação, na realidade existem grandes diferenças ao nível das taxas de juros praticadas. No caso dos créditos ao consumo, as taxas são muito superiores comparativamente com as taxas de juro cobradas nos empréstimos a habitação.

Novamente, deverá amortizar os créditos em que a taxa de juro cobrada é superior ao retorno obtido ao investir as suas poupanças (livre de impostos).

No caso especifico do crédito habitação: há muitas famílias com spreads abaixo de 1% e actualmente a taxa Euribor está num nível historicamente baixo, logo poderá não ser proveitoso amortizar o crédito... No entanto, para os empréstimos mais recentes, com spreads mais elevados, a amortização já poderá fazer sentido. 

Um outro aspecto importante relativamente aos empréstimos a habitação: a importância do benefício fiscal. O programa de estabilidade e crescimento acaba com esse beneficio para os contractos realizados a partir de 2012, mas os contratos antigos continuam a beneficiar de um beneficio fiscal.

Alternativamente, poderá investir as poupanças. Esta opção é válida quando a rentabilidade das suaspoupanças (livre de impostos) é superior à taxa de juro do empréstimo. Se optar por investir em soluções sem risco, poderá beneficiar das taxas de juro interessantes que hoje em dia existem ao nível dos depósitos a prazo. 

Uma terceira alternativa, sobretudo num período de grandes incertezas (aumento do desemprego e estagnação económica), é criar ou reforçar o «Fundo de Emergência». Este fundo destina-se a situações inesperadas e que obrigam a uma mobilização imediata do dinheiro. Neste caso, sugerimos depósitos de curta duração, onde a remuneração é menor mas, alternativamente, permite uma maior facilidade de mobilização da liquidez.

Que dívidas devem ser amortizadas em primeiro lugar?

Depois deverá hierarquizar todos os créditos em função da taxa de juro, da mais alta para a mais baixa. Os créditos com maior taxa de juro devem ser amortizados em primeiro lugar.

Uma pequena chamada de atenção: Cuidado com as penalizações
Os bancos têm interesse em que mantenha a sua dívida por mais tempo, para que possam lucrar com os juros. Antes de amortizar verifique as penalizações que lhe são impostas.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/




publicado por adm às 11:49
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Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2012
Cartões de crédito controlados: fraude vai subir

Bancos constestam nova regra das Finanças que vai fazer voltar os pagamentos em «dinheiro vivo» e aumentar a fuga ao Fisco

A exigência das Finanças, que obriga os bancos a comunicar anualmente os fluxos de pagamentos com cartões de débito e crédito efectuados para as contas dos seus clientes que sejam empresas e profissionais liberais, vai ser alvo de forte contestação pela banca, que antecipa desde já um aumento da fraude e da evasão.

Segundo o «Jornal de Negócios», as instituições financeiras antecipam uma diminuição dos terminais automáticos e o regresso dos pagamentos a dinheiro.

Os bancos queixam-se ainda de discriminação face aos operadores estrangeiros a operar em Portugal, já que não são abrangidos pela obrigação.

A Sociedade Interbancária de Serviços (SIBS) elabourou um documento, que está a ser trabalhado com a Assõciação Portuguesa de Bancos (APB) e que enumera as principais críticas à lei. O resultado deverá depois ser comunicado ao Ministério das Finanças.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



publicado por adm às 22:46
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Malparado cai com abrandamento do crédito

O crédito malparado abrandou no final do ano passado, fruto do aperto de crédito por parte dos bancos, revelam dados do Banco de Portugal.

As dívidas de particulares que ficaram por pagar desceram 4% em dezembro face a Novembro. Já as das empresas, baixaram quase 9%. 

O malparado dos particulares é agora de 4.577 milhões de euros. Face a Dezembro de 2010, o valor fica ainda 15% acima.

Já as dívidas que as empresas não pagaram à banca fixaram-se em 6.928 milhões de euros, o que continua a representar um aumento de 47% face ao último mês do ano de 2010.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



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Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2012
Bancos fazem disparar crédito à economia em dezembro

Os responsáveis políticos portugueses têm referido que o principal risco do atual programa de ajustamento é a contração do crédito à economia nacional. No entanto, em dezembro os bancos portugueses fizeram disparar os empréstimos, tanto a empresas como a famílias.

Para as empresas, o crescimento no crédito foi de 43,14% em relação ao mês anterior e quase mais 16% que um ano antes. Uma tendência de aumento que se notou especialmente para os empréstimos superiores a um milhão de euros (77%). Ainda assim, em montantes inferiores, registou-se também uma subida de 8,57%.

Já para os particulares, os destaque vai para o crédito à habitação que disparou 21,3%, depois de oito meses consecutivos de queda. O crédito ao consumo cresceu também 5,82%, enquanto para "outros fins" evolui 22,4%. No total, os empréstimos às famílias aumentaram 17,4%.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/


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Domingo, 5 de Fevereiro de 2012
Bancos esperam agravar "spreads" e conceder menos crédito às famílias
Instituições financeiras continuam a agravar as condições de concessão de crédito aos particulares e esperam nova redução na procura no primeiro trimestre do ano.
Os dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal mostram a continuação da tendência que marcou o mercado de crédito em Portugal no ano passado: Para as empresas e famílias as condições de acesso ao crédito estão cada vez mais difíceis e a procura está também a diminuir.

O inquérito a cinco bancos portugueses sobre o mercado de crédito, realizado pelo Banco de Portugal, mostra que “os critérios de concessão de empréstimos ao sector privado não financeiro tornaram-se mais restritivos no decurso do quarto trimestre de 2011”, sendo que o agravamento “foi mais acentuado no caso dos empréstimos ou linhas de crédito a empresas, do que no caso dos empréstimos a particulares para habitação ou para consumo e outros fins”.

A tendência foi de agravamento ao longo de todo o ano passado e deverá continuar no arranque de 2012. Segundo os resultados do mesmo inquérito, “os bancos inquiridos perspectivam, em média, a aplicação de critérios mais restritivos na concessão de empréstimos a empresas e particulares”.

No caso dos empréstimos às famílias para compra de habitação, três dos bancos inquiridos antecipam um aumento das restrições na concessão de crédito para aquisição de habitação, sendo que os restantes bancos não esperam alterações.

No último trimestre de 2011 o agravamento das condições traduziu-se sobretudo na aplicação de spreads mais elevados, sendo que os bancos estão também a impor condições contratuais mais gravosas, como um rácio mais reduzido entre o valor do empréstimo e o valor do imóvel, prazos de pagamento mais apertados e comissões mais elevadas.

A subida dos “spreads” levou muitos bancos a exigirem já “spreads” acima de 5% nos empréstimos de maior risco, de modo a reflectirem o agravamento dos seus próprios custos de financiamento, uma vez que o mercado internacional continua fechado para os bancos portugueses. Os “spreads” médios, no final do ano passado, situavam-se em redor dos 3%.

A “deterioração das expectativas associadas à actividade económica em geral e ao mercado imobiliário terão contribuído para a adopção de uma política de concessão de crédito mais exigente”, explica o Banco de Portugal.

No crédito ao consumo, onde o nível de risco é superior, os bancos também assumem que estão a aumentar os “spreads” e que essa tendência vai permanecer no primeiro trimestre deste ano.

Procura desce

Além dos bancos estarem a exigir condições mais apertadas para emprestar dinheiro às famílias, estas estão também a reduzir a procura de crédito junto das instituições financeiras.

Todos os bancos inquiridos reportaram ao Banco de Portugal uma diminuição da procura de empréstimos para aquisição de habitação, durante ao quarto trimestre, sendo dois dos bancos falam mesmo de “redução considerável”. 

Esta quebra, que deverá prosseguir no primeiro trimestre do ano, é justificada pela “deterioração das perspectivas para o mercado de habitação, diminuição da confiança dos consumidores e o aumento das despesas de consumo não relacionadas com aquisição de habitação”.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/h


publicado por adm às 22:49
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Sábado, 4 de Fevereiro de 2012
Fraudes com cartão de crédito aumentaram 50% o ano passado

As fraudes com cartões de crédito em Portugal atingiram no ano passado 1.500 casos, mais meio milhar que no ano anterior, segundo dados divulgados pela SIBS, a entidade gestora da rede multibanco. 

A maior parte dos casos ocorreu pela cópia dos dados dos cartões através da Internet, para posterior pagamento fraudulento. 

Maria Saldanha da SIBS explica que é fundamental às pessoas estarem alertadas para comportamentos de risco: “Se o utilizador der o seu cartão num restaurante para pagar e deixar que o empregado leve o cartão para fora da sua vista, está a colocar em risco o seu cartão. Nunca se deve tirar o cartão da vista. Nunca se deve dar o pin a ninguém, nem sequer ter o código escrito na carteira, perto do cartão.” 

Já para Patrícia Silveira, da unidade de corrupção da Polícia Judiciária a regra quando se compra através da Internet é ser desconfiado: “Em relação a este tipo de utilização e dados de cartões e cartões bancários, importa ser desconfiado. Mesmo que à partida o site pareça legítimo, com todas as regras, mais adiante pode resultar numa situação que levanta suspeitas. Quando está em causa o nosso dinheiro e a utilização dos nossos cartões, importa estar sempre com sentido de alerta, ser desconfiado”. 
fonte:http://rr.sapo.pt/in



publicado por adm às 14:12
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Juros dos novos créditos descem pela primeira vez em três anos

Taxas de juro caíram em todos os tipos de crédito concedido pela banca em Dezembro devido às quedas das taxas Euribor.

Os bancos continuam a restringir o acesso ao crédito mas o custo de contratar um empréstimo desceu em Dezembro, quer para o crédito à habitação, quer para o crédito ao consumo, a empresas e outro tipo de crédito, de acordo com dados do BCE divulgados ontem. É a primeira vez que ocorre uma descida simultânea das taxas cobradas em todas as tipologias de crédito desde Abril de 2009, apesar da tendência de descida das Euribor já se verificar desde Agosto do ano passado.

O processo de desalavancagem da banca portuguesa tem levado a um aumento dos ‘spreads' o que, até agora, tem impedido que as descidas das taxas interbancárias se reflictam no custo final dos novos empréstimos. Ao conceder um crédito, os bancos têm em conta dois factores que determinam o custo do crédito: a taxa interbancária e o prémio de risco (‘spread'). Segundo os economistas contactados pelo Diário Económico, a redução verificada em Dezembro deveu-se, sobretudo, à queda das taxas Euribor. "A principal razão será a descida das Euribor e não dos ‘spreads", referiu a economista do BPI, Teresa Gil Pinheiro, ao Diário Económico.

A Taxa Anual Nominal dos novos créditos à habitação teve uma descida mensal de 0,09 pontos percentuais para 4,28%. Já a média mensal da Euribor a três meses desceu de 1,48% em Novembro para 1,43% em Dezembro. Neste tipo de créditos foi a primeira vez em 12 meses que os juros praticados pelos bancos desceram, apesar das taxas Euribor apresentarem uma tendência de queda desde Agosto.

fonte:http://economico.sapo.pt/



publicado por adm às 14:08
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Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2012
Crédito ainda mais difícil para empresas

Bancos continuar a apertar concessão de crédito. Condições mais difíceis para empresas do que famílias

 

Os bancos continuam a apertar a concessão de crédito. De acordo com os resultados do inquérito realizado, pelo Banco de Portugal (BdP), aos cinco grupos bancários portugueses, «os critérios de concessão de empréstimos ao sector privado não financeiro [empresas] tornaram-se mais restritivos no decurso do quarto trimestre de 2011».

Segundo documento do BdP, o «aumento foi mais acentuado no caso dos empréstimos ou linhas de crédito a empresas, do que no caso dos empréstimos a particulares para habitação ou para consumo».

Contudo, são os particulares que reduziram a procura de empréstimos durante o quarto trimestre, mais do que as empresas, que têm sido alvo de spreads mais elevados, redução do montante dos empréstimos ou linhas de crédito e o reforço das garantias exigidas.

A redução da procura por parte das empresas estará relacionada com a «diminuição das necessidades de financiamento para investimento, bem como para o financiamento de fusões e aquisições ou reestruturação empresarial». 

No caso das famílias, é a «diminuição da confiança dos consumidores, a deterioração das perspectivas para o mercado da habitação e a retracção nas despesas de bens duradouros que terão estado entre os factores que mais contribuíram para a redução da procura».

Para o primeiro trimestre de 2012, os bancos prevêem uma redução maior na concessão de empréstimos a empresas e particulares. 

Para o mesmo período, os bancos antecipam que a procura de empréstimos por parte das empresas permanecerá estável. Mas no caso dos particulares, a maioria dos bancos perspectiva uma redução da procura de empréstimos para habitação e a estabilidade da procura de empréstimos para consumo e outros fins.

Crise das dívidas soberanas deteriora condições de financiamento

O inquérito pretende ainda aferir do impacto da situação dos mercados financeiros sobre o acesso dos bancos ao financiamento, assim como avaliar o impacto da nova regulamentação de capital, de acordo com Basileia III. 

De acordo com as respostas obtidas, o «acesso ao financiamento por grosso continuou a deteriorar-se». 

No que diz respeito às questões sobre o impacto do Acordo de Basileia III, os bancos reportaram «uma redução dos activos ponderados pelo risco e um aumento da captação de fundos próprios».

O documento revela ainda qual o impacto da crise de dívida soberana nas condições de financiamento dos bancos e nos créditos de concessão de crédito: «Os bancos consideram que estas contribuíram para uma deterioração das condições de financiamento da instituição e para tornar os critérios que aplicam na concessão de crédito ao sector privado não financeiro mais restritivos».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f

 




publicado por adm às 22:38
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