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Créditos

Blog destinado a partilhar tudo o que se passa no mundo dos créditos. Os melhores créditos, a melhores taxas de juro, noticias e novidades sobre os créditos.

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Créditos

07
Mar12

Crédito: 16 mil endividam-se para pagar estudos

adm

Desde 2007 que mais de 16 mil estudantes do Ensino Superior se endividaram para pagar os estudos. Pediram, no total, quase 200 milhões de euros emprestados.

De acordo com o «Jornal de Negócios», só no primeiro mês das candidaturas deste ano letivo foram concedidos mais 725 empréstimos, no valor de 9 milhões de euros.

O mecanismo estava suspenso desde setembro devido a um atraso do governo na liquidação do montante necessário à capitalização do fundo de garantia mútuo.

O empréstimo pode atingir 25 mil euros, divididos por 5 anos e só começa a ser pago no final dos estudos.

Apesar do crescente número de empréstimos, o incumprimento ascende já a 1 milhão de euros.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/ec

06
Mar12

Cartões de crédito: uma tentação (quase) proibida

adm

Nos tempos que correm, usar um cartão de crédito tornou-se num hábito quase quotidiano e, muitas vezes, as pessoas nem pensam bem no que está por detrás do gesto de passar um cartão numa máquina e pagar uma conta numa loja.

Mas, ainda que o aspeto seja em tudo semelhante ao de um simples cartão de débito, o cartão de crédito é, na verdade, um crédito pessoal. Ou seja, o cartão tem associado um montante máximo de crédito pessoal pré-aprovado. Só que os créditos pessoais são créditos que não dão qualquer tipo de garantia ao banco (ao contrário, por exemplo, do crédito à habitação, em que o próprio imóvel pode servir como garantia de recuperação do dinheiro), e por isso têm taxas muito elevadas.

Enquanto no crédito à habitação a taxa média para os novos contratos está pouco acima dos 5%, no crédito ao consumo ronda os 10%. Nos dias que correm, os bancos olham cada vez mais para o risco do cliente e para a probabilidade de recuperação do dinheiro emprestado e dos juros. E é por isso que as taxas cobradas estão a disparar: porque os bancos tentam proteger-se desse risco.

Curiosamente, esta escalada das taxas nos contratos de crédito pouco ou nada têm a ver com a tendência das taxas de referência no mercado (as Euribor), que até se têm mantido em níveis muito baixos nos últimos meses. A escalada dos juros nos contratos de crédito deve-se antes ao aumento dos spreads por parte dos bancos.

Nos cartões de crédito, a taxa de juro cobrada pode chegar aos 35%. Nada que desmotive os portugueses: se em 2000 Portugal contava com cerca de 3 milhões de cartões de crédito, em apenas uma década (até ao final de 2010), esse número disparou para quase 10 milhões de cartões.

Se os utilizadores pagarem o cartão a 100% logo no final do mês, os bancos não chegam a cobrar juros, mas se a dívida transitar para o mês seguinte, os juros são elevados.

Por isso, é importante ter em mente duas ou três regras antes para fazer uma utilização correta destes cartões. Primeiro, pense que usar um cartão de crédito é usar dinheiro que não é seu, e que vai ter de pagar por essa utilização.

Isso ajudá-lo-á a interiorizar que os cartões de crédito só devem ser usados em caso de emergência, sob pena de se acumularem dívidas e problemas financeiros maiores.

Antes de utilizar estes cartões, faça as contas e assegure-se de que tem capacidade para pagar a dívida que vai contrair. Não só se tem essa capacidade agora, mas também se tem a certeza de que essa capacidade vai manter-se até ao final do pagamento. Por exemplo: existe a probabilidade de perder o emprego ou daqui a um ano ainda terá o mesmo rendimento?

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

05
Mar12

Crédito: menos para as famílias, mais para as empresas

adm

A concessão de crédito às famílias portuguesas está em queda há 13 meses consecutivos. Já o crédito a empresas, está a aumentar e absorve já perto de 90% do financiamento concedido pela banca.

Segundo os dados do Banco de Portugal, em janeiro, os novos empréstimos a particulares ficou abaixo dos 600 milhões de euros, o valor mais baixo em pelo menos nove anos (os dados mais antigos disponíveis remontam apenas a 2003).

Dentro deste valor, o crédito à habitação pesa cada vez menos: no primeiro mês do ano, a banca só emprestou 150 milhões para compra de casa. O valor representa uma queda de 75% face ao homólogo de 2011.

Já no crédito ao consumo, o valor emprestado pelos bancos aos portugueses ascendeu aos 168 milhões de euros, traduzindo uma descida de 38% face ao primeiro mês do ano passado.

A maior fatia do bolo emprestado pelos bancos aos portugueses foi para «outros fins», onde se incluem áreas como a educação, saúde, etc. Aqui, os empréstimos ascenderam a 270 milhões, mais 7,57% que no homólogo.

Pelo contrário, o crédito às empresas cresceu 17% desde Janeiro de 2011, para 4,5 mil milhões de euros. Mesmo assim, o valor fica ainda 24% abaixo dos empréstimos a empresas concedidos em dezembro último.

O Banco de Portugal revela ainda que a taxa de juro dos novos contratos de crédito à habitação está em máximos desde 2008 devido ao aumento dos spreads e que o malparado atingiu um novo recorde.

Por outro lado, nota para o facto de os depósitos dos bancos nacionais no BCE terem alcançado um recorde. Ao mesmo tempo, o financiamento da instituição liderada por Mário Draghi destinado à banca portuguesa está no nível mais elevado desde Agosto.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f

05
Mar12

Crédito malparado já vai nos 12,4 mil milhões

adm

O crédito malparado continua imparável, graças à crise, que põe dificuldades acrescidas a famílias e empresas na hora de pagar o que devem aos bancos. São já 12,4 mil milhões de euros que a banca tem dificuldades em recuperar.

Segundo os dados do Banco de Portugal divulgados esta segunda-feira, as famílias portuguesas não conseguem pagar 4,8 mil milhões de euros, o que equivale a 3,44% de todo o crédito contraído.

A maior taxa de malparado regista-se no crédito ao consumo, onde atinge 10,28%. No crédito para outros fins, a taxa de malparado vai também já perto de 10% (9,71%). Só no crédito à habitação é que a taxa é menor (1,9%), mas esta representa, mesmo assim, o valor mais alto desde pelo menos 1997, primeiro ano em que há dados disponíveis.

Nas empresas, a cobrança duvidosa atinge também 6,72% do total do crédito concedido, um máximo desde Abril de 1998. Ou seja, as empresas não conseguem pagar 7,6 mil milhões de euros.

O Banco de Portugal revela ainda que a concessão de créditoàs famílias está a encolher, ao passo que o financiamento de empresas está a aumentar, e que a taxa de juro dos novos contratos de crédito à habitação está em máximos desde 2008 devido ao aumento dos spreads.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

 

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