Segunda-feira, 30 de Abril de 2012
Prestações do crédito à habitação baixam mais de 6%
As taxas Euribor mantêm a tendência de queda. Na sessão de hoje, a Euribor a seis meses recuou mesmo para um nível inferior a 1% pela primeira vez desde Junho de 2010. São boas notícias para quem tem crédito à habitação, já que vai sentir uma nova redução do encargo com o crédito bancário.

As famílias que têm empréstimo à habitação vão voltar a sentir um alívio nos encargos. Para quem tem o crédito associado à Euribor de Abril, será informado de uma redução da prestação de, pelo menos, 6% face ao actual custo.

Assim, uma família que tenha um empréstimo à habitação de 100 mil euros, com um “spread” de 1% e associado à Euribor a três meses de Abril vai pagar 356,95 euros, menos 23,77 euros, ou 6,24%, do que a actual prestação.

Já quem tiver um empréstimo nas mesmas condições mas associado à Euribor a seis meses, vai sentir uma redução do encargo mensal de 38 euros, ou 9,28%. A nova prestação será fixada em 371,62 euros.

Estes cálculos são efectuados com base na média mensal das taxas Euribor de Abril, a referência para a fixação da prestação dos empréstimos que são revistos em Maio. 

As taxas Euribor têm vindo a descer, a reflectir as decisões do Banco Central Europeu (BCE) que voltou a colocar o preço do dinheiro na Zona Euro no mínimo histórico de 1%. E as perspectivas são de que se mantenha assim durante algum tempo, com alguns economistas a acreditarem que a autoridade monetária vai optar por descer ainda mais a taxa de juro. Se se confirmar, a Zona Euro terá uma taxa de juro de referência como nunca teve. O valor mais baixo alguma vez praticado na região foi de 1%.

Os problemas no sector financeiro, a crise de dívida e a evolução da economia, que em muitos países é já de contracção, têm ditado cautela na política monetária.

Com isto, as famílias têm sentido algum alívio nos encargos com o crédito à habitação. 

Em 2008, antes de estourar a crise do “subprime” nos EUA que levou a reduções de juros em todo o mundo, depois da falência do Lehman Brothers, as taxas de juro na Zona Euro estavam bastante mais altas. O BCE subiu, pela última vez nesse período o preço do dinheiro na região para em Julho de 2008 para 4,25%.

Esta decisão acabou por elevar as taxas Euribor que, após a falência do Lehman Brothers dispararam para valores superiores a 5%.

Tendo em consideração um empréstimo de 100 mil euros, a 30 anos, com um “spread” de 1%, a prestação de um crédito chegou a ser de 606,83 euros, para os casos em que estava associado à Euribor a três meses. O que significa um encargo superior em cerca de 250 euros, ou seja 70%, face ao caso acima exposto.

Para os créditos indexados à Euribor a seis meses, a prestação mais elevada foi de 613,70 euros, ou seja, mais 65,1%, ou 242 euros.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/h


publicado por adm às 22:52
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Sexta-feira, 27 de Abril de 2012
Bancos contam apertar critérios para conceder empréstimos ao consumo
Os critérios para os bancos aprovarem um empréstimo ao consumo deverão ser ainda mais apertados no segundo trimestre e manter-se idênticos para o crédito à habitação. O cenário é antecipado pelas instituições bancárias portuguesas, para quem o aumento do custo do financiamento nos mercados está levar a uma menor injecção de liquidez na economia.

A expectativa dos grupos bancários que responderam ao Inquérito aos Bancos sobre o Mercado de Crédito, do Banco de Portugal, divulgado nesta quinta-feira, é de que as pequenas e médias empresas (PME) aumentem a procura de crédito entre Abril e Junho – com maior expressão nos pedidos de empréstimos de curto prazo.

Neste período, ao contrário do que é a previsão para a concessão de crédito ao consumo, que deverá sofrer novas restrições, os bancos contam que se mantenham os mesmos critérios para aprovar empréstimos ou linhas de créditos às empresas.

Isto não significa que os critérios sejam menos apertados. O que o inquérito revela é a perspectiva de não serem aplicados “critérios mais restritivos”, o que, tendo em conta os resultados do primeiro trimestre, indicia que as condições exigentes nos contratos se mantenham.

Os cinco bancos inquiridos, que o supervisor liderado por Carlos Costa não identifica, aumentaram, no último trimestre, os spreads aplicados nos empréstimos, em particular no crédito às grandes empresas.

Já os critérios para os bancos aprovarem empréstimos ao consumo deverão agravar-se, depois de três meses que foram já “ligeiramente mais restritivos” do que o final do ano passado. Três dos cinco grupos bancários prevêem “um ligeiro acréscimo das restrições à concessão de crédito para consumo e outros fins”, enquanto os outros dois não antecipam mudanças.

Com a economia em contracção, os bancos notam que, nos primeiros três meses do ano, houve uma avaliação mais negativa dos riscos associados “à validade das garantias” exigidas para aprovarem um empréstimo e à capacidade de os consumidores assegurarem o pagamento da dívida contraída.

Também no crédito à habitação a maior exigência levou a um aumento do spreads nos empréstimos de maior risco entre Janeiro e Março. Mas a maioria dos bancos (três) não espera maiores restrições neste e nos próximos dois meses. Dois bancos contam que “os critérios seguidos na sua aprovação se tornem apenas ligeiramente mais restritivos”.

fonte:http://economia.publico.pt/N



publicado por adm às 23:22
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Quinta-feira, 26 de Abril de 2012
Bancos prevêem subida da procura de crédito pelas PME

Os bancos portugueses antecipam uma recuperação ligeira dos pedidos de empréstimos pelas pequenas e médias empresas.

Para o próximo trimestre, a generalidade dos bancos incluídos no inquérito trimestral sobre o mercado de crédito antecipa uma recuperação ligeira da procura de crédito por parte de pequenas e médias empresas (PME).

"As expectativas dos bancos inquiridos permitem antever um ligeiro acréscimo na procura de empréstimos por parte de PME e de empréstimos de curto prazo ao longo do segundo trimestre", refere o inquérito do Banco de Portugal.

Este poderá ser um pequeno sinal de melhoria do tecido empresarial português. Recorde-se que a procura de financiamento quer de empresas, quer de particulares têm caído significativamente desde o surgimento da crise da dívida soberana.

No caso das empresas, essa quebra da procura deve-se, entre outros factores, a uma redução das necessidades de financiamento para investimento. No caso dos particulares, a diminuição da confiança dos consumidores, a redução de despesas de consumo de bens duradouros e a deterioração das perspectivas para o mercado de habitação são os factores apontados pelos bancos para explicar a redução da procura de crédito das famílias.

Apesar da antecipação do aumento ligeiro da procura de crédito por parte das PME, os outros segmentos da economia não deverão sentir o mesmo efeito. Segundo as informações do inquérito do banco de Portugal, hoje divulgado, o sector financeiro perspectiva para o próximo trimestre uma "redução da procura de empréstimos para habitação". Já para o segmento empresarial (excluindo as PME), os bancos estimam que não haja alterações significativas na procura de empréstimos.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/


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publicado por adm às 22:00
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Crédito: bancos apertam mais e não esperam melhoria

Os bancos portugueses voltaram a apertar «ligeiramente» os critérios de concessão de crédito no primeiro trimestre do ano, revela o inquérito realizado pelo Banco de Porqugal a cinco grandes grupos bancários.

Segundo o relatório do inquérito, publicado esta quinta-feira, as dificuldades acrescidas aplicaram-se tanto a empresas como a particulares.

Na origem da maior restritividade esteve «uma perceção menos favorável dos riscos, bem como o aumento dos seus custos de financiamento e restrições de balanço». 

Maiores exigências na hora de dar crédito «que se traduziram num aumento dos spreads aplicados (com especial ênfase nos empréstimos de maior risco), mas também na aplicação de outras condições contratuais ligeiramente mais restritivas».

No caso das empresas, o Banco de Portugal sublinha a redução das maturidades dos empréstimos, condições contratuais não pecuniárias (covenants) mais restritivas e o reforço das garantias exigidas. Por sua vez, no caso específico dos empréstimos a particulares para a aquisição de habitação, é digna de nota a maior exigência quanto ao rácio entre o valor do empréstimo e o valor da garantia.

Portugueses recorrem mais a poupanças

A procura de crédito por parte das empresas estabilizou e, no caso dos particulares, até diminuiu, sobretudo no crédito à habitação.

No plano empresarial, há «menores necessidades de financiamento para efeitos de investimento ou fusões/aquisições e reestruturação empresarial», mas ao mesmo tempo «as crescentes necessidades de financiamento de existências e de fundo de maneio, bem como de financiamento para a reestruturação da dívida, efeitos que se anularam entre si.

No caso dos particulares, «a diminuição da confiança dos consumidores, a deterioração
das perspetivas para o mercado da habitação, a retração nas despesas de consumo de bens duradouros e o crescente recurso a poupanças terão estado entre os fatores que mais contribuíram para a redução da procura de crédito».

Bancos queixam-se do efeito da crise da dívida

Para o segundo trimestre, a generalidade dos bancos não perspetiva critérios mais restritivos na concessão de empréstimos ou linhas de crédito a empresas. Também no que toca aos empréstimos a particulares, deverão manter-se os critérios na aprovação de crédito à habitação, mas pode haver um ligeiro agravamento da política de concessão de crédito ao consumo e outros fins.

Os bancos esperam um ligeiro aumento da procura de empréstimos por parte das pequenas e médias empresas (PME) e de empréstimos de curto prazo. No caso dos particulares, a maioria dos bancos perspetiva uma redução da procura de empréstimos para habitação, consumo e outros fins.

Os bancos reportaram ainda ao Banco de Portugal um «agravamento quer das suas condições de financiamento, quer dos critérios que aplicam na concessão de crédito» e salientaram, entre outros efeitos, «o impacto da redução do valor dos ativos de garantia de dívida soberana disponíveis para operações no mercado por grosso».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f



publicado por adm às 20:48
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Quarta-feira, 25 de Abril de 2012
Saiba o que muda nos seguros de crédito

O Executivo introduziu algumas alterações para responder às exigências das empresas.

Com o abrandamento económico em alguns dos principais mercados de exportação, os riscos de incumprimento aumentam e os seguros de crédito ganham uma nova preponderância. Perante as dificuldades crescentes das empresas - confrontadas com a contracção de 3,4% da economia nacional, dificuldades de acesso ao crédito e um agravamento da carga fiscal - o Executivo decidiu introduzir, este ano, algumas alterações ao funcionamento dos seguros de crédito.

Por exemplo, as empresas quando exportam para países fora da OCDE, Turquia e México podem recorrer a uma linha de seguros de crédito que conta com uma dotação de mil milhões de euros, mas está apenas protocolada com a COSEC, que agora vê o seu poder de decisão ampliado de forma a poder dar luz verde a operações até um milhão de euros e não apenas 500 mil euros como até aqui. Esta alteração tem por objectivo acelerar o processo de decisão já que não será necessário ficar dependente do aval da Direcção-Geral do Tesouro, a instituição que garante esta linha na totalidade. Por outro lado, a garantia global prestada pelo Estado, no valor de cem milhões é reforçada para 200.

Outra das alterações reside no reforço em 400 milhões de euros da linha de seguro de crédito OCDE II que conta agora com uma dotação de mil milhões de euros. Por outro lado, o Executivo decidiu, dado o nível de sinistralidade da linha, justificado por se cobrirem ‘ratings' mais gravosos, ajustar a sua taxa de prémio de 0,25% para 0,40% baixando assim o esforço financeiro líquido por parte do Estado. Além disso, foram redistribuídos os ‘plafonds' de acordo com a taxa de execução histórica.

Finalmente, ao nível da linha OCDE I, o Executivo decidiu distribuir o valor da linha pelas seguradoras em função da utilização efectivamente demonstrada e não em função das quotas de mercado que tem prevalecido, isto para garantir uma maior eficiência e eficácia na utilização dos fundos públicos. Por outro lado, também aqui os ‘plafonds' foram redistribuídos de acordo com a taxa de execução histórica. Esta é uma linha de seguro de apoio ao crédito comercial das empresas para países da OCDE com uma dotação global de mil milhões de euros, sendo que 500 milhões têm garantia do Estado através da Sociedades de Garantia Mútua e os restantes 500 milhões de euros são garantidos pelas quatro companhias de seguro de créditos subscritoras do protocolo celebrado.

Em vigor está ainda a linha que se destina às empresas que produzam ou exportem bens de equipamento ou produtos com longos períodos de fabricação, no mínimo de quatro meses (OCDE III) que tem um montante global de 200 milhões de euros e o ‘plafond' de garantia do Estado é de 150 milhões de euros. Mas nesta linha de crédito não estão previstas alterações para este ano.

Linhas para Angola e Rússia
A linha de cobertura dos riscos de crédito à exportação para Angola, garantidas pelo Estado através da COSEC, foi aberta em finais de 2004 e conta com um montante de mil milhões de euros, mas funciona numa base evolutiva. Os créditos deverão respeitar um pagamento inicial (mínimo de 15%), o prazo de reembolso não deve ultrapassar sete anos, as prestações de capital são iguais, semestrais e sucessivas, vencendo-se a primeira seis meses depois do ponto de partida do crédito. Já a linha de cobertura dos riscos de crédito à exportação para a Rússia visa financiar as exportações de bens de equipamento e serviços para a Rússia tem um montante de 200 milhões, e está em vigor até 14 de Abril de 2013. A sua utilização mínima é de cem mil euros e o montante financiável até 85% do valor do contrato comercial. O reembolso terá de ser feito num prazo de dez anos, em prestações de capital, iguais, semestrais e sucessivas, vencendo-se a primeira seis meses após a data do ponto de partida do crédito.

fonte:;http://economico.sapo.pt/

 



publicado por adm às 18:45
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Segunda-feira, 23 de Abril de 2012
Crédito concedido encolhe. Só Lisboa escapa

Os bancos cortaram no crédito concedido a empresas e particulares durante o ano passado. O corte fez-se sentir de norte a sul do país, à exceção do distrito de Lisboa.

De acordo com dados do Banco de Portugal (BdP) publicados esta segunda-feira no Boletim Estatístico, o valor emprestado pelo setor bancário encolheu 0,9% em 2011 face a 2010. Os cortes variaram de distrito para distrito e, no caso da Região Autónoma da Madeira, chegaram perto de 10%. Seguiram-se Faro (menos 8%), Coimbra (menos 4,3%), Porto (menos 3,8%) e Vila Real (menos 3,8%).

Só Lisboa escapou ao aperto: aqui o crédito concedido aumentou 3,3%. A capital concentra agora 113,3 mil milhões de euro de crédito, do total de 253,5 mil milhões concedidos. Ou seja, 44% do crédito que os bancos dão fica no distrito de Lisboa.

No segundo lugar surge o Porto, com 14,5% do financiamento total.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f



publicado por adm às 23:02
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Sexta-feira, 20 de Abril de 2012
Bancos «estrangulam» torneira do crédito

O crédito concedido ao setor privado (empresas e famílias) caiu em fevereiro, segundo os dados revelados esta sexta-feira pelo Banco de Portugal.

Nos Indicadores Económicos de Conjuntura, o banco central revela que o financiamento caiu 1,3% face ao homólogo. O valor mostra uma deterioração face ao registado em janeiro, quando o crédito tinha recuado 1%.

No caso das empresas, o crédito caiu 0,2%, depois do aumento de 0,1% em janeiro, ao passo que no caso dos particulares a queda se aprofundou, passando dos 2,5 para os 2,8%.

Entre as empresas, verificou-se uma deterioração do financiamento não só às empresas privadas (de -0,1 para -0,4%) como também às empresas públicas que não consolidam nas administrações públicas (de 2,8 para 2,3%). 

No que concerne aos particulares, a deterioração reflete a redução do crédito para aquisição de habitação e para consumo e outros fins, tendo ambas as taxas de variação em termos homólogos diminuído três décimas, para -2,1 e -4,4%, respetivamente.

No mesmo mês, a taxa de juro média sobre saldos de empréstimos a empresas situou-
-se em 5,08%, abaixo dos 5,14% registados no mês anterior.

No que respeita aos empréstimos a particulares para habitação, registou-se uma diminuição na respetiva taxa de juro média (de 2,71 para 2,63%), enquanto a taxa relativa aos empréstimos a particulares para consumo e outros fins se manteve inalterada em 8,66%.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



publicado por adm às 23:44
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Sexta-feira, 13 de Abril de 2012
Dívidas incobráveis: falidos devem 330 milhões

A lista pública de execuções já tem mais de 21.600 nomes de devedores que não têm dinheiro para pagar ou bens para penhorar. A situação agravou-se nos últimos meses e prova disso é que, pela primeira vez, há mais particulares que empresas na lista, representando 54% do total.

O crédito fácil e o agravamento das condições económicas estão a acelerar o processo de insolvência de muitos portugueses.

Ao todo, os 21.600 nomes constantes da lista representam dívidas incobráveis no valor de mais de 330 milhões de euros.

A lista é pública e está disponível na Internet, pelo que qualquer pessoa pode consultá-la e detetar quem tem dívidas incobráveis. Assim, procura evitar-se que quem já consta na lista continue a contrair mais créditos que, claramente, não vai conseguir pagar. Consequentemente, evita-se também que os credores avancem com processos judiciais inúteis.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e


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publicado por adm às 23:11
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Dívidas das famílias: reestruturação vai ser mais fácil

As famílias sobreendividadas vão poder reestruturar os seus créditos mais facilmente, anunciou esta sexta-feira o governador do Banco de Portugal, durante uma audição no Parlamento.

Carlos Costa anunciou que o regulador e o Governo estão a preparar medidas que tornarão a renegociação das dívidas mais fácil.

«Estamos muito envolvidos em encontrar fórmulas de reestruturação da dívida dos particulares que lhes permita continuar numa situação solvente e em condições de honrar os seus compromissos», disse Carlos Costa.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f



publicado por adm às 23:10
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Segunda-feira, 9 de Abril de 2012
Crédito concedido às famílias sobe pela primeira vez num ano

Pela primeira vez no último ano crédito concedido às famílias aumentou. De acordo com os dados do Banco de Portugal, em fevereiro, o valor de empréstimos aos particulares ascendeu a 139,3 mil milhões de euros, ou seja, mais 295 milhões de euros face ao mês anterior.
O aumento da concessão de crédito à habitação é motivo desta inversão de tendência de queda que se vinha a verificar desde fevereiro do ano passado. 

Em fevereiro, o valor de crédito à habitação concedido a particulares ascendeu a 113,1 mil milhões de euros, ou seja, mais 418 milhões de euros em relação ao mês anterior. Já em termos homólogos a queda foi de 1,4 mil milhões de euros.

Embora ainda seja dificil de avaliar se esta subida é uma inversão da tendência ou apenas um caso pontual, os números mostram que, ao contrário do que se pensava, a concessão de crédito à habitação aumentou.

A realização de leilões de imóveis detidos pela banca, que permitem acesso a financiamento mais vantajoso, poderá ser uma das explicações.

Ainda assim, em termos homólogos ainda se verifica uma descida do total de crédito às famílias. Quando comparado com fevereiro do ano passado, o total de empréstimos a particulares diminuiu 2,6 mil milhões de euros, ainda assim um valor um pouco menor do que a comparação homóloga de janeiro (-3 mil milhões de euros).

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/



publicado por adm às 22:49
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