Terça-feira, 26 de Junho de 2012
Sete mandamentos para travar o sobreendividamento

O Governo vai alterar o regime dos juros de mora para travar a espiral do sobreendivamento.

O Executivo apresentou ao Conselho Nacional do Consumo os novos diplomas que está a preparar para a gestão do risco e do incumprimento. Obrigar bancos a informar os clientes antes de chegar ao vermelho, negociar fora dos tribunais, definir novas regras para regime da mora e criar agentes de crédito são algumas das medidas na forja.

1 - Prevenção do incumprimento
Para apoiar os portugueses sobreendividados, o Executivo pretende responsabilizar mais os bancos, prevenir situações de aperto financeiro. O novo regime jurídico, a implementar até ao Verão, irá prever que todas as instituições de crédito passam a ter de contactar e a acompanhar o cliente com fins preventivos e, caso existam pagamentos em atraso, a elaborar um "Plano de Acção para o Risco de Incumprimento", com propostas adequadas à situação financeira, características pessoais e necessidades de cada cliente.

2 - Plano de recuperação extrajudicial
Se a acção preventiva não for suficiente, os bancos ficam obrigados a procurar uma resolução extrajudicial para o pagamento das obrigações por um período de três meses, durante o qual a instituição deve tentar negociar com o cliente um plano de liquidação da dívida. O objectivo é encontrar soluções para o incumprimento fora dos tribunais, obrigando a banca a avisar o consumidor sempre que este entre numa situação de sobreendividamento e, ao mesmo tempo, a apresentar um plano de recuperação em consonância com esse mesmo consumidor. No período negocial de 90 dias, as instituições de crédito não poderão resolver os contratos de crédito nem instaurar qualquer acção judicial e cobrar juros de mora.

3 - Mediador do crédito
Na negociação extrajudicial e como último recurso nas situações em que não seja possível chegar a acordo com o banco, o consumidor poderá ainda solicitar um procedimento adicional de mediação conduzido pelo "Mediador do Crédito".

4 - Rede de apoio aos consumidores
O pacote de medidas prevê também a criação de uma rede nacional de informação e apoio ao consumidor em caso de incumprimento e da recuperação extrajudicial de contratos de crédito. De acordo com as declarações do secretário de Estado adjunto da Economia, Almeida Henriques, no Dia do Consumidor, o objectivo "é formar pessoas" de diversas instituições para o apoio directo ao consumidor, nomeadamente no auxílio durante as negociações com o banco. Desta rede poderão fazer parte os municípios, através dos Centros de Informação Autárquicos ao Consumidor, bem como todas as associações de defesa dos consumidores e centros de arbitragem de conflitos de consumo.

5 - Novas regras para agentes de crédito
O Executivo está a preparar um diploma que visa a regulação da actividade dos intermediários de crédito. Entre as medidas contam classificar os agentes de crédito em várias categorias, definir regras quanto à remuneração dos serviços prestados por estes agentes para evitar conflitos de interesse e estabelecer deveres de informação e regras aplicáveis à publicidade.

6 - Regras de transparência aplicadas a todos os contratos
Outra medida passa pela extensão de regras de transparência e informação dos contratos de crédito à habitação a outros contratos de créditos garantidos com hipoteca (comissões para reembolsos parciais e totais, uniformizar critérios na contagem de cálculos de juros tendo como referência 365 dias e dever de informar de forma clara a TAE).

7 - Novo regime de mora do devedor
O Governo vai rever o regime de 1978 relativo aos juros remuneratórios, à capitalização de juros e à mora do devedor. O objectivo é introduzir novos mecanismos disciplinadores dos critérios de contagem e de cobrança de juros pelas instituições. E coloca o seu principal enfoque no regime aplicável ao incumprimento pelo cliente bancário dos contratos de crédito celebrados. A palavra de ordem passa aqui por corrigir lacunas que permitem práticas como a cobrança de comissões a título de despesa de cobrança de prestação em dívida, que leva em muitos casos à duplicação dos juros de mora.

Trabalho publicado na edição de 24 de Maio de 2012 do Diário Económico



publicado por adm às 08:24
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Quinta-feira, 21 de Junho de 2012
Torneira aperta: empréstimos caem em todas as frentes

A torneira aberta do período pré-crise está a fechar-se cada vez mais. Os bancos já não emprestam como antes. O crédito concedido a famílias e empresas caiu em todas as frentes

É o que revela o Boletim Estatístico do Banco de Portugal, que inclui ainda dados sobre o malparado que já tinham sido divulgados. O crédito de cobrança duvidosa está a disparar para níveis recorde.

Sobre os empréstimos às empresas, o Banco de Portugal revela que baixaram de 111.751 milhões de euros em março para 111.140 em abril. É uma diferença substancial de 611 milhões de euros.

Nas famílias, o aperto na concessão de crédito acontece em todos os casos: seja para habitação, consumo ou outros fins.

Os empréstimos para a compra de casa baixaram de um total de 112.817 milhões de euros em março para 112.506 milhões em abril, menos 311 milhões.

Nos empréstimos ao consumo a descida é menor. Verificou-se um recuo de 128 milhões de euros, para 143.373 milhões. 

Já o crédito concedido para outros fins baixou 27 milhões de um mês para o outro, para 11.406 milhões de euros. 

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f



publicado por adm às 23:06
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Terça-feira, 19 de Junho de 2012
Famílias falham pagamentos de 800 milhões de euros

Débitos directos recusados por falta de provisões sobem 11,5% no primeiro quadrimestre de 2012 face ao período homólogo.

Foram vários os líderes e responsáveis que avisaram que 2012 não seria um ano fácil. Os números macroeconómicos também não deixavam muita margem para dúvidas. No entanto, as famílias portuguesas estão a dar provas de que o ano não está apenas a ser difícil, mas sim a obrigar à maior prova de resistência desde, provavelmente, a Grande Depressão, já lá vai quase um século - e na altura Portugal nem sofreu particularmente com ela.

Segundo dados do Banco de Portugal, nos primeiros quatro meses do ano foram rejeitados 847 milhões de euros em débitos directos, mais 103 milhões do que em igual período do ano passado. Do valor total, 92,6% das recusas de pagamento deveu-se a falta de provisões. Ou seja, contas feitas e 784,3 milhões de euros de compromissos não foram pagos porque não havia saldo disponível para tal nas contas das famílias portuguesas.

Entre Janeiro e Abril do ano passado o valor de débitos directos rejeitados por falta de provisões foi de menos 11,5%, não atingindo os 700 milhões de euros. Uma evolução que mostra que, para além dos créditos de valor elevado - como o crédito à habitação- as famílias estão também a perder a capacidade de fazer face a despesas básicas, como é o caso da s contas da electricidade, da água e do gás. Aliás, dados compilados pela central de responsabilidades de crédito mostram que há 123 mil famílias em Portugal que não conseguem pagar créditos até 1.000 euros. E os dados não são mais animadores junto da DECO, que revela que cerca 8% dos pedidos de ajuda feitos pelas famílias portuguesas à instituição se prendem com esta dificuldade de pagamento dos serviços básicos de que uma casa necessita.

fonte:http://economico.sapo.pt/



publicado por adm às 08:28
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Segunda-feira, 18 de Junho de 2012
Crédito malparado atinge máximo de 18 anos

O crédito malparado em Espanha atingiu os 8,72%, fixando máximos de 18 anos.

O nível de crédito malparado em Espanha atingiu em abril os 8,72%, entre todo o sistema financeiro espanhol, o valor mais elevado em 18 anos, segundo dados divulgados pelo Banco de Espanha.

Dados provisionais divulgados hoje explicam que o crédito malparado (de difícil cobrança) cresceu três décimas face ao valor do mês anterior.

A carteira de crédito malparado das entidades financeiras espanholas atingiu os 152.700 milhões de euros no final de Abril, tendo superado assim, e pela primeira vez desde junho de 1996, o valor de 150 mil milhões de euros.

Em termos absolutos o crédito malparado aumentou em 4.772 milhões de euros num mês.

fonte_http://economico.sapo.pt/n

 



publicado por adm às 21:54
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Sexta-feira, 15 de Junho de 2012
Juntar créditos para fugir à crise

As famílias sobreendividadas vão poder juntar vários créditos numa única prestação, de forma a conseguirem uma almofada contra a crise. Sem montantes definidos à partida, esta será a solução que juntará as cinco forças políticas nos próximos 45 dias no Parlamento. Ontem, as 18 propostas para alterar as regras no crédito à habitação nem sequer foram votadas, mas todas serão analisadas à lupa para se conseguir chegar a um consenso.

 

Há muitas famílias que têm cinco créditos, além da dívida da casa, quando pedem ajuda à Deco. Ao CM, o deputado do PSD António Leitão Amaro admite "a possibilidade" de concentração de outros créditos na renegociação da dívida do empréstimo à habitação.

Do lado da Associação Portuguesa de Bancos, Pedro Malaquias adiantou ontem que se tais medidas não forem bem ponderadas "poderá levar a incumprimentos contratuais à Banca, assim como à necessidade de os bancos fazerem novas provisões e terem de renegociar todo o plano de recapitalização da Banca, que já está negociado e foi apresentado à troika". Leonor Coutinho, da Sefin – Associação de Utilizadores de Produtos Financeiros, enalteceu a necessidade de se legislar, mas avisa: "Para se chegar a boas práticas, tem de se ser um pouco mais duro."

No Parlamento, registou-se um consenso invulgar com um único objectivo: evitar que as famílias endividadas percam as suas casas. Em média, todos os dias são entregues à Banca 25 habitações.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/




publicado por adm às 23:57
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Caixa prevê reduzir crédito a particulares

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) prevê reduzir o crédito concedido aos particulares mas aumentar o crédito às empresas, disse esta sexta-feira o presidente do banco público, José de Matos.

«Prevemos uma redução do crédito a particulares, dado a situação de partida, particularmente no crédito à habitação», onde o mercado português já está próximo da saturação, disse Matos durante uma audiência na comissão parlamentar de Economia. «Há uma redução drástica, brutal, da procura de crédito pelos particulares, que já esperávamos».

Pelo contrário, o objetivo da Caixa é «o crescimento do crédito a empresas não financeiras», afirmou o presidente executivo da CGD, citado pela Lusa.

José de Matos notou ainda que a CGD «sustentou financeiramente empresas públicas portuguesas que viram bancos estrangeiros desaparecer de um momento para o outro» devido à crise da dívida soberana.

«A Caixa e outros bancos, não a CGD em regime especial ou exclusivo, contribuíram para suportar o setor empresarial do Estado», acrescentou José de Matos.

O presidente da CGD manifestou também o seu desejo de «reduzir a dependência do financiamento do banco central».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



publicado por adm às 23:04
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Segunda-feira, 11 de Junho de 2012
Malparado dispara 2 mil milhões em 4 meses

O malparado voltou a aumentar e atinge agora quase 14 mil milhões de euros. Para se ter uma ideia, nos primeiros quatro meses do ano, entre janeiro e abril, disparou 2.082 milhões de euros ou 17,6%, segundo os dados divulgados esta segunda-feira pelo Banco de Portugal. 

Os empréstimos de cobrança duvidosa às empresasatingiram em abril 8.961 milhões de euros, mais 8,05% do que em março. Isto numa altura em que se estima que as falênciasdevam aumentar 25% este ano. 

Entre as famílias, o panorama não é melhor. O crédito de cobraça duvidosa chega muito perto dos 5 mil milhões, o que corresponde a uma variação mensal de 1,61%. 

É no crédito ao consumo que se regista a maior variação no incumprimento (2,19% para 1.585 milhões de euros entre março e abril). 

O malparado no crédito à habitação apresenta, contudo, valores muito críticos: atingiu o valor mais elevado de sempre (2.212 milhões).

Reflexo disso mesmo é que os pedidos para renegociar empréstimos para a casa dispararam 50% este ano. 

Já o incumprimento nos empréstimos para outros fins cresceu quase 2% para 1.180 milhões de euros. 

No final de maio o Banco de Portugal já tinha avisado que o o malparado, que está já em níveis historicamente elevados em Portugal, vai agravar-se ainda mais este ano, por causa da crise.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/d



publicado por adm às 23:23
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Bancos cortam crédito à economia: menos 12%

Os bancos estão a apertar cada vez mais a torneira do crédito à economia. Em abril, as instituições financeiras emprestaram apenas 4,3 mil milhões de euros, menos 604 milhões de euros, ou menos 12,3% que no mesmo mês do ano passado, revelam dados do Banco de Portugal, conhecidos esta segunda-feira.

Quando comparado com o mês anterior, o financiamento à economia encolheu 1,48 mil milhões, ou 25,6%.

As empresas absorveram mais de 86% do crédito concedido, o equivalente a 3,76 mil milhões de euros. Mesmo assim, só os grandes empréstimos às empresas (mais de um milhão de euros) aumentaram 5% face ao homólogo, para 2,24 mil milhões de euros.

Já os empréstimos às pequenas e médias empresas (PME)caíram 12,69% para 1,52 mil milhões de euros.

Também o crédito concedido às famílias caiu e representa agora apenas 13% do total. Uma das maiores quebras registadas no crédito a particulares foi na habitação: apenas 156 milhões, ou seja, menos 67% que no homólogo e menos 17% que em Março.

O crédito ao consumo também baixou 38% para 149 milhões de euros, tal como os empréstimos para outros fins: menos 23% para 258 milhões de euros.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f



publicado por adm às 22:20
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Domingo, 10 de Junho de 2012
Pedidos de microcrédito para abrir negócios têm vindo a aumentar

A Associação Nacional de Direito ao Crédito (ANDC) está a receber, em média, 200 pedidos mensais para abrir negócios através de microcréditos. Até junho, os projetos aprovados aumentaram 50%, em relação a igual período de 2011.

Nos gabinetes da ANDC, os pedidos de crédito têm vindo a aumentar: "Mais de mil pessoas já nos contactaram este ano e já apresentámos 120 projetos aos bancos", contou à Lusa Edgar Costa, gestor operacional de microcrédito.

Até agora quem recorria ao microcrédito eram "as pessoas mais carenciadas e com formação básica", mas a crise veio alterar esse perfil: Atualmente são mais jovens licenciados ou com o secundário, uma situação que provocou uma alteração das tradicionais áreas de negócio, adiantou.

"Tínhamos projetos em áreas pouco sofisticadas tecnologicamente, como lavandarias, cabeleireiros ou cafés e estamos agora a ter muitos projetos na área do audiovisual e industrial", contou Edgar Costa. 

Esta situação reflete "uma maior formação de quem recorre ao microcrédito", o que permite que "as pessoas segurem melhor o negócio porque estão mais bem preparadas". 

O número de projetos aprovados pela ANDC tem vindo a crescer, passando de 153 em 2010 para 164 no ano passado. Este ano, já foram viabilizados mais de 100 negócios. 

Mas nem todos os negócios são viáveis porque há quem tenha problemas bancários ou não tenha o negócio "minimamente amadurecido". "Há uma seleção que vai sendo feita à medida que o projeto avança". 

Há ainda outro projetos que falham nos primeiros meses, mas os investidores acabam por pagar o empréstimo, vincou. 

"A crise é a nossa maior ameaça e a nossa maior oportunidade. É ameaça porque para lançar um negócio num momento destes é muito difícil, mas é oportunidade no sentido em que as pessoas têm de arregaçar as mangas porque senão ficam com a vida muito complicada", comentou.  

A taxa de sucesso dos negócios ronda os 70%, "o que é muito bom porque a taxa de insucesso é de 70% a nível de novas empresas em Portugal", disse, frisando: "Estamos a trabalhar em contra ciclo". 

As mulheres são quem mais recorre ao microcrédito (52,5%) e o maior número de negócios encontra-se na região de Lisboa (38,6%), seguindo-se o Norte (24%), Centro (21%), Alentejo (10,4%) e Algarve (5,9%). 

Há também cada vez mais imigrantes a solicitarem um microcrédito, representando 13% dos projetos. A maioria (7,1%) é africana, seguindo-se os brasileiros (2,7%), oriundos de países da União Europeia (2%), de fora da UE (0,8%) e asiáticos (0,4%).  

Os jovens entre os 25 e os 35 anos são os que mais arriscam num negócio (35,3%), seguindo-se o grupo dos 35 aos 45 anos (28,1%).  

Para Edgar Costa, o microcrédito é um instrumento fundamental para permitir o acesso a um empréstimo para um negócio que os bancos não podem fazer atualmente por restrições da crise económica. 

"Nós não temos tido restrições nenhumas da parte dos bancos, nem em montantes, nem em números de projetos", sublinhou, convicto de que este ano serão ultrapassados os 200 projetos. 

O valor médio dos projetos aprovados este ano ronda os 7.500 euros. Desde o início da atividade em 1999, já foram aprovados 1.676 negócios, no valor de 9,5 milhões de euros, responsáveis pela criação de 2.122 postos de trabalho. 

O único requisito para o empreendedor se candidatar é não ter acesso ao crédito. Para o fazer, basta contactar a ANDC através do e-mail microcreditomicrocredito.com.pt ou do telefone 808 202 922. 

fonte:http://expresso.sapo.pt/



publicado por adm às 19:31
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