Sexta-feira, 28 de Setembro de 2012
Linha de crédito para ajudar empresas já está disponível

Portugal já executou 50% dos fundos comunitários. Linha de crédito de mil milhões de euros vai ajudar.

As empresas que têm projectos com financiamento comunitário já podem dirigir-se ao banco e pedir um crédito para fazer face à contrapartida nacional ou obter alívios de tesouraria. A linha Investe QREN, que deveria estar disponível desde 16 de Agosto, disponibiliza finalmente mil milhões de euros a uma taxa de juro que deverá rondar os 5%.

"Superado com êxito o processo de adaptação dos sistemas informáticos das várias instituições envolvidas e concluída a preparação de todo o instrumental técnico necessário, tarefas de alguma complexidade por estarem em causa empréstimos com várias componentes de financiamento e ‘pricing'", a sociedade gestora do sistema de garantia mútua (SPGM) garante que agora "estão reunidas as condições técnicas para a operacionalização da linha Investe QREN".

A linha tem condições, como um limite de financiamento de quatro milhões de euros por projecto e a obrigação de 10% do montante global do projecto ser assegurado pelo próprio promotor. O prazo máximo de financiamento é de oito anos, com dois anos de carência de capital, e para garantir que o crédito chega mesmo às empresas, os empréstimos são contragarantidos, à semelhança do que acontece com as linhas de crédito do Estado, pelo sistema de garantia mútua, em 37,5%. A linha, que conta com 500 milhões de euros do Banco Europeu de Investimento, visa acelerar a execução do Quadro de Referência Estratégico Nacional - QREN, que atingiu a 15 de Setembro 50% da sua execução, ou seja, 10,7 mil milhões de euros.

"É um marco excepcional. Um progresso que muitos não imaginavam possível, quando há 14 meses atrás, a taxa de aplicação do QREN se limitava a pouco mais de 30%. No QREN, demos um salto de tigre", sublinhou o secretário de Estado Adjunto da Economia, António Almeida Henriques.

O Programa Operacional Potencial Humano é o que apresenta uma taxa de execução mais elevada (58,1%) seguido do Programa Operacional Regional do Centro (48,1%) e do Programa Operacional Regional do Alentejo (47,4%). Já o Programa dedicado às exclusivamente às empresas, o Programa Operacional Factores de Competitividade, teve uma execução de 47,1%.

fonte:http://economico.sapo.pt/



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Terça-feira, 25 de Setembro de 2012
CGD quer reorientar crédito para PME exportadoras

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) quer aumentar o seu financiamento às PME exportadoras. 

«A CGD está menos presente do que gostaríamos no crédito às empresas», reconheceu esta segunda-feira o vice-presidente do banco público, António Nogueira Leite, na apresentação de um estudo sobre exportações em Portugal, adiantando que o banco público quer direcionar o crédito disponível para este segmento.

Segundo o responsável, enquanto a CGD tem uma quota de mercado no crédito de cerca de um quarto do sistema bancario, no crédito às Pequenas e Médias Empresas (PME) exportadoras este é de cerca de 16%, valor que quer reforçar.

Ainda assim, afirmou, a concessão de financiamento não será feita sem a devida avaliação do risco, tal como não será feita baseada em «sugestões».

«A CGD não dá crédito a quem bate a porta, nem aceita sugestões pontuais de figuras, independentemente do poder político que exiba».

Nogueira Leite, que falava na apresentação de um estudo sobre as exportações em Portugal feito pelo economista Augusto Mateus para a CGD, referiu-se ainda ao passado do banco público para afirmar que este vive atualmente constrangimentos devido a opções anteriormente tomadas.

«As instituições vivem com constrangimentos porque têm passado. A CGD começou por ser banco hipotecário e na última década deu protagonismo à construção, a tudo o que é obra imobiliária e financiamento público. Alguns de nós anunciamos várias vezes que esse caminho era um caminho sem futuro e a CGD tem de criar condições para que possa ter futuro». 

Nogueira Leite adiantou ainda que o banco público vai continuar a apresentar elevados montantes de imparidades tanto no segundo semestre deste ano como em 2013.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/


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Sábado, 22 de Setembro de 2012
Crédito malparado das empresas ultrapassa 10 mil milhões de euros

O crédito malparado das empresas ultrapassou os 10 mil milhões de euros em julho, representando o malparado do setor da construção mais de um terço do total, de acordo com os dados divulgados, esta quinta-feira, pelo Banco de Portugal.

Segundo o Boletim Estatístico, o crédito de cobrança duvidosa das empresas atingiu em julho 10.134 milhões de euros.

Este valor significa um aumento de 6,2% face a junho e representa já 9,3% do saldo total de crédito concedido às empresas em julho (109.364 milhões de euros, menos 0,66% do que em junho).

O valor do malparado das empresas registado em julho é mesmo o mais alto desde que o BdP disponibiliza estes dados (1997).

A maioria do crédito malparado das empresas está no setor da construção (3.906 milhões de euros), que tem vindo a aumentar, representando já mais de um terço do total.

Quanto ao malparado nos empréstimos às famílias, este atingiu 4.942 milhões de euros em julho, aumentando face a junho (2,23%), depois de dois meses consecutivos de queda (maio e junho).

Se juntarmos o malparado das famílias com o das empresas, o total do crédito de cobrança duvidosa em julho ultrapassou os 15 mil milhões de euros.

Nas famílias, a maior parte do malparado resulta do crédito à habitação (2.173 milhões de euros), tendo aumentado 2,3% entre junho e julho. No entanto, em termos do total concedido, é no crédito ao consumo que está o principal problema: 11% dos empréstimos são já considerados de cobrança duvidosa (1.548 milhões de euros).

fonte:http://www.jn.pt/



publicado por adm às 00:15
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Sexta-feira, 21 de Setembro de 2012
Menos crédito com malparado em valor recorde

Os bancos estão a conceder cada vez menos empréstimos tanto a famílias como empresas, mas mesmo assim o incumprimento é cada vez maior, batendo novos recordes, revela o boletim estatístico do Banco de Portugal.

Nas empresas a situação é cada vez mais crítica: se, por um lado, o crédito baixou 731 milhões de euros em julho, para 109.364 milhões, por outro o malparado subiu 595 milhões em relação a junho, para o valor nunca antes visto de 10.134 milhões de euros.

Às famílias também foram concedidos menos empréstimos (caíram 512 milhões de euros para 136.551 milhões de euros). Só no caso do crédito para outros fins é que houve um aumento em julho, face a junho, ainda que muito ligeiro, de 37 milhões de euros. 

Já os empréstimos para compra de casa recuaram 412 milhões de euros para 111.368 milhões e os bancos deram menos 137 milhões de euros de financiamento ao consumo, para 13.861 milhões.

malparado aumentou nos três casos: no crédito à habitação subiu 50 milhões de junho para julho, para um total de 2.173 milhões de crédito de cobrança duvidosa.

Contas feitas, no total, entre as famílias, o malparado também alcançou um novo recorde, de 4.942 milhões de euros, depois de ter estado alguns meses a recuar. 

Ao mesmo tempo que os bancos reduzem o crédito concedido, aumenta o valor dos empréstimos por pagar. Estas duas tendências significam que o peso do malparado é cada vez maior. 

Com o clima de austeridade agravada, particulares e empresas estão a deixar de conseguir fazer face aos seus compromissos com a banca. 

O Banco de Portugal divulgou também que o défice da balança corrente caiu 76% até julho.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



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Juros dos cartões de crédito cada vez mais próximos de 40%

O Banco de Portugal vai permitir às instituições de crédito que cobrem taxas de juro até 37,3% pelos cartões de crédito já no quarto trimestre deste ano.

O regulador divulgou esta quinta-feira as taxas máximas que podem ser cobradas nos vários segmentos de crédito ao consumo para os últimos três meses de 2012. Os cartões têm as taxas mais altas. Em apenas cinco anos (o Banco de Portugal só começou a fixar limites em 2008) a taxa passou de 32,8 para 37,3%.

O aumento das taxas reflete não só o aumento dos custos de financiamento dos bancos e outras instituições de crédito, mas também o risco. E a verdade é que o malparado no crédito ao consumo em Portugal atinge 11% do concedido.

Nos créditos pessoais, o Banco de Portugal fixou o limite das taxas de juro cobradas nos 21,1 %, ao passo que nos empréstimos destinados a educação, saúde, energias renováveis e locação financeira de equipamentos, as taxas só podem ir até aos 7,2 %.

As taxas aumentam para todos os tipos de crédito ao consumo.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f



publicado por adm às 00:29
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Quarta-feira, 19 de Setembro de 2012
Banca: crédito ao consumo cai 17%

O crédito especializado concedido pelas associadas da Associação de Instituições de Crédito Especializado (ASFAC) caiu 17,1 por cento no segundo trimestre, face ao mesmo período de 2011, somando 950 milhões de euros.

Em comunicado, a associação que representa 31 entidades especializadas no financiamento ao consumo nota que, ainda assim, houve uma subida de 3,9 por cento no crédito concedido face aos primeiros três meses do ano, «originada pelo aumento do crédito stock», que mitigou as quebras do crédito clássico e do crédito revolving [crédito permanente ou renovável]».

Analisando os dados do primeiro semestre, a diminuição da concessão de crédito subiu para 22,5 por cento em termos homólogos, cifrando-se nos 1.866 milhões de euros.

Entre abril e junho deste ano, e face ao mesmo trimestre de 2011, o crédito clássico concedido a particulares - que representa 91,8 por cento do total do crédito clássico - caiu 31 por cento (descida de 33,4 por cento considerando o 1.º semestre).

Já o crédito revolving manteve no 2.º trimestre os mesmos valores de 2011 e recuou dois por cento face ao 1.º semestre.

O crédito clássico concedido a empresas também desceu (48,8 por cento no 2.º trimestre e 46,1 por cento no semestre), assim como o crédito revolving - que representa 48,9 por cento do total de crédito concedido - que diminuiu 9,6 por cento no 2.º trimestre e 19 por cento no 1.º semestre.

De acordo com a ASFAC, a aquisição de meios de transporte continuou a liderar o destino dos montantes concedidos no crédito clássico, com 68 por cento e 199 milhões de euros (410 milhões no primeiro semestre).

Seguiu-se a aquisição de artigos para o lar, com 18 por cento, e o crédito pessoal, com 11,6 por cento.

«A evolução de todos os produtos financiados foi negativa tanto no segundo trimestre como no primeiro semestre», nota a associação.

No que respeita ao número de contratos de crédito clássico, foram celebrados de abril a junho um total de 84.051 contratos, dos quais 97,9 por cento com particulares, tendo o valor médio atribuído por cada contrato sido de 3.485 euros, menos 15 por cento do que em 2011.

«Estes valores refletem a atual conjuntura económica e financeira que o país está a viver. A quebra dos rendimentos leva a uma retração do consumo que, naturalmente, origina um menor recurso ao crédito», considera o presidente da ASFAC, António Menezes Rodrigues.

Segundo dados da EUROFINAS avançados pela associação, também o mercado de crédito ao consumo a nível europeu tem sofrido quebras, com o financiamento do consumo e da compra de automóvel a recuarem 3,7 e 3,4 por cento, respetivamente, no 1.º trimestre. 

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f



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Segunda-feira, 10 de Setembro de 2012
Famílias com menos crédito, mas deixam de pagar mais

A banca tem estado a apertar na concessão de crédito e o mês de julho não foi exceção. Os empréstimos concedidos às famílias voltaram a encolher, mas mesmo assim o crédito de cobrança duvidosa, mais conhecido por malparado, continuou a aumentar, superando os 15 mil milhões de euros, segundo dados do Banco de Portugal (BdP).

Os empréstimos para compra de casa recuaram 2,4% em julho relativamente ao mesmo mês do ano passado. O crédito ao consumo caiu ainda mais: 7,1%.

Desde agosto de 2011 que a variação homóloga (relativa ao mesmo mês do ano anterior) do crédito concedido aos particulares é negativa, nota a Lusa.

Os empréstimos tanto a particulares como a empresa encolheram em todos os distritos e regiões autónomas, com exceção de Lisboa, onde se registou um crescimento de 1,0% em relação ao ano passado e 3,4% em relação a julho de 2010. 

No resto do país, houve quebras muito substanciais quase por todo o lado. A redução no crédito mais significativa ocorreu na Madeira: -24,8% face a julho do ano passado.

Menos empréstimos, mas mais incumprimento

Apesar de o crédito total concedido pela banca estar a cair, o de cobrança duvidosa cada vez é maior. O peso do malparado sobre o total dos empréstimos concedidos pela banca ultrapassou, pela primeira vez, os 6%. 

O incumprimento está a aumentar sobretudo nas empresas, que têm já 10 mil milhões de créditos de cobrança duvidosa. 

No caso das famílias, o malparado voltou a aumentar, depois de alguns meses a recuar. Totaliza agora 4,9 mil milhões de euros.

No segmento de habitação (que representa mais de 80% do total do crédito a particulares), o malparado subiu 7,4%, sendo que entre todos os empréstimos para esta finalidade 2% são já de cobrança duvidosa. 

No crédito ao consumo, aumentou mais, 17,4%. E, aqui, 11% dos empréstimos são já considerados de cobrança duvidosa, um novo máximo.

Ao mesmo tempo que os bancos reduzem o crédito concedido, aumenta o valor dos empréstimos por pagar. Estas duas tendências significam que o peso do malparado é cada vez maior.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f



publicado por adm às 23:14
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