Domingo, 30 de Dezembro de 2012
Renegociação dos créditos: pôr tudo em pratos limpos

Artigos de João Morais Barbosa, promotor da EFP - Escola de Finanças Pessoais


Quando pergunto às pessoas se conseguem poupar a resposta costuma ser negativa. Dizem-me sempre que é impossível, que o seu rendimento dificilmente chega para pagar todas as suas despesas essenciais, quanto mais para poupar. 

É um facto que as famílias portuguesas estão numa situação financeira delicada, especialmente depois dos sucessivos aumentos de impostos a que foram sujeitas. No entanto, torna-se fundamental questionar se existe espaço para a redução das despesas. Eu acredito que a resposta é positiva e conto-vos a minha experiência e os resultados obtidos com a renegociação de créditos.

Em que consiste:

Contrariamente ao que muita gente pensa, os bancos e restantes instituições de crédito estão abertos à renegociação das condições dos contratos de crédito: os números do crédito em incumprimento aumentam todos os meses, o que levou a uma grande alteração na postura dos bancos. 

Sendo este o contexto, temos conseguido com bastante sucesso uma renegociação da carteira de crédito. Muitas pessoas e algumas associações estão a olhar para a insolvência pessoal como uma das primeiras soluções, o que não poderia estar mais errado.

As várias fases do processo

Para aumentar o sucesso da renegociação, temos vindo a aperfeiçoar no último ano um modelo de apoio que consideramos ser o mais acertado. Em primeiro lugar, temos uma reunião com a pessoa onde fazemos o levantamento exaustivo da sua situação financeira. 

Em segundo lugar, vemos qual o melhor caminho a propor, seja uma consolidação de créditos, seja a renegociação das suas condições ou, em última análise, uma renegociação judicial ou uma insolvência. 

Em terceiro lugar, apresentamos as soluções que terão de ser aprovadas pela pessoa/agregado em questão.

Números interessantes

Nos últimos meses de atividade, já tratamos mais de 500 casos, com uma taxa de sucesso de aproximadamente 70%. Destes casos, a redução média das prestações mensais é de 40%. Imaginemos que a pessoa pagava 1000€ mensais em créditos, passa a pagar perto de 600€: em dados anuais, representa algo como 7.200€ (líquidos). Quem disse que não era possível poupar?

Em termos estatísticos, o número médio de dívidas e créditos é de 6-7, sendo o montante global médio em torno dos 80.000€ (70% crédito habitação e 30% crédito pessoal/consumo). Um alerta de relevo consiste no facto do excesso de endividamento ser transversal aos vários estratos sociais e níveis de rendimento. Naturalmente que quanto maior o rendimento, maiores serão as despesas (já tivemos casos de 26 créditos!).

De notar, no entanto, que a taxa de sucesso aumenta quanto mais cedo formos contactados. Ou seja, temos de atuar mais de forma preventiva e menos de forma reativa. Isto porque queremos que a posição negocial das famílias que nos contactam seja a melhor possível. Tendo uma penhora no rendimento o processo é bastante menos interessante (apesar de existirem soluções).

Como prevemos 2013

Escusado será dizer que o ano de 2013 será um ano de grandes desafios para as famílias e empresas portuguesas. O desemprego deverá continuar a aumentar e infelizmente 2014 trará ainda maiores desafios (desengane-se quem pense que não teremos mais medidas de austeridade depois destas), pelo que temos de começar hoje a cortar nas despesas.

O nível de despesa e de endividamento dos lados das famílias está a reduzir-se. Mas sabemos que ainda é possível cortar nas despesas e que temos de agir de forma preventiva. Pode ser difícil e implicar sacrifícios, mas o resultado será positivo...

Artigo de opinião de João Morais Barbosa, promotor da EFP - Escola de Finanças Pessoais, formador e autor de diversos livros sobre finanças pessoais. 

Saiba mais em financaspessoais.net





publicado por adm às 09:40
link do post | comentar | favorito

Terça-feira, 25 de Dezembro de 2012
Mais de 11% do crédito ao consumo é malparado

O crédito ao consumo concedido pela banca portuguesa aos particulares continuou a diminuir em outubro, e a proporção de créditos malparados voltou a bater um novo recorde, segundo dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal (BdP).

Os números do boletim estatístico do BdP mostram que 11,4% dos empréstimos com vista ao consumo são já considerados de cobrança duvidosa. Este número é um máximo histórico - ainda há um ano, o malparado entre o crédito ao consumo estava abaixo de 10%.

Os níveis habituais de incumprimento no crédito ao consumo em Portugal na última década rondavam os 5%.

A evolução recente do crédito ao consumo segue duas tendências. Por um lado, o crédito total concedido pela banca encolheu muito rapidamente. Em ano e maio, o 'stock' de crédito ao consumo reduziu-se 11,8%.

Por outro lado, o montante de crédito ao consumo de cobrança duvidosa tem vindo a subir rapidamente. Em maio do ano passado, havia 1.343 milhões de euros em créditos ao consumo malparados; em outubro, esse montante tinha subido para 1.539 milhões, um crescimento de 15% em apenas ano e meio.

fonte:http://sol.sapo.pt/in



publicado por adm às 20:48
link do post | comentar | favorito

Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2012
Crédito às empresas cai pelo 14º mês consecutivo

No último ano, o crédito concedido pela banca encolheu 7,7 por cento

O crédito concedido pela banca às empresas voltou a encolher em outubro, pelo 14.º mês consecutivo. Os dados foram divulgados esta quinta-feira pelo Banco de Portugal (BdP).

Em outubro, o saldo total dos empréstimos concedidos pela banca às empresas atingiu 107.140 milhões de euros. Em setembro, este montante era 108.062 milhões; em outubro do ano passado, 116.125 milhões.

Ou seja, no último ano o crédito concedido pela banca encolheu 7,7 por cento. Uma quebra que se reflete nos empréstimos de curto, médio e longo prazo.

Um dos objetivos do programa da troika é reduzir o endividamento do setor privado.

No entanto, tanto a troika como o Governo têm manifestado preocupação pela possibilidade de uma escassez de crédito para o setor privado, sobretudo para pequenas e médias empresas.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f


tags:

publicado por adm às 23:13
link do post | comentar | favorito

Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2012
Há mais cartões mas compra-se menos a crédito

Dados da Cetelem revelam que o número de portugueses com cartão de crédito subiu, mas a sua utilização no Natal diminuiu.

O número de portugueses que possui cartão de crédito aumentou este ano. Em 2011, apenas 18% dos consumidores portugueses referia que recorria a esta forma de pagamento e em 2012 a percentagem chega aos 24%. Esta conclusão faz parte de um estudo da Cetelem que refere ainda que a utilização do cartão de crédito é mais comum nos indivíduos entre os 25 e os 34 anos (56%). 

Seguem-se os inquiridos entre os 35 e os 44 anos com 47% e 41% dos inquiridos entre os 45 e os 54 anos. Os que menos referem a utilização do cartão de crédito são: dos 55 aos 65 anos - 21%; dos 18 aos 24 anos - 25%.

O mesmo estudo sobre as "Intenções de Compra dos Consumidores Portugueses para o Natal 2012", realizada em colaboração com a Nielsen, questionou os consumidores sobre qual o montante aproximado que estariam dispostos a gastar nas compras de Natal e verificou, no entanto, que este diminui 9 euros em relação a 2011: passou de 260 euros para 251 euros.

fonte:http://economico.sapo.pt/



publicado por adm às 22:58
link do post | comentar | favorito

Sábado, 15 de Dezembro de 2012
6,4% das famílias com crédito já não conseguem pagar a casa

O crédito em incumprimento ultrapassou em outubro, pela primeira vez, a fasquia dos 5 mil milhões de euros. O pior é que 6,4% das famílias já não conseguem pagar os empréstimos da casa. E com a crise vão-se também as poupanças - em apenas um mês, os depósitos nos bancos baixaram 718 milhões de euros.

Em outubro, as famílias deviam aos bancos 134,9 mil milhões de euros, sendo este o valor mais baixo desde julho de 2009. Em contrapartida, o crédito de cobrança duvidosa aumentou e registou naquele mês um novo máximo, ao "furar", pela primeira vez, o patamar dos 5 mil milhões de euros.

Esta subida, está a ser acompanhada por um aumento do número de famílias que não consegue pagar os empréstimos. Os dados divulgados pelo Banco de Portugal no início de novembro indicavam que em setembro, 6,2% das famílias (ou seja 149 515 agregados) com crédito à habitação tinha deixado de pagar a casa. A informação agora revelada (menos completa) indica que esta percentagem subiu para 6,4%. O mesmo se passa em relação aos créditos ao consumo e outros fins: em setembro eram 17,2%, agora são 17,4%.

A radiografia geral (para todos os segmentos de crédito) mostra que 15,5% dos particulares tem prestações em atraso há mais de 90 dias. Eram 15,3% um mês antes.

Em valor, verifica-se que em apenas um mês o malparado aumentou 40 milhões de euros - "puxado" sobretudo pela situação dos empréstimos para "outros fins", onde se incluem os dos empresários em nome individual -, enquanto em termos homólogos se registou um agravamento de 336 milhões.

No crédito destinado à habitação (que absorve 110,4 mil milhões de euros), o rácio de incumprimento passou em outubro a barreira dos 2%, contra 1,98% registado um ano antes.

Ao mesmo tempo, o dinheiro que os portugueses têm depositado nos bancos voltou a diminuir, mantendo uma tendência decrescente que se verifica há já sete meses consecutivos. O valor total dos depósitos a prazo soma assim 129,8 mil milhões de euros, o que traduz uma descida de 718 milhões de euros face a setembro e de 1,4 mil milhões de euros em relação ao valor registado no início deste ano.

Esta descida dos depósitos é explicada sobretudo pela transferência de poupança para outras aplicações financeiras (com taxas de juro mais atrativas), mas em alguns casos reflete também a necessidade das famílias recorrerem a poupanças para fazer face a quebras do seu rendimento disponível.

É que esta descida do montante de depósitos observada em outubro, acontece apesar de se ter verificado, no mesmo mês, um reforço dos novos depósitos, que totalizaram 7,5 mil milhões de euros (mais 500 milhões do que um mês antes).

Apesar das dificuldades de acesso ao crédito, os bancos emprestaram 4,2 mil milhões de euros a famílias e empresas, mais 319 milhões do que em setembro.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/



publicado por adm às 19:47
link do post | comentar | favorito

Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2012
Cartões de crédito: taxa máxima cai para valor mais baixo

Banco de Portugal divulga taxas que os bancos podem cobrar nos vários tipos de contratos de crédito a celebrar no primeiro trimestre do próximo ano


O Banco de Portugal divulgou esta quarta-feira as taxas máximas que os bancos podem cobrar nos vários tipos de contratos de crédito a celebrar no primeiro trimestre do próximo ano, com a queda da taxa dos cartões de crédito em destaque.

A taxa máxima aplicável nos cartões de crédito recua de 37,3% no último trimestre de 2012 para 27,5% nos primeiros três meses do próximo ano. É o valor mais baixo desde que o Banco de Portugal estabeleceu esta regra.

De resto, o teto máximo de 27,5% é também aplicado nas linhas de crédito, nas contas correntes bancárias e nas facilidades a descoberto. E também nos outros créditos pessoais (sem finalidade específica, lar, consolidado e outras finalidades), mas aqui representa um aumento, já que, entre outubro e dezembro de 2012, estas modalidades tinham a taxa máxima fixada nos 21,1%.

Já no crédito pessoal com finalidade de educação, saúde, energias renováveis e locação financeira de equipamentos, a taxa recuou de 7,2% para 6,5%.

No crédito automóvel com locação financeira (veículos novos) há uma leve subida de 9,1% para 9,2%, enquanto nos veículos usados a taxa avança de 10,5% para 10,8%.

No crédito automóvel com reserva de propriedade (novos) desceu de 13,2% para 12,6%, ao passo que nos usados baixou de 17,3% para 17,1%.

O Banco de Portugal passou a estabelecer no final de 2010 as taxas de juro máximas aplicáveis aos contratos de crédito ao consumo.

A nova norma para taxas de juro no crédito ao consumo, que pretende combater eventuais práticas de usura, considera «usurário o contrato de crédito cuja TAEG [encargo total para o cliente] exceda em um terço a TAEG média praticada no mercado pelas instituições de crédito ou sociedades financeiras no trimestre anterior».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



publicado por adm às 23:27
link do post | comentar | favorito

Terça-feira, 11 de Dezembro de 2012
Crédito concedido caiu 25% desde começo do ano

Empréstimos às famílias caíram 30,7 por cento, enquanto que às empresas diminuíram 46,9 por cento em 2012


O crédito concedido no terceiro trimestre caiu 20 por cento face ao mesmo período de 2011 e recuou 25 por cento desde o começo do ano, revelou esta terça-feira a Associação de Instituições de Crédito Especializado (ASFAC).

«O crédito concedido pelas associadas da ASFAC diminuiu, no terceiro trimestre de 2012, 20% comparativamente ao trimestre homólogo, cifrando-se nos 822 milhões de euros. Em termos acumulados, verifica-se este ano uma descida de 25%, tendo-se registado até ao final de setembro 2.573 milhões de euros em crédito concedido», aponta a associação em comunicado enviado às redações.

O decréscimo registado deve-se, diz a ASFAC, «à queda do crédito clássico», tanto o concedido a particulares - que representa 91,6% do total - e que registou uma descida de 30,7%, como o concedido a empresas, que apresentou uma quebra de 46,9%.

Por outro lado, também o crédito stock (o total concedido pelos bancos) - com um peso de 44,2% no total de crédito concedido - contraiu 16,1% em comparação com igual período do ano passado.

Apenas o crédito revolving (renovável à medida que o cliente paga parte do empréstimo) se tem mantido em valores semelhantes a 2011, assinala a associação.

No que refere à finalidade dos valores concedidos no crédito clássico, permanece na liderança a aquisição de meios de transporte com 67,7%, seguindo-se a aquisição de artigos para o lar com 18,8% e o crédito pessoal com 11,5%.

«Em todos os casos se verificou uma diminuição dos montantes concedidos face ao trimestre homólogo. Na aquisição de meios de transporte a redução foi de 36,0%, no crédito lar de 22,8% e no crédito pessoal de 23,1%», explica a ASFAC.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt



publicado por adm às 23:15
link do post | comentar | favorito

Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2012
Crédito malparado ultrapassou os 5 mil milhões em outubro

Empresas também revelaram mais dificuldades em pagar os seus empréstimos

O Banco de Portugal (BdP) anunciou esta segunda-feira que os créditos de cobrança duvidosa - concedidos a particulares - superaram os cinco mil milhões de euros, no mês de outubro, dos quais cerca de metade são relativos à compra de habitação.

De acordo com os dados do supervisor, os 5 mil milhões de euros de créditos por cobrar em outubro, 2,2 mil milhões eram correspondentes a habitação, 1,5 mil milhões relativos ao consumo e 1,3 destinados a «outros fins», com o rácio de crédito vencido a atingir os 4,1%.

Em setembro, o malparado das famílias chegava aos 4,99 mil milhões de euros.

A Lusa acrescenta que as empresas também revelaram em outubro mais dificuldades em pagar os seus empréstimos, com os incumprimentos a chegarem aos 10,7 mil milhões de euros, acima dos 10,3 mil milhões registados no mês anterior.

As empresas de construção e o setor do comércio e reparação automóvel representam mais de metade deste crédito malparado: 5,5 mil milhões de euros.

Já os empréstimos do Banco Central Europeu (BCE) aos bancos nacionais recuaram no mês passado, para 54,6 mil milhões de euros, o valor mais baixo dos últimos nove meses.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



publicado por adm às 22:46
link do post | comentar | favorito

Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2012
Bancos continuam a subir juros no consumo

Bancos já emprestaram mais dinheiro este ano para consumo do que para comprar casa.

Ao contrário do que tem acontecido com os restantes segmentos de crédito, e mais importante, com os indexantes - em mínimos históricos há meses - as taxas de juro no crédito pessoal não param de subir. De acordo com os dados ontem disponibilizados pelo Banco Central Europeu, as taxas de juro médias das linhas de crédito e dos cartões de crédito voltaram a subir em Outubro, para 9,75% e 23,61%, respectivamente. O que compara com os 7,97% e os 23% cobrados em média no início do ano. Já no crédito ao consumo, a taxa média passou de 11,65% em Dezembro para 11,75% em Outubro. Neste mesmo período, a taxa média da Euribor a três meses, um dos principais indexantes utilizados, corrigiu de 1,43% para 0,19%.

Talvez por isso os bancos não se coíbam de continuar a conceder este tipo de crédito, quando são conhecidas as restrições no que toca ao financiamento da economia. Aliás, os bancos têm consistentemente concedido mais crédito ao consumo em 2012 do que crédito à habitação. "Contrariamente à ideia que se tem de que os bancos não querem dar crédito, os bancos querem dar crédito. Mas querem dá-lo em condições de segurança", afirmava o governador do Banco de Portugal, no início de Novembro. Carlos Costa adiantava que: "As instituições dão crédito desde que este assegure rentabilidade, e esta está associada ao risco". Ou seja, é tudo uma questão de preço que compense.

O risco associado ao crédito ao consumo é um dos mais elevados entre os vários segmentos. Por cada 100 euros de empréstimo, 11,4 euros estão em incumprimento. E por cada 100 devedores, 17,2 não conseguem pagar estes créditos. Uma realidade que é compensada pelos bancos através da cobrança de algumas das taxas de juro mais caras da zona euro. É o caso das taxas dos cartões de crédito, nos 23,6%, só seguidas de perto pela Eslováquia e Espanha, nos 20,8%, e quando a média da zona euro não chega aos 17%. Valores que já levaram o secretário-geral da Deco, Jorge Morgado, a classificar estas taxas de "perfeitamente usurárias", alertando para o sobre-endividamento com cartões e linhas de crédito. Na mesma altura, também o vice-presidente da associação, Alberto Regueira, notava que muitos portugueses estão a recorrer ao crédito pessoal para tentar resolver problemas com outros créditos, como os de habitação, e "muitos consumidores já têm uma média de quatro ou cinco créditos".


Declarações proferidas após o encontro destes responsáveis com elementos da ‘troika' em Agosto, no qual a Deco solicitou que o limite de juro do crédito pessoal fosse reduzido para "metade, pelo menos", de acordo com Alberto Regueira. O responsável lembrou que o limite máximo do juro permitido em Portugal é já superior a 37%, uma taxa que classificou de "escandalosa", quando noutros países vizinhos as mesmas empresas de crédito praticam quase metade.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/n



publicado por adm às 22:09
link do post | comentar | favorito

.pesquisar
 
.posts recentes

. Crédito com incidentes ba...

. Bancos encolhem "spreads"...

. Banco de Portugal define ...

. Crédito ao consumo cresce...

. Malparado das famílias e ...

. Cofidis expande negócio d...

. Crédito ao consumo atinge...

. Saiba qual o crédito cert...

. Cinco conselhos para enco...

. Concessão de crédito ao c...

.arquivos

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Janeiro 2016

. Outubro 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Abril 2010

.links
.subscrever feeds
.tags

. 10 dicas

. 7 regras de ouro do crédito

. acesso a crédito mais baixo

. açores

. actualidade

. agricultores

. agricultura

. alunos

. amortizar créditos

. amortizar empréstimos

. atualidade

. bancos

. bcp

. caixa geral de depósitos

. carência

. cartão de crédito

. cartões

. cartões de crédito

. cgd

. cheques

. cofidis

. comissão

. comissões

. como obter microcrédito?

. credito

. crédito

. crédito a 90 anos

. crédito ao consumo

. crédito automóvel

. crédito bonificado

. crédito com incidentes bancários

. crédito especializado

. crédito habitação

. credito habitação

. credito mal parado

. crédito malparado

. crédito para comprar material escolar

. crédito para empresas

. crédito pessoal

. créditos para estudar

. créditos pessoais

. crise

. ctt

. curiosidades

. deco

. dicas

. diferimento de capital

. dinheiro

. empréstimo

. empréstimos

. espanha

. europa

. férias

. ferias

. fiadores

. financiamento automovel

. juntar os seus créditos

. juros

. leaseplan

. leasing

. linhas de financiamento ao dispor das em

. mediação do crédito

. mediador do crédito

. microcrédito

. noticias

. novas regras para renegociar créditos

. portugal

. prestação

. prestações do crédito à habitação

. renegociação dos créditos

. seguros

. sobreendividamento

. spreads

. taegs

. taxa de juros

. taxas euribor

. vida

. visa

. todas as tags