Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2013
Banca continua de mão fechada na concessão de crédito

Critérios de concessão deverão manter-se apertados este ano tanto para as famílias, como para empresas. No entanto, dois dos bancos a operar em Portugal admitem já algum alívio para as Pequenas e Médias Empresas.


Os bancos aumentaram os juros para os empréstimos de maior risco. No caso das empresas, estão a exigir mais garantias. São dados do Banco de Portugal referentes aos últimos três meses de 2012.

Os critérios para a aprovação de empréstimos permaneceram inalterados nos últimos meses de 2012 e, nalguns casos, até pioraram.

É uma consequência do agravamento das expectativas sobre a economia, as dificuldades cada vez maiores dos consumidores em pagarem as dívidas, o agravamento do “spread” - os juros cobrados pela banca - nos créditos de maior risco e o aumento das garantias exigidas às empresas.

Estão a diminuir os empréstimos de longo prazo, enquanto os de curto prazo registaram um ligeiro aumento.

Para os primeiros três meses deste ano os bancos portugueses inquiridos, os cinco maiores a operarem no mercado, não esperam alterações neste cenário.

Os critérios de concessão deverão manter-se apertados, para as famílias e empresas. No entanto, dois bancos admitem já algum alívio para as Pequenas e Médias Empresas.

Do lado da procura, deverão continuar a diminuir os pedidos de empréstimo para compra de casa. No crédito ao consumo é esperada uma estabilização.

fonte:http://rr.sapo.pt/in




publicado por adm às 20:42
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Terça-feira, 22 de Janeiro de 2013
Crédito malparado atinge quase 16 mil milhões de euros

O montante de créditos de cobrança duvidosa no balanço dos bancos voltou a atingir máximos históricos em Novembro.

Os bancos continuam a diminuir a carteira de crédito a famílias e empresas mas não conseguem estancar a subida do malparado nos seus balanços. O crédito de cobrança duvidosa voltou a bater máximos históricos em Novembro, segundo os dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal. Atingiu os 15,92 mil milhões de euros, dos quais 10,8 mil milhões pertencem a empresas. 

O aumento do incumprimento no crédito tem pressionado os resultados da banca, dada a necessidade de constituição de provisões para absorver as possíveis perdas. Uma pressão que tem reflexos na economia real, com os bancos a limitarem os novos empréstimos dados os riscos que representam para a sua actividade.

Nas famílias o rácio de crédito vencido atingiu em Novembro os 4,1%. O crédito à habitação continua a ser aquele onde se regista o menor número de incumprimentos, com o rácio de malparado a situar-se nos 2,3%, enquanto no crédito para consumo e outros fins o incumprimento atinge já 12% do total de crédito concedido.

Mas é no sector das empresas que a situação é mais preocupante, com o rácio de crédito vencido a atingir os 10,8% em Novembro. O maior nível de incumprimento está concentrado nas pequenas e médias empresas, com um rácio de 13,2%, enquanto nas grandes empresas o rácio situa-se nos 2,6%. Também as empresas exportadoras têm conhecido maiores dificuldades para honrar os seus compromissos nos últimos meses. O nível de incumprimento atingiu os 4,9%, quando apenas há dois meses se situava nos 3,2%.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n



publicado por adm às 22:26
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Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2013
Regras para fixar taxas máximas dos cartões de crédito vão ser revistas

A regra de cálculo das taxas máximas dos cartões de crédito está a ser revista e deve estar concluída em Fevereiro, anunciou hoje o secretário de Estado adjunto da Economia, António Almeida Henriques.

O Governo reconhece a pertinência e a prioridade de alteração dos "níveis excessivos" destas taxas máximas, disse Almeida Henriques num encontro hoje em Lisboa sobre União Bancária, promovido pela DECO, para acrescentar que um novo projeto de diploma está já em elaboração.

A proposta de alteração está a ser elaborada pelo Banco de Portugal e pela Direção-geral do Consumidor e deve estar concluída em fevereiro, segundo o governante.

No final do ano passado, as taxas máximas do crédito ao consumo chegaram aos 37,4% e, a manter-se a tendência de subida, Almeida Henriques disse acreditar que poderiam chegar aos 40% no final deste ano.

"De forma transitória, o Banco de Portugal, no exercício do seu poder de regulação, atenuou já esta tendência de subida das taxas de crédito 'revolving' [crédito renovado], procurando limitar as taxas máximas aplicáveis", acrescentou o governante.

fonte:http://economico.sapo.pt/



publicado por adm às 20:56
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Deco alerta para fraude no crédito

Há empresas e consultores a oferecerem empréstimos aos consumidores, através de anúncios e na internet, a troco de comissões, sem nunca chegarem a arranjar qualquer financiamento aos clientes. A Deco já recebeu mais de uma centena de queixas e avisa de que se trata de esquemas fraudulentos.


As dificuldades no acesso ao crédito têm levado muitas famílias a socorrerem-se desta opção. "As pessoas são aliciadas sob o pretexto de crédito fácil e imediato", explica ao CM João Fernandes, economista da Deco Proteste.

O esquema usado é simples: a empresa coloca um anúncio com a oferta de crédito. Quando o cliente entra em contacto com a entidade, é enviado um formulário e pedido "um montante a título de despesas" para que o processo avance. "Não se procuram extorquir quantias elevadas, estas entidades preferem atuar em volume", diz João Fernandes, adiantando que as comissões cobradas tendem a situar-se entre os 100 e os 200 euros. "Estas entidades chegam a enviar um documento em que informam que o crédito está aprovado, mas os clientes nunca mais ouvem falar delas", acrescenta. Segundo o economista, "a maior parte destas entidades nem sequer existe".

Além das empresas que colocam anúncios, a Deco alerta ainda para os casos em que surgem alegados consultores "que oferecem a renegociação dos créditos existentes, a consolidação ou a condição de novos empréstimos em condições vantajosas". Segundo João Fernandes, depois "pedem também uma comissão de despesa ou de intermediação e acabam por dizer ao cliente que o crédito estava pré-aprovado mas que a instituição financeiras o reprovou".

A Deco não comunicou ao Banco de Portugal as denúncias por se tratar de matéria criminal. "Isto são esquemas de fraude e cabe às autoridades judiciais atuarem", diz João Fernandes.

CONSULTAR LISTA DO REGULADOR EVITA SER ENGANADO

Para evitar este tipo de esquemas fraudulentos, a Deco aconselha os consumidores a consultarem, quando pretendem obter um empréstimo e se deparam com este tipo de entidades, a lista de instituições autorizadas a conceder crédito em Portugal. "Se o nome não estiver na lista, o consumidor deve desconfiar e fazer a participação às autoridades policiais ou ao Ministério Público", afirma João Fernandes. E, lembra, a consulta deve ser feita antes de ser efetuado qualquer pagamento.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/




publicado por adm às 20:54
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Terça-feira, 8 de Janeiro de 2013
Crédito: alerta para propostas fraudulentas

Antes de avançar, confirme se a entidade é credível junto do Banco de Portugal e desconfie quando lhe pedirem dinheiro para despesas de processo.


Nos tempos que correm, com as dificuldades no acesso ao crédito, surgem cada vez mais na Internet anúncios de empresas que o concedem. Muitos são esquemas fraudulentos.

O primeiro critério de credibilidade de uma entidade de crédito é constar da lista de instituições autorizadas pelo Banco de Portugal. Estas cumprem, pelo menos, os requisitos previstos no Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras (RGICSF). Aceda à lista no sítio na Net do Banco de Portugal.

Deve ainda estar atento a outros sinais. Por exemplo, atualmente, qualquer instituição de crédito com uma dimensão razoável tem um sítio na Internet. Certifique-se ainda de que tem um endereço físico.

Além disso, solicitar um montante a título de despesas para poder avançar com o processo é uma prática fraudulenta comum. Na maior parte dos casos, após o envio, não existem mais contactos. 

Se desconfia que a entidade é fraudulenta, não avance e denuncie às autoridades. Também pode dar conhecimento ao Banco de Portugal, que deve estar atento a estes fenómenos e alertar as autoridades competentes.

 

fonte:http://www.deco.proteste.pt/d




publicado por adm às 22:17
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Credito Malparado de novo acima dos 5 mil milhões

O crédito concedido pelos bancos residentes em Portugal aos particulares voltou a descer em novembro, pelo nono mês consecutivo, e o malparado a subir pelo quinto mês consecutivo.


De acordo com os dados divulgados esta terça-feira pelo Banco de Portugal, o saldo do crédito concedido pela banca aos particulares fixou-se nos 134.407 milhões de euros em novembro do ano passado, menos 517 milhões de euros que em outubro.

Este valor tem vindo a diminuir desde março de forma consecutiva.

O malparado por sua vez tem vindo a aumentar de mês para mês, ainda que em valores bem mais reduzidos, subindo 53 milhões de euros em novembro do ano que agora terminou, em comparação com outubro do mesmo ano.

Este é já o segundo mês consecutivo que o malparado está acima dos 5 mil milhões de euros (nos 5.084 milhões de euros), representando cerca de 3,8% do saldo total de empréstimos concedidos aos particulares.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/




publicado por adm às 19:29
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