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Créditos

Blog destinado a partilhar tudo o que se passa no mundo dos créditos. Os melhores créditos, a melhores taxas de juro, noticias e novidades sobre os créditos.

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30
Jun13

Juros máximos dos cartões de crédito baixam amanhã

adm

Apesar da alteração à lei, com efeito já a partir de 1 de Julho, as famílias portuguesas vão continuar a pagar os juros mais altos da zona euro.

A taxa de juro dos cartões de crédito passa a ter um novo limite a partir de amanhã. Os bancos não poderão cobrar juros superiores a 25,4%, ligeiramente abaixo da actual taxa permitida de 26,5%.

A revisão das taxas máximas no crédito ao consumo resulta de uma alteração à fórmula de cálculo, realizada precisamente para pôr cobro às taxas excessivas praticadas no mercado nacional. Apesar disso, os portugueses continuarão a pagar os cartões de crédito mais caros da zona euro, cuja taxa média se situa nos 17,08%.

Com a alteração à lei, as ultrapassagens de crédito - descobertos não autorizados - passam também a estar sujeitos ao regime de taxas máximas. Regra geral, estes descobertos têm os juros mais altos do mercado de crédito, com as taxas a passarem muitas vezes os 30%. O tecto fica agora fixado também em 25,4%.

Nota ainda para os créditos pessoais, cuja revisão é acentuada, de 26,5% para 19,5%. No entanto, o novo limite volta apenas ao seu nível histórico, já que havia sido alvo de uma manobra excepcional no início deste ano de forma a limitar os juros dos cartões de crédito.

fonte:http://economico.sapo.pt

18
Jun13

Crédito automóvel caiu 35% em Portugal

adm
O crédito automóvel caiu 35% em 2012 e o crédito ao consumo individual diminuiu 9%. Na Europa, o crédito para consumo individual desceu 2,58%, ao passo que a concessão de crédito para a compra de veículos subiu 2,8%.

O crédito para a compra de veículos caiu 35% em Portugal, no último ano, ao passo que os empréstimos para consumo individual diminuíram 9%. Os dados foram divulgados estar terça-feira pela Federação Europeia das Instituições de Crédito Especializado (Eurofinas).

 

Na Europa, o crédito para consumo pessoal desceu 2,58% em 2012, face ao ano precedente, ao situar-se nos 163.490 milhões de euros. Já o recurso ao crédito para a compra de veículos subiu 3,16% para 69.704 milhões de euros, no último ano.

 

O crédito pessoal desceu 5,96%, no continente europeu, e o crédito revolving (inclui cartões de crédito) registou um decréscimo de 1,46%. No crédito concedido no ponto de venda, a tendência inverteu-se, observando-se um aumento de 2,8%.

 

Os carros usados verificaram um aumento superior da concessão de crédito, 5,11%, do que os veículos novos, em que o crescimento foi de 2%. O financiamento para comprar de veículos comerciais para uso particular subiu 4,08%. A contrariar a tendência, esteve o recurso ao crédito para outro tipo de veículos (caravanas e motociclos) que diminuiu 1,79%.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

14
Jun13

Crédito malparado volta a aumentar em Abril e já atinge 7% dos empréstimos

adm
Por cada 100 euros financiados pela banca, 7,00 euros estão na lista de incumprimento. O crédito malparado volta a crescer e a renovar máximos históricos, em Abril.

No total, os bancos têm em carteira 16,57 mil milhões de euros de cobranças duvidosas, o que corresponde a 7,01% do total dos empréstimos concedidos às empresas e famílias. Este é um nível nunca antes visto e significa que por cada 100 euros que a banca emprestou, 7,00 euros não foram pagos atempadamente, de acordo os dados provisórios do Banco de Portugal divulgados esta quarta-feira.

 

Em 2007/2008, antes da crise financeira ter assolado a Europa e se ter transformado numa crise económica e de dívida, o malparado da economia portuguesa estava abaixo dos 2%.

 

O nível de malparado mais elevado foi verificado entre as empresas, com o rácio a ascender a 10,92% do total dos financiamentos concedidos. Este valor representa um aumento face aos 10,46% verificados no mês anterior e compara com os 8,07% verificados em igual período do ano passado.

 

Entre os particulares, o malparado mais elevado é verificado nos empréstimos para outros fins, onde se inclui os empresários por conta própria, a educação e a energia. Do total dos financiamentos concedidos para este fim, 12,40% está em incumprimento, o que também corresponde a um máximo histórico.

 

No crédito ao consumo o malparado encontra-se nos 11,97%, o que representa uma descida face aos valores de Março (12,26%).

 

Nos empréstimos à habitação, 2,11% do total do financiamento concedido está na lista de cobranças duvidosas.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

14
Jun13

Juros máximos dos cartões de crédito limitados a 25,4%

adm

Apesar da alteração à lei, com efeito já a partir de Julho, as famílias portuguesas vão continuar a pagar os juros mais altos da zona euro.

A taxa de usura dos cartões de crédito passa a ter um novo limite a partir de Julho. Os bancos não poderão cobrar juros superiores a 25,4%, ligeiramente abaixo da actual taxa permitida de 26,5%. A revisão das taxas máximas no crédito ao consumo resulta de uma alteração à fórmula de cálculo, realizada precisamente para pôr cobro às taxas excessivas praticadas no mercado nacional. Apesar disso, os portugueses continuarão a pagar os cartões de crédito mais caros da zona euro, cuja taxa média se situa nos 17,08%.


A entrada em vigor da nova fórmula de cálculo das taxas máximas permite baixar os limites de todos os segmentos de crédito ao consumo face ao trimestre anterior (ver tabela). No entanto, em termos históricos, segmentos como o crédito automóvel, o crédito para educação ou até os créditos pessoais estavam sujeitos a limites mais baixos em 2010, quando o regime de taxas máximas entrou em vigor. Desde então a evolução destes tectos deixou claro que a lei tinha uma eficácia limitada na contenção dos juros praticados no mercado, com as taxas máximas dos cartões de crédito, por exemplo, a atingirem os 37,3% no final de 2012. Com a nova lei a amplitude de actuação dos bancos fica mais restrita, uma vez que os juros máximos passam a ser fixados com base nas taxas médias praticadas em cada segmento acrescidas de um quarto, em vez de um terço, tal como acontecia até aqui. Além disso, este novo limite não poderá também ser superior à média do total do mercado de crédito ao consumo acrescida de 50%.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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