Terça-feira, 28 de Janeiro de 2014
7 regras de ouro do crédito
Obter luz verde do banco para um crédito com vista ao financiamento de um projecto é um momento de alta tensão para os empresários, que pode fazer a diferença na viabilidade de um negócio. Prepare-se antes de enfrentar o gestor de conta e conheça as tácticas para ser bem sucedido.

1. Prestar ao banco informação completa

A confiança está na base da assinatura de um contrato de crédito. Por isso, é fundamental que preste à instituição financeira informação o mais completa e fiável possível. Deve disponibilizar ao banco todos os dados que lhe forem solicitados, mesmo que considere que têm pouca relevância. A instituição financeira deve conhecer bem a empresa, de modo a apresentar-lhe as soluções mais adequadas. Além disso, deve sentir que não desconhece aspectos relevantes.

 

2. Negócio viável e com balanço sólido

A gestão da empresa é um factor determinante na análise à concessão de financiamento por parte das instituições financeiras. Para que a empresa apresente um risco mais reduzido perante o banco é importante que o seu negócio tenha um balanço sólido e uma situação económico-financeira equilibrada. Uma condição que vai permitir à gestão lidar com conjunturas económicas e financeiras mais adversas. O negócio da empresa deve ser viável, o que significa que, no futuro, a sua sobrevivência não deve ser colocada em causa num contexto adverso.

 

3. Actividade com margem de crescimento

A capacidade da empresa se distinguir no mercado onde está presente é crucial para que consiga a aprovação do financiamento pelo banco. "Podemos apontar que uma empresa tem risco mais reduzido se apresentar os seguintes factores: bons produtos e bons clientes; mercados e clientes diversificados; os seus produtos ou serviços têm vantagens competitivas face aos seus concorrentes; as unidades produtivas estiverem modernizadas e tecnologicamente actualizadas; os seus gestores tiverem elevado conhecimento do mercado e experiência na gestão do negócio", explicou fonte oficial do Santander ao Negócios.

 

4. Sector exportador é privilegiado

Com a economia portuguesa sujeita a um programa de ajustamento e a todas as dificuldades que o mesmo tem provocado, a exposição a outros mercados tem ajudado as empresas a crescer. A menor dependência do mercado doméstico tem sido vista como uma vantagem face às companhias que estão completamente dependentes do rumo da economia nacional. Ao contribuir para uma situação económico-financeira mais equilibrada, a actividade exportadora é bem vista na altura da avaliação do crédito. 

 

5. Conheça os apoios públicos disponíveis

Com as taxas de juro muito elevadas para as possibilidades de muitas empresas, deve olhar para o mercado de linhas de crédito bonificadas pelo Estado para perceber se o seu negócio se encaixa nas exigências de cada um desses instrumentos. Apesar de também não serem para todos, estas linhas apresentam "spreads" mais baixos, bem como períodos de amortização e de carência mais extensos do que a média do mercado bancário. Assegure-se que estas linhas não são para reciclar crédito, mas servem de facto para novos investimentos à economia.

 

6. Resolva dívidas ao Fisco e Segurança Social

Caso tenha dívidas para com a máquina do Estado, nomeadamente à Segurança Social e ao Fisco, deve resolver essa questão de forma imediata ou pelo menos começar por negociar com essas instituições um acordo de pagamento que se possa estender pelo tempo. Este é um requisito que tem de preencher para que possa aceder ao financiamento bancário. Por vezes, basta apresentar o acordo de pagamento fechado com o Estado.

 

7. Compare ofertas de vários bancos

Em determinados períodos ou contextos, a banca lança produtos de crédito com especificidades mais competitivas face à oferta habitual. Os bancos tendem a concorrer entre si com "spreads" e períodos de carência semelhantes, mas há características que os distinguem. Procure conhecer as ofertas disponíveis no mercado antes de se dirigir à instituição da sua escolha. E se as comparações obtidas para conseguir condições mais vantajosas.

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/e



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Conheça as linhas de financiamento ao dispor das empresas
Quem pode aceder, condições gerais e montantes dos instrumentos de crédito que o Estado disponibiliza à economia.

Linha geral: PME Crescimento

 

Amortização e carência

Para micro e pequenas empresas tem um prazo de amortização de seis anos e de carência de até 12 meses. Para as restantes empresas as datas são mais alargadas: amortização a 9 anos e carência até 24 meses.

 

O que apoia

A linha destina-se a investimento novo em activos (a realizar no prazo de 12 meses após a data da contratação) ou ao reforço do fundo de maneio ou dos capitais permanentes; não são elegíveis operações de reestruturação financeira e/ou consolidação de crédito.

 

Custo

"Os spreads" variam entre os 3,9% e os 4,2% dependendo da empresa.

 

Montante da linha

Dois mil milhões de euros. Os montantes máximos dos empréstimos variam entre 25 mil euros e 1,5 milhões de euros.

 

Apoios a fundos: QREN Investe

 

Prazo de vigência

O prazo de vigência que foi aprovado em Julho do ano passado era de até seis meses após a abertura da linha, podendo este prazo ser extensível até dois períodos de mais seis meses, caso a mesma não se esgote nos prazos anteriores.

 

Quem pode concorrer

As empresas beneficiárias dos sistemas de incentivos QREN, desde que não se encontrem em situação de dificuldades (com capitais próprios inferiores a metade do capital social), nem deterem dívidas à banca e Estado.

 

Montante por operação

Cada operação tem um financiamento máximo de quatro milhões de euros.

 

Montante da linha

Mil milhões de euros. O prazo de cada operação pode chegar até aos oito anos e a carência é de dois anos.

 

Exportar: PME Exportação

 

Prazo

Criada a meio do ano passado, tem validade de um ano, podendo este prazo ser extensível por igual período, caso a mesma não se esgote no primeiro prazo.

 

Para financiar o quê?

O financiamento de encomendas externas firmes de bens de equipamento e/ou de produtos com longos períodos de fabricação (mínimo de três meses e máximo de 18 meses).

 

Linhas específicas

A linha de exportação de equipamentos/produtos de longo ciclo de fabricação/facturação tem um montante de 100 milhões e a de exportação de bens e serviços possui 400 milhões de euros.

 

Montante da linha

500 milhões de euros. O montante máximo por cada empresa é 1,5 milhões de euros e por operação 500 mil euros.

 

Apoio a PME: Linha Crédito Caixa Capitalização

 

O que é?

A Caixa, o IAPMEI, a PME Investimentos e as SGM (garantia mútua) criaram a Linhas de Crédito Caixa Capitalização, num montante global de 350 milhões de euros, destinado a pequenas e médias empresas orientadas para o mercado internacional.

 

Para quem

Poderão ser enquadradas, até ao limite global de 10%, empresas com um volume de negócios inferior a três milhões de euros, que prossigam estratégias de crescimento e diferenciação no mercado.

 

Montantes

O montante máximo por empresa estará dependente do plano de investimento acordado ou o equivalente a dois meses de facturação.

 

Montante da linha

350 milhões de euros. O prazo de amortização das operações desta linha é de sete anos.

 

Turismo: Qualificação da Oferta e Tesouraria 

 

Linha de Apoio à Qualificação da Oferta

Apoio a projectos de criação ou de requalificação de empreendimentos turísticos, de empreendimentos ou actividades de animação e de estabelecimentos de restauração, num montante de 150 milhões de euros. O prazo de vigência é 31 de Dezembro de 2015.

 

Linha de apoio à consolidação

A Linha de Apoio à Consolidação Financeira envolve, globalmente, a aprovação de operações até ao valor de 150 milhões de euros. Por empresa, o montante não pode exceder seis milhões de euros. As taxas de juro estão indexadas às praticadas na PME Crescimento.

 

Montante da linha

300 milhões de euros O financiamento é um dos principais problemas das empresas de turismo.

 

Comércio: Comércio Investe

 

A quem se destina

Visa apoiar projectos que induzam a criação de factores de diferenciação e de melhoria da oferta ligada ao comércio de proximidade, sobretudo concentrado nos centros urbanos, ou que valorizem o produto interno.

 

Resultados em Março

Apesar das candidaturas terem decorrido no final do ano passado, é em Março deste ano que serão conhecidos os resultados deste concurso.

 

Spreads

O "spread" global da operação será de 4,219%, sendo que na parte com garantia mútua é de 3,5%, e na parte sem garantia mútua é de 6,375%.

 

Montante da linha

50 milhões de euros. Cada projecto tem uma dotação máxima de 35 mil euros e cada empresa de 20 mil euros.

 

Inovação: "Start-ups" e "Business Angels"  

 

Start-ups

O Governo criou "uma nova linha de apoio a 'start-ups' por parte da Portugal Ventures (operadora de capital de risco público) no valor de 35 milhões de euros, que será activada já a partir de Janeiro".

 

Ignição para novos projectos

Haverá ainda a injecção de 15 milhões de euros para o "arranque de novos projectos empresariais" através da figura de "business angels", em parceria com a sociedade civil.

 

Objectivo

"Refocalizar a actividade" da Portugal Ventures para a "fase inicial e de arranque de empresas de base tecnológica e deixar para o funcionamento regular do mercado o apoio a empresas que já estão sustentadas.

 

Montante da linha

50 milhões de euros. Há duas linhas de apoio  projectadas para "start-ups" e arranque de novos projectos empresariais.

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/e



publicado por adm às 00:20
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Terça-feira, 7 de Janeiro de 2014
Malparado na habitação volta a bater recorde em novembro

Os créditos de cobrança duvidosa nos empréstimos à habitação atingiram um novo máximo histórico em novembro, totalizando 2.417 milhões de euros, contrastando com a diminuição do volume global do malparado de particulares, segundo dados do Banco de Portugal, escreve a Lusa.

Em novembro, o crédito malparado dos particulares no global caiu para 5.192 milhões de euros (5.210 milhões em outubro).

No caso das empresas, o malparado voltou a agravar-se passando dos 12.076 milhões de euros registados em outubro para 12.271 milhões em novembro, um novo recorde desde que o Banco de Portugal publica estes dados (1997), com destaque para o malparado das empresas do setor da construção (4.265 milhões de euros) e das atividades imobiliárias (2.341 milhões de euros).

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/5



publicado por adm às 21:16
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