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Créditos

Blog destinado a partilhar tudo o que se passa no mundo dos créditos. Os melhores créditos, a melhores taxas de juro, noticias e novidades sobre os créditos.

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17
Mai11

6 Conselhos para não ver o seu orçamento malparado

adm

Os números do Banco de Portugal mostram que existem mais de 656 mil famílias que já deixaram de pagar os créditos à banca.

1. Prevenir é melhor do que remediar
Desde o início do ano e até ao final do primeiro trimestre, mais de 27 mil novas famílias entraram numa situação de incumprimento com as instituições financeiras para o pagamento de empréstimos à habitação e ao consumo. A subida do desemprego, da inflação, da carga fiscal e das taxas de juros justificam este aumento do número de famílias em dificuldades. E as últimas projecções dão conta de que o cenário vai ser ainda mais cinzento nos próximos dois anos, já que o desemprego deverá continuar a aumentar, o país terá pelo menos mais dois anos de recessão económica pela frente e as taxas de juro no crédito à habitação vão acelerar. Por isso mesmo, o primeiro conselho a ter em conta é prevenir-se da "tempestade". A palavra de ordem é constituir uma poupança equivalente a seis salários para o caso de surgir um imprevisto- como o caso de um dos membros do casal entrar numa situação de desemprego. Se ainda não fez este pé-de-meia, comece a fazê-lo. Faça uma lista com as receitas e as despesas da família para determinar onde estão os gastos supérfluos que podem ser canalizados para a poupança. E lembre-se: pequenos cortes, ao fim de alguns meses podem significar uma poupança significativa. Imagine que gasta todos os dias 2,5 euros a tomar o pequeno-almoço fora. Se optar por tomar esta refeição em casa chegará ao final do ano com 912 euros no mealheiro. Trata-se de um valor suficiente para pagar duas prestações do crédito à habitação para muitas famílias.

2. Peça ajuda
Uma das falhas que os especialistas do gabinete de apoio ao sobreendividado da Deco apontam é que muitas vezes as famílias só pedem ajuda quando já é tarde demais. Ou seja, quando as famílias já têm muitas dívidas em atraso e encontram-se numa situação de ruptura. Os especialistas aconselham as famílias a pedir ajuda aos primeiros sinais de dificuldades. O primeiro ponto passará por falar com as instituições financeiras e tentar renegociar os créditos (ver ponto 3). Poderá também recorrer à rede de amigos e familiares para tentar conseguir equilibrar o seu orçamento familiar. E saiba que também no caso dos empréstimos entre particulares há regras a ter em conta. Por exemplo, os juros cobrados entre particulares não podem ser superiores em 3% ou 5% à taxa legal (dependo do caso de haver ou não uma garantia).

3. Fale com o seu banco
Se está numa situação em que se encontra já à beira do incumprimento, não espere mais tempo , fale com o seu banco, exponha a sua situação e tente renegociar as condições do seu empréstimo. Isto porque os bancos estão hoje mais abertos a fazer este processo de renegociação com os clientes do que no passado. Uma abertura que se deve ao aumento do crédito malparado. Este factor tem colocado ainda mais pressão sobre os bancos portugueses, que neste momento se debatem com metas exigentes em termos de rácios de capital. Como tal, as próprias instituições estão empenhadas em criar condições para evitar que os seus clientes deixem de pagar os empréstimos.

4. Peça carência de capital
Uma solução que poderá negociar com o seu banco passa por pedir um período de carência de capital. Nesse período pagará apenas os juros relativos ao capital em dívida. Uma família com um crédito no valor de 100 mil euros a pagar em 20 anos, com uma TAN de 3,121% e que tenha hoje uma prestação de 560euros, se optar por pedir a carência de capital durante três anos, a prestação baixará para os 259,17 euros, nesse período. Mas findo esse prazo a prestação agravar-se-á para os 631,77 euros. Além disso, ao optar por pedir a carência de capital os custos com os juros globais disparam.

5. Alargue o prazo de pagamento do empréstimo
Uma outra forma que as pessoas podem negociar com os bancos é através do pedido do alargamento do prazo do empréstimo. No entanto, esse alargamento do prazo do empréstimo está dependente da idade do cliente e do prazo actual do crédito. Já que se o seu empréstimo à habitação foi feito para um prazo de 40 anos ,dificilmente terá condições para alargar ainda mais o pagamento do crédito. Além disso, convém lembrar que esta solução não está isenta de desvantagens, pois no longo prazo os encargos com o pagamentos de juros disparam. Imagine o caso de uma família com um empréstimo de 100 mil euros a pagar em 20 anos, tendo como referência a Euribor a seis meses relativa a Abril e um ‘spread' de 1,5%. A prestação mensal actual deste agregado é de 560 euros. Ao prolongar o pagamento do empréstimo por mais 20 anos, a prestação mensal vai descer para os 364 euros. No entanto, os encargos com juros ao longo da vida do empréstimo duplicam: disparam para os 75 mil euros dos anteriores 34 mil euros.

6. Consolide os créditos
Quem tem vários créditos a pagar, fazer a consolidação dos vários empréstimos num só pode ajudar a reduzir os encargos mensais. Em alguns casos, com esta solução, consegue-se a redução dos encargos mensais entre 30% até 60%. No entanto, esta não é uma solução isenta de desvantagens. De tal forma, que alguns especialistas aconselham os consumidores a recorrerem ao crédito consolidado em último recurso.

fonte:http://economico.sapo.pt/noticias/6-conselhos-para-nao-ver-o-seu-orcamento-malparado_117987.html

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