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Créditos

Blog destinado a partilhar tudo o que se passa no mundo dos créditos. Os melhores créditos, a melhores taxas de juro, noticias e novidades sobre os créditos.

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12
Jul11

Acesso ao crédito vai ficar ainda mais difícil para famílias e empresas

adm

Banco de Portugal diz que concessão de crédito vai tornar-se mais restritiva.n

De acordo com o Banco de Portugal o acesso ao crédito vai tornar-se ainda mais difícil nos próximos meses. Famílias e empresas vão continuar a encontrar a porta do crédito fechada, quer por via da não aprovação de empréstimos, quer por não conseguirem suportar as elevadas taxas de juro, pelo menos até 2012. No entanto, tendo em conta que o objectivo de desalavancagem da banca, fixado pela ‘troika', se estende até 2013, tudo indica que as restrições deverão perdurar. "No contexto do processo de desalavancagem do sector bancário nacional, as condições de concessão de crédito deverão apresentar um maior grau de restritividade, em linha com o observado nos meses mais recentes", refere o regulador do sector no Boletim Económico de Verão hoje divulgado.

O objectivo de desalavancagem da banca exige que o rácio de transformação depósitos/créditos atinja os 120% em 2013, face aos actuais cerca de 145%, de acordo com fonte do sector. Para o efeito, o Banco de Portugal refere que os bancos "deverão privilegiar a alienação de activos não estratégicos e a captação de fontes de financiamento mais estáveis, como depósitos de clientes, de forma a não comprometer o financiamento da economia". No entanto, há quem duvide que esse caminho possa ser feito através do aumento dos depósitos: "Mesmo que paguem muito, o País está demasiado ‘austerizado', não há grande potencial para a poupança", diz fonte ouvida pelo Diário Económico. Ou seja, vedado o crédito, as empresas socorrem-se das reservas de liquidez, nomeadamente as aplicadas em depósitos a prazo (ver texto ao lado). E, de acordo com Pedro Lino, CEO da DiF Broker, os recentes aumentos dos depósitos de particulares têm-se feito à custa do Estado, que perde poupanças a favor da banca. 

fonte:http://economico.sapo.pt/

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