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Blog destinado a partilhar tudo o que se passa no mundo dos créditos. Os melhores créditos, a melhores taxas de juro, noticias e novidades sobre os créditos.

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09
Nov11

Bancos cortam crédito a famílias

adm

Nunca os bancos deram tão pouco financiamento às famílias portuguesas. A torneira do "crédito fácil", como alguns banqueiros lhe chamaram, fechou e os novos emprésti-mos aos particulares tocam agora valores que não se viam desde 2003.

 

Os números ontem divulgados pelo Banco de Portugal (BdP) mostram que, em Setembro, as instituições financeiras concederam apenas 764 milhões de euros em crédito novo. Quando comparado com os 1420 milhões dados no mesmo mês de 2010, os empréstimos a particulares caíram para quase metade (-46,2%).

A habitação foi o segmento mais castigado, já que o corte nos novos empréstimos representa quase um terço do total concedido. Segundo os números do Banco de Portugal, os bancos emprestaram apenas 281 milhões de euros em Setembro contra os 813 concedidos no ano anterior. No consumo, os novos empréstimos ascenderam a 223 milhões e no financiamento para outros fins cifrou-se em 260 milhões. São menos 93 e 31 milhões, respectivamente, em cada um destes segmentos em comparação com 2010.

Para Luís Lima, presidente da APEMIP, a associação que representa os mediadores imobiliários, os números não surpreendem dada a actual conjuntura económica. E alguns responsáveis do sector financeiro admitem mesmo que a tendência será chegar a um ‘patamar zero’ de crédito novo até ao fim de 2011.

Nas empresas, o comportamento dos bancos foi distinto em função dos montantes financiados. Se nos créditos inferiores a um milhão de euros houve uma desaceleração de 108 milhões face aos empréstimos de Setembro de 2010, nos créditos acima desta fasquia houve um aumento de 382 milhões. No primeiro caso os novos financiamentos atingiram os 1764 milhões e no segundo ascenderam a 1963 milhões.

MENOS DEPÓSITOS A ENTRAR NOS COFRES DA BANCA

A dificuldade das famílias em poupar alguns euros já se começa a sentir, fruto da diminuição do rendimento disponível. Os números do Banco de Portugal mostram que a crise está a levar a um abrandamento dos novos depósitos, ainda que os juros pagos tenham atingido os 4%.

Em Setembro, as famílias depositaram 9893 milhões de euros nas instituições financeiras, o que representa um recuo de 1228 milhões relativamente aos novos depósitos realizados durante o mês de Agosto.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/

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