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Blog destinado a partilhar tudo o que se passa no mundo dos créditos. Os melhores créditos, a melhores taxas de juro, noticias e novidades sobre os créditos.

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27
Nov11

Banca obrigada a moderar empréstimos

adm

Bancos têm de cumprir metas exigentes que afectam capacidade de dar crédito.

A ordem é para desalavancar. O mesmo é dizer que as autoridades querem que os bancos reduzam o crédito concedido em função dos depósitos captados. Simultaneamente, os bancos têm de obter recursos para conseguirem aumentar o capital de forma a cumprirem as metas da ‘troika' e das autoridades europeias no que diz respeito a rácios de solvabilidade.

1 - Reduzir o rácio de transformação para 120%
Os bancos portugueses concedem mais crédito que os depósitos que captam. Com os mercados financeiros fechados, a ‘troika' quer que essa proporção diminua para baixar o risco da banca nacional. Pretendem que os bancos tenham um rácio de crédito sobre depósitos de 120% até 2014. Na prática, isto significa que por cada euro de depósitos os bancos possam emprestar apenas 1,20 euros. No final do terceiro trimestre, os rácios de transformação dos maiores bancos portugueses situava-se entre 126,5%, caso da Caixa Geral de Depósitos, e 157,5%, caso do Santander Totta. Quer isto dizer que os bancos terão de conseguir reduzir os montantes de crédito que têm nos seus balanços, ao mesmo tempo que tentam captar mais depósitos.

2 - Aumentar rácios de solvabilidade para 10% até final de 2012
Outra exigência das autoridades é que os bancos reforcem os seus fundos próprios ponderados sobre o risco dos activos para convencerem os mercados de que são sólidos. Se antes da ‘troika' o objectivo era ter um rácio Core Tier 1 de 8%, agora a ‘troika' estipulou como meta um CT1 de 9% até final deste ano e de 10% até final de 2012. No final do terceiro trimestre, o CT1 dos maiores bancos nacionais oscilava entre os 8,1% do BES e os 9,6% do Santander Totta. No entanto, o regulador europeu exigiu que todos os bancos cumprissem um CT1 de 9% com critérios mais apertados nos instrumentos que podem ser considerados como capital. Além disso, obriga os bancos a avaliarem o valor dos títulos de dívida pública ao valor de mercado o que, com a descida dos preços fruto da crise de dívida, tem um impacto no balanço dos bancos. Nas contas do regulador, os bancos nacionais necessitam de 7,8 mil milhões de euros de capital para cumprir aquele objectivo.

3 - Empréstimos a empresas públicas
Os banqueiros têm alertado que o valor do crédito concedido a empresas públicas, cerca de 40 mil milhões de euros, dificulta a tarefa de financiar a economia, num cenário em que a liquidez é limitada e o sector tem de atingir as metas de desalavancagem.

4 - O que estão os bancos a fazer para cumprirem os objectivos?
Além das maiores restrições em conceder crédito e de exigirem um prémio de risco maior, os bancos estão a tentar captar depósitos com taxas de juro mais atractivas. Além disso, estão a tentar vender carteiras de crédito para diminuir o rácio de alavancagem e reforçar capital e a tentar alienar áreas de negócio que não sejam estratégicas. Algumas entidades, como o BCP e o BES reforçaram capital através de ofertas públicas de troca de dívida. Para conseguirem atingir os objectivos, dispõem ainda da linha de recapitalização criada pela ‘troika', no valor de 12 mil milhões de euros.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

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