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Créditos

Blog destinado a partilhar tudo o que se passa no mundo dos créditos. Os melhores créditos, a melhores taxas de juro, noticias e novidades sobre os créditos.

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17
Dez11

Juros no crédito ao consumo disparam no espaço de um ano

adm

Recorrer a crédito pessoal vai ser mais caro nos primeiros meses 2012

Não é propriamente um presente de Natal, e muito menos uma boa notícia de Ano Novo: as taxas de juro máximas no crédito ao consumo vão voltar a subir no primeiro trimestre de 2012, em praticamente todos os contratos. Somente no crédito para a educação e no crédito para a saúde não se registarão alterações entre o último trimestre deste ano e os próximos três meses. No entanto, em ambos os casos, os limites máximos já aumentaram um ponto percentual desde Janeiro de 2011.

O Banco de Portugal (BdP) divulgou ontem o limite máximo que a banca e as instituições financeiras de crédito poderão praticar no primeiro trimestre do próximo ano nos contratos de crédito ao consumo. No documento libertado do BdP é possível verificar o aumento que as instituições bancárias e de crédito especializado vão poder cobrar durante os próximos três meses, sobretudo nos contratos referentes ao crédito automóvel e em comparação com o limite em vigor no actual trimestre.

Em termos anuais, a subida mais acentuada regista-se nos contratos que tenham como finalidade a educação, a saúde e energias renováveis, assim como a locação financeira de equipamentos. Para estes casos, a taxa anual efectiva global (TAEG) máxima praticável passou de 5,8%, no primeiro trimestre de 2011, para 6,8%, nos primeiros três meses de 2012. Em termos mensais, no entanto, estas taxas não registam qualquer alteração, embora tenham registado um agravamento durante os últimos meses. Ou seja, precisamente na altura em que as famílias portuguesas estiveram mais expostas à necessidade de recorrer ao crédito para financiar o início do ano escolar dos filhos.

Já no crédito automóvel a tendência continua a ser de agravamento, com a locação financeira (ou ALD) de viaturas novas a passar a ter como limite para a TAEG os 8,8%, acima dos 8,5% aplicáveis no terceiro trimestre - o valor compara com os 7,7% praticados há um ano. No caso das viaturas usadas, a TAEG sobe para 10,10%, enquanto um crédito automóvel que tenha como garantia o próprio automóvel terá um encargo máximo de 12,6% no caso deste ser novo, e de 16,6% no caso de se tratar de um carro usado. Já o limite de juros da categoria de "outros créditos pessoais" subiu de 20,2% para 20,7%. Este é o limite mais elevado desde que o Banco de Portugal começou a estabelecer um tecto máximo para os juros praticáveis no crédito aos consumidores no início de 2010.

Também os cartões de crédito, as linhas de crédito, as contas correntes bancárias e as facilidades de descoberto sofrerão um agravamento face ao quarto trimestre, com a TAEG a subir para os 35,5%, o que representa um aumento de 6,9% face ao mesmo período de 2011.

Recorde-se que as taxas de juro máximas que entram em vigor a partir de Janeiro são o resultado das médias, acrescidas de um terço, das TAEG praticadas pelas instituições de crédito a actuar no mercado nacional no trimestre precedente (neste caso, o último trimestre de 2011), nos diferentes tipos de contratos.

Poupanças dos portugueses voltam a descer em Novembro
Apesar de todos os apelos à poupança, a verdade é que a vida não tem sorrido aos portugueses. Reflexo disso, as poupanças das famílias desceram em Novembro, depois de oito meses consecutivos a aumentar. Segundo o Indicador de Poupança APFIPP/Universidade Católica, a taxa de poupança das famílias portuguesas resvalou de 105 pontos em Outubro para 102,3 pontos, em Novembro, tendo sido a descida mais expressiva deste indicador desde o início do ano. "Em Portugal, a expectativa das famílias sobre a sua capacidade de poupança, registada pelo inquérito às famílias da Comissão Europeia, desceu significativamente no Outono", lê-se no documento libertado pela APFIPP. "Esta descida poderá resultar de uma série de factores, nomeadamente a subida da taxa de desemprego e as expectativas sobre os aumentos de impostos em 2012", conclui. Os dados do Indicador de Poupança APFIPP / Universidade Católica mostram que as poupanças dos portugueses correspondem actualmente a cerca de 9% do PIB nacional, acima da média histórica de 7,6%. "Corrigindo os efeitos da sazonalidade, o indicador aponta para um aumento da poupança das famílias de cerca de 0,4% do PIB no segundo semestre face ao primeiro semestre de 2011", refere ainda a APFIPP.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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