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Créditos

Blog destinado a partilhar tudo o que se passa no mundo dos créditos. Os melhores créditos, a melhores taxas de juro, noticias e novidades sobre os créditos.

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21
Fev12

Amortizar empréstimos ou investir?

adm

É aconselhável comparar a taxa de juro cobrada no empréstimo com a taxa que se consegue obter ao investir as poupanças e só depois decidir: veja como

 

Todas as semanas, às terças-feiras, a TVI apresenta, no Diário da Manhã, a rubrica «Escola Financeira», com Ricardo Ferreira e João Barbosa, especialistas em formação em finanças pessoais, investimentos e preparação da reforma.

Esta semana, Ricardo Ferreira explica-lhe a importância de comparar a taxa de juro cobrada no empréstimo com a taxa de juro que se consegue obter ao investir as poupanças (no caso dos investimentos em ações a precisão do retorno é difícil).

Se a taxa de juro esperada ao investir é superior à taxa de juro do empréstimo, então investir é a melhor opção. 

No entanto, se o valor do juro dos empréstimos é superior ao retorno que obtém ao aplicar as suas poupanças, então a amortização é uma boa opção.

Um exemplo para facilitar a compreensão: se tiver um depósito a prazo que paga 3% de taxa de juro, mas paralelamente tem uma dívida com juros de 7%, então está claramente a perder dinheiro. Fará sentido amortizar as suas dívidas antes.

De notar que a redução de dívidas é um investimento sem risco, com elevado retorno e sem tributação. Ao passo que os investimentos convencionais têm risco e pagam impostos de 25%).

Se tiver liquidez extra, que possibilidades existem?

Pode proceder à amortização de créditos: neste caso éfundamental distinguir entre créditos ao consumo (pessoais ou cartões de crédito) do empréstimo a habitação, na realidade existem grandes diferenças ao nível das taxas de juros praticadas. No caso dos créditos ao consumo, as taxas são muito superiores comparativamente com as taxas de juro cobradas nos empréstimos a habitação.

Novamente, deverá amortizar os créditos em que a taxa de juro cobrada é superior ao retorno obtido ao investir as suas poupanças (livre de impostos).

No caso especifico do crédito habitação: há muitas famílias com spreads abaixo de 1% e actualmente a taxa Euribor está num nível historicamente baixo, logo poderá não ser proveitoso amortizar o crédito... No entanto, para os empréstimos mais recentes, com spreads mais elevados, a amortização já poderá fazer sentido. 

Um outro aspecto importante relativamente aos empréstimos a habitação: a importância do benefício fiscal. O programa de estabilidade e crescimento acaba com esse beneficio para os contractos realizados a partir de 2012, mas os contratos antigos continuam a beneficiar de um beneficio fiscal.

Alternativamente, poderá investir as poupanças. Esta opção é válida quando a rentabilidade das suaspoupanças (livre de impostos) é superior à taxa de juro do empréstimo. Se optar por investir em soluções sem risco, poderá beneficiar das taxas de juro interessantes que hoje em dia existem ao nível dos depósitos a prazo. 

Uma terceira alternativa, sobretudo num período de grandes incertezas (aumento do desemprego e estagnação económica), é criar ou reforçar o «Fundo de Emergência». Este fundo destina-se a situações inesperadas e que obrigam a uma mobilização imediata do dinheiro. Neste caso, sugerimos depósitos de curta duração, onde a remuneração é menor mas, alternativamente, permite uma maior facilidade de mobilização da liquidez.

Que dívidas devem ser amortizadas em primeiro lugar?

Depois deverá hierarquizar todos os créditos em função da taxa de juro, da mais alta para a mais baixa. Os créditos com maior taxa de juro devem ser amortizados em primeiro lugar.

Uma pequena chamada de atenção: Cuidado com as penalizações
Os bancos têm interesse em que mantenha a sua dívida por mais tempo, para que possam lucrar com os juros. Antes de amortizar verifique as penalizações que lhe são impostas.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/


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