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Blog destinado a partilhar tudo o que se passa no mundo dos créditos. Os melhores créditos, a melhores taxas de juro, noticias e novidades sobre os créditos.

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21
Mar12

Crédito a famílias e empresas encolhe mais de mil milhões

adm

O crédito concedido pelos bancos a empresas e famílias caiu mais de mil milhões de euros em Janeiro deste ano. Segundo dados do Boletim Estatístico do Banco de Portugal, os bancos emprestaram 252.414 milhões aos dois setores no primeiro mês do ano, menos 1.156 milhões que em Dezembro de 2011.

Já o malparado, entre empresas e particulares, ascendeu a 12.503 milhões de euros, um novo máximo que traduz uma subida de 861 milhões de euros. O valor total da cobrança duvidosa representa assim quase 5% do total do crédito concedido.

O crédito concedido às empresas encolheu 479 milhões, para 113.435 milhões de euros, o valor mais baixo em pelo menos um ano e meio. O malparado entre as empresas, pelo contrário, atingiu um novo recorde, nos 7.621 milhões. Um aumento superior a 650 milhões de euros. No total, as empresas têm dificuldade em pagar 6,72% do valor que lhes foi emprestado.

Também no crédito concedido a particulares se registou uma descida de 677 milhões, para 138.979 milhões de euros. O malparado entre as famílias atingiu também novo recorde, nos 4.782 milhões. A percentagem de crédito a famílias em cobrança duvidosa atinge 3,44%.

Por segmentos, o crédito concedido encolheu em todas as finalidades de crédito, da habitação ao consumo e outros fins. Os bancos emprestaram 112.694 milhões para a compra de casas, menos 340 milhões. Aqui o malparado atingiu os 2.146 milhões, um novo máximo.

Dos empréstimos cedidos, 14.725 milhões destinaram-se a financiar consumo, uma queda de cerca de 270 milhões. A cobrança duvidosa, por seu lado, cresceu para 1.513 milhões, também um novo máximo.

O crédito para outros fins encolheu também 71 milhões para 11.560 milhões de euros. Este foi o único segmento em que o malparado, apesar de crescer para 1.122 milhões, não atingiu novos recordes.

Os dados do Banco de Portugal mostram também que as famílias entregaram mais 584 milhões de euros em depósitosaos bancos.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/fi

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