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Créditos

Blog destinado a partilhar tudo o que se passa no mundo dos créditos. Os melhores créditos, a melhores taxas de juro, noticias e novidades sobre os créditos.

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22
Ago12

Malparado desce nas famílias, novo recorde nas empresas

adm

Tal como tinha acontecido em maio, também em junho o malparado baixou entre as famílias portuguesas. Já nas empresas, voltou a subir e para um novo valor recorde, segundo os dados divulgados esta quarta-feira pelo Banco de Portugal. 

Entre os particulares, o crédito de cobrança duvidosa atingiu os 4.834 milhões, uma queda muito ligeira face aos 4.838 do mês anterior, mas um sinal muito importante: é que se, em maio, já tinha recuado pela primeira vez em cinco meses, junho conseguiu acompanhar essa tendência.

Desta vez, a descida deu-se graças ao crédito ao consumo e não ao crédito à habitação, como tinha acontecido em maio. No primeiro caso, o malparado baixou de 1.545 milhões de euros para 1.520 milhões, ao passo que nos empréstimos para a compra de casa, desta vez o crédito de cobrança duvidosa subiu de 2.108 milhões de euros para 2.123 milhões. 

crédito para outros fins também aumentou um pouco, de 1.185 milhões para 1.191 milhões de euros. 

Já empresas estão numa situação cada vez mais difícil em termos de incumprimento: o malparado já vai em 9.539 milhões de euros. Um novo recorde e um aumento considerável de 113 milhões de euros em relação a maio. 

Somando o malparado entre famílias e empresas, percebemos que o dinheiro em dívida que os bancos não conseguem recuperar já chega aos 14.373 milhões de euros em Portugal.

O BdP revelou também que os bancos voltaram a ceder menos empréstimos, tanto para famílias como para empresas. 

Endividamento das empresas passa os 180% do PIB

Só em junho, o endividamento entre empresas atingiu os 182,5% do PIB, novo máximo de sempre e a dívida acumulada das empresas privadas (à banca e a outros setores) chegou aos 309.367 milhões de euros, um valor 120 milhões de euros abaixo do que se registara em março.

Apesar desta redução no volume absoluto (ainda que de menos de 0,04 por cento), em proporção do PIB a dívida das empresas continua a subir uma vez que o PIB tem caído, acrescenta a Lusa.

No final de 2008, a dívida das empresas era equivalente a 172,5 por cento do PIB. Em março deste ano, chegou aos 178,7 por cento.

Já a dívida dos particulares (famílias, empresários em nome individual e instituições de solidariedade) tem vindo a diminuir. Em termos relativos, caiu em junho para 100.7% do PIB. Em valores absolutos, desceu para 170.777 milhões de euros.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

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