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Créditos

Blog destinado a partilhar tudo o que se passa no mundo dos créditos. Os melhores créditos, a melhores taxas de juro, noticias e novidades sobre os créditos.

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15
Dez12

6,4% das famílias com crédito já não conseguem pagar a casa

adm

O crédito em incumprimento ultrapassou em outubro, pela primeira vez, a fasquia dos 5 mil milhões de euros. O pior é que 6,4% das famílias já não conseguem pagar os empréstimos da casa. E com a crise vão-se também as poupanças - em apenas um mês, os depósitos nos bancos baixaram 718 milhões de euros.

Em outubro, as famílias deviam aos bancos 134,9 mil milhões de euros, sendo este o valor mais baixo desde julho de 2009. Em contrapartida, o crédito de cobrança duvidosa aumentou e registou naquele mês um novo máximo, ao "furar", pela primeira vez, o patamar dos 5 mil milhões de euros.

Esta subida, está a ser acompanhada por um aumento do número de famílias que não consegue pagar os empréstimos. Os dados divulgados pelo Banco de Portugal no início de novembro indicavam que em setembro, 6,2% das famílias (ou seja 149 515 agregados) com crédito à habitação tinha deixado de pagar a casa. A informação agora revelada (menos completa) indica que esta percentagem subiu para 6,4%. O mesmo se passa em relação aos créditos ao consumo e outros fins: em setembro eram 17,2%, agora são 17,4%.

A radiografia geral (para todos os segmentos de crédito) mostra que 15,5% dos particulares tem prestações em atraso há mais de 90 dias. Eram 15,3% um mês antes.

Em valor, verifica-se que em apenas um mês o malparado aumentou 40 milhões de euros - "puxado" sobretudo pela situação dos empréstimos para "outros fins", onde se incluem os dos empresários em nome individual -, enquanto em termos homólogos se registou um agravamento de 336 milhões.

No crédito destinado à habitação (que absorve 110,4 mil milhões de euros), o rácio de incumprimento passou em outubro a barreira dos 2%, contra 1,98% registado um ano antes.

Ao mesmo tempo, o dinheiro que os portugueses têm depositado nos bancos voltou a diminuir, mantendo uma tendência decrescente que se verifica há já sete meses consecutivos. O valor total dos depósitos a prazo soma assim 129,8 mil milhões de euros, o que traduz uma descida de 718 milhões de euros face a setembro e de 1,4 mil milhões de euros em relação ao valor registado no início deste ano.

Esta descida dos depósitos é explicada sobretudo pela transferência de poupança para outras aplicações financeiras (com taxas de juro mais atrativas), mas em alguns casos reflete também a necessidade das famílias recorrerem a poupanças para fazer face a quebras do seu rendimento disponível.

É que esta descida do montante de depósitos observada em outubro, acontece apesar de se ter verificado, no mesmo mês, um reforço dos novos depósitos, que totalizaram 7,5 mil milhões de euros (mais 500 milhões do que um mês antes).

Apesar das dificuldades de acesso ao crédito, os bancos emprestaram 4,2 mil milhões de euros a famílias e empresas, mais 319 milhões do que em setembro.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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