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Créditos

Blog destinado a partilhar tudo o que se passa no mundo dos créditos. Os melhores créditos, a melhores taxas de juro, noticias e novidades sobre os créditos.

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07
Set10

Incumprimento no crédito atinge o valor mais elevado de sempre

adm

Os mais recentes números relativos ao crédito malparado em Portugal mostram que o nível de incumprimento no pagamento dos empréstimos à banca por parte das empresas e famílias portuguesas atingiu em Julho o valor mais elevado de sempre. De acordo com os dados do Banco de Portugal, ontem divulgados, os créditos de cobrança duvidosa atingiram, no final do mês passado, 4091 milhões de euros - no caso dos empréstimos a particulares - e 5494 milhões de euros no segmento das empresas.

Segundo os números avançados pela instituição liderada por Carlos Costa, foi registado em Julho - entre empresas e particulares - um volume total de 9585 milhões de euros em créditos incobráveis, com um peso de 3,71% no total de 258,3 mil milhões de euros de créditos concedidos pelos bancos portugueses.

 

Depois de ter estabilizado em Junho, face ao mês anterior, o malparado voltou a subir em Julho, tanto nas empresas como nas famílias. Neste segmento, o total de créditos incobráveis representava 2,91% do total de crédito concedido pela banca, o que representa um aumento de 102 milhões de euros no crédito malparado concedido a particulares, em Julho. Também em termos homólogos é notória a subida do malparado nas famílias, já que em Julho de 2009 representava 2,70% (3642 milhões de euros) do total de crédito concedido (134,6 mil milhões).

No que diz respeito às empresas, os créditos de cobrança duvidosa representavam 4,66% do total concedido pelos bancos, um valor que ascendia a 117,8 mil milhões de euros no final de Julho. As contas feitas pelo DN apontam para que o peso dos incobráveis no total de empréstimos contraídos pelas empresas mais que tenha duplicado nos últimos anos, tendo passado de 1,90% em Julho de 2005, para os actuais valores.

 

A par da subida do volume de créditos de cobrança duvidosa nas empresas (representava 4,37% do total em Junho), em Julho verificou-se um forte abrandamento no recurso ao financiamento bancário por parte das empresas. Os dados do Banco de Portugal apontam para uma queda de 517 milhões de euros no montante total de créditos concedidos às empresas, face aos números do mês anterior.

Já no segmento dos particulares, manteve-se a tendência de aumento do recurso ao crédito bancário, particularmente no que diz respeito ao crédito à habitação (ver caixa). Ao todo, durante o mês de Julho, houve um acréscimo de 130 milhões de euros no montante total de créditos concedidos às famílias, passando de um total de 140 365 milhões de euros para um volume global de 140 495 milhões de euros.

fonte:dn.sapo

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