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Créditos

Blog destinado a partilhar tudo o que se passa no mundo dos créditos. Os melhores créditos, a melhores taxas de juro, noticias e novidades sobre os créditos.

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Créditos

28
Set14

Crédito automóvel aumentou 20,8% no primeiro semestre

adm

Nos primeiros seis meses deste ano, foram concedidos 443 415 euros para aquisição de automóveis, um valor 20,8% superior ao registado no período homólogo (367 177 euros), de acordo com dados da Associação de Instituições de Crédito Especializado (ASFAC).

Apesar deste aumento, e de já no final de 2013 (quarto trimestre) ter-se verificado um aumento significativo no crédito para aquisição de meios de transporte (crescimento de 18,8%), as associações representativas do setor automóvel em Portugal - ACAP e ANECRA - são unânimes ao afirmar que o financiamento não facilitou o aumento das vendas de automóveis.

Hélder Pedro, secretário-geral da ACAP, afirma que "não há facilidades na concessão de crédito para a aquisição de carro, e a abertura que se registou, em 2013 e este ano, é inferior ao valor de recuperação do mercado".

Neves da Silva, secretário-geral da ANECRA, afirma "que desde 2008 não houve qualquer abrir de torneira por parte do financiamento para a compra de automóveis, o que é a maior dificuldade para o consumidor particular".

"O leasing ajudou alguma coisa na recuperação do mercado, especialmente a partir de meados de 2013 e este ano".

Em 2013, 72% do crédito especializado era canalizado para a compra de carro. Um sinal de recuperação.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

07
Set14

Há menos 10 mil famílias a falhar crédito ao consumo

adm

No final de junho deste ano, eram ainda 604 475 as famílias que não conseguiam pagar o empréstimo para o consumo. É o mesmo que dizer que, neste período, quase 17 em cada 100 famílias deixaram vencer o crédito ao consumo - isto é, não pagaram aos bancos durante mais de 90 dias.

Mas os números do Banco de Portugal mostram que o número de famílias em incumprimento neste tipo de empréstimos baixou. De acordo com os últimos dados divulgados pela Central de Responsabilidade de Crédito, entre março e junho deste ano, houve menos 10 mil famílias a falharem o pagamento da prestação do crédito ao consumo. Assim, no segundo trimestre, houve 115 portugueses por dia que deixaram de estar em incumprimento.

A diminuição destes números pode, porém, ter uma razão que não representa um eventual alívio das famílias. "Não sabemos quantos desses são novos créditos, se houve mais incumprimentos neste período ou quantos casos saíram do stock dos créditos em incumprimento. Estes números podem, simplesmente, significar que se resolveram mais casos em tribunal", ressalva Filipe Garcia, economista da consultora Informação de Mercados Financeiros.

Ainda assim, a Associação de Instituições de Crédito Especializado dá conta de uma diminuição dos montantes em incumprimento entre as suas associadas. "Os nossos associados têm experimentado um aumento da concessão de crédito nos últimos meses. A economia está a dar sinais de retoma e a confiança dos portugueses acompanha esta tendência, o que leva a que as decisões de compra, que tinham sido retardadas por receio de dificuldades previsíveis, comecem agora a acontecer", justifica António Menezes Rodrigues, presidente da associação.

Por outro lado, acrescenta, "a diminuição do desemprego e a reorganização das finanças pessoais levaram a um aumento do rendimento disponível, diminuindo o número de famílias em dificuldade para fazer face às suas obrigações".

Por outro lado, acrescenta, "a diminuição do desemprego e a reorganização das finanças pessoais levaram a um aumento do rendimento disponível, diminuindo o número de famílias em dificuldade para fazer face às suas obrigações".

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/e

24
Jun14

CTT começa a intermediar crédito pessoal já este mês

adm

Os CTT fecharam uma parceria "exclusiva" de cinco anos com o a Cetelem e passam já este mês a intermediar crédito pessoal através da instituição de crédito do BNP Paribas.

Francisco de Lacerda classificou esta parceria como um "acordo muito significativo" para os CTT no sentido de alavancar as receitas dos serviços financeiros do operador postal, área de negócio que gerou no primeiro trimestre 16,2 milhões de receitas (+20%).

Com este acordo com a Cetelem, os CTT juntam a área de intermediação de crédito às de poupanças e seguros, transferências e pagamentos de serviços que constituem o portefólio de oferta dos Correios na área financeira.

O acordo arranca com a comercialização de crédito pessoal, seguindo-se no quarto trimestre o de cartões de crédito na rede de 623 lojas próprias dos CTT. Os produtos comercializados "já existem no portefólio de produtos da Cetelem, que passam agora a ser comercializados nas lojas dos CTT", disse Rodrigo Ascenção, CMSO do BNP Paribas.

O operador postal recebe uma comissão inicial, comissões de produção com base no montante de crédito colocados, e comissão sobre participação dos lucros, mas Francisco de Lacerda não revelou nem o valor das comissões acordadas, nem o impacto que esta nova área de negócio poderá vir a ter nos resultados.

O CEO dos CTT garante que a parceria exclusiva de 5 anos com a Cetelem também não terá qualquer impacto no Banco Postal. "O acordo anunciado não tem qualquer conflito de interesses com o Banco Postal", disse.

Francisco de Lacerda mantém para o quarto trimestre uma decisão do Conselho de Administração sobre o Banco Postal. Datas para o projeto avançar é "cedo para especular", já que "a decisão ainda não está tomada". Um projeto que poderá contar com BNP Paribas/Cetelem como parceiro? Francisco de Lacerda frisa que esta parceria com o banco é para a intermediação de produtos de crédito, não "devemos daí retirar novas perspectivas para o futuro".

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/e

05
Jun14

Taxas máximas no crédito ao consumo baixam no 3.º trimestre - BdP

adm

As taxas máximas aplicáveis aos contratos de crédito aos consumidores vão descer no terceiro trimestre na maioria dos casos face ao segundo trimestre, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).

Nos créditos pessoais com destino à educação, saúde, energias renováveis e locação financeira de equipamentos, os juros que podem ser cobrados nos contratos a celebrar no terceiro trimestre terão um teto máximo de 5,8% (face aos 5,7% do segundo trimestre).

Nos outros créditos pessoais (sem finalidade específica, lar, consolidado e outras finalidades), o limite máximo aplicável passa de 16,5% para 16,3%.

fonte:http://www.destak.pt/a

29
Mai14

Banco de Portugal propõe melhoria da qualidade de informação no crédito ao consumo

adm

O Banco de Portugal (BdP) colocou em consulta pública, até 30 de Junho, um projecto de aviso que pretende reforçar a informação prestada aos clientes com contratos de crédito ao consumo, como cartões de crédito, contas-correntes ou crédito automóvel.

A entidade supervisora do sistema bancário sustenta que o reforço da prestação de informação "assume, no actual contexto, uma importância fundamental, permitindo aos clientes bancários acompanhar a evolução dos contratos de crédito aos consumidores por si celebrados em moldes similares ao que já ocorre com produtos bancários como o crédito à habitação ou as contas de depósito".

Com esse propósito, o BdP quer obrigar os bancos a enviarem com uma periodicidade mínima mensal um extracto aos clientes com informações detalhadas sobre o produto. A prestação de informação pode ser feita com outra periodicidade, se o pagamento não for mensal, mas terá sempre de ser enviada pelo menos uma vez por ano.

Além disso, os bancos têm de prestar informação complementar aos clientes em caso de incumprimento ou de reembolso antecipado – total ou parcial – do contrato de crédito.

O mesmo documento adianta ainda que a prestação desta informação poderá ser feita em papel ou noutro suporte duradouro, a não ser que o cliente solicite de forma expressa que quer receber os extractos em papel.

O aviso "não se aplica aos contratos de crédito sob a forma de facilidade de descoberto nem às ultrapassagens de crédito, aos quais são já aplicáveis, no contexto daqueles diplomas legais, deveres específicos de informação", acrescenta o mesmo documento.

Com este aviso, o Banco de Portugal dá cumprimento ao n.º 4 do artigo 14.º do Decreto-Lei n.º 133/2009, de 2 de Junho, introduzido pelo Decreto-Lei n.º 42-A/2013, de 28 de Março.

O legislador atribuiu ao Banco de Portugal o dever de, através de aviso – que tem carácter obrigatório para as instituições financeiras –, concretizar a informação que, na vigência dos contratos de crédito aos consumidores, as instituições de crédito estão obrigadas a disponibilizar aos seus clientes, bem como a periodicidade e o suporte em que essa informação deve ser prestada.

 fonte:http://www.publico.pt/ec

13
Mai14

Crédito malparado das famílias aumenta para 5,2 mil milhões em março

adm

O crédito malparado concedido às famílias continuou a aumentar em março, tendo atingido os 5.194 milhões de euros, de acordo com os números do Banco de Portugal publicados esta terça-feira .

Quase metade (47%) do crédito de cobrança duvidosa concedido às famílias refere-se a crédito à habitação, havendo em março 2.438 milhões de euros em crédito malparado nesta rubrica, embora tenha caído face ao valor registado em fevereiro (2.446 milhões de euros).

Quanto ao crédito ao consumo, estavam concedidos 1.407 milhões de euros em créditos de cobrança duvidosa em março, valor ligeiramente mais baixo do que o registado em fevereiro (1.414 milhões de euros).

 

Já relativamente ao crédito de cobrança duvidosa concedido pelos bancos às empresas, em março, atingiu os 12.164 milhões de euros, no total, menos 88 milhões de euros do que no mês anterior, um comportamento que se registou nas duas principais áreas do crédito às empresas.

Na construção, o crédito malparado caiu dos 4.301 milhões de euros em fevereiro para os 4.236 milhões de euros em março e, no imobiliário, passou dos 2.505 milhões de euros em fevereiro para os 2.398 milhões de euros em março.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

08
Mai14

CTT une-se à Cetelem para oferecer produtos de crédito pessoal

adm

Os CTT anunciaram hoje que assinaram um memorando de entendimento com o banco BNP Paribas Personal Finance, mais conhecido por Cetelem, com o objetivo de celebrar ainda este mês uma parceria para a área de crédito pessoal.

"Os CTT assinaram hoje um memorando de entendimento não vinculativo com o banco BNP Paribas Personal Finance, mais conhecido por Cetelem, com vista à celebração, até final de maio, de um acordo de parceria de médio longo prazo", referem os Correios de Portugal, num comunicado enviado à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

"Os termos e condições ainda serão alvo de negociação entre as partes, tendo como a base a proposta recebida por parte desta entidade, estando a decorrer em paralelo todo o processo de preparação para que a oferta esteja disponível na rede de lojas CTT até ao verão", adiantam.

Este é mais um passo na consolidação dos serviços financeiros dos CTT.

O lucro dos CTT subiu 1,3% no primeiro trimestre deste ano, face a igual período do ano passado, para 18,1 milhões de euros, e os rendimentos operacionais avançaram 0,3% para 176,4 milhões de euros, "retirando a EAD [Empresa de Arquivo de Documentação] do comparativo de 2013, com crescimento dos rendimentos no Expresso e Encomendas e nos Serviços Financeiros de 3,8% e 19,9%, respetivamente", devido ao "forte crescimento no segmento B2C" ['business to consumer'], referem os CTT no comunicado enviado à CMVM.

fonte:Dinheiro Digital com Lusa

28
Jan14

7 regras de ouro do crédito

adm
Obter luz verde do banco para um crédito com vista ao financiamento de um projecto é um momento de alta tensão para os empresários, que pode fazer a diferença na viabilidade de um negócio. Prepare-se antes de enfrentar o gestor de conta e conheça as tácticas para ser bem sucedido.

1. Prestar ao banco informação completa

A confiança está na base da assinatura de um contrato de crédito. Por isso, é fundamental que preste à instituição financeira informação o mais completa e fiável possível. Deve disponibilizar ao banco todos os dados que lhe forem solicitados, mesmo que considere que têm pouca relevância. A instituição financeira deve conhecer bem a empresa, de modo a apresentar-lhe as soluções mais adequadas. Além disso, deve sentir que não desconhece aspectos relevantes.

 

2. Negócio viável e com balanço sólido

A gestão da empresa é um factor determinante na análise à concessão de financiamento por parte das instituições financeiras. Para que a empresa apresente um risco mais reduzido perante o banco é importante que o seu negócio tenha um balanço sólido e uma situação económico-financeira equilibrada. Uma condição que vai permitir à gestão lidar com conjunturas económicas e financeiras mais adversas. O negócio da empresa deve ser viável, o que significa que, no futuro, a sua sobrevivência não deve ser colocada em causa num contexto adverso.

 

3. Actividade com margem de crescimento

A capacidade da empresa se distinguir no mercado onde está presente é crucial para que consiga a aprovação do financiamento pelo banco. "Podemos apontar que uma empresa tem risco mais reduzido se apresentar os seguintes factores: bons produtos e bons clientes; mercados e clientes diversificados; os seus produtos ou serviços têm vantagens competitivas face aos seus concorrentes; as unidades produtivas estiverem modernizadas e tecnologicamente actualizadas; os seus gestores tiverem elevado conhecimento do mercado e experiência na gestão do negócio", explicou fonte oficial do Santander ao Negócios.

 

4. Sector exportador é privilegiado

Com a economia portuguesa sujeita a um programa de ajustamento e a todas as dificuldades que o mesmo tem provocado, a exposição a outros mercados tem ajudado as empresas a crescer. A menor dependência do mercado doméstico tem sido vista como uma vantagem face às companhias que estão completamente dependentes do rumo da economia nacional. Ao contribuir para uma situação económico-financeira mais equilibrada, a actividade exportadora é bem vista na altura da avaliação do crédito. 

 

5. Conheça os apoios públicos disponíveis

Com as taxas de juro muito elevadas para as possibilidades de muitas empresas, deve olhar para o mercado de linhas de crédito bonificadas pelo Estado para perceber se o seu negócio se encaixa nas exigências de cada um desses instrumentos. Apesar de também não serem para todos, estas linhas apresentam "spreads" mais baixos, bem como períodos de amortização e de carência mais extensos do que a média do mercado bancário. Assegure-se que estas linhas não são para reciclar crédito, mas servem de facto para novos investimentos à economia.

 

6. Resolva dívidas ao Fisco e Segurança Social

Caso tenha dívidas para com a máquina do Estado, nomeadamente à Segurança Social e ao Fisco, deve resolver essa questão de forma imediata ou pelo menos começar por negociar com essas instituições um acordo de pagamento que se possa estender pelo tempo. Este é um requisito que tem de preencher para que possa aceder ao financiamento bancário. Por vezes, basta apresentar o acordo de pagamento fechado com o Estado.

 

7. Compare ofertas de vários bancos

Em determinados períodos ou contextos, a banca lança produtos de crédito com especificidades mais competitivas face à oferta habitual. Os bancos tendem a concorrer entre si com "spreads" e períodos de carência semelhantes, mas há características que os distinguem. Procure conhecer as ofertas disponíveis no mercado antes de se dirigir à instituição da sua escolha. E se as comparações obtidas para conseguir condições mais vantajosas.

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/e

28
Jan14

Conheça as linhas de financiamento ao dispor das empresas

adm
Quem pode aceder, condições gerais e montantes dos instrumentos de crédito que o Estado disponibiliza à economia.

Linha geral: PME Crescimento

 

Amortização e carência

Para micro e pequenas empresas tem um prazo de amortização de seis anos e de carência de até 12 meses. Para as restantes empresas as datas são mais alargadas: amortização a 9 anos e carência até 24 meses.

 

O que apoia

A linha destina-se a investimento novo em activos (a realizar no prazo de 12 meses após a data da contratação) ou ao reforço do fundo de maneio ou dos capitais permanentes; não são elegíveis operações de reestruturação financeira e/ou consolidação de crédito.

 

Custo

"Os spreads" variam entre os 3,9% e os 4,2% dependendo da empresa.

 

Montante da linha

Dois mil milhões de euros. Os montantes máximos dos empréstimos variam entre 25 mil euros e 1,5 milhões de euros.

 

Apoios a fundos: QREN Investe

 

Prazo de vigência

O prazo de vigência que foi aprovado em Julho do ano passado era de até seis meses após a abertura da linha, podendo este prazo ser extensível até dois períodos de mais seis meses, caso a mesma não se esgote nos prazos anteriores.

 

Quem pode concorrer

As empresas beneficiárias dos sistemas de incentivos QREN, desde que não se encontrem em situação de dificuldades (com capitais próprios inferiores a metade do capital social), nem deterem dívidas à banca e Estado.

 

Montante por operação

Cada operação tem um financiamento máximo de quatro milhões de euros.

 

Montante da linha

Mil milhões de euros. O prazo de cada operação pode chegar até aos oito anos e a carência é de dois anos.

 

Exportar: PME Exportação

 

Prazo

Criada a meio do ano passado, tem validade de um ano, podendo este prazo ser extensível por igual período, caso a mesma não se esgote no primeiro prazo.

 

Para financiar o quê?

O financiamento de encomendas externas firmes de bens de equipamento e/ou de produtos com longos períodos de fabricação (mínimo de três meses e máximo de 18 meses).

 

Linhas específicas

A linha de exportação de equipamentos/produtos de longo ciclo de fabricação/facturação tem um montante de 100 milhões e a de exportação de bens e serviços possui 400 milhões de euros.

 

Montante da linha

500 milhões de euros. O montante máximo por cada empresa é 1,5 milhões de euros e por operação 500 mil euros.

 

Apoio a PME: Linha Crédito Caixa Capitalização

 

O que é?

A Caixa, o IAPMEI, a PME Investimentos e as SGM (garantia mútua) criaram a Linhas de Crédito Caixa Capitalização, num montante global de 350 milhões de euros, destinado a pequenas e médias empresas orientadas para o mercado internacional.

 

Para quem

Poderão ser enquadradas, até ao limite global de 10%, empresas com um volume de negócios inferior a três milhões de euros, que prossigam estratégias de crescimento e diferenciação no mercado.

 

Montantes

O montante máximo por empresa estará dependente do plano de investimento acordado ou o equivalente a dois meses de facturação.

 

Montante da linha

350 milhões de euros. O prazo de amortização das operações desta linha é de sete anos.

 

Turismo: Qualificação da Oferta e Tesouraria 

 

Linha de Apoio à Qualificação da Oferta

Apoio a projectos de criação ou de requalificação de empreendimentos turísticos, de empreendimentos ou actividades de animação e de estabelecimentos de restauração, num montante de 150 milhões de euros. O prazo de vigência é 31 de Dezembro de 2015.

 

Linha de apoio à consolidação

A Linha de Apoio à Consolidação Financeira envolve, globalmente, a aprovação de operações até ao valor de 150 milhões de euros. Por empresa, o montante não pode exceder seis milhões de euros. As taxas de juro estão indexadas às praticadas na PME Crescimento.

 

Montante da linha

300 milhões de euros O financiamento é um dos principais problemas das empresas de turismo.

 

Comércio: Comércio Investe

 

A quem se destina

Visa apoiar projectos que induzam a criação de factores de diferenciação e de melhoria da oferta ligada ao comércio de proximidade, sobretudo concentrado nos centros urbanos, ou que valorizem o produto interno.

 

Resultados em Março

Apesar das candidaturas terem decorrido no final do ano passado, é em Março deste ano que serão conhecidos os resultados deste concurso.

 

Spreads

O "spread" global da operação será de 4,219%, sendo que na parte com garantia mútua é de 3,5%, e na parte sem garantia mútua é de 6,375%.

 

Montante da linha

50 milhões de euros. Cada projecto tem uma dotação máxima de 35 mil euros e cada empresa de 20 mil euros.

 

Inovação: "Start-ups" e "Business Angels"  

 

Start-ups

O Governo criou "uma nova linha de apoio a 'start-ups' por parte da Portugal Ventures (operadora de capital de risco público) no valor de 35 milhões de euros, que será activada já a partir de Janeiro".

 

Ignição para novos projectos

Haverá ainda a injecção de 15 milhões de euros para o "arranque de novos projectos empresariais" através da figura de "business angels", em parceria com a sociedade civil.

 

Objectivo

"Refocalizar a actividade" da Portugal Ventures para a "fase inicial e de arranque de empresas de base tecnológica e deixar para o funcionamento regular do mercado o apoio a empresas que já estão sustentadas.

 

Montante da linha

50 milhões de euros. Há duas linhas de apoio  projectadas para "start-ups" e arranque de novos projectos empresariais.

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/e

07
Jan14

Malparado na habitação volta a bater recorde em novembro

adm

Os créditos de cobrança duvidosa nos empréstimos à habitação atingiram um novo máximo histórico em novembro, totalizando 2.417 milhões de euros, contrastando com a diminuição do volume global do malparado de particulares, segundo dados do Banco de Portugal, escreve a Lusa.

Em novembro, o crédito malparado dos particulares no global caiu para 5.192 milhões de euros (5.210 milhões em outubro).

No caso das empresas, o malparado voltou a agravar-se passando dos 12.076 milhões de euros registados em outubro para 12.271 milhões em novembro, um novo recorde desde que o Banco de Portugal publica estes dados (1997), com destaque para o malparado das empresas do setor da construção (4.265 milhões de euros) e das atividades imobiliárias (2.341 milhões de euros).

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/5

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