Quarta-feira, 13 de Março de 2013
Portugueses vão pagar menos pelo crédito ao consumo a partir de Julho

Governo considera que os consumidores e as famílias passam a ter na lei um "escudo" que as defende do risco do endividamento e de práticas arbitrárias ou abusivas de juro.

Os portugueses vão pagar menos em taxas de juro quando utilizarem cartão de crédito, contas ordenado ou entrarem no descoberto, num máximo de 27,5%, menos 9,9 pontos percentuais que no final de 2012, aprovou esta quarta-feira o Governo. 

A medida, aprovada em Conselho de Ministros, entra em vigor a 1 de Julho e aplica-se a todos os contratos, os actuais e os que vierem a ser celebrados. "Para os cartões de crédito e facilidades de descoberto de contas à ordem (a 30 dias), a taxa de juro máxima será de 27,5%, segundo as regras agora adoptadas", adiantou o secretário de Estado adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional, António Almeida Henriques. 

O governante lembrou que no final do ano passado, as taxas máximas aplicáveis à utilização dos cartões de crédito chegaram aos 37,4%, "com uma tendência para subir", e sublinhou que "se nada fosse feito" poderiam atingir os 40% no final deste ano. 

A nova alteração regula e disciplina a definição das taxas de juro aplicáveis aos cartões de crédito e a todos os créditos pessoais, estabelecendo assim que a Taxa Anual de Encargos Global (TAEG) "passa a ter uma nova fórmula de cálculo e também tectos máximos para os diferentes segmentos de crédito", revistos trimestralmente pelo Banco de Portugal. 

Também nesses segmentos, as taxas serão "mais favoráveis" do que a taxa máxima para os cartões de crédito, por exemplo, no caso dos créditos pessoais, para lar e sem finalidade específica, o máximo será de 19,5%. 

Se os bancos não cumprirem e ultrapassarem este limite máximo serão alvo de sanções, "sem prejuízo da responsabilidade criminal", esclareceu o secretário de Estado. 

"Os consumidores e as famílias passam a partir de hoje a ter na lei um escudo que as defende do risco do endividamento e de práticas arbitrárias ou abusivas de juro, pagamento de comissões bancárias associadas aos juros de mora e denúncia de contratos", frisou Almeida Henriques, destacando a importância de se "colocar um travão às taxas de juro excessivas e, mesmo, usurárias". 

Os mesmos tectos serão aplicados às "facilidades de descoberto", com obrigação de reembolso no prazo de um mês, ou seja, nas chamadas "contas ordenado", e às "ultrapassagens de crédito" nas contas à ordem, numa TAEG máxima de 27,5%. 

Extratos obrigatórios nos créditos ao consumo 
A alteração legislativa impõe ainda a obrigação de envio de um extrato periódico aos clientes com créditos de consumo, tal como acontece com o crédito de habitação. Os juros de mora também ficam sujeitos a um novo regime hoje aprovado pelo Governo que limita "fortemente a cobrança de comissões bancárias por incumprimento". 

Desta forma, poderá ser apenas cobrada uma única comissão bancária, por cada prestação vencida e não paga, em vez das actuais comissões sucessivas, que segundo o governante "muito pesavam sobre os incumpridores chegando a ultrapassar muitas vezes o valor da prestação mensal". 

As comissões bancárias passam a estar também limitadas a 4% do valor da prestação mensal, entre um valor mínimo de 12 euros e um máximo de 150 euros, assim como o limite máximo da taxa anual de juros moratórios passa a estar fixado nos 3%. 

Já em 2012, o Governo adoptou outros pacotes legislativos que entraram em vigor no início deste ano, entre elas o novo diploma, segundo o qual cada instituição de crédito tem de criar um plano de acção para o risco de incumprimento (PARI), fixando os procedimentos e medidas de acompanhamento da execução dos contratos de crédito. 

A estas iniciativas juntaram-se também a activação do Fundo do Consumidor para apoio a projectos e actividades de apoio, aconselhamento e formação de consumidores endividados, assim como a criação da rede extrajudicial de apoio gratuito ao consumidor endividado, resultante da nova legislação em vigor e de uma portaria de 2 de Janeiro deste ano.

fonte:http://rr.sapo.pt/i



publicado por adm às 22:48
link do post | comentar | favorito

Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2013
Banca continua de mão fechada na concessão de crédito

Critérios de concessão deverão manter-se apertados este ano tanto para as famílias, como para empresas. No entanto, dois dos bancos a operar em Portugal admitem já algum alívio para as Pequenas e Médias Empresas.


Os bancos aumentaram os juros para os empréstimos de maior risco. No caso das empresas, estão a exigir mais garantias. São dados do Banco de Portugal referentes aos últimos três meses de 2012.

Os critérios para a aprovação de empréstimos permaneceram inalterados nos últimos meses de 2012 e, nalguns casos, até pioraram.

É uma consequência do agravamento das expectativas sobre a economia, as dificuldades cada vez maiores dos consumidores em pagarem as dívidas, o agravamento do “spread” - os juros cobrados pela banca - nos créditos de maior risco e o aumento das garantias exigidas às empresas.

Estão a diminuir os empréstimos de longo prazo, enquanto os de curto prazo registaram um ligeiro aumento.

Para os primeiros três meses deste ano os bancos portugueses inquiridos, os cinco maiores a operarem no mercado, não esperam alterações neste cenário.

Os critérios de concessão deverão manter-se apertados, para as famílias e empresas. No entanto, dois bancos admitem já algum alívio para as Pequenas e Médias Empresas.

Do lado da procura, deverão continuar a diminuir os pedidos de empréstimo para compra de casa. No crédito ao consumo é esperada uma estabilização.

fonte:http://rr.sapo.pt/in




publicado por adm às 20:42
link do post | comentar | favorito

Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2013
Deco alerta para fraude no crédito

Há empresas e consultores a oferecerem empréstimos aos consumidores, através de anúncios e na internet, a troco de comissões, sem nunca chegarem a arranjar qualquer financiamento aos clientes. A Deco já recebeu mais de uma centena de queixas e avisa de que se trata de esquemas fraudulentos.


As dificuldades no acesso ao crédito têm levado muitas famílias a socorrerem-se desta opção. "As pessoas são aliciadas sob o pretexto de crédito fácil e imediato", explica ao CM João Fernandes, economista da Deco Proteste.

O esquema usado é simples: a empresa coloca um anúncio com a oferta de crédito. Quando o cliente entra em contacto com a entidade, é enviado um formulário e pedido "um montante a título de despesas" para que o processo avance. "Não se procuram extorquir quantias elevadas, estas entidades preferem atuar em volume", diz João Fernandes, adiantando que as comissões cobradas tendem a situar-se entre os 100 e os 200 euros. "Estas entidades chegam a enviar um documento em que informam que o crédito está aprovado, mas os clientes nunca mais ouvem falar delas", acrescenta. Segundo o economista, "a maior parte destas entidades nem sequer existe".

Além das empresas que colocam anúncios, a Deco alerta ainda para os casos em que surgem alegados consultores "que oferecem a renegociação dos créditos existentes, a consolidação ou a condição de novos empréstimos em condições vantajosas". Segundo João Fernandes, depois "pedem também uma comissão de despesa ou de intermediação e acabam por dizer ao cliente que o crédito estava pré-aprovado mas que a instituição financeiras o reprovou".

A Deco não comunicou ao Banco de Portugal as denúncias por se tratar de matéria criminal. "Isto são esquemas de fraude e cabe às autoridades judiciais atuarem", diz João Fernandes.

CONSULTAR LISTA DO REGULADOR EVITA SER ENGANADO

Para evitar este tipo de esquemas fraudulentos, a Deco aconselha os consumidores a consultarem, quando pretendem obter um empréstimo e se deparam com este tipo de entidades, a lista de instituições autorizadas a conceder crédito em Portugal. "Se o nome não estiver na lista, o consumidor deve desconfiar e fazer a participação às autoridades policiais ou ao Ministério Público", afirma João Fernandes. E, lembra, a consulta deve ser feita antes de ser efetuado qualquer pagamento.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/




publicado por adm às 20:54
link do post | comentar | favorito

Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2012
Crédito às empresas cai pelo 14º mês consecutivo

No último ano, o crédito concedido pela banca encolheu 7,7 por cento

O crédito concedido pela banca às empresas voltou a encolher em outubro, pelo 14.º mês consecutivo. Os dados foram divulgados esta quinta-feira pelo Banco de Portugal (BdP).

Em outubro, o saldo total dos empréstimos concedidos pela banca às empresas atingiu 107.140 milhões de euros. Em setembro, este montante era 108.062 milhões; em outubro do ano passado, 116.125 milhões.

Ou seja, no último ano o crédito concedido pela banca encolheu 7,7 por cento. Uma quebra que se reflete nos empréstimos de curto, médio e longo prazo.

Um dos objetivos do programa da troika é reduzir o endividamento do setor privado.

No entanto, tanto a troika como o Governo têm manifestado preocupação pela possibilidade de uma escassez de crédito para o setor privado, sobretudo para pequenas e médias empresas.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f


tags:

publicado por adm às 23:13
link do post | comentar | favorito

Segunda-feira, 5 de Novembro de 2012
Crédito concedido cai, malparado também

O valor total dos empréstimos concedidos pelos bancos às famílias e o malparado voltaram a cair em setembro em quase todos os agregados, com exceção do crédito ao consumo que aumenta pela segunda vez, segundo o Banco de Portugal.

O total do crédito considerado de cobrança duvidosa fixou-se nos 4.119 milhões de euros no final de setembro, contra 4.216 milhões de euros em agosto.

A queda é ainda mais pronunciada se este valor for comparado com os 4.561 milhões de euros registados em setembro do ano passado, escreve a Lusa.

Esta queda beneficia de reduções em todos as áreas de empréstimos, com maior expressão no malparado entre o crédito concedido para outros fins, que apesar de em termos totais ser o menos expressivo, foi o que mais caiu, 40 milhões, para 918 milhões de euros.

O malparado nos créditos à habitação caiu 21 milhões de euros para 1.943 milhões de euros e no consumo 36 milhões de euros, para 1.258 milhões de euros.

Por sua vez, o valor total do crédito concedido pela banca às famílias caiu 149 milhões de euros, para 140.955 milhões de euros, tendo-se verificado reduções no total do crédito concedido à habitação em 189 milhões de euros e para outros fins em 15 milhões de euros.

No entanto, o crédito concedido para consumo aumentou pelo segundo mês consecutivo em 56 milhões de euros face a agosto, quando todos os outros agregados estão em queda.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



publicado por adm às 22:08
link do post | comentar | favorito

Quarta-feira, 31 de Outubro de 2012
Bancos mantêm concessão de crédito apertada, procura em queda

Os bancos portugueses mantiveram praticamente inalterados os critérios de concessão de crédito ao longo do terceiro trimestre deste ano. A restritividade não dá sinais de abrandar, por todas as razões e mais algumas, mas a tendência mais visível é na procura de crédito por parte dos particulares, que está em queda, e assim deve continuar.

De acordo com os resultados do inquérito aos bancos sobre o mercado de crédito, realizado pelo Banco de Portugal aos cinco grupos bancários portugueses incluídos na amostra, apesar de terem mantido os critérios aplicados na aprovação de empréstimos globalmente inalterados, os bancos inquiridos identificaram alguns fatores que terão exercido alguma influência negativa sobre esses critérios. 

Em particular, os bancos apontaram «a deterioração das expectativas quanto à atividade económica em geral e, em menor grau, o aumento dos custos de financiamento e restrições de balanço» como razões para manterem a restritividade na concessão de financiamento.

Adicionalmente, observou-se um ligeiro agravamento das condições aplicadas pelos bancos na aprovação de empréstimos, «consubstanciado num aumento dos spreadsaplicados (em particular nos empréstimos de maior risco), mas também na aplicação de outras condições contratuais ligeiramente mais restritivas. Entre estas refira-se, no caso das empresas, a redução da maturidade dos empréstimos, condições contratuais não pecuniárias (covenants) mais restritivas e o reforço das garantias exigidas».

O Banco de Portugal identifica ainda, com base nas respostas dos cinco grupos bancários, uma «diminuição da procura de empréstimos ao longo do terceiro trimestre que, no caso dos particulares, afeta sobretudo o segmento da habitação».

Para justificar a menor procura de empréstimos, o banco central aponta «a diminuição da confiança dos consumidores, a deterioração das perspetivas para o mercado da habitação, a evolução das despesas de consumo não relacionadas com a aquisição de habitação e a retração nas despesas de consumo de bens duradouros».

No caso da procura de empréstimos ou linhas de crédito por parte das empresas, a procura manteve-se praticamente estável. Por um lado, a diminuição das necessidades de financiamento para efeitos de investimento contribuiu para travar a procura de crédito mas, em sentido contrário, a procura das empresas terá sido sustentada por um aumento das necessidades de financiamento de existências e de fundo de maneio, bem como de financiamento para a reestruturação da dívida.

Para o quarto trimestre de 2012, a generalidade dos bancos inquiridos não espera alterações significativas na aplicação de critérios para aprovação de empréstimos ou linhas de crédito a empresas e para aprovação de empréstimos a particulares. Para
o mesmo período, os bancos anteveem que a procura de empréstimos por parte das empresas, em termos globais, permanecerá estável.

No caso dos particulares, a maioria dos bancos espera uma redução da procura de empréstimos para habitação, assim como uma diminuição menos acentuada da procura de empréstimos para consumo e outros fins.

fotne:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f



publicado por adm às 20:19
link do post | comentar | favorito

Sexta-feira, 28 de Setembro de 2012
Linha de crédito para ajudar empresas já está disponível

Portugal já executou 50% dos fundos comunitários. Linha de crédito de mil milhões de euros vai ajudar.

As empresas que têm projectos com financiamento comunitário já podem dirigir-se ao banco e pedir um crédito para fazer face à contrapartida nacional ou obter alívios de tesouraria. A linha Investe QREN, que deveria estar disponível desde 16 de Agosto, disponibiliza finalmente mil milhões de euros a uma taxa de juro que deverá rondar os 5%.

"Superado com êxito o processo de adaptação dos sistemas informáticos das várias instituições envolvidas e concluída a preparação de todo o instrumental técnico necessário, tarefas de alguma complexidade por estarem em causa empréstimos com várias componentes de financiamento e ‘pricing'", a sociedade gestora do sistema de garantia mútua (SPGM) garante que agora "estão reunidas as condições técnicas para a operacionalização da linha Investe QREN".

A linha tem condições, como um limite de financiamento de quatro milhões de euros por projecto e a obrigação de 10% do montante global do projecto ser assegurado pelo próprio promotor. O prazo máximo de financiamento é de oito anos, com dois anos de carência de capital, e para garantir que o crédito chega mesmo às empresas, os empréstimos são contragarantidos, à semelhança do que acontece com as linhas de crédito do Estado, pelo sistema de garantia mútua, em 37,5%. A linha, que conta com 500 milhões de euros do Banco Europeu de Investimento, visa acelerar a execução do Quadro de Referência Estratégico Nacional - QREN, que atingiu a 15 de Setembro 50% da sua execução, ou seja, 10,7 mil milhões de euros.

"É um marco excepcional. Um progresso que muitos não imaginavam possível, quando há 14 meses atrás, a taxa de aplicação do QREN se limitava a pouco mais de 30%. No QREN, demos um salto de tigre", sublinhou o secretário de Estado Adjunto da Economia, António Almeida Henriques.

O Programa Operacional Potencial Humano é o que apresenta uma taxa de execução mais elevada (58,1%) seguido do Programa Operacional Regional do Centro (48,1%) e do Programa Operacional Regional do Alentejo (47,4%). Já o Programa dedicado às exclusivamente às empresas, o Programa Operacional Factores de Competitividade, teve uma execução de 47,1%.

fonte:http://economico.sapo.pt/



publicado por adm às 23:39
link do post | comentar | favorito

Quarta-feira, 19 de Setembro de 2012
Banca: crédito ao consumo cai 17%

O crédito especializado concedido pelas associadas da Associação de Instituições de Crédito Especializado (ASFAC) caiu 17,1 por cento no segundo trimestre, face ao mesmo período de 2011, somando 950 milhões de euros.

Em comunicado, a associação que representa 31 entidades especializadas no financiamento ao consumo nota que, ainda assim, houve uma subida de 3,9 por cento no crédito concedido face aos primeiros três meses do ano, «originada pelo aumento do crédito stock», que mitigou as quebras do crédito clássico e do crédito revolving [crédito permanente ou renovável]».

Analisando os dados do primeiro semestre, a diminuição da concessão de crédito subiu para 22,5 por cento em termos homólogos, cifrando-se nos 1.866 milhões de euros.

Entre abril e junho deste ano, e face ao mesmo trimestre de 2011, o crédito clássico concedido a particulares - que representa 91,8 por cento do total do crédito clássico - caiu 31 por cento (descida de 33,4 por cento considerando o 1.º semestre).

Já o crédito revolving manteve no 2.º trimestre os mesmos valores de 2011 e recuou dois por cento face ao 1.º semestre.

O crédito clássico concedido a empresas também desceu (48,8 por cento no 2.º trimestre e 46,1 por cento no semestre), assim como o crédito revolving - que representa 48,9 por cento do total de crédito concedido - que diminuiu 9,6 por cento no 2.º trimestre e 19 por cento no 1.º semestre.

De acordo com a ASFAC, a aquisição de meios de transporte continuou a liderar o destino dos montantes concedidos no crédito clássico, com 68 por cento e 199 milhões de euros (410 milhões no primeiro semestre).

Seguiu-se a aquisição de artigos para o lar, com 18 por cento, e o crédito pessoal, com 11,6 por cento.

«A evolução de todos os produtos financiados foi negativa tanto no segundo trimestre como no primeiro semestre», nota a associação.

No que respeita ao número de contratos de crédito clássico, foram celebrados de abril a junho um total de 84.051 contratos, dos quais 97,9 por cento com particulares, tendo o valor médio atribuído por cada contrato sido de 3.485 euros, menos 15 por cento do que em 2011.

«Estes valores refletem a atual conjuntura económica e financeira que o país está a viver. A quebra dos rendimentos leva a uma retração do consumo que, naturalmente, origina um menor recurso ao crédito», considera o presidente da ASFAC, António Menezes Rodrigues.

Segundo dados da EUROFINAS avançados pela associação, também o mercado de crédito ao consumo a nível europeu tem sofrido quebras, com o financiamento do consumo e da compra de automóvel a recuarem 3,7 e 3,4 por cento, respetivamente, no 1.º trimestre. 

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f



publicado por adm às 23:38
link do post | comentar | favorito

Segunda-feira, 10 de Setembro de 2012
Famílias com menos crédito, mas deixam de pagar mais

A banca tem estado a apertar na concessão de crédito e o mês de julho não foi exceção. Os empréstimos concedidos às famílias voltaram a encolher, mas mesmo assim o crédito de cobrança duvidosa, mais conhecido por malparado, continuou a aumentar, superando os 15 mil milhões de euros, segundo dados do Banco de Portugal (BdP).

Os empréstimos para compra de casa recuaram 2,4% em julho relativamente ao mesmo mês do ano passado. O crédito ao consumo caiu ainda mais: 7,1%.

Desde agosto de 2011 que a variação homóloga (relativa ao mesmo mês do ano anterior) do crédito concedido aos particulares é negativa, nota a Lusa.

Os empréstimos tanto a particulares como a empresa encolheram em todos os distritos e regiões autónomas, com exceção de Lisboa, onde se registou um crescimento de 1,0% em relação ao ano passado e 3,4% em relação a julho de 2010. 

No resto do país, houve quebras muito substanciais quase por todo o lado. A redução no crédito mais significativa ocorreu na Madeira: -24,8% face a julho do ano passado.

Menos empréstimos, mas mais incumprimento

Apesar de o crédito total concedido pela banca estar a cair, o de cobrança duvidosa cada vez é maior. O peso do malparado sobre o total dos empréstimos concedidos pela banca ultrapassou, pela primeira vez, os 6%. 

O incumprimento está a aumentar sobretudo nas empresas, que têm já 10 mil milhões de créditos de cobrança duvidosa. 

No caso das famílias, o malparado voltou a aumentar, depois de alguns meses a recuar. Totaliza agora 4,9 mil milhões de euros.

No segmento de habitação (que representa mais de 80% do total do crédito a particulares), o malparado subiu 7,4%, sendo que entre todos os empréstimos para esta finalidade 2% são já de cobrança duvidosa. 

No crédito ao consumo, aumentou mais, 17,4%. E, aqui, 11% dos empréstimos são já considerados de cobrança duvidosa, um novo máximo.

Ao mesmo tempo que os bancos reduzem o crédito concedido, aumenta o valor dos empréstimos por pagar. Estas duas tendências significam que o peso do malparado é cada vez maior.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f



publicado por adm às 23:14
link do post | comentar | favorito

Quarta-feira, 22 de Agosto de 2012
Banca: crédito ao consumo em queda há quase ano e meio

O crédito ao consumo concedido pela banca portuguesa reduziu-se novamente em junho, e está em quebra há quase ano e meio, segundo dados divulgados esta quarta-feira pelo Banco de Portugal (BdP).

No boletim estatístico do supervisor verifica-se que, em junho, o crédito ao consumo encolheu 9% relativamente ao mesmo mês do ano anterior. Desde fevereiro do ano passado que todos os meses este segmento da atividade da banca tem registado diminuições.

O crédito a particulares em geral continua a cair, mas a redução geral foi 3,1 por cento em junho, muito menos acentuada que no consumo.

A Lusa acrescenta que o crédito ao consumo representa atualmente pouco mais de dez por cento do total do crédito aos particulares. O grosso (81,6%) continua a ser o crédito a habitação.

Mais de um décimo do crédito ao consumo é considerado de cobrança duvidosa pelos bancos. Em junho, em 13.998 milhões de euros de crédito ao consumo, 1.520 milhões eram considerados malparados - mesmo assim, uma ligeira redução face aos 1.545 milhões que se registavam no mês anterior.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f



publicado por adm às 22:45
link do post | comentar | favorito

.pesquisar
 
.posts recentes

. Bancos encolhem "spreads"...

. Banco de Portugal define ...

. Crédito ao consumo cresce...

. Saiba qual o crédito cert...

. Cinco conselhos para enco...

. Dificuldades das empresas...

. Evite créditos com pele d...

. Crédito malparado sobe pa...

. Crédito a empresas e part...

. Crédito cai 6,6% até Abri...

.arquivos

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Janeiro 2016

. Outubro 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Abril 2010

.links
.subscrever feeds
.tags

. 10 dicas

. 7 regras de ouro do crédito

. acesso a crédito mais baixo

. açores

. actualidade

. agricultores

. agricultura

. alunos

. amortizar créditos

. amortizar empréstimos

. atualidade

. bancos

. bcp

. caixa geral de depósitos

. carência

. cartão de crédito

. cartões

. cartões de crédito

. cgd

. cheques

. cofidis

. comissão

. comissões

. como obter microcrédito?

. credito

. crédito

. crédito a 90 anos

. crédito ao consumo

. crédito automóvel

. crédito bonificado

. crédito com incidentes bancários

. crédito especializado

. crédito habitação

. credito habitação

. credito mal parado

. crédito malparado

. crédito para comprar material escolar

. crédito para empresas

. crédito pessoal

. créditos para estudar

. créditos pessoais

. crise

. ctt

. curiosidades

. deco

. dicas

. diferimento de capital

. dinheiro

. empréstimo

. empréstimos

. espanha

. europa

. férias

. ferias

. fiadores

. financiamento automovel

. juntar os seus créditos

. juros

. leaseplan

. leasing

. linhas de financiamento ao dispor das em

. mediação do crédito

. mediador do crédito

. microcrédito

. noticias

. novas regras para renegociar créditos

. portugal

. prestação

. prestações do crédito à habitação

. renegociação dos créditos

. seguros

. sobreendividamento

. spreads

. taegs

. taxa de juros

. taxas euribor

. vida

. visa

. todas as tags