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Créditos

Blog destinado a partilhar tudo o que se passa no mundo dos créditos. Os melhores créditos, a melhores taxas de juro, noticias e novidades sobre os créditos.

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08
Out12

Recorde: malparado já vai em 15,6 mil milhões

adm

Crédito de cobrança duvidosa renova máximos tanto nos empréstimos às famílias como às empresas

A onda é cada vez mais gigante e mostra o sufoco em que se encontram famílias e empresas em clima de austeridade. O crédito malparado bateu os 15,6 mil milhões de euros, em agosto.

Os dados do Banco de Portugal que foram divulgados esta segunda-feira mostram que o crédito de cobrança duvidosa bateu novos máximos tanto nos empréstimos às famílias como às empresas.

Empresas: 10.546 milhões de euros 

O principal problema está mesmo nestas últimas, com o malparado a chegar aos 10.546 milhões de euros em agosto, o valor mais elevado desde que o BdP disponibiliza dados (1997), nota a Lusa.

Face ao total de crédito concedido às empresas em agosto (108.515 milhões de euros), o malparado representa 9,81% do total.

O valor do malparado nas empresas significa mais 55% do que os 6.879 milhões registados no final do ano e mais 64% do que no mesmo mês de 2011.

Famílias: 4.977 milhões de euros

Quanto aos particulares, a cobrança duvidosa fixou-se nos 4.977 milhões de euros, mais 6,48% do que o registado no início do ano e mais 10,18% face ao mesmo mês do ano passado.

O malparado nos particulares representa 3,66% dos 136.017 milhões de stock de crédito em agosto.

Por destinos de crédito, na habitação o malparado subiu para 2.186 milhões em agosto, no consumo para 1.567 milhões e nos empréstimos para outros fins 1.224 milhões.

Apesar de a cobrança duvidosa ser maior, em valores absolutos, nos empréstimos à habitação, este representa apenas 1,96% do total concedido para este fim.

Os empréstimos destinados ao consumo são os mais penalizados no malparado, com 11,40%, seguido de outros fins com 10,88%.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

03
Out12

Cartões de débito e crédito custam 37 milhões aos bancos

adm

O presidente da Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED) disse esta quarta-feira que a banca tem com cartões de débito e crédito custos de 37 milhões de euros, mas que os benefícios para o setor são acima dos 400 milhões de euros.

Luís Reis falava na comissão de Economia e Obras Públicas, no âmbito de um conjunto de audições sobre valor das taxas aplicadas nas transações com cartões de débito e crédito, cujos comerciantes acusam de serem elevadas.

Durante a sua audição, Luís Reis citou um estudo do Banco de Portugal, que também já tinha sido citado pela Unicre na mesma comissão, no qual refere que os cartões custam 37 milhões de euros à banca.

Contudo, disse Luís Reis, se forem lidas as «notas de rodapé» do mesmo relatório, verifica-se que os «benefícios que a banca tem nos levantamentos em ATM (multibanco) é de 300 milhões de euros».

Questionado pela Lusa sobre a origem deste benefício, Luis Reis explicou que este valor refere-se à poupança que os bancos têm com o facto do levantamento ser efetuado pelo cliente numa caixa multibanco, ao invés de ser realizado nos balcões, o que comporta um custo com pessoal.

Além disso, «verifica-se que nos custos de cartões de crédito está incluídos os incumprimentos», que considerou estarem inflacionados.

Se forem tidos em conta os juros de mora que os bancos recebem em caso de incumprimento, o valor ascende a 127 milhões.

Ou seja, os bancos «ganham 427 milhões de euros em notas de rodapé», num valor que considerou ser por baixo.

«Os bancos não perdem dinheiro», afirmou, sublinhando que «não há dúvida que não perdem se baixarem» o valor das taxas aplicadas.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/fi

03
Out12

Sobre-endividados que recorrem à Deco vivem apenas com 4% do ordenado

adm

Os sobre-endividados que recorreram à DECO, em Setembro, estão a viver com apenas 4% do ordenado, usando os restantes 96% do rendimento para pagar créditos, segundo dados da associação.

A taxa de esforço média dos consumidores que pediram em Setembro ajuda à Associação para a Defesa do Consumidor (Deco) foi de 95,52%, tendo o crédito pessoal e o crédito à habitação o maior peso na carteira, de 42,81% e 40,81% respectivamente, seguindo-se o crédito automóvel com 20,25%, revela o boletim estatístico de Setembro de 2012 do Gabinete de Apoio ao Sobre-endividado (GAS) da DECO. Isto significa que os consumidores apenas têm os restantes 4,48% para viver.

"As famílias têm taxas de esforço muito elevadas quando nos pedem ajuda. O crédito à habitação é um problema mas não é o único, pois enquanto existe um crédito à habitação, as pessoas têm em regra seis créditos pessoais, que são muito mais caros e de curto prazo", disse
à Lusa a coordenadora do GAS, Natália Nunes.

De acordo com a responsável, esta foi a primeira vez que a DECO fez o tratamento estatístico das taxas de esforço das famílias.

Quanto aos valores totais em dívida por tipo de crédito, destaca-se a habitação representando 70,6%, seguida pelo crédito automóvel com 11,8%. Em terceiro lugar encontra-se o crédito pessoal (11,5%) e o cartão de crédito (6,2%).

Aquando do pedido de intervenção verificou-se ainda que 52% do crédito estava regularizado, encontrando-se os remanescentes 48% em incumprimento, ao contrário do que se verificava anteriormente.

Uma situação que Natália Nunes espera "que se torne uma tendência" e que mostra que as pessoas estão a cumprir os créditos.

Natália Nunes adiantou também que, em Setembro, o número de pedidos das famílias de informações sobre o GAS e as possibilidades de reestruturação registou "uma grande subida", o que mostra que são famílias que já estão a ter algumas dificuldades e querem actuar preventivamente.

No mesmo mês, chegaram à Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor 434 processos de sobre-endividamento, menos 113 que no mês anterior.

Ao todo, de janeiro a 30 de setembro, chegaram à DECO 4.010 processos, o que compara com os 3.238 recebidos em 2011 e os 2.139 em 2010. Em 2000 o número rondava os 152 processos.

O desemprego voltou em Setembro a ser principal razão do sobre-endividamento, representando 35% dos casos enviados à DECO.

fonte:http://economico.sapo.pt/

22
Set12

Crédito malparado das empresas ultrapassa 10 mil milhões de euros

adm

O crédito malparado das empresas ultrapassou os 10 mil milhões de euros em julho, representando o malparado do setor da construção mais de um terço do total, de acordo com os dados divulgados, esta quinta-feira, pelo Banco de Portugal.

Segundo o Boletim Estatístico, o crédito de cobrança duvidosa das empresas atingiu em julho 10.134 milhões de euros.

Este valor significa um aumento de 6,2% face a junho e representa já 9,3% do saldo total de crédito concedido às empresas em julho (109.364 milhões de euros, menos 0,66% do que em junho).

O valor do malparado das empresas registado em julho é mesmo o mais alto desde que o BdP disponibiliza estes dados (1997).

A maioria do crédito malparado das empresas está no setor da construção (3.906 milhões de euros), que tem vindo a aumentar, representando já mais de um terço do total.

Quanto ao malparado nos empréstimos às famílias, este atingiu 4.942 milhões de euros em julho, aumentando face a junho (2,23%), depois de dois meses consecutivos de queda (maio e junho).

Se juntarmos o malparado das famílias com o das empresas, o total do crédito de cobrança duvidosa em julho ultrapassou os 15 mil milhões de euros.

Nas famílias, a maior parte do malparado resulta do crédito à habitação (2.173 milhões de euros), tendo aumentado 2,3% entre junho e julho. No entanto, em termos do total concedido, é no crédito ao consumo que está o principal problema: 11% dos empréstimos são já considerados de cobrança duvidosa (1.548 milhões de euros).

fonte:http://www.jn.pt/

21
Set12

Juros dos cartões de crédito cada vez mais próximos de 40%

adm

O Banco de Portugal vai permitir às instituições de crédito que cobrem taxas de juro até 37,3% pelos cartões de crédito já no quarto trimestre deste ano.

O regulador divulgou esta quinta-feira as taxas máximas que podem ser cobradas nos vários segmentos de crédito ao consumo para os últimos três meses de 2012. Os cartões têm as taxas mais altas. Em apenas cinco anos (o Banco de Portugal só começou a fixar limites em 2008) a taxa passou de 32,8 para 37,3%.

O aumento das taxas reflete não só o aumento dos custos de financiamento dos bancos e outras instituições de crédito, mas também o risco. E a verdade é que o malparado no crédito ao consumo em Portugal atinge 11% do concedido.

Nos créditos pessoais, o Banco de Portugal fixou o limite das taxas de juro cobradas nos 21,1 %, ao passo que nos empréstimos destinados a educação, saúde, energias renováveis e locação financeira de equipamentos, as taxas só podem ir até aos 7,2 %.

As taxas aumentam para todos os tipos de crédito ao consumo.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f

19
Set12

Banca: crédito ao consumo cai 17%

adm

O crédito especializado concedido pelas associadas da Associação de Instituições de Crédito Especializado (ASFAC) caiu 17,1 por cento no segundo trimestre, face ao mesmo período de 2011, somando 950 milhões de euros.

Em comunicado, a associação que representa 31 entidades especializadas no financiamento ao consumo nota que, ainda assim, houve uma subida de 3,9 por cento no crédito concedido face aos primeiros três meses do ano, «originada pelo aumento do crédito stock», que mitigou as quebras do crédito clássico e do crédito revolving [crédito permanente ou renovável]».

Analisando os dados do primeiro semestre, a diminuição da concessão de crédito subiu para 22,5 por cento em termos homólogos, cifrando-se nos 1.866 milhões de euros.

Entre abril e junho deste ano, e face ao mesmo trimestre de 2011, o crédito clássico concedido a particulares - que representa 91,8 por cento do total do crédito clássico - caiu 31 por cento (descida de 33,4 por cento considerando o 1.º semestre).

Já o crédito revolving manteve no 2.º trimestre os mesmos valores de 2011 e recuou dois por cento face ao 1.º semestre.

O crédito clássico concedido a empresas também desceu (48,8 por cento no 2.º trimestre e 46,1 por cento no semestre), assim como o crédito revolving - que representa 48,9 por cento do total de crédito concedido - que diminuiu 9,6 por cento no 2.º trimestre e 19 por cento no 1.º semestre.

De acordo com a ASFAC, a aquisição de meios de transporte continuou a liderar o destino dos montantes concedidos no crédito clássico, com 68 por cento e 199 milhões de euros (410 milhões no primeiro semestre).

Seguiu-se a aquisição de artigos para o lar, com 18 por cento, e o crédito pessoal, com 11,6 por cento.

«A evolução de todos os produtos financiados foi negativa tanto no segundo trimestre como no primeiro semestre», nota a associação.

No que respeita ao número de contratos de crédito clássico, foram celebrados de abril a junho um total de 84.051 contratos, dos quais 97,9 por cento com particulares, tendo o valor médio atribuído por cada contrato sido de 3.485 euros, menos 15 por cento do que em 2011.

«Estes valores refletem a atual conjuntura económica e financeira que o país está a viver. A quebra dos rendimentos leva a uma retração do consumo que, naturalmente, origina um menor recurso ao crédito», considera o presidente da ASFAC, António Menezes Rodrigues.

Segundo dados da EUROFINAS avançados pela associação, também o mercado de crédito ao consumo a nível europeu tem sofrido quebras, com o financiamento do consumo e da compra de automóvel a recuarem 3,7 e 3,4 por cento, respetivamente, no 1.º trimestre. 

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f

10
Set12

Famílias com menos crédito, mas deixam de pagar mais

adm

A banca tem estado a apertar na concessão de crédito e o mês de julho não foi exceção. Os empréstimos concedidos às famílias voltaram a encolher, mas mesmo assim o crédito de cobrança duvidosa, mais conhecido por malparado, continuou a aumentar, superando os 15 mil milhões de euros, segundo dados do Banco de Portugal (BdP).

Os empréstimos para compra de casa recuaram 2,4% em julho relativamente ao mesmo mês do ano passado. O crédito ao consumo caiu ainda mais: 7,1%.

Desde agosto de 2011 que a variação homóloga (relativa ao mesmo mês do ano anterior) do crédito concedido aos particulares é negativa, nota a Lusa.

Os empréstimos tanto a particulares como a empresa encolheram em todos os distritos e regiões autónomas, com exceção de Lisboa, onde se registou um crescimento de 1,0% em relação ao ano passado e 3,4% em relação a julho de 2010. 

No resto do país, houve quebras muito substanciais quase por todo o lado. A redução no crédito mais significativa ocorreu na Madeira: -24,8% face a julho do ano passado.

Menos empréstimos, mas mais incumprimento

Apesar de o crédito total concedido pela banca estar a cair, o de cobrança duvidosa cada vez é maior. O peso do malparado sobre o total dos empréstimos concedidos pela banca ultrapassou, pela primeira vez, os 6%. 

O incumprimento está a aumentar sobretudo nas empresas, que têm já 10 mil milhões de créditos de cobrança duvidosa. 

No caso das famílias, o malparado voltou a aumentar, depois de alguns meses a recuar. Totaliza agora 4,9 mil milhões de euros.

No segmento de habitação (que representa mais de 80% do total do crédito a particulares), o malparado subiu 7,4%, sendo que entre todos os empréstimos para esta finalidade 2% são já de cobrança duvidosa. 

No crédito ao consumo, aumentou mais, 17,4%. E, aqui, 11% dos empréstimos são já considerados de cobrança duvidosa, um novo máximo.

Ao mesmo tempo que os bancos reduzem o crédito concedido, aumenta o valor dos empréstimos por pagar. Estas duas tendências significam que o peso do malparado é cada vez maior.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f

22
Ago12

Banca: crédito ao consumo em queda há quase ano e meio

adm

O crédito ao consumo concedido pela banca portuguesa reduziu-se novamente em junho, e está em quebra há quase ano e meio, segundo dados divulgados esta quarta-feira pelo Banco de Portugal (BdP).

No boletim estatístico do supervisor verifica-se que, em junho, o crédito ao consumo encolheu 9% relativamente ao mesmo mês do ano anterior. Desde fevereiro do ano passado que todos os meses este segmento da atividade da banca tem registado diminuições.

O crédito a particulares em geral continua a cair, mas a redução geral foi 3,1 por cento em junho, muito menos acentuada que no consumo.

A Lusa acrescenta que o crédito ao consumo representa atualmente pouco mais de dez por cento do total do crédito aos particulares. O grosso (81,6%) continua a ser o crédito a habitação.

Mais de um décimo do crédito ao consumo é considerado de cobrança duvidosa pelos bancos. Em junho, em 13.998 milhões de euros de crédito ao consumo, 1.520 milhões eram considerados malparados - mesmo assim, uma ligeira redução face aos 1.545 milhões que se registavam no mês anterior.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f

13
Ago12

Construção e habitação são responsáveis por 52% do malparado

adm

Crédito à habitação, construção e actividades imobiliárias têm 7,5 mil milhões de euros em crédito malparado: 52% do total em Portugal.

O montante do malparado não pára de subir para valores recorde em Portugal. No final de Junho, os bancos tinham em carteira 14,37 mil milhões de euros de crédito com cobrança duvidosa, segundo dados do Banco de Portugal. Este valor corresponde a 5,82% do total de financiamento concedido às famílias e empresas portuguesas. Contudo, apesar do malparado atingir de forma transversal a generalidade dos sectores da economia, alguns são mais afectados por essa realidade. Mais de metade do crédito que está actualmente em incumprimento diz respeito à área da construção e do imobiliário. De acordo com a base de dados do Banco de Portugal, só o crédito à habitação, do lado dos particulares, e os sector da construção e das actividades imobiliárias, do lado das empresas, têm conjuntamente, 7,49 mil milhões de euros em incumprimento, o que equivale a 52,1% do total de crédito com cobrança duvidosa existente em Portugal.

Estes números não surpreendem um analista que acompanha o sector da banca contactado pelo Diário Económico. "Tendo em conta que o peso destas três áreas no total de crédito concedido em Portugal é bastante elevado, é normal que mais de metade do crédito malparado também seja proveniente destas vias", refere. Recorde-se que, do total de 247,2 mil milhões de euros de empréstimos concedidos aos particulares e às empresas no final de Junho, quase 112 mil milhões de euros estavam alocados às famílias com crédito à habitação, mais de 22 mil milhões de euros diziam respeito a crédito ao sector da construção e cerca de 15,1 mil milhões de euros estavam alocados ao sector das actividades imobiliárias. Somado, isto equivale a 60% do total de crédito concedido.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

07
Ago12

Crédito aos particulares bate mínimos de sempre

adm

Em Junho, os bancos concederam mais empréstimos, mas a maior parte do dinheiro foi para as grandes empresas.

No mês de Junho, os bancos tornaram-se menos restritivos no que respeita ao financiamento da economia. No total, foram concedidos perto de 4,6 mil milhões de euros em novos empréstimos às empresas e às famílias, segundo dados do Banco de Portugal. Este valor equivale a um acréscimo de 13,23% face ao montante total de novos empréstimos que tinham sido facultados no mês de Maio. É também o valor mais elevado de financiamento desde Março. Contudo, a "abertura dos cordões à bolsa" por parte dos bancos apenas beneficiou as grandes empresas (montantes de crédito acima de 1 milhão de euros). Os restantes segmentos- famílias e pequenas e médias empresas (montantes de crédito até 1 milhão de euros), pelo contrário, viram o total de novos empréstimos cair. No caso das famílias, tratou-se, aliás, do mês em que os bancos lhes emprestaram menos dinheiro.

Do total de empréstimos concedidos em Junho, 4,1 mil milhões de euros destinaram-se às empresas. Isto equivale a uma subida de 17,34%, face aos montantes concedidos em Maio, e de 13,74%, face ao período homólogo. Deste montante, perto de 2,5 mil milhões de euros tiveram como destino as grandes empresas. Face ao mês anterior, este valor corresponde a uma subida de mais de 41% no montante de novo crédito concedido.

Já no que respeita às empresas de menor dimensão, pelo contrário, os novos empréstimos caíram 7,1%, para pouco mais de 1,6 mil milhões de euros. Parte da justificação para a subida dos empréstimos às empresas de maior dimensão poderá relacionar-se com o alívio do custo médio do financiamento. Para esse segmento, os bancos cobraram em Junho um juro médio de 5,06% pelos novos empréstimos, menos 33 pontos base face à taxa de 5,39% que foi aplicada no mês de Maio. Já no caso das pequenas e médias empresas (PME), apesar de também se ter registado um recuo da taxa de juro média, a quebra foi muito menos acentuada. Nesse mês, as PME portuguesas que conseguiram aceder ao financiamento dos bancos pagaram, em média, 7,12%. Esta taxa fica aquém em apenas quatro pontos-base face à taxa cobrada em Maio.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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