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Créditos

Blog destinado a partilhar tudo o que se passa no mundo dos créditos. Os melhores créditos, a melhores taxas de juro, noticias e novidades sobre os créditos.

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Créditos

19
Jun11

Crédito ao consumo: metade dos pedidos recusados

adm

O crédito ao consumo tem vindo a registar uma forte quebra. As taxas de recusa superam os 50%, segundo os últimos indicadores disponibilizados, correspondentes ao mês de Abril. 

O crédito automóvel derrapou 13,5% e o destinado ao consumo de equipamentos e artigos para o lar 16%.

Ao «Jornal de Notícias», a Associação de Instituições de Crédito Especializado (ASFAC) admite que esta é uma quebra que já vinha de há três anos, mas que agora se acentuou, por causa do «ajustamento à conjuntura económica» e porque os portugueses perderam poder de compra. 

«Basta vermos que, a partir de 2008, com a crise financeira internacional, os indicadores de poupança voltaram a crescer consistentemente. Há uma alteração nos hábitos de consumo e de financiamento em função do ambiente comercial e financeiro que nos rodeia», explica a secretária-geral da ASFAC. 

Um crédito ao consumo é autorizado mediante uma análise de risco e à capacidade financeira do cliente. 

Num cenário de aperto do cinto e de maiores recusas na concessão de empréstimos, o comércio tem-se visto obrigado a recorrer a promoções para não perder clientes. Já são praticadas reduções que vão até aos 70%. 

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

08
Jun11

Banco central fixa taxas juro máximas para 3.º trimestre

adm

O Banco de Portugal divulgou hoje as taxas máximas que os bancos podem cobrar aos seus clientes, ao abrigo dos vários tipos de contratos de crédito que serão celebrados no terceiro trimestre, que variam pouco face ao segundo trimestre.

As taxas máximas aplicáveis aos contratos de crédito ao consumo no terceiro trimestre podem ir até aos 19,7 por cento no crédito pessoal e 34,1 por cento nos cartões de crédito, linhas de crédito e contas correntes bancárias, que comparam com os 19,1 por cento e os 34,3 por cento em vigor no segundo trimestre.

Nos créditos pessoais com destino a educação, saúde, energias renováveis e locação financeira de equipamentos, os juros que podem ser cobrados nos contratos celebrados no terceiro trimestre têm como máximo 6,2 por cento (contra os 6,1 por cento entre abril e junho), anunciou hoje o Banco de Portugal (BdP).

fonte:http://aeiou.visao.pt/

06
Jun11

Crédito bonificado fica mais barato

adm

Os portugueses que ainda possuem crédito à habitação bonificado vão ver a sua prestação descer a partir de Agosto.

É que a taxa de referência para o cálculo das bonificações (TRCB) vai subir significativamente no segundo semestre de 2011, em virtude do agravamento dos juros, reduzindo a parte dos juros que cabe aos mutuários pagar, avança hoje o DN.

O referencial a aplicar, de acordo com o valor fixado a 1 de Junho pela Direcção-Geral do Tesouro e Finanças (DGTF), será de 2,214%, contra os 1,491% que serviram de cálculo durante o primeiro semestre. Um aumento de 48% da TRCB.

Assim, o Estado passa a comparticipar, de acordo com cada escalão, com uma taxa maior, pelo que, por exemplo, se a bonificação incidir sobre 40% da nova taxa, a parte suportada pelos mutuários é menor.

A taxa do crédito bonificado, deixou de ser fixada administrativamente em 2000 e passou a ser usada a Euribor a 6 meses do primeiro dia útil do último mês do semestre (Dezembro e Junho), acrescida de um spread de 0,5 pontos percentuais.

Em 2002, o Governo extinguiu os créditos bonificados. No entanto, os contratos em vigor mantiveram-se, apesar do seu desaparecimento progressivo, à medida que vão sendo amortizados ou que os seus mutuários mudam de crédito.

fonte:http://economico.sapo.pt/

31
Mai11

Barclays lança linha de crédito para micro e pequenas empresas

adm

O Barclays lança amanhã uma linha de crédito com spread bonificado para as micro e pequenas empresas, em que metade do montante é assegurado através de uma Garantia Mútua, divulgou o banco.

Depois de ter lançado uma linha de crédito para as Pequenas e Médias Empresas (PME Investe) com spreads bonificados, o Barclays vai lançar a "Barclays Investe", uma solução que vai facilitar o acesso ao crédito (pela associação da Garantia Mutua), "num contexto de especial pressão sobre os empresários, muito em especial no que se refere à gestão das suas necessidades de financiamento de curto prazo".

"Acresce que todo o processo é assegurado através do Barclays junto das Garantias Mútuas, facilitando assim também todo o processo ao empresário", diz um comunicado do banco.

As "Garantias Mútuas" é um sistema privado e de cariz mutualista de apoio às pequenas, médias e micro empresas (PME), que se traduz fundamentalmente na prestação de garantias financeiras para facilitar a obtenção de crédito em condições de preço e prazo adequadas aos seus investimentos e ciclos de actividade. 

A nota de imprensa do Barclays refere que tal como no PME Investe, as Garantias Mútuas dão garantia até 50% do limite (montante mínimo de 12,5 mil euros e montante máximo de 250 mil euros), permitindo ao Barclays praticar spreads bonificados face à oferta tradicional de Contas Correntes.

De acordo com o mesmo comunicado, o Barclays é o banco com mais operações aprovadas e com maior montante disponibilizado em 2011 para Micros e Pequenas Empresas.

O Barclays Portugal tem uma rede composta por 279 agências distribuídas por todo país, com mais de 2.500 trabalhadores.

fonte:Diário Digital / Lusa 

28
Mai11

Açores: Governo lança duas novas linhas de crédito para apoiar empresas da região

adm

O Governo Regional dos Açores lançou hoje duas novas linhas de crédito para apoiar as empresas do arquipélago, numa iniciativa que pretende minimizar os constrangimentos da banca na concessão de crédito.

"A banca ainda não retomou o seu papel essencial na dinamização da atividade económica e no apoio às empresas", afirmou Carlos César, presidente do executivo regional, recordando que, no último ano, os bancos apenas injetaram nos Açores, em termos líquidos, "um valor correspondente a pouco mais de um por cento do orçamento regional".

Carlos César, que falava em Ponta Delgada na cerimónia de assinatura de contratos com 10 instituições bancárias para o lançamento das duas novas linhas de crédito, frisou que elas pretendem ultrapassar os "constrangimentos" provocados pelas dificuldades da banca.

Uma das linhas de crédito, no valor de 150 milhões de euros, destina-se ao apoio à reestruturação de dívidas bancárias das empresas, assumindo o governo regional até 75 por cento dos encargos financeiros com o 'spread', num valor máximo de bonificação de 4,5 por cento da taxa de juro.

A segunda linha de crédito, no montante de 40 milhões de euros, visa reforçar o fundo de maneio e os capitais permanentes das empresas, contribuindo para a sua estabilidade financeira.

Esta linha de crédito assegura financiamentos até 25 mil euros para microempresas, até 50 mil euros para pequenas empresas e até 300 mil euros para médias e grandes empresas, assumindo o governo a garantia de 75 por cento dos empréstimos concedidos a micro e pequenas empresas e 60 por cento dos que forem dados a médias e grandes empresas.

"Estas duas linhas de crédito representam um importante contributo para que se retome progressivamente a normalidade do relacionamento entre as empresas e as instituições financeiras", afirmou Carlos César.

No final da cerimónia de assinatura dos contratos com as instituições bancárias para o lançamento das duas novas linhas de crédito, Sandro Paim, presidente da Câmara de Comércio e Indústria dos Açores, considerou que se trata de "medidas importantes, que vêm colmatar as dificuldades existentes".

"São medidas que vêm ao encontro das solicitações dos empresários", afirmou Sandro Paim, em declarações à Lusa, salientando que as anteriores linhas de crédito lançadas pelo executivo regional "foram importantes na altura", mas já não eram suficientes.

O governo açoriano lançou no início de 2009 a linha de crédito Açores Investe, a que se seguiram mais duas para assegurar os pagamentos entre empresas e das dívidas das autarquias às empresas.

Estas três linhas beneficiaram 880 empresas açorianas.

Posteriormente, foi lançada uma linha de crédito para reestruturação do endividamento bancário das empresas, no valor global de 160 milhões de euros, que abrangeu 322 empresas.

fonte:http://sicnoticias.sapo.pt/

23
Mai11

Concessão de crédito a particulares cai 6%

adm

Decréscimo deve-se sobretudo à queda do crédito clássico. Crédito às empresas caiu menos

 

A concessão de crédito caiu 3,7 por cento no primeiro trimestre do ano face ao mesmo período de 2010, para 1,262 mil milhões de euros, indicam os dados da Associação de Instituições de Crédito Especializado (ASFAC).

De acordo com a ASFAC, que representa 31 instituições de crédito em Portugal entre as quais o Banco Cofidis, o Credibom, a Financeira El Corte Inglés ou o BPN Crédito, este decréscimo no crédito concedido pelas suas associadas deve-se à queda do crédito clássico concedido a particulares.

«Este decréscimo deve-se, essencialmente, à queda em 6 por cento do crédito clássico concedido a particulares - que representa 96 por cento do total de crédito clássico - face ao trimestre homólogo», explicou a ASFAC, que dá conta ainda de uma redução menor no crédito às empresas.

«Também o crédito clássico concedido a empresas reduziu os montantes financiado, embora de forma menos significativa, cifrando-se numa contracção de 2,3 por cento. O crédito stock - que representa 47 por cento do total de crédito concedido - registou um volume 3,4 por cento inferior ao trimestre homólogo», acrescentou a associação.

O presidente da ASFAC, António Menezes Rodrigues, considerou que «o mercado de crédito especializado está a sentir, em todas as áreas, os efeitos da situação económico-financeira que o país atravessa».

Se no ano de 2010 se verificou uma queda na concessão de crédito aos consumidores e um aumento às empresas, explicou António Menezes Rodrigues, de janeiro a março deste ano «além de uma forte queda do crédito para consumo, também as empresas diminuíram o recurso ao crédito».

O mesmo responsável afirmou que é «expectável que esta tendência se mantenha».

Quanto aos objetivos do crédito, a ASFAC nota que o crédito clássico continuou a ser «maioritariamente direccionado para a aquisição de meios de transporte, tendo estes um peso de 72 por cento do total do crédito concedido».

Segue-se o crédito lar com 16 por cento do total dos contratos de crédito clássico. «Em ambos os casos verificou-se um decréscimo nos montantes concedidos em relação ao período homólogo, de 8,3 por cento e 13,9 por cento, respetivamente», adiantou a associação.

Nos três primeiros meses do ano celebraram-se 115.952 contratos de crédito clássico (98 por cento dos quais com particulares), o que, comparando com o trimestre homólogo, representa uma diminuição do número de contratos celebrados de cerca de 11 por cento.

No entanto, em média o valor financiado por contrato foi de 4.198 euros, um aumento de 6,2 por cento face ao mesmo período de 2010.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

19
Mai11

Crédito malparado está a crescer

adm

O crédito malparado aumentou em Março. No segmento do consumo,foram atingidos níveis históricos. Os dados foram divulgados hoje de manhã pelo Banco de Portugal. 

No boletim estatístico, a instituição liderada por Carlos Costa revela que as cobranças duvidosas subiram em Março para 8,55% no crédito ao consumo. Já no crédito à habitação, o malparado diminuiu quatro décimas. 

Entre as empresas, o crédito de cobrança duvidosa cresceu para 4,71% em Março.

fonte:http://rr.sapo.pt/i

17
Mai11

Créditos líquidos na zona euro ascenderam a 350 mil milhões de euros

adm

Os créditos líquidos do eurosistema às instituições de crédito aumentaram 22.5 mil milhões de euros, para 350 mil milhões de euros, revela o relatório de hoje do Banco Central Europeu (BCE) sobre a situação financeira na zona euro até ao final da semana passada.

 

Os títulos detidos pelo BCE para fins de política monetária caíram cinco milhões de euros, permanecendo, no entanto, praticamente inalterados em 136.5 mil milhões. A diminuição deve-se, de acordo com o supervisor europeu, ao vencimento de títulos adquiridos ao abrigo do programa de aquisição de obrigações hipotecárias e de obrigações sobre o sector público.

No que toca às aquisições acumuladas ao abrigo do programa dos mercados de títulos de dívida, o seu valor ascendia, a 13 de Maio, a 76.1 mil milhões de euros, enquanto o valor da carteira detida ao abrigo do programa de aquisição de obrigações hipotecárias chegava aos 60.4 mil milhões.

Como resultado da totalidade das operações, explica o BCE, a posição depósitos à ordem das instituições de crédito dos 17 membros da zona euro aumentou 28.6 mil milhões de euros, para 243.7 mil milhões.

fonte:http://economia.publico.pt/

17
Mai11

6 Conselhos para não ver o seu orçamento malparado

adm

Os números do Banco de Portugal mostram que existem mais de 656 mil famílias que já deixaram de pagar os créditos à banca.

1. Prevenir é melhor do que remediar
Desde o início do ano e até ao final do primeiro trimestre, mais de 27 mil novas famílias entraram numa situação de incumprimento com as instituições financeiras para o pagamento de empréstimos à habitação e ao consumo. A subida do desemprego, da inflação, da carga fiscal e das taxas de juros justificam este aumento do número de famílias em dificuldades. E as últimas projecções dão conta de que o cenário vai ser ainda mais cinzento nos próximos dois anos, já que o desemprego deverá continuar a aumentar, o país terá pelo menos mais dois anos de recessão económica pela frente e as taxas de juro no crédito à habitação vão acelerar. Por isso mesmo, o primeiro conselho a ter em conta é prevenir-se da "tempestade". A palavra de ordem é constituir uma poupança equivalente a seis salários para o caso de surgir um imprevisto- como o caso de um dos membros do casal entrar numa situação de desemprego. Se ainda não fez este pé-de-meia, comece a fazê-lo. Faça uma lista com as receitas e as despesas da família para determinar onde estão os gastos supérfluos que podem ser canalizados para a poupança. E lembre-se: pequenos cortes, ao fim de alguns meses podem significar uma poupança significativa. Imagine que gasta todos os dias 2,5 euros a tomar o pequeno-almoço fora. Se optar por tomar esta refeição em casa chegará ao final do ano com 912 euros no mealheiro. Trata-se de um valor suficiente para pagar duas prestações do crédito à habitação para muitas famílias.

2. Peça ajuda
Uma das falhas que os especialistas do gabinete de apoio ao sobreendividado da Deco apontam é que muitas vezes as famílias só pedem ajuda quando já é tarde demais. Ou seja, quando as famílias já têm muitas dívidas em atraso e encontram-se numa situação de ruptura. Os especialistas aconselham as famílias a pedir ajuda aos primeiros sinais de dificuldades. O primeiro ponto passará por falar com as instituições financeiras e tentar renegociar os créditos (ver ponto 3). Poderá também recorrer à rede de amigos e familiares para tentar conseguir equilibrar o seu orçamento familiar. E saiba que também no caso dos empréstimos entre particulares há regras a ter em conta. Por exemplo, os juros cobrados entre particulares não podem ser superiores em 3% ou 5% à taxa legal (dependo do caso de haver ou não uma garantia).

3. Fale com o seu banco
Se está numa situação em que se encontra já à beira do incumprimento, não espere mais tempo , fale com o seu banco, exponha a sua situação e tente renegociar as condições do seu empréstimo. Isto porque os bancos estão hoje mais abertos a fazer este processo de renegociação com os clientes do que no passado. Uma abertura que se deve ao aumento do crédito malparado. Este factor tem colocado ainda mais pressão sobre os bancos portugueses, que neste momento se debatem com metas exigentes em termos de rácios de capital. Como tal, as próprias instituições estão empenhadas em criar condições para evitar que os seus clientes deixem de pagar os empréstimos.

4. Peça carência de capital
Uma solução que poderá negociar com o seu banco passa por pedir um período de carência de capital. Nesse período pagará apenas os juros relativos ao capital em dívida. Uma família com um crédito no valor de 100 mil euros a pagar em 20 anos, com uma TAN de 3,121% e que tenha hoje uma prestação de 560euros, se optar por pedir a carência de capital durante três anos, a prestação baixará para os 259,17 euros, nesse período. Mas findo esse prazo a prestação agravar-se-á para os 631,77 euros. Além disso, ao optar por pedir a carência de capital os custos com os juros globais disparam.

5. Alargue o prazo de pagamento do empréstimo
Uma outra forma que as pessoas podem negociar com os bancos é através do pedido do alargamento do prazo do empréstimo. No entanto, esse alargamento do prazo do empréstimo está dependente da idade do cliente e do prazo actual do crédito. Já que se o seu empréstimo à habitação foi feito para um prazo de 40 anos ,dificilmente terá condições para alargar ainda mais o pagamento do crédito. Além disso, convém lembrar que esta solução não está isenta de desvantagens, pois no longo prazo os encargos com o pagamentos de juros disparam. Imagine o caso de uma família com um empréstimo de 100 mil euros a pagar em 20 anos, tendo como referência a Euribor a seis meses relativa a Abril e um ‘spread' de 1,5%. A prestação mensal actual deste agregado é de 560 euros. Ao prolongar o pagamento do empréstimo por mais 20 anos, a prestação mensal vai descer para os 364 euros. No entanto, os encargos com juros ao longo da vida do empréstimo duplicam: disparam para os 75 mil euros dos anteriores 34 mil euros.

6. Consolide os créditos
Quem tem vários créditos a pagar, fazer a consolidação dos vários empréstimos num só pode ajudar a reduzir os encargos mensais. Em alguns casos, com esta solução, consegue-se a redução dos encargos mensais entre 30% até 60%. No entanto, esta não é uma solução isenta de desvantagens. De tal forma, que alguns especialistas aconselham os consumidores a recorrerem ao crédito consolidado em último recurso.

fonte:http://economico.sapo.pt/noticias/6-conselhos-para-nao-ver-o-seu-orcamento-malparado_117987.html

15
Mai11

Crédito ao consumo: elevadas taxas de juro

adm

Empréstimo para carro ou eletrodomésticos, cartões, linhas de crédito fácil: a banca desdobra-se em modalidades de financiamento ao consumo, mas em troca de juros altos.

 

O Banco de Portugal definiu uma TAEG máxima para cada tipo de crédito ao consumo, que as instituições de crédito obrigadas a respeitar. A medida está em prática desde janeiro de 2010, mas não impede os bancos de anunciar taxas acima do limite.

O Banco de Portugal definiu 3 categorias e 8 subcategorias de créditos ao consumo, às quais correspondem diferentes limites para as taxas de juro. Estes limites mudam a cada três meses e são calculados em função dos valores médios cobrados pelas instituições de crédito no trimestre anterior.

Estas regras são públicas e do conhecimento de todas instituições, mas o relatório de supervisão do Banco de Portugal, divulgado em novembro de 2010, prova que foram assinados vários contratos ilegais no ano passado. Dos 676 analisados pelo supervisor, cerca de 10% ultrapassavam as taxas máximas permitidas, envolvendo 13 instituições.

Segundo o documento, as entidades são obrigadas a corrigir as condições contratuais e têm de fazer prova desta correção junto do supervisor. Mas não chega. O relatório nada diz, por exemplo, sobre a obrigação de devolverem os encargos cobrados em excesso aos titulares dos contratos ilegais.

Se contratou um crédito desta natureza no último ano, consulte a TAEG máxima para o trimestre no portal do cliente bancário. Se foi superior, queixe-se ao Banco de Portugal, exija a correção da taxa e a devolução do que pagou em excesso.

Outro facto omitido é o nome das instituições em falta. Por uma questão de transparência, o Banco de Portugal deveria divulgar o nome dos infratores, como já fez no passado. Tal permite que outros consumidores fiquem alerta para eventuais abusos nas taxas e atuem, eles próprios, como polícias da aplicação da lei. O supervisor deveria ainda alargar esta legislação às taxas anunciadas, seja na publicidade, seja nas simulações em papel ou pela Net.

fonte:http://www.deco.proteste.pt/credito/credito-ao-consumo-elevadas-taxas-de-juro-s643621/rss/1.htm

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