Quinta-feira, 24 de Novembro de 2011
Empresas de crédito também cortam no financiamento

O crédito concedido por estas empresas no terceiro trimestre está no mínimo de oito anos.

As instituições de crédito especializado concederam 1,03 mil milhões de euros no terceiro trimestre, o valor mais baixo em oito anos. O corte foi principalmente sentido no financiamento ao consumo e a fornecedores para a aquisição de ‘stocks'.

De acordo com António Menezes Rodrigues, presidente da Associação de Instituições de Crédito Especializado (ASFAC), a quebra na concessão de crédito deve-se essencialmente a três factores. Por um lado, a recessão económica e a consequente diminuição do rendimento disponível das famílias leva as empresas a serem mais cautelosas na concessão de crédito; por outro, a falta de liquidez no mercado interbancário obriga igualmente a uma maior selecção na altura de conceder financiamento. Além disso, e tal como tem sido também reportado pelos bancos, num momento de insegurança e receio em relação ao futuro, existe menor procura por crédito. "Tudo isto conjugado tem levado a uma diminuição dos montantes concedidos", remata o responsável.

Face ao período homólogo, o financiamento total caiu 22%, com o crédito ao consumo e aos fornecedores a serem os mais penalizados, menos 18,6% e 31,8%, respectivamente. "A nossa principal área de actuação é o crédito automóvel, tanto a clientes particulares como às concessionárias, através do crédito a fornecedores", explica Menezes Rodrigues. E justifica: "A venda de viaturas baixou de forma drástica, daí esta quebra nesses dois sectores".

fonte:http://economico.sapo.pt



publicado por adm às 08:25
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Quarta-feira, 9 de Novembro de 2011
Bancos cortam crédito a famílias

Nunca os bancos deram tão pouco financiamento às famílias portuguesas. A torneira do "crédito fácil", como alguns banqueiros lhe chamaram, fechou e os novos emprésti-mos aos particulares tocam agora valores que não se viam desde 2003.

 

Os números ontem divulgados pelo Banco de Portugal (BdP) mostram que, em Setembro, as instituições financeiras concederam apenas 764 milhões de euros em crédito novo. Quando comparado com os 1420 milhões dados no mesmo mês de 2010, os empréstimos a particulares caíram para quase metade (-46,2%).

A habitação foi o segmento mais castigado, já que o corte nos novos empréstimos representa quase um terço do total concedido. Segundo os números do Banco de Portugal, os bancos emprestaram apenas 281 milhões de euros em Setembro contra os 813 concedidos no ano anterior. No consumo, os novos empréstimos ascenderam a 223 milhões e no financiamento para outros fins cifrou-se em 260 milhões. São menos 93 e 31 milhões, respectivamente, em cada um destes segmentos em comparação com 2010.

Para Luís Lima, presidente da APEMIP, a associação que representa os mediadores imobiliários, os números não surpreendem dada a actual conjuntura económica. E alguns responsáveis do sector financeiro admitem mesmo que a tendência será chegar a um ‘patamar zero’ de crédito novo até ao fim de 2011.

Nas empresas, o comportamento dos bancos foi distinto em função dos montantes financiados. Se nos créditos inferiores a um milhão de euros houve uma desaceleração de 108 milhões face aos empréstimos de Setembro de 2010, nos créditos acima desta fasquia houve um aumento de 382 milhões. No primeiro caso os novos financiamentos atingiram os 1764 milhões e no segundo ascenderam a 1963 milhões.

MENOS DEPÓSITOS A ENTRAR NOS COFRES DA BANCA

A dificuldade das famílias em poupar alguns euros já se começa a sentir, fruto da diminuição do rendimento disponível. Os números do Banco de Portugal mostram que a crise está a levar a um abrandamento dos novos depósitos, ainda que os juros pagos tenham atingido os 4%.

Em Setembro, as famílias depositaram 9893 milhões de euros nas instituições financeiras, o que representa um recuo de 1228 milhões relativamente aos novos depósitos realizados durante o mês de Agosto.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/



publicado por adm às 23:23
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Terça-feira, 8 de Novembro de 2011
Há 668.874 famílias que deixaram de pagar os créditos

Seis em cada 100 famílias já não conseguem pagar o empréstimo da casa. Os dados do BdP  mostram que em   três meses (de Junho a Setembro) o número de particulares com crédito vencido na habitação subiu 4557. Ao todo são já 140.447 os que estão nesta situação. 

O número de famílias com empréstimo à habitação desceu ligeiramente entre Junho e Setembro (são menos 6753), mas o caso dos  que deixaram de pagar o empréstimo seguiu a tendência inversa. Segundo os dados da Central de Responsabilidades de Crédito do BdP, há já 140.447 famílias em incumprimento, contra as 135.891 registadas no trimestre anterior e as 132.320 reportadas exactamente um ano antes.

Estes dados reflectem sobretudo a subida do desemprego e a perda de rendimentos, já que o crédito à habitação é aquele que as famílias, por norma, só deixam de pagar em última instância. Actualmente há 2,46 milhões de particulares com empréstimo de casa, que no seu conjunto devem  aos bancos 113,76 mil milhões de euros. Deste total, 2,09 mil milhões estão classificados como sendo de cobrança duvidosa, o que reflecte  um agravamento de 7,57% face a Setembro de 2010.

O panorama geral do crédito mostra, contudo, uma situação ainda mais grave e um forte agravamento do incumprimento no  que se destina a financiar bens de consumo e a outros fins.  Em Setembro, 16,2% das famílias tinha prestações dos empréstimos ao consumo e outros fins em atraso. Ou seja, dos 3,79 milhões com este tipo de empréstimos (e muitos acumulam com outro à habitação), 615.188 deixou de o pagar. Um número que revela um aumento de 10.680 casos face ao trimestre anterior e uma subida homóloga de 36.796 situações.

Tal como sucedeu na habitação, também no consumo e outros fins se registou uma subida do valor do malparado que num ano passou de 2216 milhões de euros para  2471 milhões. Na prática isto significa que apesar deste tipo de empréstimos representarem menos de 20% do total do crédito às famílias, o volume do incumprimento consegue, ainda assim, superar o da habitação, mostrando também por esta via que as famílias só em último caso deixam de pagar a prestação da casa.

Os números totais dos empréstimos e do crédito vencido observados em Setembro colocam no primeiro caso 4,61 milhões de pessoas e no segundo 668.874.  Três meses antes, contavam-se 4,62 milhões e 660.758 casos, respectivamente.

 Apesar deste panorama e deste comportamento, o ritmo de empréstimos para compra de casa registou em Setembro uma forte travagem. Naquele mês os bancos emprestaram 281 milhões de euros para este fim, o que representa  o valor mais baixo dos últimos anos - e menos de metade do que o valor concedido em Janeiro. Em contrapartida, no mesmo mês, os particulares pediram e os bancos disponibilizaram 223 milhões de euros em crédito para consumo.

No caso das empresas, os dados do Banco de Portugal revelam que o valor do incumprimento aumentou  257 milhões de euros em apenas um mês,  fazendo com que o malparado represente já 5,78% do crédito ao sector empresarial. No total, as empresas devem aos bancos 116,45 mil milhões de euros (sendo este o valor mais baixo desde Abril), dos quais 6,73 mil  milhões de euros estão classificados como sendo de cobrança duvidosa.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt



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Segunda-feira, 7 de Novembro de 2011
Banca trava a fundo no crédito com corte de oito mil milhões

Principais bancos reduziram crédito em oito mil milhões de euros, no espaço de um ano. No terceiro trimestre, deu-se um corte de quatro mil milhões.

Os bancos portugueses estão a cortar, de forma drástica, o financiamento às empresas e às famílias. Os números dos bancos no fecho do terceiro trimestre - que viu algumas instituições registarem prejuízos - não deixam margem para dúvidas: nos primeiros nove meses do ano, o crédito nos balanços dos cinco principais bancos registou uma diminuição de 2,8%, ou 8 mil milhões de euros.

Mais significativo ainda é o facto de metade deste montante corresponder ao período compreendido entre 1 de Julho e 30 de Setembro, quando os bancos começaram a pôr em prática as respectivas estratégias de desalavancagem, previstas no memorando assinado em Maio entre Portugal e a ‘troika' internacional. Neste trimestre, o montante dos créditos nos balanços da CGD, BCP, BES, BPI e Totta reduziu-se em quatro mil milhões de euros para um total de 268 mil milhões.

No que toca aos nove meses do ano, o Totta liderou na redução do crédito no balanço, com uma descida de 4,4 mil milhões de euros para 31 mil milhões. Seguiu-se o BCP, o maior banco privado português em activos, com uma descida de 3,2 mil milhões para 73 mil milhões de euros e o BPI, com menos 1,2 mil milhões de euros. Por sua vez, o BES viu o montante de crédito a clientes baixar em 724 milhões de euros.

Dos cinco grandes bancos, apenas a CGD aumentou o volume de crédito entre Setembro do ano passado e o final do terceiro trimestre, com uma subida de 2,2% para 83,5 mil milhões de euros.

fonte:http://economico.sapo.pt/



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Quarta-feira, 2 de Novembro de 2011
Novos créditos "Spreads" em níveis elevados
Se está a ponderar pedir um crédito à habitação, as condições actuais não são as mais favoráveis.
Os bancos portugueses continuam a aplicar "spreads" elevados, uma tendência que teve início com a crise financeira e que deverá manter-se, tendo em conta a necessidade dos bancos portugueses que continuam a enfrentar sérias dificuldades no acesso a liquidez. Estes problemas têm obrigado as instituições financeiras nacionais a serem mais restritivas na concessão de crédito, quer às famílias, quer às empresas. A estas questões acrescem os novos rácios de capital exigidos no âmbito do acordo com a troika, que obriga os bancos a aumentarem a desalavancagem, diminuindo o rácio de créditos sobre depósitos. Os dados revelados, na semana passada, pelo INE revelam que, desde Junho do ano passado, que a taxa de juro implícita nos contratos de crédito à habitação tem vindo a aumentar. No passado mês de Setembro, fixou-se nos 2,614%. 

Contudo, nos novos contratos, ou seja, nos contratos celebrados nos últimos três meses, já supera os 4%, situando-se nos 4,134%, o que reflecte o forte agravamento dos "spreads". Esta taxa mais do que duplicou face a Março de 2010. Nos contratos celebrados nos últimos seis meses, a taxa situa-se nos 3,82%, enquanto nos últimos 12 meses atingiu os 3,533%. Os elevados "spreads" associados ao crédito à habitação têm contribuídio para atravagem na procura de empréstimos por parte dos portugueses. Dados recentes do Banco de Portugaldemonstram que o volume mensal de empréstimos para a aquisição de habitação está abaixo de metade do registado no ano passado. Uma das alternativas pode passar pela pesquisa dos imóveis que constam dos balanços dos bancos, como consequência do incumprimento de alguns clientes. Habitualmente, nestas circunstâncias, os "spreads" aplicados pelas instituições têm sido inferiores, devido à urgência em retirar os referidos imóveis dos seus balanços. 


















O QUE É O "SPREAD"? 
O "spread" representa a parte dos juros cobrados pelas instituições financeiras num empréstimo. Esta taxa cobrada pelos bancos reflecte o perfil de risco do cliente, pelo que, quanto maior for o risco do cliente não pagar, mais elevado será o "spread". Esta taxa é, depois, somada ao indexante dos contratos que, regra geral, é uma Euribor. 

O QUE É A TAEG? 
A taxa anual efectiva global (TAEG) incorpora todos os custos associados a um empréstimo. Sempre que se é solicitado um crédito, as instituições financeiras são obrigadas a revelar esta taxa, que permite fazer a comparação entre as várias propostas apresentadas pelos bancos. Na TAEG são incluídos todos os custos que um cliente tem com o empréstimo, isto é, juros, impostos, comissões bancárias, despesas de avaliação, abertura de processo e seguros. 

O QUE É A EURIBOR? 
A taxa Euribor é uma taxa criada através da negociação de vários bancos europeus. É com base nos valores que as instituições financeiras cobram entre si, que é definida a Euribor. Para além de ser uma taxa interbancária, é também o indexante mais utilizado no crédito à habitação em Portugal. É a média mensal da Euribor que é usada para o cálculo da taxa de juro cobrada pelos bancos nos empréstimos. A esta média são, depois, somados o "spread" e os restantes encargos, como é o caso das comissões.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/h


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Segunda-feira, 31 de Outubro de 2011
Dicas para evitar o sobreendividamento

A austeridade, o desemprego e os salários em atraso estão a fazer disparar os casos de sobreendividamento das famílias.

Outra situação que é apontada como uma das causas do endividamento excessivo é o divórcio. Devido às despesas com a pensão de alimentos, se houver filhos, à partilha de bens, à redução do rendimento mensal e à duplicação de gastos, os casais que se divorciam tendem a enfrentar mais dificuldades em equilibrar os seus orçamentos.

O Diário Económico mostra-lhe como não cair numa situação de sobreendividamento. A regra de ouro é não gastar mais do que ganha e, para controlar as despesas, deve fazer mensalmente um orçamento familiar, uma tarefa que pode partilhar com os seus filhos, para que também eles tenham consciência da capacidade financeira do agregado. Não se esqueça de destinar sempre uma parcela do rendimento para engordar o seu ‘pé-de-meia' (que deverá ser equivalente a seis salários), de modo a enfrentar imprevistos. O ideal, segundo a Deco, é que o montante afectado à poupança não seja inferior a 10% do rendimento mensal do agregado familiar. Além disso, as despesas com créditos (como com a habitação e o automóvel) ou rendas não devem ultrapassar 40% do rendimento mensal disponível. E, sempre que for possível, deve amortizar as dívidas ao banco, usando, por exemplo, parte dos subsídios de férias e Natal.

É aconselhável ainda reduzir o número de cartões de crédito, usando-os apenas quando estritamente necessário e nunca nas despesas do dia-a-dia. Deve ainda liquidar na totalidade os pagamentos efectuados com o cartão de crédito dentro do período em que não são cobrados juros.

Outra regra importante é só comprar aquilo de que realmente precisa e tem possibilidade de pagar. Para isso, pense duas vezes antes de adquirir alguma coisa e nunca vá às compras com fome, pois tenderá a fazer gastos mais elevados.

Um último conselho: os especialistas recomendam que os consumidores aos primeiros sinais de excesso de endividamento peçam a ajuda de familiares. Além disso, poderão sempre recorrer ao gabinete de apoio ao sobreendividado da Deco.

fonte:http://economico.sapo.pt/



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Sexta-feira, 21 de Outubro de 2011
Descubra os cartões de crédito que o ajudam a poupar

O número de cartões com a função de ‘cash-back’ está a crescer.

Estes cartões devolvem ao cliente uma pequena percentagem do valor efectuado em compras com estes meios de pagamento.

A crise tem obrigado o sector financeiro a reinventar-se. A criatividade e adaptação que as instituições financeiras estão a demonstrar na actual conjuntura para tentar cativar mais clientes reflecte-se também nos cartões de crédito. São cada vez mais os cartões que, além de disponibilizarem uma linha de crédito, têm uma série de vantagens associadas. Vantagens essas que podem ser materializadas de várias formas: obtenção de pontos que podem ser utilizados em descontos em bilhetes de cinema e outras actividades de lazer, ou que podem ser trocados por milhas. Há ainda os que dão descontos no abastecimento do automóvel. Além destas vantagens têm também surgido no mercado vários cartões com a modalidade de ‘cash back'. Ou seja, cartões em que as instituições devolvem ao cliente uma percentagem do valor das compras efectuadas com o cartão. Por vezes, a modalidade de ‘cash back' não está apenas indexada ao montante realizado em compras com o cartão mas também a outras variáveis mais inusitadas, como o número de golos marcado por uma equipa de futebol. É o que acontece com o cartão de crédito do Benfica. Apesar de não ser um cartão com a finalidade ‘cash back' pura, a CGD devolve aos clientes até dois euros por cada golo marcado pela equipa da Luz na liga portuguesa de futebol.

A CGD, o Santander, o BES e o BiG são algumas das instituições financeiras que disponibilizam cartões com a modalidade de ‘cash back'. Já o Best, um dos bancos pioneiros na comercialização no mercado português deste tipo de cartões- com o lançamento do cartão ISavings Black- deixou de ter esta modalidade de poupança neste produto.

Se pretende adquirir um cartão com esta modalidade há, no entanto, alguns conselhos a ter em conta. O primeiro passará sempre pela análise e comparação da taxa de juro associada ao cartão e do custo da anuidade. Estas duas variáveis serão sempre indispensáveis para o consumidor poder avaliar os custos associados a um cartão de crédito. Porque, no limite, os ganhos que um consumidor poderá obter com a modalidade de ‘cash back' poderão não compensar face aos encargos associados ao cartão.

Outro ponto a que os consumidores devem estar alerta tem a ver com o facto de em muitos casos, a modalidade de ‘cash back' estar constrangida por algumas condicionantes. Por exemplo, o cartão 10.10 TSi do Santander devolve até 10% do valor dos pagamentos em combustível e em portagens Via Verde. No entanto, esta devolução está limitada até a um valor máximo de 10 euros por mês em combustível e 10 euros por mês em via verde. Além disso, para ter acesso a esta devolução terá de efectuar o mínimo de 200 euros por mês em compras com o cartão (excluindo os pagamentos com combustível e portagens). Condições semelhantes são praticadas em outros cartões com a modalidade ‘cash back'.

Mas apesar de algumas condicionantes, a verdade é que os montantes recebidos em ‘cash back' poderão ser, ao fim de um ano, bastante interessantes. Por exemplo, para quem fizer compras com o cartão de crédito Leve (CGD) no valor de 1.500 euros mensais, receberá de volta cerca de 11 euros por mês, que serão canalizados para um PPR. Ao fim do ano, só com a facilidade do ‘cash back' o seu PPR terá engordado 132 euros.

Um montante que em época de crise não é de desprezar. A própria Deco, no seu último estudo sobre cartões de crédito, recomenda a subscrição de cartões com a funcionalidade de ‘cash back'. Aliás, se dois cartões de crédito tiverem a mesma taxa de juro nominal e as mesmas anuidades, mas se um deles tiver a modalidade de ‘cash back', este último deverá apresentar uma TAEG mais baixa do que o primeiro.


Cartões que o ajudam a poupar

CGD
O banco liderado por José de Matos disponibiliza o cartão de crédito Leve que está associado a um PPR. Este produto prevê a possibilidade de ‘cash back' entre 0,6% e 1,5% das compras mensais efectuadas com o cartão. O montante será depositado no PPR. Mas para beneficiar do reembolso máximo terá de fazer pagamentos com o cartão no valor superior a 2.000 euros mensais. O banco prevê um ‘cash back' máximo mensal de 100 euros.

BES
O banco liderado por Ricardo Salgado tem neste momento uma campanha que vai até Abril do próximo ano e que beneficia a quase todos os portadores de cartões de crédito emitidos pelo BES. Apenas os cartões BES Platinum Private e Business, (com programa Top miles) não estão abrangidos pelo programa. A campanha em questão promete devolver 5% dos pagamentos com restauração e educação e 2% dos pagamentos em saúde, vestuário e calçado. Mas , para ter acesso a esta campanha não basta ter cartão de crédito do BES. Os pagamentos terão também de ser feitos através de um terminal de pagamento do BES. A devolução é feita trimestralmente em valores iguais ou superiores a 15 euros. Sendo que durante a duração da campanha o valor máximo para o total de devoluções é de 300 euros.

BIG
Também o banco ‘online' tem um cartão de crédito que prevê a possibilidade de o cliente optar pela funcionalidade de mealheiro. Assim, por cada um euros que gaste em compras, o banco faz-lhe automaticamente um débito extra no extracto mensal de 5 cêntimos, que são colocados no mealheiro. Através do extracto mensal consegue ver quanto é que poupou todos os meses. Sendo que ao fim de 12 meses, o BiG oferece 5% sobre o valor total que poupou.

Santander
O Santander Totta disponibiliza dois cartões que devolvem de alguma forma o valor efectuado em compras. Um deles é o Cartão Desconto que devolve 5% das compras efectuadas sem limite de valor. No entanto, para beneficiar deste desconto terá de deixar sempre, pelo menos, 50% do saldo mensal em dívida para o mês seguinte. O desconto a aplicar será deduzido ao valor do pagamento mensal em dívida. Além deste produto, o Santander disponibiliza também um outro cartão com a modalidade de ‘cash back', trata-se do cartão 10.10 TSi. Este produto tem a particularidade de devolver 10% dos pagamentos feitos com combustível e portagens pagas através do sistema Via Verde até a um limite de 10 euros por mês no caso dos combustíveis e 10 euros por mês no caso do pagamento da Via Verde.

 

Outras vantagens

1 - Milhas
Numa análise feita recentemente pelo Diário Económico foi possível encontrar 13 cartões de crédito que permitem a acumulação de milhas. São sete os bancos portugueses que os comercializam. A saber: CGD, Millennium bcp, BES, Santander Totta, Barclays, Banif e Best. Na generalidade dos casos, estes cartões são o resultado de parcerias estabelecidas entre os bancos e agências de viagens ou companhias aéreas.

2 - Descontos no cinema
São vários os bancos que concedem descontos no cinema aos seus clientes portadores de cartões de crédito. Aqui ficam dois exemplos. O Millennium BCP tem uma parceira com a ZON Lusomundo. E quem comprar um bilhete de cinema com um dos cartões de crédito do Millennium bcp (Prestige, Millennium bcp GO!, Millennium bcp Gold, Millennium bcp M, Millennium bcp M Ordenado, Millennium bcp Classic, Millennium bcp Classic Gémeos ou Millennium bcp Gold Gémeos), recebe outro gratuito para a mesma sessão. Também o BPI, com o cartão de crédito Universo permite aos seus clientes comprarem bilhetes nos cinemas Castello Lopes ao preço de segunda-feira nos restantes dias úteis da semana.

3 - Brindes e prémios
Os brindes e os prémios são uma das formas mais usadas pelos bancos para seduzir clientes. O Banif, por exemplo, tem o cartão de crédito da Hello Kitty. E quem o subscrever, além de ter direitos a descontos nas lojas Hello Kitty poderá receber uma ‘pendrive' da gata mais famosa do mundo- se a primeira compra realizada com o cartão for de valor igual ou superior a 100 euros. Também o Santander atribui brindes- que vão desde a pólos, passando por sacos desportivos e casacos alusivos à Ferrari- aos subscritores do cartão Ferrari.

4 - Combustíveis
Com a escalada dos preços dos combustíveis, as instituições financeiras aliaram-se às grandes gasolineiras de forma a conseguirem conceder descontos no abastecimento do carro, através dos seus cartões de crédito. Por exemplo, o Cartão CaixaDrive da CGD permite aos titulares beneficiarem de um reembolso de 3% do valor dos abastecimentos em postos da Repsol na conta-cartão. Já o Santander tem o cartão 10.10 TSi, que permite um ‘cash back' de 10% dos pagamentos efectuados com o abastecimento de combustível (independentemente da gasolineira). Também o cartão Universo do BPI permite obter 2,5% de desconto em combustíveis Galp.

fonte:http://economico.sapo.pt/



publicado por adm às 08:28
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Segunda-feira, 17 de Outubro de 2011
Crise provoca aumento de pedidos de crédito

Dificuldades no acesso ao crédito na banca tradicional leva empresas a recorrer à SOFID.

As dificuldades no acesso ao crédito, devido à crise financeira, estão a fazer com que mais empresas recorram à SOFID para financiar os seus projectos de investimento em países em desenvolvimento. "Temos de facto sentido um aumento da procura por parte das empresas, devido à crise", explicou ao Diário Económico Diogo Araújo, administrador da SOFID.

"Além disso, somos a única instituição que neste momento empresta a mais de sete anos e temos um seguro que cobre o risco político - para situações como a revolução na Líbia, por exemplo - em que o mutuário só assume 5% do risco", acrescentou, por sua vez, o presidente do conselho de administração do banco semi-público, António Rebelo de Sousa. Criada em 2007, a SOFID tem uma vantagem acrescida face à banca tradicional, pois ao contrário desta consegue ainda financiar-se no exterior, através da rede de bancos europeus de desenvolvimento (EDFI).

O objectivo da SOFID não é, porém, concorrer com os bancos comerciais - vários deles seus accionistas - nos mercados onde actua. "Só vamos aos projectos onde os outros não vão", explicou Rebelo de Sousa, lembrando que a instituição tem como objectivo financiar e apoiar empresas portuguesas e seus parceiros em projectos de investimento sustentáveis em países emergentes e em vias de desenvolvimento.

fonte:http://economico.sapo.pt/n



publicado por adm às 08:24
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Terça-feira, 11 de Outubro de 2011
Crédito malparado sobe e atinge novos máximos históricos
As famílias e as empresas continuam a denotar dificuldades em conseguir cumprir com as suas obrigações. O crédito malparado entre as famílias está em níveis nunca vistos e entre as empresas está no máximo desde Agosto de 1998, reflexo da crise económica e do elevado desemprego que assola o País.

Os bancos têm em carteira 10,99 mil milhões de euros de crédito malparado de empresas e famílias, de acordo com os dados preliminares de Agosto divulgados pelo Banco de Portugal.

No caso dos particulares, há dívidas de cobrança duvidosa de 4,5 mil milhões de euros, o que corresponde a 3,21% do total dos empréstimos concedidos. Este é o nível de malparado mais elevado desde que há histórico – Dezembro de 1997.

No segmento de crédito ao consumo, as cobranças duvidosas já superam mesmo os 9%, algo nunca visto. No financiamento para outros fins (que inclui educação e trabalhadores por conta própria) o crédito malparado fixou-se, em Agosto, nos 9%, o que também corresponde ao nível mais elevado desde Maio de 1998.

Só no crédito à habitação é que o nível do malparado é inferior (1,81%), o que ainda assim também representa o nível mais elevado desde que há histórico.

Entre as empresas o peso do malparado sobre o total dos empréstimos concedidos aumentou para 5,57%, o nível mais elevado desde Agosto de 1998.

A actual conjuntura económica está a levar a que muitas empresas tenham dificuldades em conseguir fazer frente às suas despesas. Ao mesmo tempo, o desemprego tem vindo a aumentar, deixando famílias sem alguns rendimentos que tinham. Tudo factores que têm provocado aumento do crédito malparado.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/


publicado por adm às 00:12
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Domingo, 9 de Outubro de 2011
Bancos aumentam 'spreads' e restrições na concessão de crédito

Os bancos portugueses aumentaram os 'spreads' e endureceram as condições associadas nos empréstimos concedidos às famílias e empresas no terceiro trimestre, e antecipam um agravamento das condições nos últimos três meses do ano

De acordo com o resultado de um inquérito realizado pelo Banco de Portugal aos cinco grupos bancários portugueses, o aumento do custo do dinheiro (que os bancos pagam para captar recursos destinados a empréstimos) e restrições no seu balanço, juntamente com uma maior aversão ao risco, estarão a provocar este agravamento nas condições dos empréstimos oferecidos pelos bancos.

Nesse sentido, o aumento da exigência "ter-se-á traduzido num aumento dos spreads aplicados e, embora em menor grau, na aplicação de outras condições contratuais mais restritivas" diz o Banco de Portugal, no caso das empresas.


fonte:Lusa



publicado por adm às 10:38
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