Terça-feira, 29 de Novembro de 2011
Portugueses usam menos cartão de crédito

Utilização dos cartões de crédito em Portugal recuou para mínimos de três anos, mostra um estudo da MasterCard divulgado hoje.

Os portugueses continuam a ser adeptos dos cartões de débito, enquanto o número e o recurso aos cartões de crédito diminuiu este ano, caindo para os valores mais
baixos desde 2008.

O estudo, intitulado "Comportamento Financeiro dos Particulares em Portugal", indica que "86,8% dos portugueses com mais de 15 anos tem um cartão de débito" e que, do total de entrevistados, 95,6% afirma usá-lo regularmente.

Face a 2010, o número de cartões de débito aumentou 0,4%, sendo que 95,6% dos detentores de cartão de débito admite usá-lo regularmente.

No entanto, os portugueses estão a evitar usar mais do que um cartão de débito: este ano o número médio de cartões utilizados pelos entrevistados foi de 1,42, contra 1,46 em 2010.

Os consumidores portugueses usam os cartões de débito sobretudo para as suas compras diárias de bens de consumo (82,9%, face a 79,3% em 2008).

Já a compra de roupa e calçado, que registou um crescimento contínuo entre 2008 e 2010, caiu 4% este ano.

No entanto, a percentagem de uso dos cartões de débito decresceu em todas as categorias, sugerindo portanto uma ligeira contracção no consumo.

No que respeita aos cartões de crédito, o estudo indica que 30,6% de todos os entrevistados tem um cartão de crédito, uma queda de 1,8 pontos percentuais face a 2010 (32,4%).

No entanto, o uso de cartões de crédito também registou um decréscimo este ano.

"Em 2011, tanto o número de cartões de crédito como o seu uso pelos consumidores portugueses, registaram os níveis mais baixos desde 2008. O decréscimo acumulado no uso de cartões de crédito de 2008 até agora é de -15,1%", segundo o estudo.

Este ano aumentou o uso de cartões de crédito para pagamentos de combustível (subida de 6,1% em relação a 2010) e "férias e viagens" (2,8%), enquanto o uso do crédito para comprar roupas, calçado e jóias caiu 3,7%.

O estudo indica ainda que 88,5% dos inquiridos com mais de 15 anos têm, pelo menos, uma conta bancária.

Quanto à taxa de bancarização, esta é mais elevada na faixa etária dos 25-34 anos (98,3%) e nas áreas do grande Porto (90,1%) e da grande Lisboa (92%).

Mais de metade dos particulares em Portugal afirma concentrar as suas contas bancárias numa única instituição (56,5%).

A amostra do estudo são 3.956 entrevistas realizadas a residentes em Portugal com 15 anos ou mais, entre Março e Junho de 2011.

fonte:http://economico.sapo.pt/no



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Sexta-feira, 21 de Outubro de 2011
Descubra os cartões de crédito que o ajudam a poupar

O número de cartões com a função de ‘cash-back’ está a crescer.

Estes cartões devolvem ao cliente uma pequena percentagem do valor efectuado em compras com estes meios de pagamento.

A crise tem obrigado o sector financeiro a reinventar-se. A criatividade e adaptação que as instituições financeiras estão a demonstrar na actual conjuntura para tentar cativar mais clientes reflecte-se também nos cartões de crédito. São cada vez mais os cartões que, além de disponibilizarem uma linha de crédito, têm uma série de vantagens associadas. Vantagens essas que podem ser materializadas de várias formas: obtenção de pontos que podem ser utilizados em descontos em bilhetes de cinema e outras actividades de lazer, ou que podem ser trocados por milhas. Há ainda os que dão descontos no abastecimento do automóvel. Além destas vantagens têm também surgido no mercado vários cartões com a modalidade de ‘cash back'. Ou seja, cartões em que as instituições devolvem ao cliente uma percentagem do valor das compras efectuadas com o cartão. Por vezes, a modalidade de ‘cash back' não está apenas indexada ao montante realizado em compras com o cartão mas também a outras variáveis mais inusitadas, como o número de golos marcado por uma equipa de futebol. É o que acontece com o cartão de crédito do Benfica. Apesar de não ser um cartão com a finalidade ‘cash back' pura, a CGD devolve aos clientes até dois euros por cada golo marcado pela equipa da Luz na liga portuguesa de futebol.

A CGD, o Santander, o BES e o BiG são algumas das instituições financeiras que disponibilizam cartões com a modalidade de ‘cash back'. Já o Best, um dos bancos pioneiros na comercialização no mercado português deste tipo de cartões- com o lançamento do cartão ISavings Black- deixou de ter esta modalidade de poupança neste produto.

Se pretende adquirir um cartão com esta modalidade há, no entanto, alguns conselhos a ter em conta. O primeiro passará sempre pela análise e comparação da taxa de juro associada ao cartão e do custo da anuidade. Estas duas variáveis serão sempre indispensáveis para o consumidor poder avaliar os custos associados a um cartão de crédito. Porque, no limite, os ganhos que um consumidor poderá obter com a modalidade de ‘cash back' poderão não compensar face aos encargos associados ao cartão.

Outro ponto a que os consumidores devem estar alerta tem a ver com o facto de em muitos casos, a modalidade de ‘cash back' estar constrangida por algumas condicionantes. Por exemplo, o cartão 10.10 TSi do Santander devolve até 10% do valor dos pagamentos em combustível e em portagens Via Verde. No entanto, esta devolução está limitada até a um valor máximo de 10 euros por mês em combustível e 10 euros por mês em via verde. Além disso, para ter acesso a esta devolução terá de efectuar o mínimo de 200 euros por mês em compras com o cartão (excluindo os pagamentos com combustível e portagens). Condições semelhantes são praticadas em outros cartões com a modalidade ‘cash back'.

Mas apesar de algumas condicionantes, a verdade é que os montantes recebidos em ‘cash back' poderão ser, ao fim de um ano, bastante interessantes. Por exemplo, para quem fizer compras com o cartão de crédito Leve (CGD) no valor de 1.500 euros mensais, receberá de volta cerca de 11 euros por mês, que serão canalizados para um PPR. Ao fim do ano, só com a facilidade do ‘cash back' o seu PPR terá engordado 132 euros.

Um montante que em época de crise não é de desprezar. A própria Deco, no seu último estudo sobre cartões de crédito, recomenda a subscrição de cartões com a funcionalidade de ‘cash back'. Aliás, se dois cartões de crédito tiverem a mesma taxa de juro nominal e as mesmas anuidades, mas se um deles tiver a modalidade de ‘cash back', este último deverá apresentar uma TAEG mais baixa do que o primeiro.


Cartões que o ajudam a poupar

CGD
O banco liderado por José de Matos disponibiliza o cartão de crédito Leve que está associado a um PPR. Este produto prevê a possibilidade de ‘cash back' entre 0,6% e 1,5% das compras mensais efectuadas com o cartão. O montante será depositado no PPR. Mas para beneficiar do reembolso máximo terá de fazer pagamentos com o cartão no valor superior a 2.000 euros mensais. O banco prevê um ‘cash back' máximo mensal de 100 euros.

BES
O banco liderado por Ricardo Salgado tem neste momento uma campanha que vai até Abril do próximo ano e que beneficia a quase todos os portadores de cartões de crédito emitidos pelo BES. Apenas os cartões BES Platinum Private e Business, (com programa Top miles) não estão abrangidos pelo programa. A campanha em questão promete devolver 5% dos pagamentos com restauração e educação e 2% dos pagamentos em saúde, vestuário e calçado. Mas , para ter acesso a esta campanha não basta ter cartão de crédito do BES. Os pagamentos terão também de ser feitos através de um terminal de pagamento do BES. A devolução é feita trimestralmente em valores iguais ou superiores a 15 euros. Sendo que durante a duração da campanha o valor máximo para o total de devoluções é de 300 euros.

BIG
Também o banco ‘online' tem um cartão de crédito que prevê a possibilidade de o cliente optar pela funcionalidade de mealheiro. Assim, por cada um euros que gaste em compras, o banco faz-lhe automaticamente um débito extra no extracto mensal de 5 cêntimos, que são colocados no mealheiro. Através do extracto mensal consegue ver quanto é que poupou todos os meses. Sendo que ao fim de 12 meses, o BiG oferece 5% sobre o valor total que poupou.

Santander
O Santander Totta disponibiliza dois cartões que devolvem de alguma forma o valor efectuado em compras. Um deles é o Cartão Desconto que devolve 5% das compras efectuadas sem limite de valor. No entanto, para beneficiar deste desconto terá de deixar sempre, pelo menos, 50% do saldo mensal em dívida para o mês seguinte. O desconto a aplicar será deduzido ao valor do pagamento mensal em dívida. Além deste produto, o Santander disponibiliza também um outro cartão com a modalidade de ‘cash back', trata-se do cartão 10.10 TSi. Este produto tem a particularidade de devolver 10% dos pagamentos feitos com combustível e portagens pagas através do sistema Via Verde até a um limite de 10 euros por mês no caso dos combustíveis e 10 euros por mês no caso do pagamento da Via Verde.

 

Outras vantagens

1 - Milhas
Numa análise feita recentemente pelo Diário Económico foi possível encontrar 13 cartões de crédito que permitem a acumulação de milhas. São sete os bancos portugueses que os comercializam. A saber: CGD, Millennium bcp, BES, Santander Totta, Barclays, Banif e Best. Na generalidade dos casos, estes cartões são o resultado de parcerias estabelecidas entre os bancos e agências de viagens ou companhias aéreas.

2 - Descontos no cinema
São vários os bancos que concedem descontos no cinema aos seus clientes portadores de cartões de crédito. Aqui ficam dois exemplos. O Millennium BCP tem uma parceira com a ZON Lusomundo. E quem comprar um bilhete de cinema com um dos cartões de crédito do Millennium bcp (Prestige, Millennium bcp GO!, Millennium bcp Gold, Millennium bcp M, Millennium bcp M Ordenado, Millennium bcp Classic, Millennium bcp Classic Gémeos ou Millennium bcp Gold Gémeos), recebe outro gratuito para a mesma sessão. Também o BPI, com o cartão de crédito Universo permite aos seus clientes comprarem bilhetes nos cinemas Castello Lopes ao preço de segunda-feira nos restantes dias úteis da semana.

3 - Brindes e prémios
Os brindes e os prémios são uma das formas mais usadas pelos bancos para seduzir clientes. O Banif, por exemplo, tem o cartão de crédito da Hello Kitty. E quem o subscrever, além de ter direitos a descontos nas lojas Hello Kitty poderá receber uma ‘pendrive' da gata mais famosa do mundo- se a primeira compra realizada com o cartão for de valor igual ou superior a 100 euros. Também o Santander atribui brindes- que vão desde a pólos, passando por sacos desportivos e casacos alusivos à Ferrari- aos subscritores do cartão Ferrari.

4 - Combustíveis
Com a escalada dos preços dos combustíveis, as instituições financeiras aliaram-se às grandes gasolineiras de forma a conseguirem conceder descontos no abastecimento do carro, através dos seus cartões de crédito. Por exemplo, o Cartão CaixaDrive da CGD permite aos titulares beneficiarem de um reembolso de 3% do valor dos abastecimentos em postos da Repsol na conta-cartão. Já o Santander tem o cartão 10.10 TSi, que permite um ‘cash back' de 10% dos pagamentos efectuados com o abastecimento de combustível (independentemente da gasolineira). Também o cartão Universo do BPI permite obter 2,5% de desconto em combustíveis Galp.

fonte:http://economico.sapo.pt/



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Segunda-feira, 26 de Setembro de 2011
Cartões de crédito com novas funcionalidades

A UNICRE vai lançar novos serviços e funcionalidades nos cartões de crédito.

A empresa decidiu dinamizar duas áreas de negócio menos conhecidas, nomeadamente o crédito ao consumo numa óptica consciente e a prestação de serviços a entidades financeiras, segmentos em que já tinha uma pequena presença, mas que passaram a ser apostas estratégicas para o futuro. 

Assim, o renovado portefólio de cartões de crédito UNIBANCO para particulares e empresas passa a permitir operações que, até aqui, estavam vedadas aos cartões de crédito, e que eram exclusivas dos cartões de débito. Por exemplo, passa a ser possível realizar o pagamento em caixas ATM (Multibanco) de quaisquer serviços, incluindo ao Estado, fazer o carregamento de títulos de transporte e de telemóveis e associar o dispositivo Via Verde ao cartão, com a vantagem, relativamente aos cartões usualmente utilizados, de conceder em média 35 dias de crédito gratuito nestas operações, explica a empresa em comunicado.

Esta evolução apoia-se «num forte investimento a nível tecnológico, estando a empresa a substituir a sua plataforma aplicacional por um novo sistema», num investimento que ronda os 15 milhões de euros.

Na vertente de aceitação de pagamentos com cartão nos comerciantes, a UNICRE prepara-se para lançar vários serviços, dos quais se destacam o Quickpay, destinado a reduzir o tempo das operações de pagamento. 

A possibilidade de pagamentos com cartões de fora da zona euro serem feitos na moeda em que foram emitidos, a plataforma de pagamentos online REDUNICRE E-Commerce, e o serviço Tax Free, que permite emitir um talão de devolução do IVA aos turistas extracomunitários, sobre as vendas efectuadas em Portugal, constituem também alguns dos serviços mais recentes e inovadores, desenvolvidos pela REDUNICRE.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt



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Quarta-feira, 29 de Junho de 2011
Como os cartões de crédito o protegem das fraudes

Além da legislação, os seguros e as novas tecnologias são aliados na protecção do dinheiro dos utilizadores dos cartões.

É oficial. O Verão já chegou e os portugueses preparam-se para ir a "banhos". Durante o período de férias, os portugueses recorrem mais ao cartão de crédito. O facto de ser uma forma de pagamento aceite em praticamente todo o mundo torna o "dinheiro de plástico" numa ferramenta útil em viagens ao estrangeiro, mas mesmo nas estadias em hotéis e ou idas a restaurante um pouco por todo o país a sua utilização se tornou mais habitual. Contudo, como tudo na vida, existe sempre o reverso da moeda. Para além do risco de endividamento associado e as taxas de juro elevadas cobradas, ao utilizar o cartão de crédito também está mais exposto às ameaças de fraude durante o Verão. E não são escassas as histórias sobre pessoas que após o regresso de férias viram desaparecer dinheiro das suas contas ou as notícias de burlas detectadas. Ainda há poucos dias foram detidos em Portugal três "burlões" que conseguiram clonar cartões de crédito por quase toda a Europa, arrecadando vários milhares de euros. Para além de vítimas em Itália, Bélgica, França e Alemanha, terão também lesado portugueses. Por isso a utilização dos cartões de crédito deve ser feita com alguns cuidados. Mas os cartões de crédito têm associadas características que visam minimizar o risco de perdas para os seus utilizadores.

Tendo em conta a acentuada propagação de cartões em Portugal - em 2010, havia 8,5 milhões de cartões de crédito e 10,4 milhões com a finalidade de débito - não é de estranhar que as tentativas de fraude se intensifiquem e assumam formas cada vez mais sofisticadas. Não existe um esquema único e por isso não é possível dar uma descrição exacta, mas o objectivo é claro, dispor do código do cartão da vítima ou de dados pessoais que facilitem o acesso ao dinheiro da conta. Na posse dessa informação, o criminoso vai tentar usar o cartão para comprar bens ou serviços que serão posteriormente debitados na conta da vitima. Com o advento da Internet esse acesso tornou-se mais fácil porque a maioria dos sites que vendem através da "rede" aceita o pagamento com cartão de crédito. Se alguns sites oferecem garantias de segurança, noutros isso não acontece. Já a clonagem de cartões é um dos casos mais temidos. Este método consiste em copiar os dados da banda magnética de um cartão e obter o seu código secreto. Com esses dados, o burlão cria um cartão clonado, que depois é usado para fazer levantamentos ilícitos. Como explica o jurista da Deco, Joaquim Rodrigues da Silva, "a legislação determina que as fraudes que ocorram após a comunicação do roubo ou extravio do cartão passam a ser imputadas ao banco emissor". Contudo, relativamente às operações fraudulentas feitas antes da notificação ao emitente do cartão, compete ao titular do cartão suportar as perdas relativas a essas operações dentro do limite do saldo disponível ou da linha de crédito associada à conta ou ao cartão, até ao máximo de 150 euros. No entanto, alguns cartões já incluem um seguro de utilização fraudulenta (roubo, extravio ou fraude) que cobre os movimentos normalmente até 24 ou 48 horas antes da comunicação do incidente ao banco, dependendo do banco emissor.

Uma das principais alterações que os emissores levaram a cabo para melhorar a segurança dos cartões não só de crédito como de débito foi a introdução de um ‘chip' que disponibiliza informação encriptada sobre o próprio cartão e a conta associada. Esta alteração começou a ser implementada há cerca de cinco anos pelos bancos portugueses. Para além de proteger dados importantes e confidencias, esse ‘chip' ainda obriga a que, quando é realizado o pagamento com o cartão, seja de crédito ou de débito, o vendedor tenha de deixar o cartão no terminal ATM, não podendo assim usá-lo fora da vigilância do utilizador, o que previne assim eventuais utilizações fraudulentas como a passagem por equipamentos duplicadores de cartões.

fonte:http://economico.sapo.pt/



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Segunda-feira, 14 de Março de 2011
Cartões de crédito: juros podem superar 34%

Taxas máximas aplicáveis aos contratos de crédito aos consumidores podem ir até aos 19,1% no crédito pessoal

 

Quem têm cartão de crédito poderá ter de pagar mais de 34% de juros no segundo trimestre deste ano. O aviso é do Banco de Portugal. Mas os aumentos não ficam por aqui.

De acordo com o regulador, as taxas máximas aplicáveis aos contratos de crédito aos consumidores podem ir até aos 19,1% no crédito pessoal, no segundo trimestre, e 34,3% nos cartões de crédito, linhas de crédito e contas correntes bancárias.

Nos créditos pessoais com destino a educação, saúde, energias renováveis e locação financeira de equipamentos, os juros que podem ser cobrados nos contratos celebrados entre Abril e Junho têm como tecto máximo 6,1%.

Quanto ao crédito automóvel, as taxas máximas (TAEG) fixadas pelo BdP para o segundo trimestre de 2011 são de 8%, para aquisição de veículos novos com locação financeiro ou ALD, e de 9,2% para usados com locação financeira ou ALD.

Nos créditos automóveis com reserva de propriedade, as taxas máximas a cobrar pelos bancos e outras instituições financeiras sobem para 11,5% para aquisição de automóveis novos e 15,2% para usados.

Recorde-se que o Banco de Portugal passou a estabelecer desde o final do ano passado, as taxas de juro máximas aplicáveis aos contratos de crédito ao consumo.

A nova norma para taxas de juro no crédito ao consumo, que pretende combater eventuais práticas de usura, considera «usurário o contrato de crédito cuja TAEG [encargo total para o cliente] exceda em um terço a TAEG média praticada no mercado pelas instituições de crédito ou sociedades financeiras no trimestre anterior».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt



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Quinta-feira, 17 de Fevereiro de 2011
Os 10 cartões de crédito mais baratos do mercado

O Diário Económico analisou os custos associados aos cartões oferecidos nas maiores instituições financeiras a operar em Portugal.

Longe vão os tempos em que ter cartão de crédito era acima de tudo uma questão de estatuto. Hoje, para além de facilitar simples hábitos de consumo do dia-a-dia, o pequeno rectângulo de plástico é um instrumento indispensável na gestão dos orçamentos mensais de muitas famílias, sobretudo tendo em conta tempos de crise económica como o actual. Segundo os dados do Banco de Portugal, em 2009 existiam cerca de 9,9 milhões de cartões de crédito no mercado português. O que significa, em média, um cartão de crédito na carteira de cada português. Se recuarmos até 2000, nessa altura existiam apenas 2,6 milhões. Facilitador da relação com o dinheiro, a utilização do cartão de crédito pode, contudo, também resultar em encargos excessivos ou mesmo em problemas financeiros. Por isso encontrar o cartão de crédito "à medida" pode ser fundamental para evitar cair em gastos exagerados.

Neste sentido, o Diário Económico consultou as condições oferecidas na gama de cartões de crédito disponibilizados pelos dez maiores bancos lusos. Para isso analisamos os preçários de CGD, Millennium bcp, BES, Santander, BPI, Barclays, Montepio Geral, Crédito Agrícola, Banif e Popular. Foram analisadas duas vertentes: a anuidade e a taxa anual de encargos globais (TAEG). Estes são os dois elementos chaves para a escolha do cartão de crédito mais adequado ao perfil de cada cliente. "Quem vai escolher o cartão de crédito tem que ponderar se vai ou não usar a linha de crédito. Se pretende pagar 100% no prazo sem juros [entre 20 e 50 dias], deve escolher o cartão sem anuidade ou com a anuidade mais barata. Se, pelo contrário, quer usar o pagamento faseado deve olhar para a TAEG. Aí está incluída a taxa de juro do crédito, a anuidade e o efeito de ‘cash-back' [desconto na conta cartão]", explica o economista da Deco, Vinay Pranjivan.

Para quem pretenda utilizar o faseamento de pagamentos, a escolha acertada da TAEG pode resultar numa poupança considerável. Com base em duas simulações efectuadas pela Deco (crédito de 1.500 euros a pagar em 12 meses, sem anuidade e sem ‘cash-back'), verifica-se que quem tiver um cartão de crédito com uma TAEG de 14,4% vai pagar em juros 112,23 euros. Já se a TAEG for de 24,6%, o encargo sobe para 186,53 euros. Ou seja, mais 71,3 euros. Mas, o diferencial de custos pode ser ainda mais acentuado, tendo em conta que o leque de taxas de juro dos cartões de créditos considerados na análise é ainda maior. O "BES Branco" é o cartão com a TAEG mais baixa, de 9,7%, enquanto o "Business Gold Pessoal", também do BES, é o que tem a taxa de juro mais elevada: 32,7%. Outra das conclusões é que, em termos médios, os cartões do BPI e da CGD são os que apresentam as taxas de juro mais baixas. A má notícia é que, também em termos médios, a maior parte das instituições consideradas tem subido as taxas de juro dos seus cartões de crédito face ao que se passava há um ano atrás. As excepções são o Crédito Agrícola e o Popular, que desceram ligeiramente as taxas, e o Banif, que não fez alterações no seu preçário.

Também as anuidades dos cartões podem variar bastante. Há cartões em que esse pagamento é isento- é o que se passa com quatro cartões do BES e do Barclays- mas também há situações em que as anuidades podem chegar aos 240 euros. É o que acontece com o American Express Platinum e o Tap Platinum, disponibilizados pelo Millennium bcp. Na maior parte das situações, os cartões de gama clássica são os mais baratos, apesar de também existirem cartões de gama ‘gold' que não cobram anuidades. Segundo o economista de Deco, o custo das anuidades está associado a dois aspectos: o montante da linha de crédito e os benefícios associados ao cartão. "As anuidades mais caras são normalmente nos cartões que têm um ‘plafond' mais elevado ou cujo conjunto de benefícios associados, como por exemplo, os seguros incluídos, é maior", afirma Vinay Pranjivan.


Os cartões com as taxas mais baixas

BES Branco
É a solução mais competitiva em termos de TAEG, mas trata-se de um cartão com um funcionamento distinto do habitual. Este cartão do BES não tem TAN e o pagamento das compras poder ser feito em prestações fixas que variam consoante o limite de crédito. Por exemplo, se escolher fraccionar um pagamento de 1.500 euros, irá pagar 60 euros durante 25 meses. A anuidade está associada ao limite do crédito do cartão. Quanto maior este for, mais elevada é a anuidade.

Platinum- Santander
É apontado como o cartão mais exclusivo do Santander, permitindo o acesso a limites de crédito elevados. A TAEG de 10,7% é calculada para uma utilização de crédito de 10 mil euros a 12 meses. À anuidade de 80 euros está associado um pacote de seguros e serviços de assistência. Também tem associado um pacote de milhas que converte os pagamentos a crédito em viagens de avião.

BPI Gold
Além de ter uma das TAEG mais baixas, este cartão ‘gold' tem associado um pacote abrangente de seguros (acidentes pessoais em viagem e estadia, responsabilidade civil, assistência em viagem, assistência doméstica ou roubo). Já a anuidade prevista são 50 euros, mas pode ser gratuita mediante o cumprimento de um conjunto de situações: património financeiro no BPI de pelo menos 100 mil euros ou uma média de saldos mensais em dívida a partir de 450 euros.

Ímpar (anuidade 40 euros) - CGD
Com este cartão pode pagar o saldo mensal em prestação fixa ou em percentagem do saldo em dívida, ou ainda pagar as compras de maior montante em prestações até 59 meses. A TAEG de 14,5% é válida para situações em que a anuidade seja de 40 euros e foi calculada com base numa utilização de crédito de 1.500 euros por um prazo de 12 meses.

Millennium bcp Fix
A forma de pagamento associada a este cartão é em parcelas mensais definidas pelo cliente e fixadas sobre o ‘plafond' inerente ao mesmo (entre 5% e 10% do limite de crédito). A anuidade é cobrada semestralmente (8,65 euros). Se em cada semestre forem efectuadas cinco compras, não é cobrada. O cartão credita na conta do cartão 1% das compras a créditos iguais ou superiores a 250 euros.

BES Platinum Private
O BES Platinum Private é considerado o mais prestigiado cartão de crédito do BES. Entre as principais vantagens da sua utilização incluem-se o acesso ao Programa de Milhas "Top miles", bem como o facto de possuir um pacote de seguros e assistências alargado. A uma TAEG 15,2%, para a utilização de um crédito de 7.500 euros a pagar em 12 meses, está associada uma anuidade de 100 euros.

Light- Santander
Caso o cliente cumpra com as condições deste cartão beneficia de uma TAEG de 15,9%, válida para uma utilização de crédito de 1.500 euros por um prazo de 12 meses. Uma das vantagens deste cartão é o facto de isentar o pagamento da primeira anuidade. Nos anos seguintes se realizar 1.200 euros de movimentos anuais com o cartão a anuidade também é gratuita. Caso contrário a anuidade passará a ser de 16,5 euros.

BES Duo
Quando a versão de crédito deste cartão de débito é activada, tendo em conta uma utilização de 1.500 euros de ‘plafond' por um prazo de 12 meses, o cliente tem acesso a uma TAEG de 16,4%. Nessa taxa de juro está incluído o pagamento de uma anuidade de 7,5 euros. Esse encargo pode ser isento caso o cliente já tenha subscrito uma conta ou serviço entre uma lista de alternativas disponibilizadas pelo banco.

Ímpar (anuidade 20 euros) CGD
Com este cartão pode pagar o saldo mensal em prestação fixa ou em percentagem do saldo em dívida, ou ainda pagar as compras de maior montante em prestações até 59 meses. A TAEG de 16,6% é válida para situações em que a anuidade seja de 20 euros e foi calculada com base numa utilização de crédito de 1.500 euros por um prazo de 12 meses.

Caixa Classic
Com este cartão, tem acesso a uma linha de crédito gratuita até 45 dias . Se fizer a primeira compra com o cartão até 45 dias após a emissão, a primeira anuidade é grátis. As seguintes também podem ser isentas, caso o cliente tenha um saldo mensal médio de compras igual ou superior a 250 euros. Caso contrário, a anuidade é de 24,04 euros. O cartão devolve ainda até 3% do valor das compras na conta associada.

fonte:http://economico.sapo.pt/



publicado por adm às 23:15
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