Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2012
Malparado cai com abrandamento do crédito

O crédito malparado abrandou no final do ano passado, fruto do aperto de crédito por parte dos bancos, revelam dados do Banco de Portugal.

As dívidas de particulares que ficaram por pagar desceram 4% em dezembro face a Novembro. Já as das empresas, baixaram quase 9%. 

O malparado dos particulares é agora de 4.577 milhões de euros. Face a Dezembro de 2010, o valor fica ainda 15% acima.

Já as dívidas que as empresas não pagaram à banca fixaram-se em 6.928 milhões de euros, o que continua a representar um aumento de 47% face ao último mês do ano de 2010.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



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Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012
Malparado: nunca se viram números tão maus

Salto para 7,6 mil milhões de euros nas empresas e para quase 4,8 mil milhões nas famílias. Bancos apertam na concessão de empréstimos

Os bancos estão a cortar na concessão de crédito - e a praticar os spreads máximos mais altos de sempre nos empréstimos à habitação. Famílias e empresas vêem o acesso ao financiamento dificultado e muitas estão a ser apanhadas pela crise, pelo aumento dos impostos e pelo reforço da austeridade, deixando de cumprir as suas obrigações perante a banca. O malparado já vai em recordes nunca antes vistos.

Do total de quase 140 mil milhões de euros de empréstimos concedidos às famílias portuguesas, quase 4,8 mil milhões dizem respeito a cobrança duvidosa - o chamado crédito malparado. É um salto de 82 milhões de euros em apenas um mês, segundo os dados provisórios do Banco de Portugal relativos a Novembro.

Os empréstimos para compra de casa totalizaram quase 113,3 mil milhões de euros, quando em Outubro chegaram praticamente aos 113,5 mil milhões. A subida do malparado nesta área foi de 2,1 mil milhões para quase 2,15 mil milhões.

Se nos centrarmos apenas no crédito ao consumo - empréstimos contraídos para comprar carros e electrodomésticos, por exemplo - a escalada do malparado é de 1,48 mil milhões de euros para quase 1,49 mil milhões.

Nas empresas, não há números mais animadores. Antes pelo contrário. A escalada do malparado é muito mais expressiva: 500 milhões de euros - de 7,1 para 7,6 mil milhões. 

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/fi



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Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2011
Crédito Malparado atinge novo recorde

Mais um mês, mais um novo máximo no crédito malparado. Um sinal dos tempos de crise: famílias e empresas não pagam os empréstimos aos bancos, que, por sua vez, são obrigados a recorrerem à liquidez do BCE.

Só às famílias ou particulares, os bancos emprestaram 140,4 mil milhões de euros até Outubro deste ano, dos quais 4,7 mil milhões são considerados crédito de cobrança duvidosa, de acordo com o Boletim Estatístico do Banco de Portugal.

Contas feitas, o malparado representa 3,34% do total de crédito concedido pela banca aos portugueses. Olhando ao pormenor, o maior peso no está no crédito concedido ao consumo e a outros fins, que representa 9,5% e 9,8% do total, respectivamente. Já no crédito habitação, o malparado representa 1,9% do total de empréstimos. 

crédito total concedido às famílias caiu 1,6% face Outubro de 2010, com especial destaque para os empréstimos para o consumo - derraparam 4,5% no último ano. Os bancos estão também a apertar os cordões à bolsa na hora de emprestar dinheiro para a compra de casa, que caiu 1%.

Malparado nas empresas dispara 4 mil milhões

Mas não é apenas nas famílias que o malparado atinge novo valor recorde. Também entre as empresas, as dificuldades para pagar à banca aumentaram. Até Outubro, o malparado disparou cerca de 4 mil milhões de euros, para 7,14 mil milhões de euros, o que representa 6,2% do total de crédito concedido às empresas (116,13 mil milhões de euros).

Os piores sectores são a construção (2,6 mil milhões de euros de malparado), o ramo automóvel e imobiliário (ambos com 1,1mil milhões). 

Última nota, no final do terceiro trimestre, o crédito concedido só aumentou para as grandes empresas - cresceu 2,3% face ao mesmo período de 2010. 

Em níveis recorde estão também os depósitos das famílias à banca.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



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Segunda-feira, 12 de Dezembro de 2011
Crise. Crédito malparado de famílias e empresas a níveis históricos

O valor total de crédito mal parado por parte das famílias e empresas chegou, em Outubro, aos 11,8 mil milhões de euros, o valor mais elevado desde que existe histórico, Maio de 1998, segundo dados divulgados hoje pelo Banco de Portugal.

Para as famílias, as cobranças duvidosas chegaram aos 3,34%, o valor mais elevado desde Maio de 1998.

Em relação às empresas, o crédito malparado face aos empréstimos chegou aos 6,15% em Outubro, o montante mais elevado desde que existe a compilação de dados.

O crédito ao consumo é o segmento onde se regista um maior incumprimento, chegando o malparado aos 9,76%.

O segmento com maior incumprimento é o de "outros fins", com 9,5%, onde está incluída a educação e os empréstimos a empresários por conta própria.

O crédito à habitação também regista o nível mais elevado desde que existe registo, com 1,85%.

Alguns factores que tem contribuído para o incumprimento das obrigações com as entidades bancárias, prendem-se com a taxa de desemprego elevada, aumento da carga fiscal ambiente económico pessimista e perspectivas económicas negras.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/



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Terça-feira, 11 de Outubro de 2011
Crédito malparado sobe e atinge novos máximos históricos
As famílias e as empresas continuam a denotar dificuldades em conseguir cumprir com as suas obrigações. O crédito malparado entre as famílias está em níveis nunca vistos e entre as empresas está no máximo desde Agosto de 1998, reflexo da crise económica e do elevado desemprego que assola o País.

Os bancos têm em carteira 10,99 mil milhões de euros de crédito malparado de empresas e famílias, de acordo com os dados preliminares de Agosto divulgados pelo Banco de Portugal.

No caso dos particulares, há dívidas de cobrança duvidosa de 4,5 mil milhões de euros, o que corresponde a 3,21% do total dos empréstimos concedidos. Este é o nível de malparado mais elevado desde que há histórico – Dezembro de 1997.

No segmento de crédito ao consumo, as cobranças duvidosas já superam mesmo os 9%, algo nunca visto. No financiamento para outros fins (que inclui educação e trabalhadores por conta própria) o crédito malparado fixou-se, em Agosto, nos 9%, o que também corresponde ao nível mais elevado desde Maio de 1998.

Só no crédito à habitação é que o nível do malparado é inferior (1,81%), o que ainda assim também representa o nível mais elevado desde que há histórico.

Entre as empresas o peso do malparado sobre o total dos empréstimos concedidos aumentou para 5,57%, o nível mais elevado desde Agosto de 1998.

A actual conjuntura económica está a levar a que muitas empresas tenham dificuldades em conseguir fazer frente às suas despesas. Ao mesmo tempo, o desemprego tem vindo a aumentar, deixando famílias sem alguns rendimentos que tinham. Tudo factores que têm provocado aumento do crédito malparado.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/


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Quarta-feira, 21 de Setembro de 2011
Crédito às empresas cai em 470 milhões em julho, malparado sobe para segundo maior nível de sempre - BdP

O crédito concedido pelos bancos às empresas caiu 470 milhões de euros de junho para julho e o crédito de cobrança duvidosa aumentou 227 milhões de euros, ultrapassando pela segunda vez os 6 mil milhões de euros.

De acordo com os dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal, o crédito concedido a empresas desceu de 116.989 para 116.519 milhões de euros de junho para julho, menos 470 milhões de euros, e a segunda queda consecutiva em termos mensais no fluxo de crédito para as empresas.

Apesar da diminuição o crédito concedido às empresas está ainda longe dos níveis registados entre dezembro de 2010 e março deste ano, quando o fluxo de crédito era inferior a 15 mil milhões de euros, o mais baixo nível desde novembro de 2008.

fonte:Lusa



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Segunda-feira, 5 de Setembro de 2011
Crédito Malparado volta a aumentar e atinge nível mais alto desde 1998

O crédito de cobrança duvidosa não pára de aumentar, tanto no caso de particulares como de empresas.

De acordo com os dados provisórios do Banco de Portugal, hoje divulgados, o crédito malparado de particulares atingiu em Julho os 4.381 milhões de euros, mais 64 milhões do que no mês anterior. O peso do crédito de cobrança duvidosa sobre o total de empréstimos concedidos atingiu, assim, os 3,1 por cento, o nível mais alto desde Maio de 1998. Este é o oitavo mês consecutivo em que o peso do malparado aumenta.

No caso das empresas, o malparado também continuou a subir, atingindo os seis mil milhões de euros, mais 277 milhões do que no mês anterior. O peso dos créditos de cobrança duvidosa sobre o total de financiamento concedido às empresas era, em Julho, de 5,16 por cento, o valor mais alto desde Novembro do ano passado.

Os dados do Banco de Portugal mostram que o total acumulado de empréstimos às empresas diminuiu em 470 milhões de euros. A contracção da concessão de crédito por parte da banca fez-se ainda sentir nos empréstimos a particulares, cujo total acumulado diminuiu em 144 milhões de euros.

Tanto no crédito à habitação como no crédito ao consumo, o peso do malparado voltou a aumentar, atingindo, respectivamente, os 1,77 e os 8,9 por cento. No caso dos empréstimos ao consumo, trata-se, novamente, de um valor recorde, o que mostra que as famílias, sempre que estão com dificuldades de saldar os seus compromissos financeiros, optam por entrar em incumprimento neste tipo de créditos e não no crédito à habitação.

fonte:http://economia.publico.pt



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Segunda-feira, 22 de Agosto de 2011
661 mil famílias deixaram de pagar créditos à banca

Maioria do incumprimento acontece no crédito ao consumo. Mas é cada vez mais difícil ter dinheiro para pagar a casa

 

As famílias estão em clima de austeridade, falta dinheiro na carteira e, como consequência disso, as prestações à banca vão ficando por pagar. Os números são cada vez mais negros: já há quase 661 mil famílias em incumprimento, isto é, com pagamentos em atraso.

São 14,3% ou 660.762 dos particulares com empréstimos contraídos junto do sector financeiro (totalizam mais de 4.600 milhões) no segundo trimestre de 2011. Destes, 5,5% diziam respeito ao crédito à habitação - a mesma percentagem verificada entre Janeiro e Março; 15,9% estavam relacionados com o crédito ao consumo e outros fins, 0,2 pontos percentuais acima dos números do primeiro trimestre. 

Ora, esmiuçando as estatísticas do Banco de Portugal sobre o período entre Abril e Junho deste ano, percebemos que amaioria do malparado diz respeito ao consumo (cerca de 525 mil), em que as taxas de juro cobradas pelos bancos são mais altas. 

Os portugueses podem até de deixar de pagar o carro ou os electrodomésticos comprados a crédito, mas esforçam-se por continuar a pagar a casa. 

O cenário vai, no entanto, mudando a pouco e pouco de figura.Sem terem como esticar a corda, 135.890 famílias deixaram também de pagar a prestação da casa.

Entre as empresas, a crise teima igualmente em não dar tréguas: 22,6% não pagam os seus créditos a tempo, quase mais 1% do que as companhias em incumprimento no primeiro trimestre. 

Crédito em agonia crescente

A torneira do crédito lá se vai fechando, progressivamente, com pouco mais de 154 mil milhões de euros de empréstimos concedidos no segundo trimestre às famílias, um valor quase 1,5 mil milhões inferior ao balanço dos três primeiros meses do ano.

O mesmo acontece com as empresas. Há uma travagem na concessão de crédito, espelhada na redução de 119,5 mil milhões de euros concedidos em empréstimos a sociedades não financeiras para um total de 119,2 mil milhões. 

Já a partir de Setembro, famílias e empresas portuguesas podem contar com mais dificuldades na obtenção de empréstimos. A troika vai examinar à lupa os créditos a que a banca deu luz verde. 

Apesar dos níveis de endividamento crescente, a verdade é que há famílias portuguesas que ainda conseguem poupar. Osvalores aplicados em depósitos aumentaram em Junho.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



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Segunda-feira, 8 de Agosto de 2011
Crédito malparado aumenta entre as famílias para máximos de 1998

O crédito malparado aumentou, em Junho, entre as famílias para níveis de 1998. Uma evolução justificada pela evolução das cobranças duvidosas no segmento de crédito ao consumo. Entre as empresas o malparado diminuiu.

 

O crédito malparado entre as famílias cresceu para 3,05% do total dos empréstimos, em Junho, de acordo com os dados do Banco de Portugal hoje divulgados. Este é o nível mais elevado desde Maio de 1998.

A evolução do malparado entre os particulares é justificada pelo aumento dos incobráveis no segmento de consumo, onde o peso das cobranças duvidosas atingiu os 8,88%, o que representa um novo máximo histórico.

Nos empréstimos à habitação o malparado estabilizou em 1,74% e nos empréstimos para outros fins (onde se inclui a educação e os empresários por conta própria) manteve-se nos 8,06%.

Junho marca o final de um trimestre, altura em que a banca aproveita para vender carteiras de crédito, o que acaba por influenciar a evolução do malparado.

No total, os bancos têm em carteira 4,3 mil milhões de euros em crédito malparado das famílias.

Entre as empresas, o peso dos incobráveis diminuiu para 4,94%, num mês em que o valor das cobranças duvidosas caiu para 5,78 mil milhões de euros.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/



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Quinta-feira, 21 de Julho de 2011
Crédito malparado das famílias e empresas a aumentar

As famílias e as empresas portuguesas estão com cada vez maiores dificuldades para honrar os seus compromissos junto da banca, com o crédito malparado a voltar a crescer em maio, de acordo com os dados do Banco de Portugal.

No segmento dos particulares, o crédito em cobrança duvidosa na habitação cresceu em maio 20 milhões de euros para um total de 1,99 mil milhões de euros, enquanto que, no consumo, o crédito malparado subiu 12 milhões de euros para 1,34 mil milhões de euros, um novo máximo histórico. De acordo com o boletim estatístico do Banco de Portugal, hoje divulgado, mais de três por cento dos empréstimos concedidos pela banca às famílias estão qualificados como "malparado", o que corresponde a 4,3 mil milhões de euros. Já no crédito ao consumo, a situação agrava-se ainda mais com o malparado a ultrapassar a fasquia dos oito por cento (só na habitação a percentagem de incumprimento ainda está abaixo dos dois por cento).

Os cortes salariais, a subida de impostos e o aumento continuado do desemprego, resultantes do contexto económico adverso, levam os particulares a terem cada vez mais dificuldades em cumprir com os créditos contraídos junto da banca. Mas não são só as famílias, uma vez que também o peso do malparado entre as empresas subiu para cima da fasquia dos cinco por cento em maio (5,04 por cento).

Por outro lado, os números hoje divulgados pela entidade liderada por Carlos Costa demonstram que a banca continua a restringir a concessão de crédito. No total, em maio, foram concedidos empréstimos no valor global de 4,86 mil milhões de euros aos particulares e às empresas, menos 7,61 por cento do que no período homólogo em 2010 (menos 401 milhões de euros).

fonte:http://www.dn.pt/



publicado por adm às 23:08
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