Sexta-feira, 7 de Outubro de 2011
Bancos confirmam aumento das restrições na concessão de crédito - BdP

A concessão de crédito às empresas fora do setor financeiro tornou-se mais restritivo no terceiro trimestre, segundo as informações dadas pelos cinco maiores bancos ao Banco de Portugal, que hoje divulgou um inquérito sobre o Mercado de Crédito.

"De acordo com os resultados do inquérito realizado aos cinco grupos bancários portugueses incluídos na amostra, os critérios de concessão de empréstimos ao setor privado não financeiro tornaram-se mais restritivos no decurso do terceiro trimestre de 2011", afirma o Banco de Portugal no relatório.

De acordo com o documento, "os principais fatores apontados pelas instituições inquiridas como determinantes desta evolução foram o aumento do respetivo custo de capital e restrições de balanço, bem como uma perceção menos favorável dos riscos. O aumento da exigência dos critérios de concessão de empréstimos ter-se-á traduzido num aumento dos spreads aplicados e, embora em menor grau, na aplicação de outras condições contratuais mais restritivas", conclui a entidade liderada por Carlos Costa.

Fonte:Lusa



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Segunda-feira, 3 de Outubro de 2011
Crédito: Banco de Portugal detetou 209 contratos com irregularidades durante o 1ª semestre

 O Banco de Portugal (BdP) detetou no primeiro semestre deste ano 209 contratos de crédito a consumidores com desconformidades, em que se poderão incluir casos em que é ultrapassado o valor das taxas máximas aplicadas nestes empréstimos.

No 1º semestre de 2011, as instituições de crédito a operar em Portugal reportaram ao BdP informação sobre 683.737 novos contratos de crédito aos consumidores. Ou seja, fizeram-se em Portugal cerca de 114 mil novos contratos de crédito aos consumidores por mês.

A avaliação destes contratos, com destaque para o cumprimento das taxas máximas aplicadas aos novos contratos celebrados, permitiu ao supervisor bancário encontrar 209 contratos de sete bancos "cujos elementos de reporte indiciavam eventuais desconformidades com as normas aplicáveis em matéria de crédito aos consumidores", disse hoje o Banco de Portugal.

Fonte:Lusa



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Terça-feira, 27 de Setembro de 2011
Maioria das pessoas não liga às taxas quando pede empréstimos

A esmagadora maioria dos portugueses não liga às taxas de juro ou aos custos totais do crédito quando pedem um empréstimo às instituições financeiras, referem os primeiros dados de um inquérito do Banco de Portugal sobre literacia financeira.

O estudo, avançado hoje em Lisboa na conferência Nacional de Educação Financeira, refere que os inquiridos valorizam, no momento do empréstimo, o montante da prestação a pagar e o seu banco usual sem ligarem à taxas de juro implícitas.

Na conferência, organizada pela Associação de Instituições de Crédito Especializado (ASFAC), Susana Narciso, responsável pelo departamento de supervisão comportamental do Banco de Portugal, explicou que, quando questionados os inquiridos se comparam taxas de juro nos depósitos e nos empréstimos, a resposta foi "grave".

Segundo o inquérito, 56% dos portugueses não comparam as melhores taxas de juro no mercado quando pretendem fazer um depósito, sendo que quando contraem empréstimos, a situação "ainda é mais grave" porque cerca de metade dos portugueses não liga às taxas de juro.

O estudo, que será integralmente apresentado pelo Banco de Portugal no início de Novembro, refere também que a relação dos portugueses com o cartão de crédito não é a melhor. Susana Narciso adiantou que, dos portugueses que não pagam a totalidade do cartão de crédito no fim do mês, "cerca de 27% não sabe os encargos".

Referiu igualmente que, de todos os inquiridos com cartão de crédito, "52% afirmam pagar a totalidade do saldo do cartão de crédito no fim do mês".

Este estudo sobre literacia financeira, disse Susana Narciso, "será um instrumento de apoio à definição do Plano Nacional de Formação Financeira feita pelos três supervisores", ou seja, o Banco de Portugal, a Comissão de Mercado de Valores Mobiliários e o Instituto de Seguros de Portugal.

A Conferência Nacional de Educação Financeira reúne os especialistas e agentes na matéria e pretende ser um contributo para melhorar "a relação dos portugueses com o dinheiro", conforme referiu António Menezes Rodrigues, presidente da ASFAC.

A abertura do encontro ficou a cargo do vice-governador do Banco de Portugal, Pedro Duarte Neves, que alertou para a necessidade de uma maior literacia financeira, principalmente em alturas de crise.

O mesmo afirmou José Lopes, da Associação Portuguesa de Bancos, referindo que "do mesmo modo que não foi a crise que criou a iliteracia financeira, não será a conclusão da crise que resolverá este problema".

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/



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Empresas confirmam crédito menos acessível e mais caro
Quase dois terços das PME pediram empréstimos bancários. Na maioria dos casos para a gestão corrente
Os últimos 12 meses foram dedicados a reduzir a exposição ao crédito bancário. A maioria das pequenas e médias empresas (PME) do sector do comércio e serviços que participaram no Barómetro da CCP afirma que não chegou a bater à porta da banca a pedir dinheiro emprestado (65,1%), tendo mesmo uma parte delas chegado a Setembro a dever menos dinheiro do que há um ano atrás (51,5% dos inquiridos). As razões para este afastamento são várias, mas a maioria, tal como a Pedro&Mantovani, não chegou a precisar de dinheiro, tendo financiado a sua actividade, de investimento e corrente, com capitais próprios (ver gráficos). 

Contudo, para quem precisou de pedir dinheiro emprestado, as condições foram bem mais difíceis, dadas as fortes restrições que o sector bancário tem vindo a impor. 

De acordo com o Barómetro PME, da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal, das 34,9% das sociedades que bateu à porta do sector financeiro, a maioria fê-lo por razões de tesouraria, isto é, para gerir a sua actividade corrente. E em nenhum dos casos as condições oferecidas foram melhores do que no passado. Para 13,5% elas mantiveram-se e para a grande maioria (86,5%) pioraram em relação aos valores que eram negociados há cerca de um ano. 

Quem precisou de dinheiro deparou-se com um agravamento das garantias reais exigidas por parte da banca e com uma redução dos valores emprestados. 

Segundo dados recentes do Banco de Portugal, os empréstimos concedidos pelo sector financeiro às PME vêm descendo desde pelo menos 2010. As grandes empresas estão já a virar-se para os bancos estrangeiros. 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/


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Segunda-feira, 26 de Setembro de 2011
Crédito pessoal. Custo total com um empréstimo de 5000 euros pode chegar aos 6700 euros

Pedir um crédito para consumo é cada vez mais difícil e caro. Além do juro, há comissões, seguros e impostos

"Todos os projectos começam por um desejo. O desejo cresce, ganha vontade. Procura-se a melhor solução de financiamento. Por isso, criámos um leque de produtos flexíveis e rapidamente o seu desejo realiza-se". Este slogan de uma instituição especializada no crédito ao consumo ilustra a vasta gama de soluções disponíveis no mercado, ajustável a todo o tipo de necessidades mas, regra geral, demasiado caras para a maioria das carteiras.

Por um crédito de 5000 euros, a amortizar em três anos, o cliente terá de pagar entre, pelo menos, mais 700 euros e 1700 euros de custos totais que, além dos juros e da duração do empréstimo, englobam os prémios de seguro, os impostos e as comissões bancárias como despesas de aprovação do empréstimo.

O i realizou simulações nos cinco maiores bancos a operar no mercado nacional (CGD, BCP, BPI, BES e Santander Totta) e em quatro instituições de crédito especializado (Cetelem, Cofidis, Flexibom e Unibanco) para um crédito sem finalidade específica, os mais caros do mercado, depois dos cartões e linhas de crédito. As prestações oscilam entre quase 174 euros e 184 euros, enquanto a taxa que reflecte o custo total do empréstimo, a TAEG (taxa anual de encargos efectiva global), varia entre 11,5% e 18,5% para o financiamento simulado. A TAEG, de indicação obrigatória, é o indicador mais fiável para comprar as várias propostas. A taxa mais baixa é oferecida pela Cofidis, no âmbito de uma campanha promocional que decorre até 16 de Outubro. Enquanto, o custo mais elevado (15,83%) é exigido pela Unibanco (ver tabela). Quanto menor for a TAEG, mais barato é o empréstimo (ver tabela). No caso da CGD só foi possível calcular a custo do crédito em 24 meses, o que aumenta o valor da prestação para 235 euros.

As simulações realizadas permitem verificar que as taxas praticadas estão abaixo do juro máximo imposto pelo supervisor bancário. No início de 2010, o Banco de Portugal definiu três categorias e oito subcategorias de crédito ao consumo, às quais correspondem taxas máximas fixadas trimestralmente. Para os créditos pessoais, sem finalidade específica, a TAEG máxima é de 19,7% até ao final de Setembro. Os juros desta categoria vão subir para 20,2% no último trimestre do ano. Os contratos de crédito com a finalidade de educação, saúde, energias renováveis, a locação financeiras de equipamentos e o crédito automóvel apresentam as taxas mais baixas por serem considerados segmentos prioritários. Por sua vez, é nos cartões e linhas de crédito, contas correntes bancárias e facilidades de descoberto que os bancos e as instituições cobram juros mais elevados. A taxa está acima de 34% desde o segundo trimestre deste ano.

Apesar de os limites das taxas vigorarem desde Janeiro de 2010, a verdade é que existem ainda muitas instituições a praticar juros acima do permitido. No relatório de avaliação deste novo regime de crédito aos consumidores, o supervisor revela que, durante o ano de 2010, foram identificados 1144 contratos de 39 instituições com indícios de irregularidades quanto ao cumprimento da TAEG máxima em vigor. Após a análise jurídica e financeira, apurou que em 75 contratos, realizados por 23 instituições, tinham efectivamente ultrapassado as taxas máximas.

Se contratou ou vai contratar um crédito ao consumo é essencial que verifique que a taxa exigida está em linha com o juro legalmente permitido. Se a taxa for superior, a DECO aconselha a enviar uma queixa ao Banco de Portugal, exigir a aplicação do juro máximo e a devolução do montante pago em excesso.

Crédito mais caro e difícil Longe vão os tempos em que contratar um crédito ao consumo era fácil e barato. Os últimos dados do BdP indicam que, em Julho, foram concedidos 229 milhões de euros, menos 30% que no mesmo mês do ano anterior e o valor mais baixo desde Janeiro de 2010. O corte de crédito reflecte as maiores restrições de liquidez e exigências na avaliação dos processos por parte das instituições, numa altura em que a desalavancagem é a palavra de ordem. Por outro lado, denuncia a menor procura por parte dos particulares, que em tempos de crise tentam soluções alternativas. Com o desemprego, os cortes salariais e o aumento dos impostos, o incumprimento das famílias atingiu o valor mais alto desde 1998. O crédito ao consumo é precisamente o segmento que apresenta o nível de malparado mais elevado, uma vez que é o primeiro empréstimo que os particulares deixam de pagar quando confrontados com dificuldades financeiras. Em Julho, o incumprimento no consumo atingiu 1 348 milhões de euros, 8,9% do total de empréstimos.

A Deco sugere para capitais e prazos mais curtos, por exemplo até 2000 euros, alternativas mais baratas ao crédito pessoal. "O descoberto autorizado da conta-ordenado pode revelar-se vantajoso, além de ser automático".

fonte:http://www.ionline.pt/



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Quinta-feira, 22 de Setembro de 2011
Comprar carro a crédito vai ter juros mais altos

As famílias portuguesas vão pagar mais caro pelo crédito automóvel já a partir do próximo mês de Outubro, o que, a somar à perda do rendimento disponível, por via dos aumentos dos impostos e da inflacção, torna cada vez mais difícil a aquisição de viatura, que seja nova ou usada.

O valor máximo das taxas de juro agora divulgado pelo Banco de Portugal coloca as taxas de juros de empréstimos para compra de carro nos valores mais elevados dos últimos dois anos.

As taxas máximas que a instituições financeiras podem cobrar vão subir, no crédito para a compra de automóveis novos, 0,5 pontos percentuais para 12,3%, e para a compra de usados, 0,4 pontos percentuais para um máximo de 16,1%. Recorde-se que, no início do ano, as taxas de juro para a compra de viatura situavam-se em 11,4% para as novas e 15% para as usadas.

Também as operações de locação financeira ou ALD não escapam ao aumento do custo do dinheiro. Nos automóveis novos, os juros dos empréstimos destas modalidades (em que se incluem o leasing e o renting) sobem 0,5%, para 8,5%, e nos usados 0,4%, para 9,8%. No início do ano, as taxas máximas neste tipo de crédito situavam-se nos 7,7% e 9,1%, respectivamente. 

Quem optar por comprar carro fora dos empréstimos dedicados ao automóvel também vai contar com taxas de juro mais caras. O crédito pessoal, que é sistema mais utilizado no crédito ao consumo, sobe 0,5% para 20,2%, ou seja mais 1% que em Janeiro deste ano. 

Esta e outras notícias na edição n.º 600 de AUTO FOCO hoje nas bancas

fonte:http://www.abola.pt



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Quarta-feira, 21 de Setembro de 2011
Crédito às empresas cai em 470 milhões em julho, malparado sobe para segundo maior nível de sempre - BdP

O crédito concedido pelos bancos às empresas caiu 470 milhões de euros de junho para julho e o crédito de cobrança duvidosa aumentou 227 milhões de euros, ultrapassando pela segunda vez os 6 mil milhões de euros.

De acordo com os dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal, o crédito concedido a empresas desceu de 116.989 para 116.519 milhões de euros de junho para julho, menos 470 milhões de euros, e a segunda queda consecutiva em termos mensais no fluxo de crédito para as empresas.

Apesar da diminuição o crédito concedido às empresas está ainda longe dos níveis registados entre dezembro de 2010 e março deste ano, quando o fluxo de crédito era inferior a 15 mil milhões de euros, o mais baixo nível desde novembro de 2008.

fonte:Lusa



publicado por adm às 13:34
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Quinta-feira, 15 de Setembro de 2011
BdP mantém juros máximos para cartões de crédito e sobe os do crédito pessoal e automóvel

Nos últimos três meses do ano, as instituições financeiras vão continuar a poder cobrar taxas de juro até 34,1% nos cartões de crédito.

O Banco de Portugal (BdP) divulgou hoje as taxas máximas (TAEG) aplicáveis aos contratos de crédito aos consumidores no último trimestre deste ano.

Todos os limites máximos foram aumentados, com excepção dos juros pagos nos cartões de crédito que, segundo o BdP, não podem ultrapassar os 34,1%, em linha com o trimestre anterior.

Nos créditos pessoais com destino a educação, saúde, energias renováveis e locação financeira de equipamentos, os juros que podem ser cobrados nos contratos celebrados no quarto trimestre têm como máximo 6,8% (contra os 6,2% entre Julho e Setembro).

No crédito automóvel, as TAEG fixadas pelo BdP para o último trimestre subiram, quer nos contratos de locação financeira ou ALD de carros novos (8% para 8,5%), quer de carros usados (9,4% para 9,8%).

Nos créditos automóveis com reserva de propriedade, as taxas máximas cobradas pelos bancos passam de 11,8% para 12,3% no caso dos carros novos, e de 15,7% para 16,1% no caso dos veículos usados.

Para os cartões de crédito, linhas de crédito, contas correntes bancárias e facilidades de descoberto, o BdP fixa uma TAEG de 34,1%, o mesmo valor do trimestre anterior.

As TAEG divulgadas pelo Banco de Portugal são calculadas com base no cálculo da média de juros que é praticada no mercado, acrescida de um terço, e correspondem aos valores mais elevados que podem ser praticados pelos bancos e instituições financeiras.

O BdP passou a estabelecer estes tectos máximos para os contratos de crédito ao consumo no final do ano passado e, qualquer valor que ultrapasse esses limites constitui uma prática de usura por parte da instituição responsável.

fonte:http://economia.publico.pt/



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Segunda-feira, 5 de Setembro de 2011
Crédito Malparado volta a aumentar e atinge nível mais alto desde 1998

O crédito de cobrança duvidosa não pára de aumentar, tanto no caso de particulares como de empresas.

De acordo com os dados provisórios do Banco de Portugal, hoje divulgados, o crédito malparado de particulares atingiu em Julho os 4.381 milhões de euros, mais 64 milhões do que no mês anterior. O peso do crédito de cobrança duvidosa sobre o total de empréstimos concedidos atingiu, assim, os 3,1 por cento, o nível mais alto desde Maio de 1998. Este é o oitavo mês consecutivo em que o peso do malparado aumenta.

No caso das empresas, o malparado também continuou a subir, atingindo os seis mil milhões de euros, mais 277 milhões do que no mês anterior. O peso dos créditos de cobrança duvidosa sobre o total de financiamento concedido às empresas era, em Julho, de 5,16 por cento, o valor mais alto desde Novembro do ano passado.

Os dados do Banco de Portugal mostram que o total acumulado de empréstimos às empresas diminuiu em 470 milhões de euros. A contracção da concessão de crédito por parte da banca fez-se ainda sentir nos empréstimos a particulares, cujo total acumulado diminuiu em 144 milhões de euros.

Tanto no crédito à habitação como no crédito ao consumo, o peso do malparado voltou a aumentar, atingindo, respectivamente, os 1,77 e os 8,9 por cento. No caso dos empréstimos ao consumo, trata-se, novamente, de um valor recorde, o que mostra que as famílias, sempre que estão com dificuldades de saldar os seus compromissos financeiros, optam por entrar em incumprimento neste tipo de créditos e não no crédito à habitação.

fonte:http://economia.publico.pt



publicado por adm às 23:04
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Sexta-feira, 2 de Setembro de 2011
Antes de recorrer ao crédito pessoal pense 2 vezes

Um crédito pessoal poderá parecer boa opção para adquirir determinado bem ou serviço mas antes de o fazer deve perguntar-se: precisa do produto? E precisa do crédito para o comprar? Não poderia, primeiro, efetuar uma poupança para o adquirir? 

Se optar por recorrer a este tipo de crédito, é necessário informar-se sobre as diferentes formas de crédito disponíveis.

Deve utilizar a TAEG, a taxa que lhe permite saber o custo total destes créditos e comparar entre os créditos disponíveis. Esteja também atento ao montante total imputado ao Cliente.

No fundo, é a taxa que nos diz quanto vamos pagar a mais do que aquilo que pedimos emprestado, incluindo juros e todos os encargos.

Geralmente, os créditos instantâneos (de rápida aprovação) são vistos como uma boa opção, pois não exigem muitas burocracias e o empréstimo até poderá ser aprovado num prazo de 24 horas, mas, é sempre preciso ter muita atenção às taxas cobradas.

Normalmente esta rápida aprovação tem como contrapartida uma TAEG muito altas, o que significa que o crédito, no longo prazo, será muito mais caro.

Portanto deve ponderar antes de recorrer a este tipo de crédito e pensar que ao efetuar uma poupança ainda está a poupar em juros e encargos!

Faça contas à vida. Ver mais informações aqui

fonte:http://www.observatoriodoalgarve.com

 



publicado por adm às 12:59
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