Quarta-feira, 22 de Junho de 2011
Recorde de incumprimento. 657 mil famílias não pagam os créditos à banca

De acordo com o Banco de Portugal cerca de 20 mil famílias entraram em incumprimento no primeiro trimestre deste ano.

Os devedores particulares com crédito vencido aumentaram de 13,8% em Dezembro para 14,2% em Março, reflexo da actual conjuntura económica e da entrada em vigor de novas medidas de austeridade.

Os números constam do do Boletim Estatístico, divulgado hoje.

Do total de 4,6 milhões de famílias com crédito junto da banca, quase 657 mil estava numa de incumprimento, ou seja, mais 20 mil face às cerca de 636 mil famílias com crédito vencido em Dezembro do ano passado.

Nos particulares, a percentagem de devedores no consumo foi de 15,7% no final do trimestre e na habitação aumentou de 5,2% para 5,5%.
No segmento empresarial, mais de 22% das sociedades não financeiras com empréstimos contraídos junto da banca não conseguia honrar os seus compromissos. O incumprimento nas grandes empresas atingiu os 22%, muito superior aos 14,4% das pequenas e médias empresas.

fonte:http://www.ionline.pt/



publicado por adm às 22:55
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Quinta-feira, 19 de Maio de 2011
Crédito malparado está a crescer

O crédito malparado aumentou em Março. No segmento do consumo,foram atingidos níveis históricos. Os dados foram divulgados hoje de manhã pelo Banco de Portugal. 

No boletim estatístico, a instituição liderada por Carlos Costa revela que as cobranças duvidosas subiram em Março para 8,55% no crédito ao consumo. Já no crédito à habitação, o malparado diminuiu quatro décimas. 

Entre as empresas, o crédito de cobrança duvidosa cresceu para 4,71% em Março.

fonte:http://rr.sapo.pt/i



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Terça-feira, 17 de Maio de 2011
6 Conselhos para não ver o seu orçamento malparado

Os números do Banco de Portugal mostram que existem mais de 656 mil famílias que já deixaram de pagar os créditos à banca.

1. Prevenir é melhor do que remediar
Desde o início do ano e até ao final do primeiro trimestre, mais de 27 mil novas famílias entraram numa situação de incumprimento com as instituições financeiras para o pagamento de empréstimos à habitação e ao consumo. A subida do desemprego, da inflação, da carga fiscal e das taxas de juros justificam este aumento do número de famílias em dificuldades. E as últimas projecções dão conta de que o cenário vai ser ainda mais cinzento nos próximos dois anos, já que o desemprego deverá continuar a aumentar, o país terá pelo menos mais dois anos de recessão económica pela frente e as taxas de juro no crédito à habitação vão acelerar. Por isso mesmo, o primeiro conselho a ter em conta é prevenir-se da "tempestade". A palavra de ordem é constituir uma poupança equivalente a seis salários para o caso de surgir um imprevisto- como o caso de um dos membros do casal entrar numa situação de desemprego. Se ainda não fez este pé-de-meia, comece a fazê-lo. Faça uma lista com as receitas e as despesas da família para determinar onde estão os gastos supérfluos que podem ser canalizados para a poupança. E lembre-se: pequenos cortes, ao fim de alguns meses podem significar uma poupança significativa. Imagine que gasta todos os dias 2,5 euros a tomar o pequeno-almoço fora. Se optar por tomar esta refeição em casa chegará ao final do ano com 912 euros no mealheiro. Trata-se de um valor suficiente para pagar duas prestações do crédito à habitação para muitas famílias.

2. Peça ajuda
Uma das falhas que os especialistas do gabinete de apoio ao sobreendividado da Deco apontam é que muitas vezes as famílias só pedem ajuda quando já é tarde demais. Ou seja, quando as famílias já têm muitas dívidas em atraso e encontram-se numa situação de ruptura. Os especialistas aconselham as famílias a pedir ajuda aos primeiros sinais de dificuldades. O primeiro ponto passará por falar com as instituições financeiras e tentar renegociar os créditos (ver ponto 3). Poderá também recorrer à rede de amigos e familiares para tentar conseguir equilibrar o seu orçamento familiar. E saiba que também no caso dos empréstimos entre particulares há regras a ter em conta. Por exemplo, os juros cobrados entre particulares não podem ser superiores em 3% ou 5% à taxa legal (dependo do caso de haver ou não uma garantia).

3. Fale com o seu banco
Se está numa situação em que se encontra já à beira do incumprimento, não espere mais tempo , fale com o seu banco, exponha a sua situação e tente renegociar as condições do seu empréstimo. Isto porque os bancos estão hoje mais abertos a fazer este processo de renegociação com os clientes do que no passado. Uma abertura que se deve ao aumento do crédito malparado. Este factor tem colocado ainda mais pressão sobre os bancos portugueses, que neste momento se debatem com metas exigentes em termos de rácios de capital. Como tal, as próprias instituições estão empenhadas em criar condições para evitar que os seus clientes deixem de pagar os empréstimos.

4. Peça carência de capital
Uma solução que poderá negociar com o seu banco passa por pedir um período de carência de capital. Nesse período pagará apenas os juros relativos ao capital em dívida. Uma família com um crédito no valor de 100 mil euros a pagar em 20 anos, com uma TAN de 3,121% e que tenha hoje uma prestação de 560euros, se optar por pedir a carência de capital durante três anos, a prestação baixará para os 259,17 euros, nesse período. Mas findo esse prazo a prestação agravar-se-á para os 631,77 euros. Além disso, ao optar por pedir a carência de capital os custos com os juros globais disparam.

5. Alargue o prazo de pagamento do empréstimo
Uma outra forma que as pessoas podem negociar com os bancos é através do pedido do alargamento do prazo do empréstimo. No entanto, esse alargamento do prazo do empréstimo está dependente da idade do cliente e do prazo actual do crédito. Já que se o seu empréstimo à habitação foi feito para um prazo de 40 anos ,dificilmente terá condições para alargar ainda mais o pagamento do crédito. Além disso, convém lembrar que esta solução não está isenta de desvantagens, pois no longo prazo os encargos com o pagamentos de juros disparam. Imagine o caso de uma família com um empréstimo de 100 mil euros a pagar em 20 anos, tendo como referência a Euribor a seis meses relativa a Abril e um ‘spread' de 1,5%. A prestação mensal actual deste agregado é de 560 euros. Ao prolongar o pagamento do empréstimo por mais 20 anos, a prestação mensal vai descer para os 364 euros. No entanto, os encargos com juros ao longo da vida do empréstimo duplicam: disparam para os 75 mil euros dos anteriores 34 mil euros.

6. Consolide os créditos
Quem tem vários créditos a pagar, fazer a consolidação dos vários empréstimos num só pode ajudar a reduzir os encargos mensais. Em alguns casos, com esta solução, consegue-se a redução dos encargos mensais entre 30% até 60%. No entanto, esta não é uma solução isenta de desvantagens. De tal forma, que alguns especialistas aconselham os consumidores a recorrerem ao crédito consolidado em último recurso.

fonte:http://economico.sapo.pt/noticias/6-conselhos-para-nao-ver-o-seu-orcamento-malparado_117987.html



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Sábado, 23 de Abril de 2011
Bancos cortam empréstimos

Entre janeiro e fevereiro, os empréstimos concedidos pelos bancos às famílias portuguesas caíram 78 milhões de euros, segundo informou ontem o Banco de Portugal através do seu Boletim Estatístico. E mesmo com a banca a cortar nos créditos, o malparado continua a subir: entre o 1.º mês do ano e fevereiro houve um aumento de 75 milhões de euros.

Segundo a instituição liderada por Carlos Costa, os juros dos novos empréstimos à habitação concedidos às famílias voltaram a aumentar em fevereiro – taxa atingiu os 3,05 por cento, o valor mais alto desde abril de 2009. Recorde-se que o crédito à habitação continua a representar a maior fatia do malparado.

De salientar ainda que a diminuição dos empréstimos resulta sobretudo do crédito ao consumo: corte de 35 milhões para 15.381 milhões de euros, o que equivale ao montante mais baixo que os bancos concederam desde dezembro de 2008.

Quanto ao crédito concedido às empresas, a queda é de 392 milhões de euros para mínimos de dois anos.

Dívida portuguesa. Numa altura em que continuam os rumores de que a Grécia será forçada a reestruturar parte da sua dívida, os juros da dívida grega e portuguesa a dois anos avançaram ontem quase um ponto percentual, o que significa que a dívida portuguesa a dois anos já está quase 10 pontos percentuais mais cara do que a alemã.

fonte:http://www.record.xl.pt/f



publicado por adm às 00:24
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Segunda-feira, 11 de Abril de 2011
Crédito malparado volta a aumentar em Fevereiro

O crédito malparado voltou a aumentar, em Fevereiro, tanto entre as empresas como entre as famílias. No total, a banca tem mais de 9,5 mil milhões de euros em incobráveis.

 

Os dados preliminares do Banco de Portugalrevelam que o crédito malparado entre as famílias aumentou para 2,96% dos empréstimos totais concedidos. Uma evolução que foi partilhada por todos os destinos de financiamento: crédito à habitação, ao consumo e outros fins (onde estão incluídos os empréstimos para a educação e para trabalhadores por conta própria).

No total, o montante de malparado correspondente às famílias ascendeu a 4,19 mil milhões de euros, em Fevereiro.

Já nas empresas o malparado aumentou para 5,31 mil milhões de euros, o que corresponde a 4,66% do total dos financiamentos concedidos pela banca.

O malparado continua assim a aumentar, num ambiente económico adverso, onde a taxa de desemprego permanece acima dos 11%. 

As previsões não são animadoras, com as perspectivas a apontarem para nova recessão económica em Portugal, o que terá impacto nas empresas e nas famílias.

E isto numa altura em que as taxas de juro estão a começar a subir. O Banco Central Europeu (BCE) aumentou o preço do dinheiro para a Zona Euro na semana passada para os 1,25%, e os economistas prevêem que os juros subam, pelo menos, mais duas vezes. O que significa que o BCE deverá colocar os juros em 1,75% no final deste ano.

E esta evolução será reflectida pelas taxas Euribor, que são os indexantes mais usados nos contratos de crédito à habitação em Portugal.

Á margem desta evolução, a banca tem aumentado os “spreads” que pratica nos financiamentos das famílias e das empresas, devido ao momento económico e ao aumento do risco de incumprimento, o que no actual contexto torna ainda mais difícil a situação.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/



publicado por adm às 23:23
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Terça-feira, 22 de Março de 2011
Malparado volta a subir: mais 140 milhões em Janeiro

Depois de ter caído em Dezembro, volume de cobrança duvidosa volta a aumentar. Maior contributo veio do crédito à habitação

 

O crédito malparado das famílias voltou a aumentar em Janeiro: mais 140 milhões de euros. Isto depois de ter registado uma queda em Dezembro. Quem mais contribuiu para esta subida foi o volume de cobrança duvidosa no crédito à habitação, indica o Banco de Portugal no seu Boletim Estatístico.

Num só mês o valor do crédito considerado de cobrança duvidosa dos particulares passou de 3.989 milhões de euros, em Dezembro, para 4.129 milhões em Janeiro.

O malparado aumentou mesmo em todos os tipos de créditos, com o maior contributo vindo do crédito à habitação: mais 57 milhões de euros (ou seja, mais 2,95%), para um total de 1.989 milhões de euros. 

No crédito para outros fins, a cobrança duvidosa cresceu 51 milhões de euros; ao consumo aumentou 32 milhões de euros.

No total, o crédito concedido aos particulares registou um aumento de 747 milhões num só mês, com maior crescimento verificado no crédito à habitação: foi concedido às famílias mais 895 milhões de euros para a compra de casa, para um total de 114.537 milhões de euros.

Já os restantes créditos concedidos pela banca registaram quedas em Janeiro: menos 61 milhões no caso do crédito ao consumo e menos 87 milhões de euros nos empréstimos para outros fins.

Também no crédito concedido às empresas a situação não está melhor: o malparado cresceu em Janeiro, mais 255 milhões de euros (5,42%), para um total de 4.961 milhões de euros.

Em Janeiro foram emprestados 116.620 milhões de euros às empresas, o que representa uma quebra de 114 milhões de euros face a Dezembro de 2010. 

Outra prova da dificuldade das empresas portuguesas está na retirada de quase 4.000 milhões de euros que estavam depositados nos bancos só em Janeiro, revela o mesmo boletim do Banco de Portugal.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/



publicado por adm às 22:33
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Sábado, 19 de Março de 2011
Malparado supera os 6% em Espanha

Crédito malparado em Espanha atingiu os 6,06% no mês de Janeiro, sendo a primeira vez que acontece desde 1995

O crédito malparado nas entidades financeiras espanholas atingiu em Janeiro os 6,06 por cento, sendo a primeira vez que esse nível é alcançado desde 1995, segundo dados do Banco de Espanha, escreve a Lusa.

O regulador revela hoje também que pelo quarto mês consecutivo o crédito malparado nos bancos (6,27 por cento) ultrapassou os níveis registados pelas caixas de aforros (5,88 por cento).

Assim, o valor total do crédito malparado em Espanha atingiu no final de Janeiro os 110.689 milhões de euros, mais 3,5 mil milhões de euros que em Dezembro e mais 14,2 mil milhões que em Janeiro de 2010.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt



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Segunda-feira, 7 de Março de 2011
Crédito malparado aumentou 395 milhões em Janeiro

O crédito malparado nos empréstimos às famílias e empresas aumentou em janeiro 395 milhões de euros face a dezembro, de acordo com dados do Banco de Portugal.

 

 

Ao todo, o crédito malparado das empresas e das famílias atingiu os 9.090 milhões de euros em janeiro.

 

Nos empréstimos às famílias, o crédito malparado aumentou 140 milhões em janeiro em relação ao mês anterior para 4.129 milhões de euros.

Em termos homólogos, em janeiro de 2011 o crédito malparado das famílias cresceu 338 milhões de euros.

O crédito à habitação foi aquele em que mais aumentou a cobrança duvidosa, ao crescer 57 milhões de euros em janeiro para 1989 milhões de euros.

Nos empréstimos para outros fins, o malparado aumentou no mesmo mês 51 milhões de euros face ao mês anterior para 870 milhões de euros enquanto o malparado do crédito ao consumo subiu 32 milhões de euros para 1269 milhões de euros.

Já nas empresas, os créditos de cobrança duvidosa atingiram os 4.961 milhões de euros em janeiro, um crescimento de 255 milhões de euros face a dezembro e 83 milhões de euros face a janeiro de 2010. 

 

Estes valores significam uma inversão da tendência registada em dezembro, quando tanto o malparado às famílias como às empresas caiu face a novembro.

fonte:Diário Digital / Lusa 

 



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Segunda-feira, 21 de Fevereiro de 2011
Crédito às empresas cai 2.126 milhões e malparado 1.460 M€

O crédito concedido às empresas caiu 2.126 milhões de euros em dezembro, face a novembro, para o mais mínimos de março de 2009, tendo o malparado diminuído 1.460 milhões de euros para mínimos de um ano.

 

 

De acordo com os dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal, o crédito concedido às empresas fixou-se no final de 2010 nos 116.720 milhões de euros, uma diminuição de 1,78 por cento face aos 118.846 milhões de euros registados no final de novembro.

 

Este é o valor mais baixo registado pelo Banco de Portugal desde março de 2009, quando se fixou nos 116.536 milhões de euros.

fonte_:Diário Digital / Lusa



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Terça-feira, 8 de Fevereiro de 2011
Crédito malparado desce em Dezembro

O peso do crédito malparado baixou em Dezembro para 2,82 por cento. De acordo com os dados preliminares do Bando de Portugal, a que o Jornal de Negócios teve acesso, este foi o valor mais baixo desde Março.

O incumprimento das famílias portuguesas somou cerca de 3,9 mil milhões de euros. Em Novembro esse montante rondava os 4,2 mil milhões. Também as empresas reduziram o crédito malparado de 5,18 por cento para 4,03 por cento em Dezembro. No total as instituições financeiras registavam à volta de 4,7 mil milhões de euros em cobranças duvidosas referentes a financiamentos concedidos ao segmento empresarial.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/



publicado por adm às 23:19
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